Revista de Pediatria SOPERJ

ISSN 1676-1014 | e-ISSN 2595-1769

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"Crack Babies": uma revisão sistemática dos efeitos em recém-nascidos e em crianças do uso do crack durante a gestação.

Crack Babies: systematic review of effects In newborns and children in the use of crack during pregnancy

Júlio César Garcia de Alencar; Carlos Augusto Alencar Junior; Aline de Moura Brasil Matos

Revista de Pediatria SOPERJ - V.12, Nº1, p16-21, Agosto 2011

Resumo

OBJETIVO: Esse estudo tem como objetivo realizar uma revisão sistemática sobre as principais consequenciais neonatais e em crianças do uso do crack durante gestação.
FONTES DOS DADOS: Foi realizada uma revisão sistemática utilizando banco de dados eletrônicos (MEDLINE). Critérios de inclusão foram estudos com análise dos efeitos neonatais e em crianças do uso do crack e de outros derivados da cocaína durante a gestação.
SÍNTESE DOS DADOS: Nascem anualmente cerca de 375.000 recém-nascidos de mães viciadas em cocaína nos Estados Unidos. No Brasil, um estudo sobre o perfil dos usuários de crack, em 2008, mostrou um aumento do número de crianças intoxicadas pela droga durante a gravidez. Os problemas neonatais relacionados ao crack são: asfixia, prematuridade, baixo peso e alterações do comportamento. O vínculo mãe-filho costuma ser afetado.A síndrome de abstinência à droga pode ocorrer. Os recém-nascidos podem apresentar manifestações em vários sistemas do organismo, como choro estridente característico e convulsões. Dificuldade de sucção, diarréia, vômitos, febre, tremores, sudorese excessiva e palidez são frequentemente encontrados.
CONCLUSÕES: Suspeição e detecção dos sintomas relacionados a drogas no período neonatal podem ser difíceis, mas, com aumento da incidência de usuárias de crack durante a gestação, observação rigorosa é importante para o diagnóstico de alterações neonatais, bem como dos sintomas de abstinência à droga. Os problemas não devem ser desprezados pela possibilidade de acarretar prejuízos irreparáveis na qualidade de vida da criança, como dificuldade de aprendizagem por problemas na linguagem, no raciocínio, na compreensão verbal e na memória.


Palavras-chave: Cocaína Crack, Gestação, Neonatos, Crianças

"Fragilidade óssea dos fenilcetonúricos, reflexo da dietoterapia? - Um estudo com pacientes da APAE-RIO."

Andréa Barcellos Mendes

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7, Nº2, p20, Outubro 2006


Palavras-chave:

"Fragilidade óssea dos fenilcetonúricos, reflexo da dietoterapia? - um estudo com pacientes da APAE-RIO."

Andréa Barcellos Mendes

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7 (supl 2), Nº2, p20, Outubro 2006


Palavras-chave:

"O preenchimento correto da caderneta da criança é essencial para o cuidado pediatrico competente."

Orofino, DHG; Faissol, NM; Lopes, FSD; Silva, MRM; Lyra, ALCO

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p81, Dezembro 2012


Palavras-chave:

"Obesidade em crianças e adolescentes: núcleo familiar, hábitos alimentares e de vida"

Orofino, DHG; Roiseman, MML; Scholl, FM; Nagao, JY; Salomão, BC; Radesca, R

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p82, Dezembro 2012


Palavras-chave:

"Recaída de febre reumática em uso de profilaxia secundária"

Orofino, DHG; Faissol, NM.; Goldenzon, A.V; Rodrigues, M.F.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p79, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Talon noir: Relato de Caso em uma criança

<em>Talon Noir: </em>A Case Report in a Child

Luiz Gustavo Martins da Silva; Maria Victória Pinto Quaresma Santos; Fernanda Helena Craide; Andreia Oliveira Alves; Fred Bernardes Filho

Revista de Pediatria SOPERJ - V.14, Nº1, p33-35, Outubro 2013

Resumo

Talon noir foi descrita pela primeira vez em 1961 por Peachey, como erupção petequial traumática característica dos saltos dos jogadores de basquete e originalmente chamada de petéquias do calcâneo. É uma dermatose relacionada ao trauma, com lesões assintomáticas e marcada pela presença de sangue dentro do estrato córneo. Apresenta manifestações clínicas variadas e sua localização depende do fator provocativo envolvido. Os autores apresentam e discutem um caso de talon noir com clínica incomum em criança de 11 anos e demonstram a importância da correlação das características clínicas e histopatológicas.


Palavras-chave: Talon noir, Hemorragia cutânea, Sangue intracorneano, Pés, Estrato córneo

Trichomicosis nodularis: piedra branca, um caso infrequente em criança com acometimento de couro cabeludo

Guimarães MG; López AM; Nisembaum D; Bianco S; Hertz A

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p102, Dezembro 2012


Palavras-chave:

A (in)visibilidade da violência psicológica familiar nos atendimentos de adolescentes usuários dos ambulatórios de um hospital pediátrico público terciário

The (in)visibility of family psychological violence in the visits of adolescents who use the outpatient clinics of a tertiary public pediatric hospital

Cecy Dunshee de Abranches; Simone Gonçalves de Assis

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº1, p38-42, Fevereiro 2017

Resumo

OBJETIVO: diante da magnitude dos impactos da violência na saúde juvenil, investigou-se a (in)visibilidade da ocorrência da violência psicológica (VP) familiar.
MÉTODOS: estudo transversal quantitativo, com amostra de 229 adolescentes usuários de serviços ambulatoriais de um hospital pediátrico público terciário e da revisão de seus prontuários.
CRITÉRIO DE INCLUSÃO: usuário de 12 a 18 anos, acompanhado e sem deficiência cognitiva. A revisão dos prontuários foi realizada após a ocorrência das entrevistas, por meio do arquivo médico, em 172 prontuários (75,1% dos adolescentes entrevistados).
RESULTADOS: em 98% dos relatos verbais encontrou-se a exposição à VP familiar, sendo 26,4% dos pacientes em seu grau mais severo, sem nenhuma referência nos prontuários. Não se constatou associação estatística entre VP familiar e problemas clínicos atuais e pregressos, embora tenha sido elevada a sua associação com problemas de saúde mental.
CONCLUSÕES: devido à elevada ocorrência de VP familiar na amostra investigada, sugere-se a inclusão da averiguação dos maus-tratos juvenis no relacionamento familiar no diagnóstico pediátrico diferencial, assim como a necessidade de se ter mais estudos sobre os efeitos da violência sobre a saúde física.


Palavras-chave: Violência doméstica. Medicina do adolescente. Psicologia do adolescente. Consultórios médicos. Registros médicos.

A CADERNETA DE SAÚDE DA CRIANÇA NO ATENDIMENTO AMBULATORIAL EM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO - AVALIAÇÃO DO PREENCHIMENTO E CONHECIMENTO DOS PAIS E/OU RESPONSÁVEIS SOBRE O CONTEÚDO DO DOCUMENTO.

LUCAS PINHEIRO CARDOSO DIAS (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); PATRÍCIA FERNANDES BARRETO MACHADO COSTA (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO); EDSON FERREIRA LIBERAL (UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p25,  2016


Palavras-chave:

A contribuição da citometria de fluxo para o diagnóstico e seguimento do câncer pediatrico

Ferreira-Facio C.S.; Botafogo V.D.; Milito C.; Fontana M.C.M.; Oliveira E.; Costa E.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p55, Dezembro 2012


Palavras-chave:

A criança vítima de violência

Ana Lúcia Ferreira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13, Nº2, p4-9, Dezembro 2012

Resumo

O setor de emergência é uma importante porta de entrada para o cuidado da criança vítima de violência e representa uma oportunidade única de proteção para aquelas que não frequentam outros serviços de saúde. A rotina agitada e a falta de tempo e de privacidade, bem como o pouco treinamento dos profissionais, podem levar à subdetecção dos casos nesses cenários. Este artigo apresenta aspectos do atendimento necessários para a identificação da criança vítima de violência, ressaltando-se a valorização da anamnese e do comportamento das crianças e dos cuidadores, uma vez que nem sempre há indícios físicos da ocorrência de maus-tratos. Destaca-se a necessidade de um adequado acolhimento da criança e da família como etapa fundamental do cuidado. Também são consideradas as possibilidades de ações para a proteção das vítimas nesse nível de atenção, tais como a notificação e a internação.


Palavras-chave: maus-tratos infantis, medicina de emergência, cuidado da criança.

A formação do pediatra como mediador nos casos de crianças e adolescentes com distúrbios de desenvolvimento e transtornos mentais

The training of the pediatrician as a mediator in the cases of children and adolescents with developmental disturbances and mental disorders

Jairo Werner Júnior

Revista de Pediatria SOPERJ - V.18, Nº2, p1-2, Junho 2018


Palavras-chave:

A Identificação da osteogênese imperfeita por ultrassonografia obstétrica e sua importância no parto

Macedo G.; Madeira L.; Queiroz M.; Correia P.; Llerena Jr, J.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p105, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A osteogênese imperfeita (OI), popularmente conhecida como "doença dos ossos de vidro", é uma doença determinada geneticamente e caracterizada por uma desordem do tecido conjuntivo associada à fragilidade óssea, deformidades e deficiência do crescimento. Existem 12 tipos de OI identificados, 90% de transmissão autossômica dominante. As características clínicas de cada tipo correspondem às diferentes mutações dos genes que codificam as proteínas ou enzimas envolvidas na biossíntese do colágeno. A ocorrência de fraturas intra-útero nestes pacientes está descrita como sendo a maioria nas formas graves, mas pode ocorrer também nas formas mais leves. Assim, a presença de deformidades em membros ou fraturas nas ultrassonografias (USG) obstétricas deve levar à suspeita de OI. O parto, então, deve ser programado, contraindicando a via baixa, a fim de evitar futuras lesões no concepto.
OBJETIVO: Avaliar os casos de OI com diagnóstico intra-útero de deformidades ou fraturas acompanhados no ambulatório de OI do IFF.
MATERIAL E MÉTODO: Foram avaliados 41 pacientes e 17 tinham alterações observadas no USG obstétrico (41% da amostra estudada) sendo 4 nascidos por parto vaginal. 8 pacientes foram classificados como tipo I, a forma mais leve da doença, e os demais apresentavam formas graves ou moderadas.
RESULTADOS: Dentro da nossa casuística houve uma grande prevalência de alterações detectadas já no pré-natal, inclusive nas formas leves da OI. Mesmo com diagnóstico intra-útero, alguns nasceram de parto vaginal, com risco de novas fraturas.
CONCLUSÃO O reconhecimento de alterações esqueléticas sugestivas de OI no pré-natal deve motivar uma maior atenção tanto da parte dos obstetras quanto dos pediatras, visando possibilitar um nascimento com menos intercorrências.

 

Responsável
PATRICIA SANTANA CORREIA


Palavras-chave:

A importância da função paterna no desenvolvimento da criança

The importance the paternal function for child development

Margareth de Oliveira Kuster

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15, Nº1, p35-39, Fevereiro 2015

Resumo

Este artigo busca refletir sobre a função paterna enquanto construção do vínculo pai-criança, em um contexto social e culturalmente determinado. Traz à reflexão que ser pai ultrapassa os determinantes biológicos, sendo mais valorizados o desejo, o afeto e o exercício da lei enquanto representante social maior, ao passo que protege e dá segurança à criança, rumo a um desenvolvimento psíquico saudável na infância e na vida adulta.


Palavras-chave: função paterna; lei; desenvolvimento psíquico saudável.

A importância da pediatria na percepção dos transtornos mentais na infância e adolescência

The importance of pediatrics at the perception of mental disorders in childhood and adolescence

Tathiana tavares Menezes; Victor Junger de Mello; Sandra Impagliazzo

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13, Nº1, p16-23, Maio 2012

Resumo

O objetivo desta revisão bibliográfica é mostrar a importância do pediatra na percepção precoce dos transtornos mentais na infância e na adolescência,pois o maior custo da saúde pública continua sendo com internações psiquiátricas.A reforma psiquiátrica propos a criação de uma rede substitutiva ao antigo modelo dos hospitais psiquiátricos, na tentativa de inserir estes pacientes no convívio social e familiar. Uma das principais apostas do SUS para tratamento infanto- juvenil é o Centro de Atenção Psicossocial Infantil(CAPSI).Ainda é um desafio precisar a demanda infanto-juvenil em termos de transtornos mentais,pois são falhas as estatísticas e registros dessas patologias.A maioria dos estudos, pesquisas, políticas e práticas de atenção à saúde mental são voltadas para os adultos. Estima-se que de 10 a 20 % das crianças e adolescentes sofram de distúrbios mentais, sendo leves a graves.As causas para estes transtornos mentais são genéticas e ambientais. Nesse contexto o papel do pediatra é perceber, preferencialmente em fase precoce, os transtornos mentais. E por-que o pediatra? Porque é ele quem tem o primeiro contato com o paciente, acompanha o desenvolvimento psíquico da criança e tem a família próxima à sua investigação semiológica.


Palavras-chave: Pediatria,Transtorno mental

A importância do brincar para as crianças oncológicas na percepção dos cuidadores: em um hospital de referência na cidade de Belém, Estado do Pará, Brasil

The importance of play for children with cancer in the perception of caregivers, in a reference hospital in the city of Belém, Pará state, Brazil

Rafaela Danta de Sousa; Lydia Laignier Schueroff; Raiane Pereira Pessoa; Maria de Belem Ramos Sozinho

Revista de Pediatria SOPERJ - V.14, Nº1, p21-25, Outubro 2013

Resumo

O cuidado de enfermagem em Oncologia Pediátrica vem se especializando e modificando com o passar do tempo e entre as possíveis estratégias utilizadas por crianças para enfrentar condições estressantes encontra-se o brincar, recurso utilizado tanto pela criança como pelos profissionais do hospital para lidarem com as adversidades da hospitalização. O objetivo principal deste estudo é de conhecer a percepção dos cuidadores / familiares sobre a importância do brincar para as crianças com câncer.Trata-se de uma pesquisa descritiva qualitativa, o local da pesquisa foi a pediatria oncológica do Hospital Ophir Loyola os sujeitos foram de 20 cuidadores, de crianças, entre 5 a 10 anos. Os dados foram coletados por meio de um questionário semiestruturado com perguntas previamente formuladas. Os dados foram agrupados em CATEGORIA I - As brincadeiras são importantes para o tratamento das crianças oncológicas, dividiu-se em II subcategorias: I - Melhora a estima da criança, II - Reanima e fortalece a criança para aceitar o tratamento;CATEGORIA II - O envolvimento das crianças oncológicas nas brincadeiras durante o tratamento; CATEGORIA III - O envolvimento dos cuidadores / familiares nas brincadeiras com as crianças oncológicas em tratamento. De acordo com os resultados obtidos, a partir da percepção dos cuidadores,o brincar tem uma grande importância na vida das crianças, independente de seu quadro de saúde, tendo um valor ainda maior quando a criança está doente, pois traz benefícios tanto físico quanto emocionalmente para que haja uma melhor aceitação do tratamento.


Palavras-chave: criança, câncer, brincar

A IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO DA ESQUISTOSSOMOSE MANSONI EM CRIANÇA COM HISTÓRIA DE DOR ABDOMINAL INESPECÍFICA

CECÍLIA PEREIRA SILVA (UNIFOA); LUIZA DE AGUIAR MISSEL (UNIFOA); GIOVANA FERNANDES PINTO BARRA (UNIFOA); RAFAEL PEREIRA SILVA (HNMD); ISABELA RAIMUNDO PARANHOS (IFF - FIOCRUZ); MARIA CRISTINA CARVALHO DO ESPÍRITO SANTO (UNIFOA; DMIP E LIM-06 - FMUSP)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p116,  2016


Palavras-chave:

A IMPORTÂNCIA DO ELETROCARDIOGRAMA NO DIAGNÓSTICO DE CARDITE REUMÁTICA.

JULIANA MARTINS BRUM (HCPM); PAULO MARTINS SOARES (HCPM); LUCIANA NASCIMENTO PINTO CANELA (HCPM); BRUNO ESPIRITO SANTO DE ARAUJO (HCPM); TAISA MIKSUCAS PIMENTA (HCPM); CAROLINA GAMA RODRIGUES DOS SANTOS (HCPM)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p50,  2016


Palavras-chave:

A Importância do estágio interno complementar na formação do acadêmico de medicina

Madeira, I.R.; Vasconcelos, C.M.; Gomes. M.P.F.; Ribas, S.A.; Oliveira, V.L.H.; Carvalho, C.N.M.; Gazolla, F.M.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p86, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A obesidade é bastante prevalente na sociedade atual, inclusive na faixa etária infantil. Ela está relacionada à outras doenças como a hipertensão arterial, à dislipidemia e à alteração do metabolismo da glicose, formando a chamada síndrome metabólica, em que exerce papel fisiopatológico central.
OBJETIVO: O estágio tem como objetivo a participação do aluno no processo de abordagem clínica multidisciplinar de observação, intervenção e educação em saúde em um grupo de crianças, como forma de fortalecer a articulação da teoria com a prática, enfatizando a promoção, a prevenção e a reabilitação em saúde com foco na obesidade infantil.
MATERIAL E MÉTODO: Os cenários práticos do projeto são o Ambulatório da Pediatria e o Ambulatório de Pesquisa em Obesidade Infantil no HUPE-UERJ, e o público alvo são crianças e familiares que frequentam estes ambulatórios. O aluno participa de atividades lúdicas com as crianças e de discussões com os acompanhantes sobre estilo de vida saudável e obesidade, com a participação de uma equipe multidisciplinar de profissionais da saúde.
RESULTADOS: O aproveitamento durante as atividades é ótimo, e a avaliação feita pelas crianças e seus responsáveis também mostra como as tarefas são bem aceitas e alcançam seus objetivos. Eles passam a conhecer mais sobre a alimentação saudável e os benefícios da atividade física.
CONCLUSÃO A obesidade infantil é um tema relevante na formação médica que, no entanto, ainda não está contemplado de forma consistente no curso de graduação em medicina. Sendo assim, por meio da realização de atividades técnico-profissionais e pedagógicas e através do treinamento prático supervisionado, o aluno complementa a sua formação de maneira ativa e participante. Além disso, através do contato com o público alvo, o aluno enriquece a sua relação médico-paciente, fundamental para o desenvolvimento de um futuro bom profissional. Não existe conflito de interesses.

