Do diagnóstico ao cuidado neonatal: a sala de parto como eixo da redução da mortalidade por cardiopatias congênitas
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Resumo
Ao longo das últimas décadas, a prevalência de cardiopatias congênitas ao nascimento tem se mantido alta, embora estável, variando entre 9,4 e 23 casos por 1.000 nascidos vivos em diferentes estudos.1,2 Esses dados confirmam a relevância epidemiológica dessas condições e reforçam a necessidade de capacitação contínua de pediatras e neonatologistas para o manejo de uma população que exige abordagens diagnósticas e terapêuticas altamente especializadas.
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