Traumatismo craniano em pediatria

Conteúdo do artigo principal

Raquel de Seixas Zeitel
Rosana Andrade Flintz
Carolina Castro Nogueras

Resumo

 Introdução: o traumatismo cranioencefálico na infância é causa frequente de atendi­mento nas emergências do Brasil e do mundo. Reconhecer precocemente a gravidade do traumatismo cranioencefálico e oferecer o manejo adequado reduz, de forma acentuada, a morbimortalidade. Objetivo: apresentar uma revisão atualizada da classificação do trauma craniano em pediatria, discutindo o manejo em condutas atualizadas, bem como suas complicações. Revisar as indicações da tomografia e a conduta frente aos casos mais graves até a transferência para unidade de terapia intensiva. Fonte de dados: base de dados Medline e Biblioteca Virtual em Saúde. Artigos científicos e guidelines sobre trauma cranioencefálico, publicados de 1991 a 2017, foram selecionados e analisados. Síntese dos dados: no curso deste artigo, abordamos a fisiopatologia do trauma cranioencefálico, assim como a sua classificação em leve, moderada e grave, focando no manejo adequado desses pacientes. Conclusão: o traumatismo craniano em pediatria é, majoritariamente, classificado como leve, mas os casos graves ainda apresentam mortalidade alta com grande ocorrência de sequelas. O tratamento adequado do trauma craniano e de suas complica­ções é indispensável na redução da morbimortalidade.

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Como Citar
Raquel de Seixas Zeitel, Rosana Andrade Flintz, & Carolina Castro Nogueras. (2017). Traumatismo craniano em pediatria. Revista De Pediatria SOPERJ, 17(Sup 1), 63–71. Recuperado de https://revistadepediatriasoperj.org.br/rps/article/view/347
Seção
Artigo de Revisão

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