 

Responsável
MARIANA MENDES BASTOS FIGUEIREDO


Palavras-chave:

A importância do lúdico na formação dos alunos da área da saúde

Burguinhão L.A.; Madeira I.R; Oliveira L.V.; Genésio K.C.S.; Santos C.M.V.; Ribas S.A.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p99, Dezembro 2012


Palavras-chave:

A internet como veículo de promoção do aleitamento materno na semana do bebê carioca

Barros, D.G.; Torbey, A.F.M.; Rito, R.V.V.F.; Nascimento, L.V.; Freitas, N.S.; Amancio J.O.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p22, Dezembro 2012


Palavras-chave:

A promoção da saúde materna e infantil em uma unidade básica de saúde por meio da amamentação

Mother and child health incentive through breastfeeding in a basic health unit

Camila Bastos Lapa; Adriana Duringer Jacques

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº1, p6-10, Fevereiro 2016

Resumo

OBJETIVO: Apesar de o aleitamento materno trazer benefícios à saúde da mãe e do bebê, são necessárias políticas públicas para evitar o desmame precoce. Uma dessas é a Iniciativa Unidade Básica Amiga da Amamentação (IUBAAM), proposta pela Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro (SES-RJ), e cuja intenção é fortalecer as equipes da Atenção Primária à Saúde (APS). Tendo isso em vista, o objetivo deste trabalho é apresentar as modificações ocorridas em uma Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) após a certificação da IUBAAM em maio de 2011.
MÉTODOS: Foram entrevistados quatro profissionais de saúde da UBSF Vila Saúde (UBSF VS), sendo 2 membros da equipe técnica e 2 agentes comunitárias de saúde. As perguntas relacionaram-se às modificações ocorridas com a implantação da IUBAAM para a equipe envolvida e para a população assistida. Além disso, analisou-se o número de consultas de assistência maternoinfantil (prénatal, puerpério e puericultura) e o índice de aleitamento materno nos últimos 6 anos, sendo 2008, 2009 e 2010 anteriores e 2011, 2012 e 2013 posteriores à implantação.
RESULTADOS: Os resultados obtidos apontam o aumento dos indicadores maternoinfantis, como, por exemplo, o número de consultas a gestantes, crianças em aleitamento materno e acompanhadas na UBSF. Notouse, ainda, mediante a análise das entrevistas, o fortalecimento do vínculo entre a equipe da UBSF Vila Saúde e a população assistida, e do crescimento motivacional da equipe, realizada com a conquista do título.
CONCLUSÕES: Além de apresentar resultados positivos, a pesquisa ressaltou a importância do trabalho continuado e da formação de um grupo de mães promotoras do aleitamento materno, juntamente com a equipe.


Palavras-chave: Aleitamento materno, políticas públicas, atenção primária à saúde.

A QUALIDADE DE VIDA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM DOENÇA FALCIFORME

ROSBINDA MEDINA (FIOCRUZ/UFF); GESMAR HADDAD (UFF); DENNIS FERREIRA (UFRJ); DENISE SALLES (UCP)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p178,  2016


Palavras-chave:

A resistência do Streptococcus pneumoniae em crianças com infecções respiratórias

Streptococcus pneumoniae resistance in children with respiratory infections

Roberta Costa Palmeira; Sidnei Ferreira; Maria de Fátima Pombo March; Clemax Couto Sant'Anna

Revista de Pediatria SOPERJ - V.9, Nº2, p0, Novembro 2008

Resumo

INTRODUÇÃO: O Streptococcus pneumoniae é um agente etiológico importante, especialmente de pneumonia, meningite e sepse, com ênfase na faixa etária pediátrica, podendo causar doença grave e invasiva. O aumento da resistência antibiótica é um fenômeno mundial, e um exemplo atual é a disseminação do Streptococcus pneumoniae resistente à penicilina. Dentre os fatores que contribuem para a emergência da resistência aos antibióticos, o uso indiscriminado e excessivo de antibióticos, tem fundamental importância, assim como o convívio em creches.
OBJETIVO: Descrever o perfil de resistência do Streptococcus pneumoniae no Brasil e em alguns países, assim como avaliar estratégias de controle.
METODOLOGIA: Revisão da literatura a partir dos sistemas Medline/Pubmed entre 1996 e 2007. Foram utilizados os descritores Streptococcus pneumoniae, pneumococo, resistência, penicilina.
CONCLUSÕES: O aumento da resistência antibiótica e sua distribuição universal têm implicações importantes no paciente pediátrico. Fatores de risco devem ser combatidos, evitando o uso indiscriminado de antibióticos, assim como incentivar o uso da vacina antipneumocócica. A penicilina tem sido a droga de escolha para o tratamento de infecção pneumocócica, na maioria dos países.


Palavras-chave: Streptococcus pneumoniae, Pneumococo, Resistência, Penicilina, Infecção respiratória, Criança

A Revista SOPERJ vem cumprindo seus objetivos, se renovando a cada ano

Marilene Crispino Santos

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7 (supl 2), Nº2, p0, Outubro 2006


Palavras-chave:

Abcesso retrofaríngeo como diagnóstico diferencial de torcicolo - relato de caso

Gonçalves, G.E.; Branco, L.G.; Crisóstomo, A.C.; Schmidt, C.M.; Lucchetti, M.R.; Sias, S.M.A.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p83, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O abscesso retrofaríngeo (ARF) é uma condição potencialmente grave, com alta letalidade se não diagnosticada e tratada precocemente. Mais prevalente em crianças entre dois a quatro anos. Suas causas incluem infecções de cavidade oral, osteomielite vertebral, ingestão de corpo estranho ou intubação orotraqueal.
OBJETIVO: Apresentamos o relato de uma criança com ARF com diagnóstico inicial de torcicolo.
MATERIAL E MÉTODO: Y.M.F.A., 5 anos, sexo feminino, apresentou odinofagia, febre (38,5º C), disfagia e sialorréia. Foi medicada com ibuprofeno e dipirona, sem melhora. No dia seguinte apresentou edema e flexão lateral em região cervical à direita. Procurou o pronto-socorro, onde foi diagnosticado torcicolo. Fez uso regular de analgésicos por três dias com melhora da febre, mas com persistência dos outros sintomas e piora do edema cervical. Percorreu mais dois hospitais onde foi novamente diagnosticada com torcicolo. Após duas semanas do início do quadro, devido à persistência dos sintomas, foi realizada tomografia computadorizada (TC) de região cervical, que evidenciou ARF. Iniciou tratamento com Ceftriaxone e Clindamicina e foi encaminhada ao HUAP-UFF. Ao exame apresentava-se afebril, com abaulamento cervical à direita, sem sinais flogísticos, com restrição à lateralização e hiperextensão do pescoço e poliadenopatia indolor à direita. Orofaringe hiperemiada, com abaulamento inferior, sem exsudato purulento, dentes em mau estado de conservação. O abscesso foi drenado por via oral, com saída de bastante secreção purulenta. A cultura da secreção foi negativa. Após 14 dias de antibioticoterapia venosa recebeu alta com resolução do quadro.
RESULTADOS: Se não tratado adequadamente, o ARF pode evoluir para complicações potencialmente fatais, como pneumonia, empiema, mediastinite, pericardite e invasão de grandes vasos adjacentes por contiguidade. Dessa forma, é importante o diagnóstico precoce dessa doença.
CONCLUSÃO Esse trabalho chama atenção para a importância de pensar em ARF em crianças menores de cinco anos que se apresentam com quadro compatível com torcicolo, mesmo na ausência de infecção prévia em orofaringe.

 

Responsável
MARIA EMMERICK GOUVEIA


Palavras-chave:

Abordagem da cetoacidose diabética na infância e adolescência

Diabetes ketoacidosis approach in childhood and adolescence

Karina de Ferran; Isla Aguiar Paiva

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17(supl 1), Nº1, p45-55,  2017

Resumo

INTRODUÇÃO: a cetoacidose diabética é a urgência endócrino-metabólica mais comum na infância e adolescência e a principal causa de hospitalização e óbito de pacientes diabéticos nessa faixa etária.
OBJETIVO: revisar a fisiopatologia da doença e propor uma abordagem diagnóstica e terapêutica para crianças e adolescentes, além de discutir medidas de prevenção.
FONTE DE DADOS:
revisão não sistemática da literatura médica nacional e internacional de trabalhos originais, protocolos terapêuticos locais e consensos sobre o tema disponíveis até 2017, nas línguas portuguesa e inglesa, a partir de busca pelo PubMed.
SÍNTESE DE DADOS: a cetoacidose diabética pode ser a primeira manifestação clínica percebida na abertura de quadro de diabetes mellitus do tipo 1 ou ocorrer em paciente previamente diabético, por descontrole da doença. Os pilares do tratamento da cetoacidose diabética são a reposição de fluidos e insulina, objetivando a correção da acidose e dos distúrbios hidroeletrolíticos. A mortalidade relacionada à doença varia de 0,15 a 0,3%, sendo o edema cerebral a principal causa.
CONCLUSÃO: o diagnóstico precoce do diabetes mellitus do tipo 1 e o reconhecimento e manejo adequado da cetoacidose diabética são fundamentais para a redução da morbimortalidade do diabetes na infância.


Palavras-chave: Diabetes mellitus; Cetoacidose diabética; Edema encefálico.

Abordagem da exacerbação da asma em pediatria

Approach of asthma exacerbation in pediatrics

Mônica Firmida; Daniela Borgli

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17(supl 1), Nº1, p36-44,  2017

Resumo

INTRODUÇÃO: a exacerbação da asma é causa comum de busca por unidade de tratamento de emergência e hospitalização. Sua resolução exige reconhecimento precoce e tratamento adequado.
OBJETIVO: esta revisão não sistemática da literatura científica visa apresentar informações atualizadas sobre o tratamento da asma aguda em pediatria.
FONTES DE DADOS: bases de dados Medline, Lilacs e SciELO. Os termos 'asma', 'asma aguda', 'exacerbação da asma', 'crianças' e 'tratamento' foram investigados. Diretrizes ou consensos publicados de 2007 a 2017 e artigos mais recentes sobre tratamento da asma aguda em pediatria foram selecionados.
SÍNTESE DE DADOS:
todo paciente deve ter um plano de ação prescrito pelo médico. Na emergência, a abordagem é baseada na gravidade da exacerbação. A inalação de salbutamol, oxigenoterapia (em caso de hipoxemia) e corticoide sistêmico são as principais medidas terapêuticas iniciais. Os fármacos alternativos incluem brometo de ipratrópio inalado e sulfato de magnésio. Os pacientes na sala de emergência devem ser cuidadosamente monitorizados e reavaliados em intervalos curtos, com o objetivo de hospitalização oportuna em uma unidade de terapia intensiva, se necessário.
CONCLUSÕES: a abordagem da asma na emergência requer pronto-diagnóstico, avaliação da gravidade e tratamento imediato. É uma prioridade identificar pacientes em risco de morte, e os que estão piorando ou não respondendo ao tratamento de emergência. Eles devem ser transferidos para unidades de terapia intensiva o mais rápido possível. A alta deve ser dada quando o paciente está estável, acompanhada de receita médica para os próximos dias e com consulta de revisão ambulatorial agendada.


Palavras-chave: Asma; Exacerbação dos sintomas; Tratamento de emergência; Pediatria.

Abordagem das crises epilépticas na emergência pediátrica

Heber de Souza Maia Filho

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13, Nº2, p29-34, Dezembro 2012

Resumo

INTRODUÇÃO: As crises epilépticas, sejam agudas ou relacionadas à epilepsia, são uma emergência neuropediátrica importante, não somente pela frequência, mas também pela associação a situações de alta morbimortalidade e, não menos importante, de impacto psicossocial e familiar.
OBJETIVO: O presente artigo de revisão buscar trazer, de uma forma sintética, os principais conhecimentos necessários para que o pediatra possa diagnosticar, tratar e investigar a crise epiléptica em um contexto de emergência.
FONTES DOS DADOS: O material bibliográfico compõe-se de livros clássicos da área e de revisão bibliográfica de artigos dos últimos cinco anos no PUBMED,priorizando-se os artigos de revisão.
SÍNTESE DOS DADOS: Objetivando uma abordagem prática, discutiremos cinco situações principais - crise febril; crise epiléptica após traumatismo craniano; crise em uma criança com diagnóstico prévio de epilepsia; primeira crise afebril; e estado de mal epiléptico.As prioridades no manejo da crise epiléptica na emergência pediátrica são a interrupção dessa crise (evitar o estado de mal epiléptico), a prevenção de complicações e sequelas, a investigação da etiologia e o tratamento das causas agudas. Por fim, realiza-se o adequado encaminhamento para investigação e tratamento ambulatorial.


Palavras-chave: crise epiléptica, epilepsia, emergência, criança.

ABORDAGEM DO TUMOR DE WILMS BILATERAL - UM RELATO DE CASO.

MATEUS MENDONÇA VARGAS (FAMERP); RENATA DE MORAES TRINCA (FAMERP); GABRIELA ALVES KLINK (FAMERP); FRANCINE DE AGOSTINHO CURY MEGID (FAMERP); LEILA NEVES BASTOS BORIM (FAMERP); ADRIANO LUIS GOMES (FAMERP)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p156,  2016


Palavras-chave:

ABSCESSO CEREBRAL E CELULITE ORBITÁRIA COMO COMPLICAÇÃO SIMULTÂNEA DE RINOSSINUSITE AGUDA: RELATO DE CASO

JULIANO PABLO DE PINHO TAVARES (HPM - MACAÉ); ANA CAROLINA GAUDARD E SILVA DE PAULA (UFRJ - MACAÉ); ISABELA DE ATAYDE PACHECO CORDEIRO (UFRJ - MACAÉ); THAÍS FURTADO MARCOLINO (UFRJ - MACAÉ); LARISSA GRASIELI CHIOCHETTA (UFRJ - MACAÉ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p121,  2016


Palavras-chave:

Abscesso cerebral idiopático: relato de caso

Chuva, V.C.; Lima, D.S.M.F.; Silva, G.M.G,L; Pimentel, A.C.Q.B; Silva, G.P.; Coutinho, C.M.O.; Soares, D.A.; Grossi, E.C.; Cardoso, F.C.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p125, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O abscesso cerebral é um processo inflamatório intraparenquimatoso focal secundário a infecções de outras partes do organismo, na maioria das vezes de origem bacteriana.
OBJETIVO: Relatar caso de paciente com 1 ano e 10 meses, previamente hígido, com abscesso cerebral idiopático em região parietal esquerda.
MATERIAL E MÉTODO: O paciente apresentou episódios de crises convulsivas, tanto focal como generalizada e, após as crises, apresentou alteração discreta na marcha por paresia em MID visto, principalmente, ao deambular. Com tal quadro sugestivo e resultados dos exames de imagem complementares, foi feito a abordagem cirúrgica em que verificou-se a saída de material purulento. Completou 6 semanas de antibiótico e teve alta para acompanhamento ambulatorial.
RESULTADOS: Antes da alta hospitalar foi realizada nova tomografia computadorizada que demonstrou ausência da lesão, assim como, ausência de alteração estrutural cerebral. Como na maioria dos casos, a causa do abscesso cerebral foi desconhecida independente desse fato, o paciente teve boa recuperação e recebeu alta para acompanhamento ambulatorial com bom prognóstico.
CONCLUSÃO Os abscessos cerebrais possuem baixa incidência, acometem crianças de qualquer idade e a taxa de mortalidade associada tem diminuído significativamente nos últimos anos. As manifestações clínicas estão relacionadas à diversos fatores incluindo localização da lesão, patógeno, status imunológico do hospedeiro e idade. Esse caso de abscesso idiopático teve um desfecho positivo, seguindo a tendência das estatísticas que demonstram uma queda na taxa de mortalidade.

 

Responsável
VICTOR COSTA CHUVA


Palavras-chave:

Abscessos Esplênicos Múltiplos por Tuberculose em Adolescente com Hepatite Autoimune: Relato de Caso

Lombardi P.I.M.L.; Oliveira V.F.; Firme L.H.C.; Navi, N.P.; Cestari, A.B.C.S.; Souza L.C.M.R.; Arbex, M.B.B.; Melo, M.F.; Conceição J.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p32, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Os abscessos esplênicos múltiplos são raros na população, sendo mais relevante em pacientes imunossuprimidos. Caso apresentem febre de localização indefinida, esse diagnóstico deve ser aventado.
OBJETIVO: Descrever o caso de uma adolescente imunossuprimida, com febre vespertina há 15 dias.
MATERIAL E MÉTODO: Adolescente, 13 anos, sexo feminino, com hepatite autoimune tipo 1, diagnosticada há 2 anos, com PPD = 13 mm e radiografia de tórax normal na época. Não realizou profilaxia primária. À internação, encontrava-se febril e apresentava 4 abscessos esplênicos associados à esplenomegalia. Realizada a drenagem percutânea, houve saída de 12 ml de líquido citrino com BAAR negativo, cultura para bactérias e fungos negativas. Hemoculturas negativas. Iniciou-se tratamento com piperacilina e tazobactam. Houve desaparecimento da febre. Na 3ª semana de antibioticoterapia, a ultrasonografia de controle mostrou aumento de todos os abscessos, sendo associado esquema para tuberculose. A antibioticoterapia foi suspensa no 28º dia de uso, e manteve-se o RIPE. No 34º dia de esquema do RIPE, o controle de imagem mostrava resolução de abcesso e redução significativa dos outros.
RESULTADOS: O tratamento preconizado para os abscessos esplênicos múltiplos é a esplenectomia, sendo o tratamento clínico reservado a pacientes com tuberculose ou fungos. Entretanto, nessa paciente, a esplenectomia implicaria mau prognóstico devido à imunossupressão e à hipertensão portal. Há relatos na literatura de abscessos esplênicos múltiplos assépticos que são caracterizados por melhora clínica com antibióticos; porém, persiste-se do aumento das imagens. Essa patologia não tem sua fisiopatologia definida, mas melhoram com imunossupressão.
CONCLUSÃO Embora o BAAR e a cultura tenham sido negativo no líquido do abscesso, os dados sugerem tuberculose, pois houve melhora na dimensão dos abscessos com 16 dias de RIPE, ausência de quimioprofilaxia e diminuição do VHS de 120 mm/h para 21 mm/h.

