Revista de Pediatria SOPERJ

ISSN 1676-1014

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Outubro 2013 - Volume 14  - Número 1

Mensagem do Editor

1 - Mensagem do editor

Anna Tereza Miranda Soares de Moura

Revista de Pediatria SOPERJ - V.2013;14(1):4

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Editorial

2 - Pensando numa política nacional para a primeira infância

Luciana Borges

Revista de Pediatria SOPERJ - V.2013;14(1):5

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3 - Escolhendo um presente

Anna Tereza M. Soares de Moura

Revista de Pediatria SOPERJ - V.2013;14(1):6-7

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Artigo de Revisão

4 - Anisaquiose Humana

Human Anisakiasis

Israel Figueiredo Junior; Maurício Verícimo; Sérgio São Clemente; Gerlinde Teixeira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.2013;14(1):8-15

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Os anisaquídeos são nematóides de peixe que podem infectar o ser humano. A contaminação ocorre por vias aéreas, cutâneo-mucosa e/ou intestinal, provocando desde quadros alérgicos até infecções com quadros dispépticos, às vezes graves e necessitando de intervenções endoscópicas e cirúrgicas. Pouco se conhece sobre a evolução da doença na gestante, em seu concepto e em crianças pequenas. Os objetivos desse trabalho foram o de apresentar a história natural da infecção acidental pelo homem, discriminar os sinais e sintomas da agressão e definir as principais medidas profiláticas nas várias faixas etárias. Para isso foram recolhidas informações bibliográficas pelo Pubmed®, Scopus® e outros sistemas, estabelecendo opção pelos artigos com relatos de casos ou descrições clínicas com suas casuísticas. Os artigos selecionados foram suficientes para estabelecer o perfil do paciente portador de anisakiose clínica e para estabelecer modelos profiláticos da agressão. A pesquisa revelou ser importante o reconhecimento do quadro clínico e a adoção de medidas preventivas para o controle individual e coletivo dessa patologia emergente.


Palavras-chave: Alergia, peixe, Anisakis sp, anafilaxia, manifestações clínicas, criança.

5 - Uso do copinho e da mamadeira nas unidades neonatais em recém-nascidos pré-termo

Cup and bottle feeding in neonatal units in newborn preterm infants

Michele Silva Nunes; Adriana Duarte Rocha; Sabrina Lopes Lucena; Maria Elisabeth Lopes Moreira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.2013;14(1):16-20

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O presente trabalho apresenta, através de revisão de literatura, algumas informações sobre o uso do copinho e da mamadeira em recémnascidos prétermo. Objetivamos buscar nas bases eletrônicas de dados LILACS, MEDLINE, SCIELO, utilizando os termos mamadeira, prétermo, alimentação artificial, copinho, evidências cientificas sobre o uso do copinho e da mamadeira nas unidades neonatais em recémnascidos prétermo. Utilizamos artigos entre 1990 e 2012. Foram procurados todos os artigos que se referiam ao uso do copinho e da mamadeira em recémnascidos prétermo. Teses, livros e capítulos de livros foram excluídos. Tal estudo tornase importante uma vez que ainda há muitas dúvidas sobre a melhor forma de oferecer a alimentação suplementar aos recémnascidos prétermo.


Palavras-chave: Mamadeira, Prematuro, Alimentação artificial

6 - A importância do brincar para as crianças oncológicas na percepção dos cuidadores: em um hospital de referência na cidade de Belém, Estado do Pará, Brasil

The importance of play for children with cancer in the perception of caregivers, in a reference hospital in the city of Belém, Pará state, Brazil

Rafaela Danta de Sousa; Lydia Laignier Schueroff; Raiane Pereira Pessoa; Maria de Belem Ramos Sozinho

