Factores asociados a la reducción de la morbimortalidad en recién nacidos prematuros submetidos al protocolo de manejo mínimo en UTI neonatal
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Resumen
Objetivo: Analizar si el uso de protocolos de manejo mínimo en la unidad de cuidados intensivos neonatales se asocia con menores tasas de morbilidad y mortalidad en recién nacidos prematuros. Método: Estudio de casos y controles en la UCI de un hospital de maternidad de tercer nivel. Los datos se recopilaron de 170 historias clínicas electrónicas seleccionadas mediante muestreo aleatorio simple. Los participantes fueron recién nacidos prematuros menores de 32 semanas de gestación, desde enero de 2015 hasta enero de 2020. El análisis estadístico se realizó con el programa SPSS (Statistical Package for the Social Sciences). Las asociaciones entre variables se calcularon mediante la prueba de chi-cuadrado y la prueba exacta de Fisher, así como el odds ratio (OR), con sus respectivos intervalos de confianza del 95% (IC). Resultados: Según las variables investigadas, en los recién nacidos sometidos al protocolo de manejo mínimo, se observó una asociación estadísticamente significativa con la mortalidad (OR 0,17; IC del 95%: 0,037-0,08; p ≤ 0,017). Se observaron nueve fallecimientos en recién nacidos que no recibieron protocolos de manejo mínimo, en comparación con dos fallecimientos en recién nacidos que sí los recibieron. Las demás variables no presentaron significación estadística. Conclusión: El protocolo de manejo mínimo contribuye a reducir la tasa de mortalidad en recién nacidos extremadamente prematuros, actuando como una de las estrategias para mejorar sus resultados clínicos.
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