 

Responsável
CHARLES ALMEIDA DA LUZ


Palavras-chave:

ACALÁSIA IDIOPÁTICA DE ESÔFAGO VIGOROSA: RELATO DE CASO

SIMONE FONSECA GOULART (HOSPITAL PRONTOBABY); BARBARA CONTI (HOSPITAL PRONTOBABY); MAIRA FERNANDES (HOSPITAL PRONTOBABY); THAÍSSA MARQUES (HOSPITAL PRONTOBABY); ALYNNY CARVALHO (HOSPITAL PRONTOBABY); PRISCYLA OROS (HOSPITAL PRONTOBABY)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p95,  2016


Palavras-chave:

Ações de saúde da criança na atenção primária da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMSDC)

Silva, MAV; Guimarães, MHFS; Nogueira, MA; Rito, RV; Valle, SR; Scorza, EC; Calasans, ED

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p106, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Acompanhamento do crescimento normal

Leda Amar de Aquino

Revista de Pediatria SOPERJ - V.12(supl 1), Nº1, p15-20, Agosto 2011


Palavras-chave:

ADÂMNIA PROLONGADA E O RECÉM NASCIDO

KARINA S.VANDRESEN ZECHETTO (SANTA CASA DE PARANAVAÍ); CAROLINA M. FERNANDES (SANTA CASA DE PARANAVAÍ); CARLA JOCK (SANTA CASA DE PARANAVAÍ); CRISTIANE CONSALTER (SANTA CASA DE PARANAVAÍ); DALILLA S.SANTOS (SANTA CASA DE PARANAVAÍ); DANIELA FRAZATTO (SANTA CASA DE PARANAVAÍ); DENISE C.VARGAS (SANTA CASA DE PARANAVAÍ); SALETE M.PELISSON (SANTA CASA DE PARANAVAÍ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p140,  2016


Palavras-chave:

Adolescência e autonomia: conceitos, definições e desafios

Adolescence and autonomy: concepts, definitions and challenges

Mariana Malheiros Caroni; Olga Maria Bastos

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15, Nº1, p29-34, Fevereiro 2015

Resumo

OBJETIVO: Este artigo tem como objetivo apresentar algumas definições e alguns conceitos acerca do fortalecimento da autonomia durante a adolescência, assim como discutir o papel dos profissionais de saúde nesse processo.
FONTES DE DADOS: A presente pesquisa foi realizada nas bases de dados Medline, Lilacs e Scielo, além de livros referentes ao tema abordado e informações disponibilizadas por fontes institucionais na Internet.
SÍNTESE DOS DADOS: De acordo com a revisão da literatura, foi possível identificar que as definições de autonomia são amplamente variáveis conforme as diferentes áreas de conhecimento. Para a compreensão do fortalecimento da autonomia durante a adolescência, um conceito bastante utilizado baseia-se na perspectiva desenvolvimental. Sob essa ótica, a autonomia é a capacidade de pensar, sentir, tomar decisões e estabelecer metas de acordo com os próprios valores. Nesse cenário, alguns fatores têm importância significativa e podem interferir positiva ou negativamente na aquisição de maior autonomia. Entre eles, podem ser destacados a família, as relações sociais, as condições de saúde e o contexto sociocultural. Além disso, é importante ressaltar que o fortalecimento da autonomia, mais do que um aspecto do desenvolvimento do adolescente, é uma questão crucial durante a segunda década de vida.
CONCLUSÕES: É fundamental que o profissional que atua na assistência a essa faixa etária esteja familiarizado com todo o processo, para que possa reconhecer possíveis obstáculos, estimular a busca por maior autonomia e garantir um atendimento de maior qualidade a essa população.


Palavras-chave: adolescência; autonomia; conceitos; definições; desafios.

ADOLESCÊNCIA E SEXUALIDADE - DOS CONCEITOS À REALIDADE

RACHEL NISKIER SANCHEZ (INSTITUTO NACIONAL DE SAÚDE DA MULHER, CRIANÇA E ADOLESCENTE FERNANDES FIGUEIRA/FIOCRUZ - IFF/FIOCRU); OLGA MARIA BASTOS (IFF/FIOCRUZ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p28,  2016


Palavras-chave:

ADOLESCENTE COM PERDA VISUAL

IANA SANTIAGO GUIMARAES (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO); HELOÍSA VISCAÍNO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO); CLARA CAMPINHO PINHEIRO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p23,  2016


Palavras-chave:

ADOLESCENTE MULTÍPARA E SOROPOSITIVA NA MATERNIDADE PÚBLICA MUNICIPAL DE SÃO GONÇALO-RJ: RELATO DE CASO

MARIA ELIZABETH HERDY BOECHAT (HOSPITAL DA MULHER GONÇALENSE-RJ); ISABELA PAULA DA SILVA DEL RIO DE ALMEIDA (HOSPITAL DA MULHER GONÇALENSE-RJ); CRISTINA MADALENA GOMES DA COSTA (HOSPITAL DA MULHER GONÇALENSE-RJ); LUIZA HERDY BOECHAT LUZ TIAGO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS-RS); JULIANA MARIA BESTETTI (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS-RS); CASSEMIRO SERGIO MARTINS (HOSPITAL ESTADUAL AZEVEDO LIMA-NITERÓI-RJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p117,  2016


Palavras-chave:

Aerofagia Patológica na Infância: Relato de Caso

Jesus, L.E.; Fernandes, M.A.; Firme, L.H.C.; Silva Filho, O.C.; Fernandes, R.B.A.; Santos, L.P.B.; Luz, C.A.; Navi, N.P.; Oliveira, V.F.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p11, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Há muitos diagnósticos diferenciais nas distensões abdominais persistentes, inclusive aerofagia patológica (AP), uma doença incomum cujo diagnóstico depende de alto nível de suspeição.
OBJETIVO: Apresentar um caso de AP, bem como testes diagnósticos e terapêuticos utilizados na conduta.
MATERIAL E MÉTODO: Paciente feminina, 11 anos, portadora de retardo mental e distúrbio de comportamento, amaurose bilateral e hipocondroplasia. Atendida por constipação crônica, dor e distensão abdominais, piores nos últimos 8 meses. História pregressa de fundoplicatura. Apresentava desnutrição e distensão abdominal graves, abdome indolor e sem massas, exame anorretal com fezes no reto e esfíncter anal hipotônico. Exames de imagem mostravam distensão gasosa em toda a extensão dos intestinos delgado e grosso. Biópsia retal excluiu megacólon agangliônico. O uso de clister evacuativo diário por 15 dias resolveu a constipação, com persistência da distensão abdominal, mínima ao acordar e máxima no fim da tarde. Criança exibia movimentos estereotipados repetitivos, inclusive deglutição a seco, audível. Com diagnóstico presumido de AP e distúrbio obsessivo compulsivo, um teste diagnóstico e terapêutico de descompressão gástrica foi realizado, com resolução da distensão após 24 horas com cateter nasogástrico aberto. A distensão recorreu poucas horas após a retirada do cateter. O tratamento neuropsiquiátrico farmacológico não obteve sucesso, e optamos por uma gastrostomia endoscópica descompressiva continuamente aberta 40 cm acima do nível do estômago da paciente, com melhora significativa da distensão sem prejuízo da nutrição oral.
RESULTADOS: A AP é causada pela deglutição de ar por movimentos estereotipados de deglutição, induzidos por distúrbio neuropsiquiátrico, causando distensão abdominal, o que pode se complicar com volvo ou ruptura de vísceras ocas. O diagnóstico diferencial envolve, principalmente, megacólon agangliônico, constipação funcional grave e distúrbios digestivos funcionais, inclusive doença celíaca.
CONCLUSÃO AP é uma causa de distensão abdominal crônica a ser considerada em pacientes portadores de distúrbios neuropsiquiátricos. A impossibilidade de eructação possivelmente agrava o quadro naqueles com fundoplicatura prévia.

 

Responsável
ANA BEATRIZ CAMINADA SABRA STRAUB CESTARI


Palavras-chave:

Afetividade e desenvolvimento

Roberto Santoro Almeida

Revista de Pediatria SOPERJ - V.12(supl 1), Nº1, p21-27, Agosto 2011

Resumo

O presente artigo discute a natureza, as funções e a neurobiologia do afeto. Os princípios do desenvolvimento afetivo humano são apresentados, enfatizando a importância das relações interpessoais para a organização dos mecanismos regulatórios dos afetos no cérebro. O fracasso dos cuidadores em promover um apego seguro está relacionado a problemas na regulação dos afetos, que podem comprometer o sentimento de segurança, a autoestima e os relacionamentos do indivíduo, e contribuir para a gênese de uma variedade de transtornos mentais. Discute-se a possibilidade de prevenção, através da detecção precoce de bebês em risco para problemas no desenvolvimento do afeto, e a intervenção nos fatores de risco para transtornos mentais na infância.


Palavras-chave: desenvolvimento afetivo; apego; neurobiologia; intervenção precoce

AGENESIA SACRAL E ITU DE REPETIÇÃO EM LACTENTE

THAÍSSA CASAGRANDE DE MESQUITA (UERJ/HUPE); DANIELLE MARTINS DE SOUZA BARROS (UERJ/HUPE); ELIANE GARCEZ DA FONSECA (UERJ/HUPE); PAULA GARCEZ DA FONSECA ()

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p137,  2016


Palavras-chave:

Agravos provocados por medicamentos em crianças até 12 anos de idade, no estado do Rio de Janeiro, entre os anos 2000 e 2001

Raideline Lopes Negreiros

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7, Nº2, p23, Outubro 2006


Palavras-chave:

Agravos provocados por medicamentos em crianças até 12 anos de idade, no estado do Rio de Janeiro, entre os anos 2000 e 2001

Raideline Lopes Negreiros

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7 (supl 2), Nº2, p23, Outubro 2006


Palavras-chave:

Aleitamento materno

Lúcia Mendes de Oliveira Rolim; Ana Lúcia Martins

Revista de Pediatria SOPERJ - V.3, Nº1, p0, Junho 2002


Palavras-chave:

ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO EM LACTENTE COM SÍNDROME DE DOWN: RELATO DE CASO

PAULA MOTA VIEITAS (IFF); JANAÍNA GABRIELLA PEREIRA ALVES (IFF); JULIANA SANTIAGO DIAS (IFF); ALICE PAES ROSADO COSTA (IFF); GABRIEL DEVEZA GOMES (IFF); ISABELA RAIMUNDO PARANHOS (IFF); CAMILA VASQUEZ PENEDO (IFF); ANA CAROLINA DE ALMEIDA MACEDO (IFF); GABRIELLA ALVES HUBER MENDES (IFF); CAROLINA GUIMARÃES CRESPO (IFF)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p31,  2016


Palavras-chave:

Alerta amarelo para o pediatra na maternidade e no consultório

Jacques, Ad; Tesch, CFS; de Lima, JDJ

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p13, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Alimentação e estado nutricional no primeiro ano em crianças acompanhadas no projeto de extensão AMAR

Madeira IR; Burguinhão LA; Narciso LP; Meneses CRA; Machado ACC; Monteiro LS

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p23, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Alimentação saudável além dos 1000 dias

Coelho, C.S.; Jacques, A.D.; Olichon, B.; Lima, M.D.J.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p81, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: É incontestável que o Brasil experimenta, nos últimos anos, uma rápida transição nutricional. O aumento da prevalência de obesidade consolida-se como agravo nutricional associado a uma alta incidência de doenças crônicas na vida adulta, como diabetes e doenças cardiovasculares (Souza, 2010). Em Petrópolis, de acordo com os relatórios 2012 do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), encontramos os seguintes resultados em crianças de 5 a 10 anos no indicador IMC x Idade: sobrepeso 14,94%; obesidade 6,38%; obesidade grave 5,35% (Brasil, 2013). Diante destes indicadores, o Programa de Saúde da Criança de Petrópolis (PAISC) e a Área Técnica de Alimentação e Nutrição (ATAN) criaram uma cartilha sobre alimentação saudável para crianças.
OBJETIVO: Relatar a elaboração e a utilização da cartilha de alimentação infantil.
MATERIAL E MÉTODO: A cartilha foi elaborada durante o ano 2013, por pediatras e nutricionistas da atenção básica, abrangendo a faixa etária de 6 meses a 10 anos de idade. Seu conteúdo aborda orientações aos pais sobre alimentação saudável, explicando as dúvidas mais comuns, além de receitas acessíveis, nutritivas e com aproveitamento integral dos alimentos. As ilustrações foram exclusivas e as receitas retiradas de banco gratuito da internet. O lançamento ocorreu em abril de 2014, com a confecção de 12.500 cartilhas, distribuídas nas escolas municipais do primeiro segmento e nas unidades de saúde.
RESULTADOS: Foram realizadas capacitações de 4 horas cada, para 130 profissionais da educação e 160 profissionais da saúde com aprofundamento sobre o conteúdo da cartilha e estratégias de sua utilização pelos pais. O tema alimentação saudável está contemplado no Programa Saúde na Escola (PSE/MS), que foi fortalecido com esta ação.
CONCLUSÃO A alimentação saudável rompeu as barreiras da saúde sendo também trabalhada na educação, auxiliando profissionais e responsáveis a promoverem mudança de hábitos, despertando o interesse nas crianças em experimentar novos alimentos através de ilustrações e receitas inovadoras.

 

Responsável
MARCIA DE SÁ FORTES GULLINO DE FARIA


Palavras-chave:

ALTERAÇÕES PSICOLÓGICAS EM PACIENTE COM INTERNAÇÃO PROLONGADA E PRIVAÇÃO ALIMENTAR: RELATO DE CASO

ANA CAROLINA ALMEIDA MACEDO (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA); CAMILA VAZQUEZ PENEDO (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA); GABRIELLA ALVES HUBER MENDES (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA); ALICE PAES ROZADO COSTA (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA); CAROLINA GUIMARÃES CRESPO (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA); ISABELA RAIMUNDO PARANHOS (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA); ANA LUIZA MOURA CEIA (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA); JULIANA SANTIAGO DIAS (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA); JANAÍNA GABRIELLA PEREIRA ALVES (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA); GABRIEL DEVEZA (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p177,  2016


Palavras-chave:

Anafilaxia

Suzana Tschoepke Aires

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13, Nº2, p21-28, Dezembro 2012

Resumo

A prevalência da anafilaxia vem aumentando mundialmente; por isso, a identificação de agentes desencadeantes, a presença de fatores de risco inerentes ao paciente e a gravidade da reação são de extrema relevância para a condução clínica desse caso. O diagnóstico da anafilaxia é clínico, embora os exames laboratoriais possuam limitações, pois, mesmo durante o episódio, podem estar dentro dos limites de normalidade. O teste cutâneo positivo para hipersensibilidade imediata e a elevação da dosagem da IgE específica no sangue para possíveis alérgenos indicam sensibilização a esses. Entretanto, não confirmam a anafilaxia, uma vez que a sensibilização assintomática é comum na população em geral. Nesse caso, as terminologias "anafilactoide" e "pseudoanafilaxia" não mais são recomendadas, e a imediata administraç ão de adrenalina continua sendo a primeira linha de tratamento do episódio agudo.


Palavras-chave: anafilaxia, diagnóstico, adrenalina.

Anafilaxia na sala de emergência

Anaphylaxis in the emergency room

Roberto Tschoepke Aires

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17(supl 1), Nº1, p12-21,  2017

Resumo

INTRODUÇÃO: a anafilaxia é considerada uma reação sistêmica grave que pode ser fatal, devendo ser prontamente identificada e tratada pelo paciente, pessoas que presenciem o episódio antes da chegada à unidade de saúde (atendimento pré-hospitalar) e profissionais de saúde quando já no ambiente hospitalar.
OBJETIVO: o objetivo deste trabalho é apresentar uma atualização sobre o assunto, observando as condutas a serem tomadas em cada uma das fases do processo.
FONTE DE DADOS:
revisão nas plataformas de artigos Medline, PubMed e SciELO sem limite de data, buscando artigos com as palavras-chave 'anafilaxia', 'emergência' e 'epinefrina' em português e inglês.
SÍNTESE DOS DADOS:
o tratamento de primeira linha pré e hospitalar ainda é a adrenalina aplicada via intramuscular, única medicação capaz de impedir a progressão dos sintomas respiratórios e cardiovasculares ameaçadores à vida. Outras medidas devem, no entanto, ser tomadas na presença da progressão do episódio, uma vez que em alguns casos não se observa uma resposta de imediato a esta medicação, necessitando maiores cuidados de suporte de vida. Uma recaída pode ser observada em alguns pacientes, daí a necessidade de um tempo de observação após o controle inicial.
CONCLUSÕES:
pesquisas revelaram que diante de um quadro de anafilaxia, a adrenalina ainda é menos utilizada pelos profissionais de saúde, quando comparada com os anti-histamínicos e corticoides. O diagnóstico deve ser rápido e a terapêutica instituída prontamente. Pacientes que não receberam adrenalina precocemente apresentaram maior morbidade e necessitaram de maior tempo de internação para o controle do quadro clínico, que pode eventualmente evoluir para óbito. O profissional de saúde deve estar atento aos sinais e sintomas da anafilaxia, melhorando sua capacidade diagnóstica.


Palavras-chave: Anafilaxia; Hipersensibilidade; Epinefrina; Emergências.

Análise comparativa entre neonatos com sepse e não sepse em UTI neonatal de Volta Redonda (RJ)

Silva, E.J.; Domingues, B.S.; Rocha, A.P.F.; Lustosa, S.A.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p93, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A sepse contribui para elevação dos índices de mortalidade neonatal, caracterizada por resposta inflamatória sistêmica na presença, ou como resultado de uma infecção suspeita ou confirmada.
OBJETIVO: Comparar as diferenças entre os recém-nascidos (RNs) que necessitaram de internação em UTI neonatal por sepse e não sepse.
MATERIAL E MÉTODO: Estudo transversal de abordagem quantitativa dos RNs internados em UTI neonatal pública de Volta Redonda-RJ no ano de 2013. Os RNs foram incluídos de maneira consecutiva e foram avaliadas as seguintes variáveis: idade materna, Ballard, peso, Apgar, tempo de internação, sexo, parto, prematuridade, desconforto respiratório e óbito. Comparados em dois grupos: Grupo A (sepse) e Grupo B (não sepse). Foi realizada análise estatística com teste quiquadrado para variáveis categóricas, com correção de Fisher para pequenas proporções e Teste T Student para variáveis numéricas. Foi considerando p<0,05 para significância estatística.
RESULTADOS: Dos 192 neonatos internados, o Grupo A teve 28 pacientes e o Grupo B teve 164 pacientes. Os resultados apresentaram-se no Grupo A e Grupo B, respectivamente: idade materna 24 anos±8 vs 27 anos±7 com p<0,05, Ballard sem significância estatística, peso 1652g±788g vs 2497g±1853g com p<0,001, Apgar sem significância estatística, tempo de internação 22 dias±30 dias vs 14 dias±18 dias com p=0,02, sexo sem significância estatística, parto cesariana 13 casos (46%) vs 121 casos (72%) com p < 0,005, RR=0,02, prematuridade 22 casos (78%) vs 87 casos (53%) com p>0,05, desconforto respiratório 19 casos (68%) vs 83 casos (51%) com p>0,05, e óbito 4 casos (14%) vs 10 casos (6%) com p>0,05.
CONCLUSÃO A sepse é importante causa de internação e mortalidade em RNs. Na casuística estudada, o recém-nascido que vai para a UTI neonatal nascido de mãe mais jovem, menor peso e parto vaginal apresentam risco maior de internação por sepse, aumentando o tempo de internação, custo hospitalar e resistência bacteriana.

