Aspectos clínicos e preditores associados à falha de extubação em UTI pediátrica

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Verônica Almeida Silva
Mariana Simões Ferreira

Resumo

Objetivo: Identificar os principais preditivos associados à falha de extubação de lactantes e crianças extubadas eletivamente em unidade de terapia intensiva pediátrica. Método: Estudo quantitativo, transversal e retrospectivo, de natureza descritiva e analítica. A coleta de dados foi realizada a partir de um banco de dados secundário do serviço de Fisioterapia local. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da instituição. Resultados: Foram incluídos 78 pacientes, com mediana de idade de 4,71 meses, em sua maioria do sexo masculino (52,6%). A taxa de falha de extubação na amostra estudada correspondeu a 21,8%, sendo o estridor laríngeo o fator mais frequente, com registro em 64% dos casos de falha. Conclusão: Os participantes que utilizaram a modalidade Ventilação Mandatória Intermitente Sincronizada apresentaram frequência de falha de extubação significativamente maior quando comparados aos que foram ventilados em ventilação controlada a pressão (p=0.037). Não houve diferença estatística entre os grupos considerando a idade, tempo de ventilação mecânica invasiva e o não cumprimento do protocolo de extubação.

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Como Citar
Almeida Silva, V., & Simões Ferreira, M. (2026). Aspectos clínicos e preditores associados à falha de extubação em UTI pediátrica. Revista De Pediatria SOPERJ, 25(1), 34–41. Recuperado de https://revistadepediatriasoperj.org.br/rps/article/view/3
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