Febre de origem obscura na pediatria: unindo tradição clínica e inovação diagnóstica
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Resumo
O artigo “Descrição epidemiológica de pacientes com febre de origem obscura em hospital pediátrico do Brasil”, de Guimarães e Carvalho, publicado nesta edição da Revista de Pediatria SOPERJ, oferece uma contribuição relevante ao retratar os desafios reais enfrentados na investigação de quadros prolongados de febre sem causa definida em crianças. No estudo, mais da metade dos pacientes (52,4%) permaneceu sem diagnóstico ao final da internação, apesar de avaliação em centro terciário com recursos laboratoriais e de imagem.
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