 

Responsável
NATHALIA MARINHO FERREIRA


Palavras-chave:

ANÁLISE DA EPIDEMIOLOGIA MOLECULAR DA INFECÇÃO PELO PAPILOMAVIRUS HUMANO (HPV) EM ADOLESCENTES E MULHERES HIV POSITIVAS, 5 ANOS APÓS A INTRODUÇÃO DE QUADRIVALENTE NO MUNICÍPIO DE CAMPOS DOS GOYTACAZES

CHARBELL MIGUEL HADDAD KURY (FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS); ANDREI VARGAS VIEIRA LOPES (FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS); LEONARDO ABREU CORDEIRO NUNES (FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS); MELISSA MARTINS BARBOSA (FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS); RENATA LOUZADA DE MORAES (FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS); VERONICA FRANÇA MISSE (FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS); MARCUS MIGUEL HADDAD KURY (SECRETARIA MUNICIPAL DE SAUDE DE CAMPOS); VICTORIA MARIA JARDIM E JARDIM (FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS); JOAO DE AZEVEDO (FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS); PAOLA DE ARAUJO SARDENBERG ALVES (FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p133,  2016


Palavras-chave:

Analise da postura e da mobilidade do membro superior no pré-escolar com paralisia braquial de origem obstétrica

Jaqueline Almeida Pereira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.8 (1 supl 1), Nº1, p0, Abril 2007


Palavras-chave:

Análise das práticas de promoção da saúde na semana do autocuidado nas escolas

Oliveira, J.D.D.; Kirzner, S.; Castro, F.F.; Mesquista, C.F.; Santos, A.S.; Ambo, A.; Conceição, A.C.P.; Tristão, S.K.P.C.; Medeiros, D.C.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p121, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O Programa Saúde na Escola objetiva contribuir para a formação integral dos estudantes por meio de ações de promoção, prevenção e atenção à saúde, com vistas ao enfrentamento das vulnerabilidades que comprometem seu pleno desenvolvimento. A I Semana do Autocuidado nas Escolas no município do Rio de Janeiro-RJ foi instituída com propósito de estimular ações de promoção da saúde.
OBJETIVO: Analisar e refletir sobre as atividades que foram desenvolvidas para a população infantojuvenil nesta semana.
MATERIAL E MÉTODO: A Semana ocorreu de 29 de julho a 2 de agosto de 2014 com a participação de 481 escolas e as 151 unidades de atenção primária à saúde de referência do território. As temáticas e estratégias de intervenção foram definidas pelas próprias unidades locais. O monitoramento destas ações foi realizado pela Coordenação de Saúde do Escolar da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.
RESULTADOS: As formas de desenvolver e escolher a abordagem e temáticas das ações foram múltiplas, conforme se estabeleceram as parcerias locais. As metodologias variaram de palestra expositiva à construção coletiva do conhecimento que usaram metodologias mais participativas, permitindo um maior protagonismo às crianças e adolescentes. A escolha dos temas e planejamento das ações ocorreu de forma unilateral ou em parceria com o envolvimento de todos os atores. Algumas ações contemplaram todas as dimensões relacionadas ao processo saúde-doença, outras reproduziram abordagens restritas somente aos seus aspectos biológicos.
CONCLUSÃO Enfatiza-se a importância de uma maior articulação entre os profissionais da saúde e da educação, devendo-se travar um diálogo mais harmônico para a produção efetiva de um trabalho de promoção da saúde de qualidade que possa suprir as reais demandas e necessidades da população infantojuvenil visando a sua qualidade de vida.

 

Responsável
SUELY KIRZNER GHEINER


Palavras-chave:

Análise de fatores de risco envolvidos na falta de conhecimento materno sobre o teste de triagem neonatal

Analysis of risk factors involved in lack of maternal knowledge about neonatal screening

Mariana Fernandes Guimarães; Fernanda Aniceto Pereira e Rabelo; Israel Figueiredo Junior

Revista de Pediatria SOPERJ - V.18, Nº1, p2-8, Março 2018

Resumo

INTRODUÇÃO: a triagem neonatal, conhecida popularmente como 'teste do pezinho', tem a finalidade de detectar diversas patologias no recém-nascido antes do aparecimento de sintomas.
OBJETIVO: analisar o conhecimento materno acerca da triagem neonatal e os fatores de risco relacionados à falta de informação sobre o tema.
MÉTODOS: estudo prospectivo, transversal, por meio da aplicação de um questionário em puérperas situadas em maternidades públicas entre 2013 a 2015. Testes de Mann-Whitney e qui-quadrado foram utilizados para verificar associações entre as variáveis categóricas e contínuas.
RESULTADOS: foram validados 227 questionários. A maioria das puérperas teve seis ou mais consultas de pré-natal, sendo que 3,5% não tiveram nenhuma assistência pré-natal. Quando questionadas sobre o 'teste do pezinho', 90,7% afirmaram não ter recebido nenhuma informação durante o pré-natal e 17,2% das participantes não tinham conhecimento sobre o tema. Falta de conhecimento sobre a triagem neonatal foi associada com idade inferior a 18 anos, baixo nível de escolaridade, primigestas e mães em maternidades de alta complexidade.
CONCLUSÃO: ficou patente a falha do pré-natal na orientação sobre essa intervenção. Considerando a importância da triagem neonatal, confirma-se a necessidade de aumentar a passagem de informação para as gestantes, especialmente aquelas em grupos de risco.


Palavras-chave: Triagem neonatal; Conhecimento; Educação; Período pós-parto.

ANÁLISE DO ENTENDIMENTO DOS PAIS ACERCA DO TESTE DO PEZINHO EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE NA ZONA OESTE DO RIO DE JANEIRO

PAMELA CAROLINA LIMA LAGO (FTESM); LETICIA CARVALHO GUSMAN (FTESM); GLAUCIA MACEDO DE LIMA (FTESM); LUCIANA NUNES DA COSTA (FTESM); FABRÍCIO GOMES DA SILVA (FTESM); ANA MELICHAR MELICHAR (FTESM); ANA VITORIA MILITÃO SANSONOWSKI (FTESM); VIVIAN VIDAL MARSELI (FTESM)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p146,  2016


Palavras-chave:

ANÁLISE DO ESTADO DA SAÚDE MATERNA PARALELA AO ATENDIMENTO PEDIÁTRICO

MARIA DA GRAÇA SOARES DE LIMA (ESCOLA DE MEDICINA SOUZA MARQUES); ELIANE MARIA GARCEZ OLIVEIRA FONSECA (ESCOLA DE MEDICINA SOUZA MARQUES); BRUNA VIEIRA CAMPISTA (ESCOLA DE MEDICINA SOUZA MARQUES); DANIELA RAMOS BUENO RIVAS (ESCOLA DE MEDICINA SOUZA MARQUES); DAVI BRITO RIBEIRO (ESCOLA DE MEDICINA SOUZA MARQUES); TATHIANA SILVA DE SANTANA (ESCOLA DE MEDICINA SOUZA MARQUES)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p164,  2016


Palavras-chave:

Análise dos componentes da síndrome metabólica e adipocitoquinas em crianças pré-púberes

Ribeiro, RMQ; Madeira, IR; Bordallo, MAN; Carvalho, CNM; Gazolla, FM; Medeiros, CB

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p45, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Análise epidemiológica de recém-nascidos admitidos em UTI neonatal de hospital de Curitiba (PR)

Domingues, G.C.; Guedes-Júnior, I.A.; Kliemann, R.; Pascolat, G.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p59, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A principal causa de mortalidade infantil é a prematuridade. De todos os recém-nascidos, cerca de 3% precisam de cuidados intensivos e cerca de 1% nasce com menos de 1500 gramas (sendo a mortalidade neonatal desproporcionalmente comum neste grupo).
OBJETIVO: Descrever o perfil epidemiológico dos recém-nascidos admitidos na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba (HUEC), analisando o valor preditivo de idade gestacional (IG), via de parto (VP), peso ao nascimento (PN) e escala APGAR no 5º minuto (APGAR 5') em relação ao tempo de internamento na UTIN.
MATERIAL E MÉTODO: Realizado estudo transversal observacional analítico retrospectivo com 365 pacientes com critérios de inclusão. Os dados foram coletados de prontuários eletrônicos da UTIN-HUEC referentes ao período de 1º de janeiro a 15 de dezembro de 2013. Testes ANOVA avaliaram as médias de dias de internamento na UTIN conforme PN; testes t de Student avaliaram as médias conforme IG, VP e APGAR 5'.
RESULTADOS: Dos 365 recém-nascidos avaliados: 213 (58%) eram do sexo masculino; 56 (15%) apresentaram peso ao nascimento igual ou menor que 1499 gramas; 57 (16%) eram pré-termos; 191 (52%) nasceram via vaginal; e 41(11%) apresentaram APGAR 5' igual ou menor que 7. Apenas o fator peso ao nascimento mostrou-se significativo para predizer o tempo de internamento, com um valor de p<0,001. Os fatores IG, VP, e APGAR 5' não apresentaram significância estatística, com valores de p=0,14, p=0,32 e p=0,45, respectivamente.
CONCLUSÃO O presente estudo demonstrou uma relação direta entre o PN e o tempo de internamento na UTIN, sendo, portanto, extremamente útil na estimativa do tempo de internamento.

 

Responsável
JOÃO ADOLFO OSWALD SCHARAN


Palavras-chave:

Anel vascular: uma causa rara de estridor na infância

Vascular ring: a rare cause of stridor in infantss

Elizabete V. Alves; Renata B.M. Valente; Eliane Lucas; Rosangela M. Almeida; Beatriz A. Soffe; Andrea L. Teldeshi; Eliete Rodrigues; Francisco Chamiè

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7, Nº1, p15-19, Junho 2006

Resumo

OBJETIVO: Relatar o caso de um lactente internado no setor de Pediatria do Hospital Municipal da Piedade (HMP) com história de estridor respiratório desde o nascimento e pneumopatias de repetição, sendo diagnosticado o anel vascular tipo duplo arco aórtico (DAA). O DAA é uma anomalia do arco aórtico,definido como um anel vascular completo, onde a aorta se bifurca formando dois arcos. O arco direito surge como persistência do arco aórtico direito e o arco esquerdo, que geralmente permanece atrésico; abraçam a região traqueoesofágica. Geralmente estas crianças apresentam sintomas inespecíficos desde o nascimento relacionados principalmente ao trato respiratório. Assim sendo, muitas vezes esses lactentes são classificados genericamente como "bebês chiadores" ou confundidos com afecções pulmonares ou com refluxo gastroesofágico, retardando o tratamento definitivo e aumentando a morbidade destas crianças.
DESCRIÇÃO:Sexo masculino, 2 meses, branco, natural do Rio de Janeiro, apresentando desde o nascimento estridor respiratório e pneumonias de repetição. Foi encaminhado ao nosso Hospital para investigação do estridor pelo serviço de pneumologia infantil, sendo indicada internação. Ao exame físico notava-se a hiperextensão do pescoço adotada pelo lactente, estridor e o déficit pondero-estatural. Mãe informava dificuldades na alimentação, visto que o menor apresentava vômitos freqüentes. Seguindo os critérios de investigação de bebê chiador e estridor respiratório foram solicitados os exames como radiografia simples de tórax e ecocardiograma ,que foram normais.A broncoscopia evidenciou uma compressão extrínseca antero-posterior. O esofagograma com bário mostrou compressão bilateral do esôfago torácico,ao nível de T4-T5 . O estudo angiográfico por cateterismo diagnosticou o anel vascular tipo DAA.
COMENTÁRIOS: O presente relato tem o objetivo de alertar os pediatras quanto à dificuldade do diagnóstico de anel vascular e ressaltar a importância deste diagnóstico diferencial na investigação de crianças com sintomas respiratórios crônicos classificados como bebês chiadores.


Palavras-chave: Anel vascular; Anomalias do Arco Aórtico; Estridor; Bebê Chiador

Anemia hemolítica após infusão de imunoglobulina intravenosa em escolar com miastenia gravis

Navi, N.P.; Santos, L.P.B.; Lombardi, P.I.M.L.; Arbex, M.B.B.; Simões, P.F.; Fernandes, R.B.A.; Soares, M.V.; Guerra, I.P.; Luz, C.A.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p107, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O uso da imunoglobulina intravenosa (IgIV) é indicada em diversas situações, tanto para reposição nas deficiências de imunoglobulinas quanto em terapêuticas imunomoluduladoras. Efeitos adversos podem ocorrer em até 20% dos casos, sendo a maioria leve e transitório, tais como mialgias, febre, náuseas, vômitos, hipotensão, taquicardia e cefaléia. Estes se iniciam durante ou logo após a infusão, e normalmente são controlados diminuindo a velocidade de infusão ou interrompendo o uso. Entretanto, efeitos mais graves podem ocorrer como anafilaxia, tromboembolias, complicações renais, hemólise e neutropenia.
OBJETIVO: Alertar sobre um dos efeitos graves da imunoglobulina.
MATERIAL E MÉTODO: W.S.C., sexo masculino, 12 anos, com miastenia gravis há dois anos e internado para realização de timectomia. No pré-operatório, realizou dois dias de IgIV 1g/kg/dia (total 150g). O paciente apresentou-se ictérico após 36h do término da infusão, sendo solicitados exames laboratoriais. Nos resultados observou-se anemia, aumento dos reticulócitos, hiperbilirrubinemia indireta, elevação de LDH, Coombs direto positivo, caracterizando anemia hemolítica. Foi prescrito prednisona 1mg/Kg/dia por quatro semanas. Evoluiu com diminuição progressiva da hemoglobina até sete dias após a infusão da imunoglobulina (queda total de 4,9mg/dL) e interrupção da hemólise após seis dias de uso do corticoide.
RESULTADOS: A hemólise intravascular após infusão de IgIV, com Coombs direto positivo é pouco frequente. Seu mecanismo ocorre pela ação dos anticorpos contra o sistema ABO e Rh que podem estar contidos na IgIV. Os fatores de risco já identificados que parecem estar relacionados à hemólise são: altas doses de IgIV (>100 gramas em 2 a 4 dias), grupos sanguíneos A ou B, marcador inflamatório positivo e sexo feminino. A queda total da hemoglobina, em média, é de 3,2mg/dL, podendo ser observada até 10 dias após a primeira infusão de IgIV.
CONCLUSÃO A IgIV contém anticorpos que podem causar diversos efeitos colaterais, incluindo anemia hemolítica. Cabe ao clínico saber identificá-los e conduzi-los de forma adequada.

 

Responsável
PEDRO IVO DE MOURA LEITE LOMBARDI


Palavras-chave:

ANEMIA MEGALOBLÁSTICA EM PACIENTE COM SÍNDROME DO INTESTINO CURTO: RELATO DE CASO

ANA LUIZA MOURA CÊIA (IFF); JULIANA SANTIAGO DIAS (IFF); CAMILA VAZQUEZ PENEDO (IFF); JANAÍNA GABRIELLA PEREIRA ALVES (IFF); CAROLINA GUIMARÃES CRESPO (IFF); PAULA MOTA VIEITAS (IFF); ALICE PAES ROZADO COSTA (IFF); ISABELA RAIMUNDO PARANHOS (IFF); GABRIELLA ALVES HUBER MENDES (IFF)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p98,  2016


Palavras-chave:

ANGIOEDEMA HEREDITÁRIO NA INFÂNCIA: RELATO DE CASO

GISELLE LOPES PEREIRA (UFRJ); LUIZA DE CARVALHO CAMPOS (UFRJ); VIVIANE FONSECA HERMES ZUQUIM DE CARVALHO (UFRJ); KARINE BAHRI DE OLIVEIRA PENNA (UFRJ); EKATERINI GOUDOURIS (UFRJ); ROBERTO T. AIRES (HGB); HELOIZA HELENA NUNES DA SILVEIRA (UFRJ); CAMILA KOELER LIRA (UFRJ); MARIA FERNANDA DE ANDRADE MELO E ARAUJO MOTTA (UFRJ); EVANDRO PRADO (UFRJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p39,  2016


Palavras-chave:

Anisaquiose Humana

Human Anisakiasis

Israel Figueiredo Junior; Maurício Verícimo; Sérgio São Clemente; Gerlinde Teixeira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.14, Nº1, p8-15, Outubro 2013

Resumo

Os anisaquídeos são nematóides de peixe que podem infectar o ser humano. A contaminação ocorre por vias aéreas, cutâneo-mucosa e/ou intestinal, provocando desde quadros alérgicos até infecções com quadros dispépticos, às vezes graves e necessitando de intervenções endoscópicas e cirúrgicas. Pouco se conhece sobre a evolução da doença na gestante, em seu concepto e em crianças pequenas. Os objetivos desse trabalho foram o de apresentar a história natural da infecção acidental pelo homem, discriminar os sinais e sintomas da agressão e definir as principais medidas profiláticas nas várias faixas etárias. Para isso foram recolhidas informações bibliográficas pelo Pubmed®, Scopus® e outros sistemas, estabelecendo opção pelos artigos com relatos de casos ou descrições clínicas com suas casuísticas. Os artigos selecionados foram suficientes para estabelecer o perfil do paciente portador de anisakiose clínica e para estabelecer modelos profiláticos da agressão. A pesquisa revelou ser importante o reconhecimento do quadro clínico e a adoção de medidas preventivas para o controle individual e coletivo dessa patologia emergente.


Palavras-chave: Alergia, peixe, Anisakis sp, anafilaxia, manifestações clínicas, criança.