Revista de Pediatria SOPERJ - V.2013;14(1):21-25

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O cuidado de enfermagem em Oncologia Pediátrica vem se especializando e modificando com o passar do tempo e entre as possíveis estratégias utilizadas por crianças para enfrentar condições estressantes encontra-se o brincar, recurso utilizado tanto pela criança como pelos profissionais do hospital para lidarem com as adversidades da hospitalização. O objetivo principal deste estudo é de conhecer a percepção dos cuidadores / familiares sobre a importância do brincar para as crianças com câncer.Trata-se de uma pesquisa descritiva qualitativa, o local da pesquisa foi a pediatria oncológica do Hospital Ophir Loyola os sujeitos foram de 20 cuidadores, de crianças, entre 5 a 10 anos. Os dados foram coletados por meio de um questionário semiestruturado com perguntas previamente formuladas. Os dados foram agrupados em CATEGORIA I - As brincadeiras são importantes para o tratamento das crianças oncológicas, dividiu-se em II subcategorias: I - Melhora a estima da criança, II - Reanima e fortalece a criança para aceitar o tratamento;CATEGORIA II - O envolvimento das crianças oncológicas nas brincadeiras durante o tratamento; CATEGORIA III - O envolvimento dos cuidadores / familiares nas brincadeiras com as crianças oncológicas em tratamento. De acordo com os resultados obtidos, a partir da percepção dos cuidadores,o brincar tem uma grande importância na vida das crianças, independente de seu quadro de saúde, tendo um valor ainda maior quando a criança está doente, pois traz benefícios tanto físico quanto emocionalmente para que haja uma melhor aceitação do tratamento.


Palavras-chave: criança, câncer, brincar

7 - Tuberculose osteoarticular em criança: relato de caso

Osteoarticular tuberculosis in children - a case report

Carlos Podalirio Borges de Almeida; Denise Rossato Silva

Revista de Pediatria SOPERJ - V.2013;14(1):26-28

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O objetivo deste estudo foi descrever um caso de tuberculose osteoarticular em criança. Menino com oito anos, há um ano teve queda de uma árvore, há sete meses iniciou com queixas de dor nas costas e dificuldade para deambular. Teste tuberculínico reator fraco, anti-HIV não reagente, pesquisa para BAAR positiva do abcesso paravertebral de T12, anti-HCV não reagente. Os exames de imagem indicam fratura da vértebra com colapso do corpo vertebral de T12, espessamento de partes moles paravertebrais bilateralmente, compatível com espondilodiscite com abscesso paravertebral anterior associado. Iniciou tratamento para tuberculose osteoarticular com rifampicina, isoniazida e pirazinamida. O paciente fez hepatite medicamentosa e reiniciou as medicações uma a uma. Atualmente está sem queixas de dor. Pelo seu prognóstico e capacidade de ser confundida com outras patologias a tuberculose osteoarticular impõe-se como um importante diagnóstico diferencial de outras doenças.


Palavras-chave: Tuberculose osteoarticular, Infecção, Criança.

Relato de Caso

8 - O Mapa falante como instrumento do processo ensino-aprendizado do aluno de medicina: Relato de experiência

Map-speaker as an instrument of the teaching-learning of medical students: Experience report

Ana Lúcia Ferreira; Maria de Fátima Wakoff Pereira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.2013;14(1):29-32

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OBJETIVO: Relato de uma experiência de ensino médico em Atenção Primária à Saúde, com o foco na identificação e prevenção de risco aos acidentes domésticos na infância.
MÉTODOS: Destaca-se o Método Criativo Sensível, na modalidade Mapa Falante, como uma ferramenta que privilegia as atividades de grupo, bem como a construção do conhecimento compartilhado.
RESULTADOS: O processo de construção do mapa trouxe visibilidade quanto aos riscos para acidentes na casa visitada, assim como proporcionou aos alunos de Medicina a oportunidade de vivenciarem o enfoque multidimensional das ações de cuidado à saúde.
CONCLUSÕES: A integração entre os alunos, a família, a equipe da creche e os profissionais da ESF foi facilitada pela construção e discussão do mapa, criando um espaço que favoreceu aos participantes a identificação de recursos exeqüíveis de promoção e de prevenção de saúde.


Palavras-chave: Cuidado da Criança.Acidentes Domésticos. Ensino. Equipe Interdisciplinar de Saúde.

9 - Talon noir: Relato de Caso em uma criança

Talon Noir: A Case Report in a Child

Luiz Gustavo Martins da Silva; Maria Victória Pinto Quaresma Santos; Fernanda Helena Craide; Andreia Oliveira Alves; Fred Bernardes Filho

Revista de Pediatria SOPERJ - V.2013;14(1):33-35

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Talon noir foi descrita pela primeira vez em 1961 por Peachey, como erupção petequial traumática característica dos saltos dos jogadores de basquete e originalmente chamada de petéquias do calcâneo. É uma dermatose relacionada ao trauma, com lesões assintomáticas e marcada pela presença de sangue dentro do estrato córneo. Apresenta manifestações clínicas variadas e sua localização depende do fator provocativo envolvido. Os autores apresentam e discutem um caso de talon noir com clínica incomum em criança de 11 anos e demonstram a importância da correlação das características clínicas e histopatológicas.


Palavras-chave: Talon noir, Hemorragia cutânea, Sangue intracorneano, Pés, Estrato córneo