Anomalia de Ebstein: diagnóstico pré-natal e evolução de quatro casos

Torbey AFM; Silva AE; Leite MFML; Anzanello MX; Pereira SJ; Souza ALAAG

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p111, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Anorexia infantil e a importância de uma intervenção precoce

Monteiro AA; Freitas VR; Eguchi TA; Morais ATT; Innocencio CC

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p31, Dezembro 2012


Palavras-chave:

ANOREXIA NERVOSA EM PACIENTE ADOLESCENTE: RELATO DE CASO

MARIANA COLODETTI (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); PATRÍCIA CARVALHO BATISTA MIRANDA (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); MARIA APARECIDA RIBEIRO LEITE (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); NATÁLIA DAMASCENO DE FIGUEIREDO (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); MAYARA DA MATA ANDRADE (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); CAROLINA CASTRO FLEISCHMAN (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); JULIANA BORTOLUZZI DOS SANTOS (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); BRENA AUGUSTA LEMOS DE OLIVEIRA (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); ANA FLÁVIA HISSA DO NASCIMENTO SILVA (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); MARIANA SILVESTRE DO NASCIMENTO (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p176,  2016


Palavras-chave:

Aplasia cutânea congênita - relato de caso

Araújo, E.C.R; Gaspar, W; Duarte, F; Velozo, R

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p83, Dezembro 2012


Palavras-chave:

APLASIA CUTIS CONGÊNITA EM RECÉM-NASCIDO: RELATO DE CASO

JOSÉ RAPHAEL BIGONHA RUFFATO (HOSPITAL ESCOLA LUIZ GIUSEFFI JANNUZZI); FLÁVIO CORDEIRO DE BARROS (INTENSI BABY); LUCIENE DE SOUZA BANDEIRA (INTENSI BABY); MARIANA DO VALE BISSOLI (HOSPITAL ESCOLA LUIZ GIUSEFFI JANNUZZI); LAIS BARROS DE AQUINO FERREIRA (HOSPITAL ESCOLA LUIZ GIUSEFFI JANNUZZI); GLAUCEA MARTINS PEREIRA DEBERNARDO (INTENSI BABY); HELENA ROZA MENDES DA SILVA (UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA); ERICA DA SILVA RODRIGUES COELHO (INTENSI BABY); LIDIANE DINIZ BRAGA (INTENSI BABY)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p73,  2016


Palavras-chave:

APLASIA DE MEDULA APÓS HEPATITE NÃO TIPÁVEL: RELATO DE CASO

BARBARA FERNANDA MAGALHÃES DE SOUZA CONTI (HOSPITAL PRONTOBABY); MAIRA FERNANDES (HOSPITAL PRONTOBABY); SIMONE GOULART (HOSPITAL PRONTOBABY); THAÍSSA MARQUES (HOSPITAL PRONTOBABY); PRISCYLA OROS (HOSPITAL PRONTOBABY); ALYNNY CARVALHO (HOSPITAL PRONTOBABY)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p158,  2016


Palavras-chave:

Aplicação do exame neurocomportamental do neonato descrito por Morgan e colaboradores em recém-nascidos a termo de baixo risco

Application of the neonatal neurobehavioral examination described by Morgan and cols. to low risk term neonates

Cristina Lucia Figueiredo da Silva; Adauto Dutra Moraes Barbosa; Cristina Ortiz Sobrinho; Edson Nahim Daher

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº3, p6-15, Outubro 2017

Resumo

INTRODUÇÃO: existem vários instrumentos padronizados para identificação de crianças de risco e muitos deles são utilizados, em estudos, para verificar sua eficácia, seu valor preditivo, ou, na prática clínica, dentro dos programas de follow-up. Os testes e escalas de desenvolvimento facilitam e auxiliam tanto a triagem e o diagnóstico quanto o planejamento e a progressão do tratamento, caso alguma anormalidade seja detectada. Através de pesquisa bibliográfica, observou-se que o exame neurocomportamental do neonato (ENN), elaborado por Morgan e colaboradores, é uma ferramenta apropriada para detectar precocemente as deficiências do desenvolvimento.
OBJETIVO: este estudo objetivou aplicar o ENN descrito por Morgan e colaboradores em recém-nascidos a termo sadios, comparando a pontuação obtida com o estudo original.
MÉTODOS: participaram do estudo 96 recém-nascidos sadios com mediana de idade gestacional de 39 semanas e peso ao nascimento de 3.320 g, sendo 59% do gênero masculino. Eles foram avaliados por uma fisioterapeuta no horário da manhã e submetidos ao ENN (seções A, B e C).
RESULTADOS: a pontuação obtida no presente estudo foi parecida com a do estudo original nas três seções. Foi observada tendência a maior pontuação no ENN para maiores idades gestacionais e pesos de nascimento.
CONCLUSÕES: o ENN foi aplicado com facilidade e sua reprodução a partir do estudo original foi possível, sendo obtidas pontuações equivalentes. Sugere-se que o exame seja aplicado em recém-nascidos a termo e sadios como uma ferramenta de detecção precoce de possíveis alterações do desenvolvimento neuropsicomotor.


Palavras-chave: Exame neurológico. Recém-nascido. Desenvolvimento infantil.

Apresentação rara de leucemia bifenotípica com icterícia colestática: relato de caso

Lima LL; Albuquerque AL; Guimarães GFS; Torbey AFM; Villalba RC

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p95, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Artéria umbilical única — Relato de caso

Single umbilical artery &mdash; Case report

Cíntia Lobo Sabino; Isabella de Almeida Klein; Juliana Ribeiro Fernandes; Pedro Mateus da Silva Barreto; Rebeca de Araujo Medeiros; Victor Fraga Ceotto; Nayra Rodrigues Mazolli; Maira Torres Silva; Adauto Dutra Moraes Barbosa

Revista de Pediatria SOPERJ - V.18, Nº2, p28-31, Junho 2018

Resumo

INTRODUÇÃO: apresentamos um caso de artéria umbilical isolada, que, embora seja um achado visto frequentemente ao exame ultrassonográfico pré-natal e nas salas de parto, pode estar associado a outras malformações congênitas.
OBJETIVO: relatar um caso de artéria umbilical única.
DESCRIÇÃO DO CASO: apresentamos um caso de artéria umbilical isolada em um recém-nascido a termo, sem repercussões maternas ou fetais detectáveis.
DISCUSSÃO: a presença de artéria umbilical única pode estar associada a outras malformações congênitas. Na presença de fatores de risco, tais como idade avançada, alterações genéticas, diabetes mellitus durante a gravidez, história familiar de doença cardíaca congênita ou inseminação artificial, deverá ser realizado aconselhamento genético, ecocardiografia e ultrassonografia abdominal e geniturinária.


Palavras-chave: Artéria umbilical única; Anormalidades congênitas; Relações materno-fetais.

Artrite gonocócica em criança

Balbi, V.A; Martinez, E.B.F.; Lino, R.R.G.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p123, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Acometimento articular na infecção gonocócica disseminada ocorre numa fase inicial bacterêmica com poliartralgia migratória ou aditiva de grandes articulações e tenossinovite que pode evoluir para artrite séptica de uma ou mais articulações.
OBJETIVO: Relatar caso de artrite gonocócica em pediatria e levantar a importância do início precoce da atividade sexual e seus riscos.
MATERIAL E MÉTODO: L.S.S., sexo feminino, 12 anos, apresentou febre. Durante 4 dias, dor no punho esquerdo, sem conseguir abrir a mão. Após dois dias, evoluiu com artrite e tenossinovite incapacitante funcional de tornozelo esquerdo, artrite de joelho direito e cotovelo esquerdo. Não houve regressão do quadro com o uso de penicilina benzatina e ibuprofeno. Foi internada e iniciada oxacilina e ceftriaxone por ter vida sexual ativa. Sem suspeita de abuso. Nos exames laboratoriais havia elevação das provas de atividade inflamatória, cintilografia óssea com hipercapatação sugestiva de processo inflamatório/infeccioso articular e cultura do líquido sinovial purulento com crescimento de Neisseria gonorrhoeae sensível a ciprofloxacina e resistente ao ceftriaxone. Após 10 dias de antibioticoterapia com ciprofloxacino, a paciente já apresentava significativa melhora clínica e laboratorial. Realizado também o tratamento presuntivo de Clamydia com azitromicina.
RESULTADOS: O padrão articular descrito é um exemplo clássico de artrite gonocócica. Essa geralmente ocorre em adultos jovens com vida sexual ativa mas é relatada em todos os grupos etários pediátricos. A identificação da bactéria nem sempre é possível devido à baixa sensibilidade da cultura no sangue e no líquido sinovial. Entretanto, nesse caso foi identificado o germe no liquido sinovial. Houve boa resposta ao tratamento, conforme descrito na literatura.
CONCLUSÃO A dificuldade e estranheza em levantar a hipótese de doenças sexualmente transmissíveis (DST) na população pediátrica muitas vezes atrasam o diagnóstico e o início do tratamento. O caso é relevante, já que sinaliza para a maior incidência das DST na faixa etária pediátrica devido ao início precoce da atividade sexual.

 

Responsável
VERENA ANDRADE BALBI


Palavras-chave:

Artrite Idiopática Juvenil e Síndrome de Ativação Macrofágica: Relato de Caso

Simões P.F.; Arbex M.B.B.; Guerra I.P.; Lombardi P.I.M.L.; Micheloni N.C.X.S.; Souza L.C.M.R.; Fernandes R.B.A.; Soares M.V.; Soares V.K.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p30, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A síndrome de ativação macrofágica (SAM) é uma complicação rara que pode ser desencadeada pela artrite idiopática juvenil sistêmica. Caracteriza-se pela ativação excessiva de macrófagos, ocasionando febre, hepatoesplenomegalia, adenomegalia generalizada, citopenia e hiperferritinemia. Quando não reconhecida precocemente seu prognóstico é reservado, comumente levando a óbito.
OBJETIVO: Por meio de um relato de caso, analisar a evolução da síndrome de ativação macrofágica induzida por artrite idiopática juvenil.
MATERIAL E MÉTODO: Sexo masculino, 8 anos, com diagnóstico de artrite idiopática juvenil sistêmica há 4 meses, em uso de prednisona 30 mg. Admitido por agudização da doença, caracterizada por febre diária, associada à artrite poliarticular assimétrica e exantema intermitente nos últimos 15 dias. Foram descartadas causas subjacentes, como infecções e neoplasias. Realizada pulsoterapia com metilprednisolona 30 mg/kg em 3 dias com melhora do quadro. Entretanto, 5 dias após o término da pulsoterapia, apresentou febre com queda do estado geral e hipotensão. Transferido para o CTI no mesmo dia, quando os exames laboratoriais revelaram queda abrupta do VHS de 120 mm para 42 mm; aumento de ferritina de 1.362 para > 30.000, leucocitose 43.200 com 38% de bastões; aumento de triglicerídeos de 135 para 397; queda de plaquetas de 622.000 para 264.000; hemoglobina de 8,1; e hematócrito de 29,5; queda dos níveis de albumina e alteração do coagulograma. Em 12 horas, o paciente evolui com instabilidade hemodinâmica, e sangramento refratário. Óbito em 24h da piora clínica.
RESULTADOS: Apesar da não realização da biópsia de medula óssea para visualização da hemofagocitose, o paciente desenvolveu SAM com base na presença de 5 dos 7 critérios diagnósticos.
CONCLUSÃO O paciente apresentou uma evolução clínica compatível com o descrito na literatura. O pediatra deve estar atento ao surgimento dessa complicação, que, quando identificada e tratada precocemente, aumenta as chances de sobrevivência.

 

Responsável
CHARLES ALMEIDA DA LUZ


Palavras-chave:

ARTRITE IDIOPÁTICA JUVENIL SISTÊMICA: COMPLICAÇÕES MUSCULOESQUELÉTICAS

VIVIAN SANTOS CARVALHO OLIVEIRA (IPPMG/UFRJ); TATIANA ANES VILLAMAYOR (IPPMG/UFRJ); JULIA MARIA GOMES VITOR (IPPMG/UFRJ); ALINE MASIERO FERNANDES MARQUES (IPPMG/UFRJ); ADRIANA RODRIGUES FONSECA (IPPMG/UFRJ); ROZANA GASPARELLO DE ALMEIDA (IPPMG/UFRJ); CHRISTIANNE COSTA DINIZ (IPPMG/UFRJ); FLAVIO ROBERTO SZTAJNBOK (IPPMG/UFRJ); MARTA CRISTINE FELIX RODRIGUES (IPPMG/UFRJ); SHEILA KNUPP FEITOSA DE OLIVEIRA (IPPMG/UFRJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p199,  2016


Palavras-chave:

Artrogripose congênita múltipla

Arthrogryposis multiplex congenita

Maria Dolores Salgado Quintans; Paula Ribeiro Barbosa; Beatriz Lucena

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº3, p23-27, Outubro 2017

Resumo

INTRODUÇÃO: a artrogripose múltipla congênita é uma condição clínica caracterizada por múltiplas contraturas articulares não progressivas em duas ou mais articulações, que podem ser detectadas ao nascimento. Trata-se de uma doença de abordagem terapêutica complexa, exigindo atenção de equipe multiprofissional. O sucesso do tratamento depende de uma rede de cuidados que inclui acompanhamento médico e fisioterápico com profissionais qualificados, assim como a orientação dos pais para a continuidade dos exercícios e dos estímulos em domicílio.
OBJETIVO: relatar o caso de uma pré-escolar atendida em ambulatório de puericultura e pediatria de hospital universitário da região metropolitana do Rio de Janeiro por quadro de múltiplas contraturas musculares e discutir a sua evolução clínica.
DESCRIÇÃO DO CASO: trata-se de paciente de 3 anos do sexo feminino, admitida tardiamente, com 15 meses, em ambulatório de pediatria e puericultura com esse diagnóstico. Já ao nascimento apresentou malformações em membros superiores e inferiores caracterizadas por contraturas congênitas associadas a hemangioma de face, bem como alterações ecocardiográficas descritas por comunicação interatrial, forame oval patente e estenose de ramos da artéria pulmonar. Mãe com histórico de pré-natal regular em unidade básica de saúde, apresentando como intercorrências diabetes gestacional, hipertensão arterial crônica e infecção urinária.
DISCUSSÃO: sabe-se que quanto antes a terapia for implementada maiores serão as melhorias na função articular do paciente, concedendo-lhe maior autonomia e qualidade de vida. Assim, a difusão do conhecimento desse distúrbio raro é importante, a fim de que haja estabelecimento precoce tanto do diagnóstico como do tratamento.


Palavras-chave: Artrogripose. Criança. Contratura. Zika vírus.

ASCARIDÍASE ASSOCIADA À APRESENTAÇÃO INICIAL DO LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO: RELATO DE CASO

ALICIA ROSAS (HFL); ANA LUISA PENA (HFL); MARILIA MARTINS (HFL); AMANDA MALIKI (HFL)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p194,  2016


Palavras-chave:

Asma aguda na infância

Terezinha Miceli Martire

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13, Nº2, p43-53, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Asma tem cura?

Is asthma curable?

Fábio Kuschnir

Revista de Pediatria SOPERJ - V.4, Nº2, p4-8, Agosto 2003

Resumo

INTRODUÇÃO: Apesar dos consideráveis avanços científicos obtidos sobre a asma nas últimas duas décadas, aspectos relacionados à sua patogenia, diagnóstico e tratamento continuam objeto de debate. Entre as questões mais polêmicas e persistentes, figura a possibilidade de cura da doença.
OBJETIVO: revisão da literatura sobre o desenvolvimento da asma e das possíveis intervenções diagnósticas e terapêuticas na primeira snfância dirigidas à cura da doença
METODOLOGIA: revisão da literatura nacional e internacional através de estudos em base de dados Medline e Lilacs, abrangendo o período de 1980-2004.
CONCLUSÃO: A asma deve ser compreendida como o resultado de uma complexa interação genético-ambiental com expressão clínica multifacetada, sendo freqüentemente subdiagnosticada na primeira infância. O seu reconhecimento neste período da vida é fundamental para uma intervenção terapêutica precoce objetivando o controle da doença e uma possível prevenção das lesões irreversíveis decorrentes de seu processo inflamatório. Apesar de várias destas questões serem hoje melhor compreendidas, até o momento não parece existir a possibilidade de cura total da doença.


Palavras-chave: asma, criança, adolescente

Aspectos da Linha de Cuidado Desenvolvida a Partir do Ambulatório Geral de Pediatria do instituto Fernandes Figueira

Amaro Ronaldo Inácio Filho

Revista de Pediatria SOPERJ - V.11, Nº1, p23, Junho 2010


Palavras-chave:

Aspectos disciplinares e desenvolvimento infantil

Anna Tereza Miranda Soares de Moura*

Revista de Pediatria SOPERJ - V.12(supl 1), Nº1, p47-52, Agosto 2011

Resumo

O acompanhamento do desenvolvimento se constitui em um dos pilares da prática pediátrica, podendo ser considerado como a atividade capaz de diferenciar este profissional. Além dos cuidados direcionados à própria criança, deve-se dar atenção ao ambiente que a cerca, já que nesta fase a ideia de bem-estar e qualidade de vida está intimamente relacionada à convivência em família. Um aspecto fundamental que pode determinar as características desta dinâmica familiar diz respeito às práticas disciplinares utilizadas pelos pais em relação a seus filhos.
A disciplina infantil tem como objetivo principal preparar a criança para alcançar competências e habilidades relacionadas à aquisição de seu autocontrole e direcionamento. A orientação adequada seria pelo uso de estratégias sistemáticas de reforço positivo do comportamento desejado, de maneira a diminuir a atenção dispensada ao comportamento indesejado.
O uso do castigo corporal como método de disciplina é muito frequente e abrange uma série de atos que variam em intensidade e gravidade, causam dor, mas não levam à lesão física. Esta prática deve ser desencorajada, pois está relacionada a uma série de desfechos negativos para a criança.
Os pais e responsáveis devem ser orientados pela criação de um ambiente de aprendizado caracterizado por uma relação afetuosa e positiva com seus filhos. A maneira adequada de fazer as escolhas sobre os métodos de disciplina utilizados deve acompanhar as etapas de desenvolvimento de uma criança saudável. Em todas as faixas etárias existem momentos em que os pais vão precisar impor limites que não serão bem aceitos, gerando comportamentos indesejados e desobediências. Inicialmente pode parecer mais fácil eliminar ou interromper o comportamento indesejado com o uso de atos coercivos, mas o desenvolvimento de atitudes positivas é muito mais eficiente em longo prazo.

Ao pediatra cabe informar quanto aos métodos de disciplina disponíveis, sempre reforçando a prática de atitudes positivas. A despeito do uso frequente da punição corporal, existem outras possibilidades mais eficientes que podem ser utilizadas como formas de disciplina.

O pediatra possui papel de destaque na disseminação de práticas não abusivas e já fortemente relacionadas com desfechos negativos ao desenvolvimento adequado, a partir da promoção da saúde infantil de maneira ampliada e diferenciada.


Palavras-chave:

ASPERGILOSE BRONCOPULMONAR ALÉRGICA NA INFÂNCIA: RELATO DE CASO

VANESSA KOPKE SOARES (UFRJ); RENATA MONTEIRO BARROS DA SILVA (UFRJ); TAMIRES RODRIGUES NADER (UFRJ); GISELLE LOPES PEREIRA (UFRJ); FERNANDA PINTO MARIZ (UFRJ); HELOIZA HELENA NUNES DA SILVEIRA (UFRJ); CAMILA KOELER LIRA (UFRJ); MARIA FERNANDA DE ANDRADE MELO E ARAUJO MOTTA (UFRJ); EKATERINI GOUDOURIS (UFRJ); EVANDRO PRADO (UFRJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p40,  2016


Palavras-chave:

Aspiração traqueal de recém-nascidos prematuros: avaliação da dor como um cuidado de enfermagem

Marcelle Campos Araujo

Revista de Pediatria SOPERJ - V.10, Nº2, p23, Dezembro 2009


Palavras-chave:

Associação de Síndrome Metabólica com Acantose Nigricans em Crianças Pré-Púberes

Madeira, I.R.; Bordallo, M.A.N.; Carvalho, C.N.M; Gazolla, F.M.; Rodrigues, N.C.P.; Borges, Ma.A.; Collett-Solberg, P.F.; Medeiros, C.B.; Bordallo, A.P.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p10, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Acantose nigricans é condição dermatológica associada à hiperinsulinemia, tendo esta papel importante na fisiopatologia da síndrome metabólica. Em um contexto de prevalência crescente de obesidade infantil, a acantose nigricans seria bom indicativo da síndrome, devido à facilidade diagnóstica.
OBJETIVO: Determinar se acantose nigricans é bom marcador de síndrome metabólica e resistência insulínica em pré-púberes.
MÉTODOS: Estudo transversal com 272 crianças (93±17 meses): 65 eutróficas, 43 com sobrepeso, 97 obesas e 67 obesas graves, 69 com e 203 sem acantose nigricans, provenientes de ambulatório de Hospital Universitário. Os grupos com e sem acantose nigricans foram comparados quanto à frequência de hiperinsulinemia, hipertrigliceridemia, HDL baixo e síndrome metabólica. Compararam-se as médias de idade, escore Z de IMC (ZIMC), triglicerídeos, HDL, pressão arterial sistólica (PAS), pressão arterial diastólica (PAD), HOMA-IR, insulina e leptina entre os grupos. Foi avaliada associação de idade, sexo, circunferência da cintura, HOMA-IR, HDL, triglicerídeos e leptina com acantose nigricans, por regressão logística multivariada.
RESULTADOS: Houve diferença entre os grupos estudados quanto à frequência de hiperinsulinemia, hipertrigliceridemia, HDL baixo e síndrome metabólica (p<0,001). Os grupos diferenciaram-se quanto às médias de idade, ZIMC, circunferência da cintura, PAS, PAD, HOMA-IR, triglicerídeos, HDL, insulina e leptina (p<0,001). Na regressão logística, apenas circunferência da cintura (OR 13,49; IC 4,22-43,08; p 0,001) e HOMA-IR (OR 5,52; IC 1,71-17,81; p 0,003) associaram-se com acantose nigricans.
CONCLUSÕES Foi encontrada frequência maior de hiperinsulinemia e de síndrome metabólica, bem como de alguns de seus componentes, no grupo com acantose nigricans. Nesse grupo, também foram maiores as médias de insulina, leptina, ZIMC e dos componentes da síndrome metabólica. Esses achados, aliados à associação de circunferência da cintura e HOMA-IR com acantose nigricans, indicam que a última seria um bom marcador da síndrome e da resistência insulínica em crianças, podendo ser considerada importante ferramenta clínica diagnóstica.

 

Responsável
ALICIA SALES CARNEIRO


Palavras-chave:

Associação de cistite hemorrágica com o uso de ketamina em altas com doses em pediatria

Raquel de Seixas Zeitel; Camila Furtado Guedes Pinto; Rodrigo Moulin Silva; Natalia de Sousa Nascimento; Pedro Dutra Barros; Bruna Ferro Filardi

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p49, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Associação de estenose hipertrófica de piloro e hiperplasia adrenal congênita: relato de caso

Serejo, L.N.; Costa, L.; Santos, B.J.M.; Fraga, P.L.; Costa, P.D.M.; Pimentel, A.M.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p87, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A Estenose Hipertrófica de Piloro (EHP) consiste na principal causa de obstrução gástrica neonatal, sobretudo em lactentes abaixo dos três meses de idade, decorrendo da hipertrofia progressiva da musculatura pilórica. Já a hiperplasia adrenal congênita (HAC), um dos erros inatos do metabolismo, ocorre devido à mutações em genes que codificam enzimas androgênicas envolvidas na síntese de glicocorticóides. As baixas concentrações de cortisol plasmático elevam a secreção de hormônio adrenocorticotrófico estimulando as suprarrenais, acarretando hiperplasia funcional.
OBJETIVO: Relatar um caso de coexistência de EHP e HAC em um lactente do sexo masculino.
MATERIAL E MÉTODO: T.S.F, a partir da terceira semana de vida evoluiu com dificuldade de ganho ponderal e vômitos após a mamada, evoluindo com comprometimento do estado geral, adinamia e emaciação marasmática. O exame físico revelou paciente eupneico, taquicárdico (160bpm), hipoativo, acianótico, anictérico e hipocorado. Ausculta cardíaca e pulmonar sem apresentar alterações, otoscopia e orofaringe normal. Abdome flácido, indolor e sem viceromegalias. Os exames laboratoriais revelaram anemia normocrômica e normocítica, hipercalemia e hiponatremia. Foi solicitado seriografia esôfago-estômago-duodeno que evidenciou EHP e refluxo gastroesofágico, sendo encaminhado ao serviço de cirurgia pediátrica onde foi submetido à piloroplastia. Ao 15o dia de pós-operatório apresentou diminuição importante do apetite com evolução para desnutrição e desidratação, a persistência de acidose metabólica hiponatremica e hipercalemica, sugeriu o diagnóstico de HAC perdedora de sal que foi confirmada com dosagem de 17 alfa-hidroxiprogesterona e atividade renina plasmática que estavam muito elevadas.
RESULTADOS: Apesar da EHP e HAC formarem diagnóstico diferencial, neste caso são concomitantes, se apresentam principalmente com clínica de vômitos e dificuldade de ganho ponderal, sendo diferenciadas por exames laboratoriais e de imagem.
CONCLUSÃO Os achados clínicos, radiológicos e laboratoriais permitiram o diagnóstico de EHP associada à HAC. A piloroplastia bem como o tratamento medicamentoso com acetato de fludrocortisona e hidrocortisona foram satisfatórios para a restituição do trânsito gastrointestinal e o controle dos níveis dos eletrólitos.

 

Responsável
MARIANA NAKABORI SEREJO


Palavras-chave:

Associação de síndrome metabólica com acantose nigricans em crianças pré-púberes

Association of metabolic syndrome with <i>acanthosis nigricans</i> in prepubertal children

Alícia Sales Carneiro; Ana Paula Neves Bordallo; Cecília Noronha Miranda Carvalho; Clarice Borschiver Medeiros; Cláudia Braga Monteiro; Daniel Luis Schueftan Gilban; Fernanda Mussi Gazolla; Isabel Rey Madeira; Marcos Antônio Borges; Maria Alice Neves Bordallo; Nádia Cristina Pinheiro Rodrigues; Paulo Ferrez Collett-Solberg

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº3, p8-14, Outubro 2016

Resumo

OBJETIVO: Acantose nigricans é condição associada à hiperinsulinemia, tendo esta papel fisiopatológico na síndrome metabólica. No contexto prevalente de obesidade infantil, acantose nigricans seria bom indicativo da síndrome, devido a sua praticidade. Este trabalho teve como objetivos comparar crianças pré-púberes com e sem acantose nigricans em relação aos componentes da síndrome metabólica, resistência insulínica e leptina, bem como avaliar a associação desses com acantose nigricans.
MÉTODOS: Estudo de corte transversal comparando grupos com e sem acantose nigricans quanto a: frequência de hipertrigliceridemia, HDL baixo, hiperinsulinemia, síndrome metabólica; médias de idade, escore Z de IMC, circunferência da cintura, triglicerídeos, HOMA-IR, leptina, e medianas de pressão arterial sistólica e diastólica, HDL, insulina. Avaliou-se associação de idade, sexo, circunferência da cintura, HDL, triglicerídeos, HOMA-IR, e leptina com acantose nigricans, por regressão logística multivariada.
RESULTADOS: De 272 crianças (65 eutróficas, 43 sobrepeso, 164 obesas), idade 93±17 meses, 69 (25,4%) tinham acantose nigricans. Houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos estudados quanto a frequência de hipertrigliceridemia, HDL baixo, hiperinsulinemia, e síndrome metabólica. Os grupos se diferenciaram quanto às médias de idade, escore Z de IMC, circunferência da cintura, triglicerídeos, HOMA-IR, e leptina, e quanto às medianas de pressão arterial sistólica e diastólica, HDL, e insulina. Apenas circunferência da cintura e HOMA-IR associaram-se com acantose nigricans de forma independente das outras variáveis.
CONCLUSÕES: Os grupos com e sem acantose nigricans diferiram quanto a vários componentes da síndrome metabólica, e houve associação de circunferência da cintura e de HOMA-IR com acantose, demonstrando que esta é marcador, tanto da síndrome, quanto de resistência insulínica.


Palavras-chave: Acantose nigricans; criança; doenças cardiovasculares; insulina; obesidade.

Atendimento pediátrico na estratégia saúde da família (ESF)

Araújo, E.C.R; Gaspar W; Costa. G

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p84, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Atendimento pré-hospitalar ao recém-nascido: abordagem diagnóstica

Prehospital care of the neonate: a diagnostic approach

Israel Figueiredo Junior

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº3, p21-29, Outubro 2016

Resumo

OBJETIVO: O atendimento pré-hospitalar é uma modalidade de socorro de urgência em cenários diferentes do hospitalar. Requer por parte do profissional conhecimento padronizado e atitudes corretas para alcançar a excelência no atendimento, ou seja, o atendimento por todos os componentes das equipes deve ser sistematizado e de acordo com protocolos. Procurou-se estabelecer a melhor forma de abordagem das possíveis situações de socorro ao recém-nascido, incluindo os nascimentos não programados em ambiente extra-hospitalar.
MÉTODOS: Buscas no Pubmed e reunião de documentos nacionais, usando palavras-chave recém-nascido, emergência.
RESULTADOS: Apesar da pequena frequência de atendimento a recém-nascidos em ambiente extra-hospitalar, as equipes devem estar atentas aos principais problemas que podem atingir esse frágil ser. Trata-se, portanto de uma revisão que apresenta uma abordagem a partir dos principais problemas para o atendimento pré-hospitalar a um recém-nascido.
CONCLUSÃO: Causas prevalentes e/ou possíveis síndromes orgânicas devem ser identificadas e um rápido tratamento instituído.


Palavras-chave: unidades móveis de urgência, recém-nascido, gestação, atendimento de emergência.

Atraso diagnóstico em tumor do sistema nervoso central: relato de um astrocitoma pilocítico mesencefálico em pré-escolar

Diagnostic delay in central nervous system tumor: case report of a midbrain pilocytic astrocytoma in preschool child

Raphael Vasconcellos de Salles Coelho; Tessa Maria dos Santos Sasson; Renato Miguel Rezende; Carmen Lucia Leal Ferreira Elias

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15, Nº2, p29-33, Setembro 2015

Resumo

OBJETIVO: Relatar caso de astrocitoma de diagnóstico tardio devido à sintomatologia inespecífica e discutir sobre o atraso diagnóstico em tumores encefálicos.
DESCRIÇÃO DO CASO: Paciente do sexo masculino, de 5 anos, com queixas de dificuldade de ganho ponderal, episódios de vômito e diarreia. Fazia acompanhamento irregular pela gastroenterologia do hospital, sendo a última consulta há 15 meses. Internado com diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico, desnutrição grave e diarreia, apresentava peso de 9300g, estatura de 93,5cm e estrabismo convergente à esquerda. Tomografia Computadorizada de crânio revelou massa sólida cística de fossa posterior, ocupando parte do assoalho do 4º ventrículo, exercendo efeito de massa sobre tronco cerebral. Após 19 dias de internação, paciente foi transferido para unidade de referência, onde foi realizada cirurgia de ressecção subtotal do tumor. O exame histológico revelou astrocitoma pilocítico. No pós-operatório, apresentou boa evolução, melhora do estrabismo, e foi encaminhado para tratamento radioterápico.
COMENTÁRIOS: O astrocitoma pilocítico é considerado um tumor Grau I. É o tumor mais frequente na faixa etária entre 2-5 anos, porém é muito rara a sua localização em tronco cerebral. Em média, os pacientes são vistos por dois médicos de diferentes especialidades e o tempo médio de diagnóstico para tumores de grau I e II é de 238 dias. Como a sintomatologia geralmente é inespecífica e está presente em outras doenças comuns da pediatria, o desafio diagnóstico pode ser grande. Um exame físico minucioso, especialmente sob o ponto de vista neurológico e oftalmológico, diminui a chance de erro e atraso no tratamento.


Palavras-chave: Pediatria, Diagnóstico tardio, Astrocitoma, Neoplasias do tronco encefálico

Atualidades na sepse e choque séptico pediátrico

Michelle L. C. Gonin

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13, Nº2, p77-89, Dezembro 2012

Resumo

OBJETIVOS: atualização dos principais aspectos da sepse relacionados ao diagnóstico e tratamento por meio da implementação de medidas terapêuticas baseadas em evidências científicas de qualidade com finalidade de reduzir mortalidade.
FONTES DE DADOS: revisão não sistemática de literatura médica,artigos selecionados na base de dados MedLine, PubMed. Foram analisadas as diretrizes da Campanha de Sobrevivência à Sepse de 2004, 2008 e parcial 2012 e as da Associação Médica Brasileira de 2011.
SÍNTESE DE DADOS: a sepse pediátrica é de difícil reconhecimento precoce, com perfil hemodinâmico diferente do adulto.O conhecimento dessas peculiaridades e a implementação de diretrizes que visam à otimização hemodinâmica (SvcO2) e melhora da perfusão tecidual (lactato) têm impacto na melhor sobrevivência. A restauração da macro e microcirculação é fundamental para evitar o desenvolvimento das disfunções orgânicas. A abordagem precoce, o suporte hemodinâmico rápido, a antibioticoterapia precoce e a adesão ao pacote de ressuscitação de 6 horas são importantes pilares na abordagem dessa síndrome letal.As medidas terapêuticas baseiam-se na reposição volêmica, na antibioticoterapia, nas drogas vasoativas, nos corticoides, nas medidas de manutenção de viabilidade biológica aos sistemas e no suporte nutricional.
CONCLUSÃO: os avanços significativos da Terapia Precoce Guiada por Metas,as intervenções das diretrizes de tratamento da Campanha Sobrevivendo à Sepse,que geram indicadores de qualidade assistencial norteando tratamento, e o necessário cuidado pleno a cada sistema orgânico possibilitaram uma significativa melhora de parâmetros clínicos, hemodinâmicos e perfusionais. Na atualidade, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado baseado em protocolos estabelecidos permanecem a melhor garantia de boa evolução.


Palavras-chave: sepse/diagnóstico; sepse/terapia; disfunção orgânica; hemodinâmica.

Autismo: Orientações aos Pais e aos Professores

Azeredo, R.V.; Rodrigues, T.A.; Mansur; O.M.F.C.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p34, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Os transtornos do Espectro do Autismo (TEA) são distúrbios caracterizados por dificuldades na interação social e na comunicação e por um repertório restrito e repetitivo de interesses e atividades, que acometem em cada 68 crianças. O diagnóstico é fundamentado no quadro clínico do paciente, de acordo com os critérios do Manual de Diagnóstico e Estatística de Distúrbios Mentais (DSM). Sabe-se que o diagnóstico precoce e o correto manejo dessa criança são fundamentais para seu desenvolvimento.
OBJETIVO: Elaborar um material didático simples, com linguagem clara e informação atualizada, sucinto, em forma de folder, visando a orientar aos pais e aos professores na identificação de sinais de autismo.
MATERIAL E MÉTODO: A pesquisa foi qualitativa, de revisão bibliográfica, com informações colhidas em bibliografia especializada e sites sobre o transtorno do espectro autista.
RESULTADOS: Foi produzido um folder, em linguagem coloquial e bastante ilustrado, contendo orientações básicas, direcionadas, principalmente, a pais e professores que são, geralmente, as pessoas mais próximas da criança, distribuído na Sala de Espera em Pediatria, no Hospital dos Plantadores de Cana, em Campos dos Goytacaczes, RJ, visando a promover maior propagação dessas informações.
CONCLUSÃO Esse material contribui para o conhecimento e o entendimento do tema, bem como, consequentemente, para um adequado tratamento e inclusão social dessas crianças.

 

Responsável
EDWIGES BRAMBILA VIEIRA


Palavras-chave:

Avaliação auditiva: como proceder

Ana Paula Jorge Silva Maia

Revista de Pediatria SOPERJ - V.12(supl 1), Nº1, p35-39, Agosto 2011


Palavras-chave:

Avaliação cardiológica de crianças e adolescentes com febre reumática em um hospital federal do Rio de Janeiro

Coutinho, D.V; Spada, M.F.; Leite, M.F.M.P; Roiseman, M.M.; Souza, K.C.T.; Lucas, E.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p78, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Avaliação da atenção à saúde através da declaração de óbitos em menores de cinco anos

Lima, A.R.; Pereira, D.M.; Lauriano, D. F.; Souza, G.D.; Botelho, N.O.; Costa, C.R.O.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p40, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Avaliação da carga de trabalho da equipe de enfermagem neonatal de acordo com a categoria do recém-nascido

Karla de Araújo do Espírito Santo Pontes

Revista de Pediatria SOPERJ - V.10, Nº2, p22, Dezembro 2009


Palavras-chave:

Avaliação da dieta de Quissamã-RJ consumida por crianças desnutridas adicionadas de alimentos alternativos - estudo em ratos

Mariana Sarto Figueiredo

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7, Nº2, p22, Outubro 2006


Palavras-chave:

Avaliação da dieta de Quissamã-RJ consumida por crianças desnutridas adicionadas de alimentos alternativos - estudo em ratos

Mariana Sarto Figueiredo

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7 (supl 2), Nº2, p22, Outubro 2006


Palavras-chave:

Avaliação da eficácia clínica de uma nova modalidade de fototerapia utilizando diodos emissores de luz -LED

Bianca MR Martins

Revista de Pediatria SOPERJ - V.9, Nº2, p0, Novembro 2008


Palavras-chave:

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE PREENCHIMENTO DEDADOS SOBRE GRAVIDEZ, PARTO E RECÉM-NASCIDODA CADERNETA DE SAÚDE DA CRIANÇA

LETICIA CARVALHO GUSMAN (FTESM); GLAUCIA MACEDO DE LIMA (FTESM); PAMELA CAROLINA LIMA LAGO (FTESM); VIVIAN VIDAL MARSELI (FTESM); LUCIANA NUNES DA COSTA (FTESM)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p179,  2016


Palavras-chave:

AVALIAÇÃO DO ACOMETIMENTO DOS TECIDOS LINFÓIDES ASSOCIADOS AS MUCOSAS NO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA E SUA RELAÇÃO COM A ALERGIA ALIMENTAR

ADERBAL SABRA (UNIGRANRIO); LUCIANA CORSINI (UNIGRANRIO); JOÃO NEMER (UNIGRANRIO); ADERBAL SABRA FILHO (UNIGRANRIO); ALESSANDRA SABRA (IOWA UNIVERSITY); SELMA SABRA (UNIGRANRIO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p37,  2016


Palavras-chave:

Avaliação do baixo peso ao nascer através da declaração de nascidos vivos em Volta Redonda (RJ)

Antunes, S.C.; Oliveira, N.M.; Morais, R.C.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p120, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O peso ao nascer é considerado um dos mais importantes determinantes das chances de sobrevivência e da qualidade de vida das crianças. A incidência de recém-nascidos com baixo peso (RNBP) está diretamente relacionada à saúde da população em que eles nascem (nutrição, saneamento, habitação, hábitos higiênicos e sexuais, condições de trabalho, assistência perinatal, etc.) [ANDRADE, 2008].
OBJETIVO: Identificar causas para o nascimento de recém-nascidos com baixo peso de gestantes atendidas na UBSF São Geraldo no município de Volta Redonda-RJ, e propor medidas capazes de modificar esse cenário.
MATERIAL E MÉTODO: Foram analisadas 260 Declarações de Nascidos Vivos (DNV), correspondentes aos anos de
2011, 2012 e 2013 da UBSF São Geraldo, correlacionando as seguintes variáveis: 1) mães jovens com RNBP; 2) número de consultas de pré-natal e RNBP; 3) escolaridade materna e RNBP; e 4) número de consultas pré-natal e grau de escolaridade materna. Os dados coletados foram comparados e analisados por meio de tabelas do Microsoft Excel®.
RESULTADOS: Observou-se uma incidência maior de RNBP em gestantes menores de 19 anos (15,6%) e nas maiores de 40 anos (22,2%). Houve ainda, um predomínio de recém-nascidos com baixo peso ao nascer de gestantes que fizeram entre 1 e 3 consultas (42,85%). O grau de escolaridade materna não apresentou relação nítida com RNBP, sendo o maior percentual de RNBP de gestantes com 8-11 anos de estudo (14,4%). Também não foi encontrada associação entre escolaridade materna e o número de consultas de pré-natal visto que, 62,5% das gestantes com 6 ou menos consultas estudaram entre 8/11 anos.
CONCLUSÃO Concluí-se então que o número de RNBP pode reduzir significativamente através de políticas de conscientização da importância do pré-natal e medidas de prevenção à gravidez precoce, além da implantação de estratégias em saúde que garantam o pleno acesso das gestantes ao pré-natal.

 

Responsável
STEPHANI CARDOSO ANTUNES


Palavras-chave:

AVALIAÇÃO DO EXTRATO AQUOSO DE NASTURTIUM OFFICINALE (AGRIÃO) NO ÁCIDO ÚRICO DE RATOS SUBMETIDOS A UM MODELO EXPERIMENTAL DE HIPERURICEMIA

LARISSA ROSAS ALMADA GIGOLOTTI (FACULDADE DE MEDICINA DE ITAJUBÁ); LAÍS DE OLIVEIRA TOLEDO (FACULDADE DE MEDICINA DE ITAJUBÁ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p89,  2016


Palavras-chave:

Avaliação do teste espirométrico em pré-escolares na unidade hospitalar

Evaluation of the spirometric test in preschool children in the hospital unit

Luanda Dias da Silva Salviano; Izabela Rocha Sad; Sandra Lisboa

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº2, p30-35, Junho 2017

Resumo

INTRODUÇÃO: a espirometria é imprescindível na avaliação da função pulmonar em pacientes com sintomas respiratórios ou após intervenção terapêutica de diversas patologias. Em 2007 a American Thoracic Society/European Respiratory Society (ATS/ERS) recomendou guidelines para aceitabilidade e reprodutibilidade da espirometria em crianças pré-escolares.
OBJETIVO: determinar a viabilidade da realização da espirometria em crianças com idade pré-escolar na prática clínica.
MÉTODOS: foram coletados do setor de prova de função respiratória as medidas de FVC, FEV1, FEV0,5 e FEV0,75 de crianças com idade entre três a seis anos. Todas as curvas selecionadas seguiram as normas estabelecidas pela ATS/ERS. Visando aumentar a confiabilidade dos testes, foram obtidas pelo menos três curvas aceitáveis e duas reprodutíveis. O espirômetro utilizado foi o Jaeger MasterScope (v.4.65, CareFusionLtd), com calibração diária realizada antes dos exames. As variáveis categóricas foram comparadas com recurso ao teste de Qui-Quadrado. Para as variáveis contínuas utilizou-se o teste de Mann-Whitney.
RESULTADOS: das 147 crianças inicialmente incluídas no estudo, 22 não produziram nenhuma ou somente uma curva aceitável, sendo então excluídas. A média de idade dos 125 sujeitos envolvidos foi de 4,81 (± 0,88) anos. Mais de 73,6% das crianças foram capazes de produzir a CVF e o FEV1 após treinamento prévio.
CONCLUSÃO: crianças em idade pré-escolar são capazes de realizar a espirometria com critérios diferenciados e análise de Z-score.


Palavras-chave: Espirometria. Criança. Pré-escolar. Testes respiratórios.

Avaliação dos níveis séricos da proteína C-reativa na infecção neonatal

Suyen Heizer Villela

Revista de Pediatria SOPERJ - V.10, Nº1, p39, Maio 2009


Palavras-chave:

AVALIAÇÃO HEMATOLÓGICA NA ABORDAGEM DO LACTENTE COM ECTIMA GANGRENOSO

PRISCILLA ROBERTA LUISA DE ALMEIDA (RIOS DOR); RAFAELA LOPES BISSON (RIOS DOR); MARIA FERNANDA DE MELLO MOTTA (RIOS DOR); RENATA GUIMARÃES (RIOS DOR)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p71,  2016


Palavras-chave:

Avaliação nutricional de crianças em escola e estratégias de prevenção da obesidade

Rodrigues, P.P.B.; Fernandez, H.C.; Rosa, M.A.; Germer, R.; Pelegrina P.D.; Azevedo, A.C

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p14, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Avaliando a carga de trabalho na assistência ao recém-nascido cirúrgico: uma proposta para dimensionamento de recursos humanos de enfermagem

Ana Paula Sabóia de Albuquerque

Revista de Pediatria SOPERJ - V.11, Nº1, p24, Junho 2010


Palavras-chave:

Baixa estatura

Claudio Hoineff

Revista de Pediatria SOPERJ - V.12(supl 1), Nº1, p58-61, Agosto 2011


Palavras-chave:

Baixa Estatura em Portador de Asma Grave Revertida com Tratamento Intercrise

Casado, M.H.; Cabral, F.; Giuliani, I.; Sousa, P.R.; Henney, D.; Zarur, M.; Venerabile, A.L.G.; Lima, G.M.;

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p48, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A relação entre asma e desaceleração do crescimento em pediatria vem sendo observada. A classificação da asma, de acordo com manejo e diretrizes permite terapêutica adequada e interferência no crescimento. Corticosteroides inalatórios constituem a terapêutica de escolha em escolares, adolescentes e adultos com asma moderada e grave.
OBJETIVO: Relatar um caso de asma grave em um menor encaminhado ao polo de asma, que reverteu sua condição de baixa estatura após tratamento.
MATERIAL E MÉTODO: D.R.O.S., DN=07/11/01, sexo masculino, referendado em setembro de 2012; IMC=15,87 (p10-25%) e, fora de crise, com fluxo expiratório 100L/min (40% do previsto que seria de 247L/min) saturando 97% em ar ambiente. Em 1 ano, de setembro de 2011 a data da primeira consulta fora do polo de asma, cresceu apenas 3cm, de 125cm (<p3%) para 128cm (<p3%), e passou de 23kg (<p3%) para 25kg (<p3%). Seu alvo estatural genético, calculado com altura do pai (170 cm) e da mãe (162cm), seria 172,5cm variando de 164cm (p3-5%) a -181cm (p75%). Em setembro de 2012, seu hormônio tireoidiano, o de crescimento e a idade óssea estavam normais. Apresentava-se no estágio de maturação sexual ideal, fora do estirão de crescimento. Recebeu corticoide inalatório em dose moderada (budesonida 200mcg), associado a beta2 de longa duração (fenoterol 6mcg), ambos duas vezes ao dia. Após 6 meses, fora de crise, com fluxo expiratório 170L/min (62,5% do alvo 247L/min) e saturação 98% em ar ambiente, cresceu satisfatoriamente para 133cm(p3-5%), 29kg(p5-10%) e IMC16,39(p25-50%),
RESULTADOS: O menor referenciado para tratamento de asma grave com baixa estatura tratado com corticosteroide inalatório controlou a doença e, em apenas 6 meses, normalizou o ritmo de crescimento com vistas ao alvo genético.
CONCLUSÃO Monitorização e identificação sistemáticas de um crescimento deficiente em paciente asmático grave propiciam melhoria da qualidade de vida com o manejo adequado da doença.

 

Responsável
GLAUCIA MACEDO DE LIMA


Palavras-chave:

BENEFÍCIO DO TRATAMENTO COM PAMIDRONATO EM CRIANÇA COM PARALISIA CEREBRAL: RELATO DE CASO.

JULIANA SANTIAGO DIAS (IFF); ALICE PAES ROZADO COSTA (IFF); CAROLINA GUIMARÃES CRESPO (IFF); CAMILA VAZQUEZ PENEDO (IFF); ANA CAROLINA DE ALMEIDA MACEDO (IFF); ANA LUIZA MOURA CÊIA (IFF); PAULA MOTA VIEITAS (IFF); GABRIEL DEVEZA GOMES (IFF); GABRIELLA ALVES HUBER MENDES (IFF); JANAÍNA GABRIELLA PEREIRA ALVES (IFF)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p56,  2016


Palavras-chave:

BENEFÍCIOS DA LUDOTERAPIA PARA O PACIENTE PEDIÁTRICO INTERNADO

ANA TERESA DIAS ALBINO DESTRO DE MACÊDO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA); EVERTON SOARES ROCHA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA); RAFAEL KENJI FONSECA HAMADA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA); RAFAEL LOPES SANTOS (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA); BRUNA TEIXEIRA DE ALMEIDA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA); VANESSA HEIDER STEIGERT (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA); THAIS RAMOS DE ALMEIDA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA); LÚCIO DE SOUSA ALVES JÚNIOR (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA); VÍVIAN REIS FERRAREZ (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA); TAMARA CRISTINA GOMES FERRAZ RODRIGUES (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p168,  2016


Palavras-chave:

BRONQUIECTASIA NÃO - FIBROSE CÍSTICA: UM RELATO DE CASO

PAULA MOTA VIEITAS (IFF); JANAÍNA GABRIELLA PEREIRA ALVES (IFF); JULIANA SANTIAGO DIAS (IFF); ANA LUIZA MOURA CEIA (IFF); GABRIEL DEVEZA GOMES (IFF); ISABELA RAIMUNDO PARANHOS (IFF); CAMILA VASQUEZ PENEDO (IFF); ANA CAROLINA DE ALMEIDA MACEDO (IFF); GABRIELLA ALVES HUBER MENDES (IFF); CAROLINA GUIMARÃES CRESPO (IFF)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p184,  2016


Palavras-chave:

Bullying não é brincadeira! (LIPED UERJ)

Amaral E.; Burguinhão L.; Arouchha S.; Biron E.; Vieira L.; Monteso K

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p116, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Caderneta de Saúde da Criança: facilitando a troca de informações entre profissionais de saúde

Eliane Garcez da Fonseca; Maria da Graça Soares de Lima; Gabriela Ribeiro Medeiros; Catherine Pires de Araújo; Gabriela Amaral; Elena de Lima

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p51, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Caderneta de saúde da criança:10 anos depois de sua criação é utilizada como cartão de vacinas

Orofino DHG; Goldenzon, A.V.; Costa, L.S.; Vieira, F.S.; Barbosa, A.N.; Soares, R.L.; Pinto, G.N.L.; Soeiro, P.G.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p65-66, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Implantada em 2005 pelo Ministério da Saúde, a Caderneta de Saúde da Criança (CSC) reúne os mais importantes e significativos registros promovendo a vigilância integral à saúde infantil. É nas maternidades e na atenção primária que o adequado manejo deste instrumento constitui-se permanente desafio, por serem locais onde grande parte das informações são geradas. O registro correto e completo das informações e o diálogo com a família sobre as anotações são requisitos para que a CSC cumpra seu papel de instrumento de comunicação, educação, vigilância e promoção da saúde infantil. A utilização adequada possibilita a valorização e a apropriação da CSC pela família, além de revelar a qualidade do funcionamento dos serviços e o desempenho de seus profissionais.
OBJETIVO: Verificar se a CSC está sendo preenchida pelos profissionais que fazem o atendimento das crianças de acordo com o preconizado pelo Ministério da Saúde(MS). Avaliar se a CSC está sendo apresentada aos responsáveis pelas crianças em algum momento do contato entre a família e as equipes de saúde. Avaliar se as crianças estão realizando o numero de consultas preconizadas pelo MS.
MATERIAL E MÉTODO: Estudo transversal de verificação de anotações nas CSC dos pacientes internados nas enfermarias do Hospital Municipal Jesus (RJ) nos seguintes tópicos: dados do pré-natal, parto e pós natal, anotações nas consultas de dados antropométricos, desenvolvimento neuropsicomotor, época de desmame, orientações alimentares, uso de sulfato ferroso, intercorrências. Verificar se o número de consultas de puericultura realizadas era o preconizado pelo Ministério da Saúde e onde essas consultas foram realizadas (posto de saúde, clínicas de família, hospitais, consultórios), por quais profissionais (pediatras, enfermeiros, médicos de família) e se havia diferença no preenchimento entres esses profissionais.
RESULTADOS: Foram verificadas 79 CSC. 32% dos pacientes haviam nascido em outros municípios, 21,4% dos responsáveis afirmaram ter recebido alguma orientação sobre a CSC: na Maternidade ( 15%), no Posto de Saúde (3,8%), na Clínica de Família (1,3%) e consultório particular (1,3%). Nenhuma CSC estava completa e nenhuma criança havia realizado o número adequado de consultas para sua idade. Em 7,5% das CSC haviam dados completos sobre o pré natal,43% sobre o parto e 40% sobre o pós parto. Dos dados referentes às consultas, havia alguma anotação de peso e estatura em 69% das CSC, desenvolvimento neuropsicomotor em 8,8%, anotação de intercorrências em 7,6%, relato de uso de sulfato ferroso em 3,8% e de orientação alimentar em 3,8%. Em nenhuma CSC havia anotação sobre época do desmame. Das duas crianças atendidas em consultório particular, apenas 1 CSC tinha anotação de peso e estatura e a outra,nenhuma anotação. Não foi possível fazer correlações estatísticas entre pacientes atendidos por pediatras, médicos de família e enfermeiros devido a falta de informações nas CSC.
CONCLUSÃO O estudo sugere que a CSC não esteja sendo utilizada com a função de promover a saúde infantil, como foi preconizado no momento em que foi lançada. Um possível viés desse estudo é o fato dele ter sido realizado com pacientes internados e o adoecimento pode estar relacionado a uma menor vigilância em saúde infantil. Para esclarecer com que frequência o descaso com a utilização das CSC se estende nos serviços de saúde é necessário que se promova um estudo maior de verificação da correta utilização desse instrumento em crianças que não estejam doentes, por exemplo,durante campanhas de vacinação e que haja empenho das Escolas de Medicina e dos Hospitais com programas de Residência Médica em Pediatria, na ênfase ao treinamento dos estudantes e pediatras quanto a importância do correto preenchimento desse instrumento de promoção de saúde infantil.

 

Responsável
LARISSA SOUTELLINHO DA COSTA


Palavras-chave:

Capacitação Multiprofissional em Reanimação Pediátrica-normas 2010: Apreensão do Conhecimento

Vieira, C; Valente CO; Pessanha MJ; Sgorlon G; Lopes DC; Dorneles I; Viana ME; Cardoso A; Alonso M; Alvarenga AL; Fratini I

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p107, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Cardite reumática - conduta atual de acordo com os especialistas - uma avaliação qualitativa!

Müller RE; Kuschnir MCC; Aquino CM; Espíndola VBP, Yaakoub MC; Nascimento FF

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p114, Dezembro 2012


Palavras-chave:

CÁRIE DENTÁRIA, SOBREPESO E OBESIDADE ASSOCIADOS À INGESTÃO FREQUENTE DE CARBOIDRATOS REFINADOS: UMA ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR

CECÍLIA PEREIRA SILVA (UNIFOA); LARA THAUANA GUIMARÃES PENA (UNIFOA); JULIANA JANGELAVICIN BARBOSA (UNIFOA); LUIZA DE AGUIAR MISSEL (UNIFOA); LUARA DE OLIVEIRA PIRES (UNIFOA); ROSILÉA CHAIN HARTUNG HABIBE (UNIFOA); CAROLINA HARTUNG HABIBE (UNIFOA); ALINE PIRES DE OLIVEIRA (UNIFOA); CRISTINA GARANI SCHNEIDER GUIMARÃES (UNIFOA); CRISTIANE GORGATI GUIDORENI (UNIFOA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p172,  2016


Palavras-chave:

Casos típicos de nevo epidérmico verrucoso em crianças

Leal, T.M.P.B.; Veiga, F.P.L.F; Boechat, R.A.; Goettenauer, R.B.; Freitas, L.S.; Rocha, M.M.B.S.; Azevedo, C.E.S.; Barbosa, S.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p124, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Nevos epidérmicos são hamartomas oriundos do ectoderma embrionário cujas células diferenciam-se em queratinócitos e células formadoras de anexos epidérmicos. As lesões geralmente surgem ao nascimento, são intensamente ou levemente pigmentadas, uni ou bilaterais. Podem acometer mucosas oral e conjuntival. O nevo epidérmico verrucoso prevalece no sexo feminino. Inicialmente são estrias ou placas aveludadas pigmentadas que vão escurecendo com a superfície mais ceratótica. Predominam no tronco, raramente cruzam a linha média. Nos membros tendem a ser lineares.
OBJETIVO: Relatar 2 casos dessa dermatose em crianças, alertando os médicos para lesões sugestivas do NEV, favorecendo diagnóstico precoce.
MATERIAL E MÉTODO: Caso 1- LCA, 6 anos, sexo feminino, branca, natural do RJ, história de alergia ao leite e grande "mancha" cutânea. Apresenta placas pigmentadas, acastanhadas, ceratóticas na região inguinal esquerda, com faixa de continuidade à parte interna da coxa e perna esquerdas. Na perna esquerda apresenta-se como mancha hipocrômica, estendendo-se até o pé esquerdo. As lesões surgiram aos 2 meses como mancha hiperemiada, posteriormente formando crosta, seguida de aspecto ceratótico compatível com NEV. Caso 2 - JPCM, 11anos, sexo masculino, negro, natural do Rio de Janeiro. Investigando macrocefalia sem alterações neurológicas. TC de crânio normal. Aos 3 anos apresentava lesões cutâneas maculares hipercrômicas lineares da escápula ao 2º quirodáctilo esquerdo Áreas com lesões papuloverrucosas no trajeto linear, principalmente no cotovelo e dorso do 2º quirodáctilio sendo diagnosticado NEV.
RESULTADOS: Os casos são exemplos clássicos de NEV com lesões extensas e de aparecimento precoce. Quando não identificadas corretamente podem causar confusão diagnóstica e investigações desnecessárias.
CONCLUSÃO Diante dessas lesões cutâneas potencialmente deformantes, causadoras de estresse psicossocial, torna-se primordial o diagnóstico precoce e acompanhamento especializado. Salienta-se a importância do acolhimento da criança e seus familiares, como medida fundamental para o êxito da conduta, melhor prognóstico e, sobretudo, a melhor qualidade de vida dos pacientes.

 

Responsável
VERENA ANDRADE BALBI


Palavras-chave:

CETOACIDOSE DIABÉTICA EM HOSPITAL DE REFERÊNCIA PEDIÁTRICA

GIULIANE SARMET MOREIRA DAMAS DOS SANTOS PORTILHO DE CASTRO (UNIFESO ); VIVIANE DAMAS RIBEIRO DOS SANTOS (HINSG ); SUELLEN PIMENTEL DE BARROS (HINSG )

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p84,  2016


Palavras-chave:

CHIKUNGUNYA: FORMA ATÍPICA DE APRESENTAÇÃO NA INFÂNCIA

IGO OLIVEIRA DE ARAÚJO (HOSPITAL GERAL NOVA IGUAÇU); BÁRBARA LORENZONI AGRIZZI (HOSPITAL GERAL NOVA IGUAÇU); JOSÉ HENRIQUE HERDY LEÃO (HOSPITAL GERAL NOVA IGUAÇU); CALINE LISBOA TONASSI (HOSPITAL GERAL NOVA IGUAÇU); RAFAEL KNUST COELHO (HOSPITAL GERAL NOVA IGUAÇU); DÉBORA CHAVES FRANCO (HOSPITAL GERAL NOVA IGUAÇU); TATIANE AZEVEDO BATISTA (HOSPITAL GERAL NOVA IGUAÇU); NATÁLIA FROSSARD TOSTES BARBOZA (HOSPITAL GERAL NOVA IGUAÇU); THAISSA CAMPOS BOSCAGLIA (HOSPITAL GERAL NOVA IGUAÇU); ANA CAROLINA OLIVEIRA LAVRADAS (HOSPITAL GERAL NOVA IGUAÇU)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p130,  2016


Palavras-chave:

Cisto broncogênico em lactente: importância do diagnóstico diferencial

Bronchogenic cyst in Infant: Importance of a Differential Diagnosis

Amanda thaís thomé de Morais; tatiana de Araujo Eguchi; Ana Elisa Ribeiro de Faria; Mayara de Castro Silva del Castillo; thais Christine Baioneta; Mariah de Paula Leite; Claudia Correard de Lima; Juliana Portella Veiga Drumond; Bruna Ferreira Di Palma Queiroz; Carlos Alberto Bhering

Revista de Pediatria SOPERJ - V.11, Nº1, p19-22, Junho 2010

Resumo

O cisto broncogênico apresenta-se como massa arredondada mediastinal,unilocular,contendo material caseoso. É uma má formação pulmonar relativamente incomum. Em crianças, essa má formação tende a localizar-se no mediastino. Os sintomas variam conforme a idade e a localização do cisto. No presente relato, os autores descrevem um caso de cisto broncogênico mediastinal em uma lactente, cujos sintomas simulam o de uma hiperreatividade brônquica ocasionando terapias desnecessárias, bem como internações repetidas. A retirada cirúrgica da lesão cística possibilita uma completa remissão sintomatológica.


Palavras-chave: Cisto broncogênico; asma brônquica; má formação pulmonar

CISTO OVARIANO ROTO ASSOCIADO A HEMOPERITÔNIO VOLUMOSO EM PACIENTE EM USO DE ANTICOAGULANTE.

GIULIANE SARMET MOREIRA DAMAS DOS SANTOS PORTILHO DE CASTRO (UNIFESO); VIVIANE DAMAS RIBEIRO DOS SANTOS (HINSG); SUELLEN PIMENTEL DE BARROS (HINSG)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p60,  2016


Palavras-chave:

Citomegalovirose perinatal: aspectos clínico-patológicos

Perinatal cytomegalovirus infection: clinical and pathological aspects

Paula Figueiredo Simões; Glaucia Macedo de Lima; Israel Figueiredo Junior; Vânia Silami Lopes

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº3, p40-44, Outubro 2016

Resumo

OBJETIVO: Descrever um caso de infecção viral por citomegalovírus em lactente com possível contaminação durante o parto ou aleitamento materno.
DESCRIÇÃO DO CASO: Após o nascimento sem intercorrências e com bom desenvolvimento, o lactente necessitou vários atendimentos emergenciais e internações, até uma evolução para sepse decorrente de episódio de enterocolite refratária que resultou em óbito. Os exames macroscópicos e histopatológicos demonstraram uma agressão sistêmica pelo vírus de inclusão citomegálica.
DISCUSSÃO: Diante de um pré-natal de baixa qualidade associado a um quadro infeccioso progressivo no concepto, a doença de inclusão citomegálica deve ser considerada, mesmo na ausência de exames laboratoriais comprobatórios.


Palavras-chave: citomegalovírus, sepse, leite humano, cuidado do lactente.

COARCTAÇÃO DE AORTA NO ADOLESCENTE

SAMIRA GUENEM DA FONSECA MAGALHÃES (HOSPITAL ESCOLA LUIZ GIUSEFFI JANNUZZI); JOSÉ RAPHAEL BIGONHA RUFFATO (HOSPITAL ESCOLA LUIZ GIUSEFFI JANNUZZI); HELENA ROZA MENDES DA SILVA (UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA); LAIS BARROS DE AQUINO FERREIRA (HOSPITAL ESCOLA LUIZ GIUSEFFI JANNUZZI); MARIANA DO VALE BISSOLI (HOSPITAL ESCOLA LUIZ GIUSEFFI JANNUZZI); FABIOLA KERCKHOFF (HOSPITAL ESCOLA LUIZ GIUSEFFI JANNUZZI)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p49,  2016


Palavras-chave:

Colonização nasal e infecção por Staphylococcus aureus e Staphylococcus aureus resistente à meticilina em crianças com varicela

Staphylococcus aureus and methicillin-resistant Staphylococcus aureus nasal carriage and infection in children with varicella

Maria Isabel Brandão Pires e Albuquerque; Fábio Aguiar Alves; Luis Guillermo Coca Velarde; Marcos Gabriel Pinheiro; Edilene Macedo Lima; Ana Tereza Antunes Monteiro de Souza; Bianca Dray Marassi; Claudete Aparecida Araújo Cardoso

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15, Nº1, p13-22, Fevereiro 2015

Resumo

OBJETIVO: Estudar prevalência de colonização nasal e infecção por Staphylococcus aureus (S. aureus) e S. aureus resistente à meticilina associado à comunidade (CA-MRSA) em crianças com varicela atendidas em nível hospitalar, avaliando a presença de infecção secundária e o desfecho clínico.
MÉTODOS: Trata-se de um estudo de corte transversal, em que se aplicaram questionários acerca dos fatores de risco para colonização e infecção por S. aureus, bem como se coletou suabe nasal. A resistência à meticilina foi confirmada pela detecção do gene mecA pela técnica de reação em cadeia da polimerase (PCR). Adicionalmente, a gravidade dos casos foi estimada por meio do Pediatric Risk of Mortality score (PRISM), e avaliou-se o desfecho clínico dos pacientes internados. As variáveis categóricas foram comparadas por meio do teste do qui-quadrado ou do exato de Fisher. Considerou-se p-valor < 0,05 estatisticamente significativo.
RESULTADOS: Foram incluídos 55 pacientes. A prevalência da colonização nasal por S. aureus foi de 34,5%; enquanto a de CA-MRSA foi de 7,3%. A análise bivariada demonstrou significância estatística entre a colonização por S. aureus e as seguintes variáveis: sexo masculino, complicações infecciosas, infecção de pele, uso de beta-lactâmicos, internação e familiar da área da saúde (p < 0,05). O PRISM mediano dos pacientes colonizados por MRSA foi de 4,3% e dos não colonizados foi de 0,7%. Avaliou-se o desfecho clínico de 26 pacientes internados, sendo o PRISM mediano dos colonizados por MRSA de 23,6% e dos não colonizados de 0,8%.
CONCLUSÕES: Há evidências de que o aumento nas taxas de colonização por CA-MRSA contribua para o aumento na gravidade dos casos de infecção secundária em pacientes pediátricos com varicela, sugerindo que o esquema antimicrobiano empírico inicial nos casos mais graves inclua agentes com atividade contra CA-MRSA.


Palavras-chave: Staphylococcus aureus. Staphylococcus aureus resistente a meticilina. Cavidade nasal. Crianças. Varicela.

Como está nossa Pediatria hoje?

Cláudio Moreira Barbosa

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº3, p4, Outubro 2016


Palavras-chave:

Como estamos tratando a cardite reumática no Brasil? Resultado de inquérito diagnóstico!

Müller RE; Kuschnir MCC; Migowski A; Nascimento FF; Silva MJLM; Xavier RMA

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p112, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Comparação dos critérios de classificação da obesidade infantil e sua associação com a asma

Comparison of childhood obesity classification criteria and their association with asthma

Sílvia Paschoalini Azalim de Castro; Joel Alves Lamounier

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº2, p18-25, Junho 2016

Resumo

OBJETIVOS: verificar a prevalência de asma e obesidade em escolares e adolescentes na cidade de Juiz de Fora - Minas Gerais, estudar quatro diferentes parâmetros antropométricos para definição da obesidade infantil e identificar a diferença entre os mesmos quanto à associação com a asma e a asma grave.
MÉTODOS: estudo observacional do tipo transversal. Utilizou-se do questionário ISAAC e dados antropométricos. O trabalho foi realizado com escolares (6 a 8 anos) e adolescentes (13 a 15 anos). Nas escolas, selecionadas aleatoriamente, eram realizadas as medidas antropométricas. As comparações foram realizadas a partir do teste t-student ou Mann-Whitney. A concordância da classificação da obesidade entre os diferentes parâmetros estudados foi analisada através do coeficiente Kappa.
RESULTADOS: 394 estudantes 58,1% tinham entre 6 a 8 anos e 54,3% eram do sexo feminino. A prevalência de asma ativa nos escolares foi de 18,6 % e de 12,7% nos adolescentes. A prevalência da obesidade foi de 24% e de 28% respectivamente. Houve boa concordância da circunferência abdominal (coeficiente Kappa 0,68) e da razão cintura-altura (coeficiente Kappa 0,71) em relação ao escore Z IMC na comparação entre os parâmetros antropométricos de classificação da obesidade. Observou-se associação da relação cintura-altura (p = 0,044) e do escore Z IMC (p= 0,017) com a asma e da circunferência do pescoço com a asma grave ( p= 0,004).
CONCLUSÃO: A relação cintura-altura e a medida da circunferência do pescoço são importantes medidas antropométricas na definição da obesidade infantil associada à asma, sendo medidas de fácil execução na prática clínica.


Palavras-chave: Asma, Obesidade infantil, Índice de massa corporal, Relação cintura-altura, Circunferência abdominal.

COMPARAÇÃO ENTRE CRIANÇAS IMPÚBERES COM OBESIDADE E OBESIDADE GRAVE EM RELAÇÃO AOS FATORES DE RISCO PARA DOENÇAS CARDIOVASCULARES

MATEUS GARCIA TAVARES (UERJ/HUPE); ISABEL REY MADEIRA (UERJ/HUPE); FERNANDA MUSSI GAZOLLA (UERJ/HUPE); CECILIA LACROIX DE OLIVEIRA (UERJ/HUPE); DIANA CARLA GIRARDI DE LIMA (UERJ/HUPE); RAYANE QUITES SENRA (UERJ/HUPE); MICHELE ALVES MEDEIROS (UERJ/HUPE); MAYARA DE LIMA MOREIRA (UERJ/HUPE)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p74,  2016


Palavras-chave:

Comparação entre os resultados do teste da orelhinha e da timpanometria: devemos revisar o protocolo de triagem auditiva neonatal?

Comparison of the results of the otoacoustic emission tests and tympanometry tests: should we revise the neonatal hearing screening protocol?

Armanda de Oliveira Pache de Faria; Alan Araújo Vieira; Raphaella Costa Moreira Simen; Maria Elisa Vieira da Cunha Ramos Miterhof

Revista de Pediatria SOPERJ - V.18, Nº2, p11-17, Junho 2018

Resumo

INTRODUÇÃO: a grande incidência de alterações na orelha média em recém-nascidos gera aumento na frequência de resultados falsamente alterados no teste da orelhinha.
OBJETIVO: analisar a correlação entre as respostas das emissões otoacústicas evocadas transientes com os resultados da timpanometria.
MÉTODOS: estudo prospectivo no qual foram estudados os recém-nascidos que permaneceram internados na unidade neonatal. Estes foram submetidos à timpanometria com tom de 226 Hz e 1.000 Hz e a emissões otoacústicas evocadas transientes. As curvas timpanométricas foram classificadas em normais (A e duplo pico) ou alteradas (Ad, As, B, C). A população foi descrita por meio de frequências absolutas e relativas, e a correlação entre os resultados dos exames realizados foi estabelecida por meio do teste qui-quadrado e por regressão logística, com significância de 95%, utilizando-se o pacote estatístico SPSS 16.0.
RESULTADOS: dos 172 pacientes admitidos, preencheram os critérios de inclusão 137, perfazendo 274 orelhas. Dessas, 22 apresentaram emissões otoacústicas evocadas transientes alteradas, 14 timpanometrias com tom de 226 Hz e 18 timpanometrias com tom de 1.000 Hz. A correlação entre emissões otoacústicas evocadas transientes alteradas e timpanometria com tom de 226 Hz alterada no primeiro exame apresentou OR = 44 (IC 95%: 11,75 - 166,81; p < 0,001); com a timpanometria tom de 1.000 Hz, a correlação apresentou OR = 829 (IC 95%: 100,2 - 6.879,17; p < 0,001).
CONCLUSÕES: houve melhor correlação entre os resultados das emissões otoacústicas evocadas transientes com a timpanometria com tom de 1.000 Hz na população estudada.


Palavras-chave: Triagem neonatal; Testes de impedância acústica; Orelha média; Recém-nascido.

Compartilhando significados...

Maria Angélica Bonfim Varela

Revista de Pediatria SOPERJ - V.10(supl 1), Nº1, p3, Maio 2009


Palavras-chave:

Componentes de Risco Cardiovascular em Crianças de Baixo Peso ao Nascer

Madeira, I.R.; Bordallo, M.A.N.; Collett-Solberg, P.F.; Bordallo, A.P.N.; Gilban, D.L.S.; Gazolla, F.M.; Borges, M.; Garcia, M.H.M.; Carneiro, A.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p51, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O baixo peso ao nascer possui impacto no desenvolvimento de complicações futuras como obesidade, hipertensão arterial sistêmica e resistência insulínica, relacionadas à doença cardiovascular aterosclerótica. Alterações no perfil clínico, metabólico e hormonal relacionadas à doença cardiovascular já seriam detectadas em crianças pré-púberes nascidas com baixo peso.
OBJETIVO: Avaliar perfil clínico, metabólico e hormonal relacionado à risco cardiovascular em crianças pré-púberes de baixo peso ao nascer (BPN) e relacionar as variáveis de interesse com grau de baixo peso, prematuridade e retardo do crescimento intrauterino.
MATERIAL E MÉTODO: Estudo transversal com 58 crianças de BPN (17 prematuros pequenos para idade gestacional (PIG), 32 prematuros adequados para idade gestacional (AIG), 9 PIG a termo), de 2 a 7 anos, oriundas de ambulatório pediátrico de hospital universitário. Avaliou-se a correlação entre o Z escore de índice de massa corporal (ZIMC), circunferência da cintura (CC), pressão arterial sistólica (PAS) e diastólica (PAD), níveis de glicose, insulina, leptina, adiponectina e Homeostasis Model Assessment for Insulin Resistance (HOMA-IR) e as variáveis peso e Z escore de peso e comprimento de nascimento, idade gestacional, variação no Z escore de peso do nascimento ao primeiro ano (&#8710;ZP1) e até o momento do estudo (&#8710;ZP).
RESULTADOS: Houve correlação entre ZIMC (p = 0,0001), CC (p = 0,0008), PAD (p = 0,046), insulina (p = 0,020), HOMA-IR (p = 0,016) e leptina (p= 0,0008) com &#8710;ZP1. Houve ainda correlação entre ZIMC (p = 0,0001), CC (p = 0,0001), PAS (p = 0,022), PAD (p = 0,003), insulina (p = 0,007), HOMA-IR (p = 0,005) e leptina (p = 0,0001) com &#8710;ZP. Nenhuma variável se correlacionou com características do nascimento.
CONCLUSÃO O ganho ponderal pós-natal apresentou maior influência sobre os biomarcadores de risco cardiovascular do que a prematuridade ou crescimento intrauterino retardado. Estudos adicionais são necessários para avaliar se os achados configuram risco cardiovascular aumentado. Nenhum dos autores possui conflitos de interesse. Aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital Universitário Pedro Ernesto, em 22 de agosto de 2012.

 

Responsável
ISABEL REY MADEIRA


Palavras-chave:

Comportamento de risco do adolescente

Giuseppe Pastura

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº3, p3, Outubro 2017


Palavras-chave:

COMUNICAÇÃO INTERATRIAL ISOLADA É UMA CARDIOPATIA COM DIAGNÓSTICO TARDIO NA INFÂNCIA?

ELIANE LUCAS (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); LIDUÍNA ISABELA ALBERTO REBOUÇAS DE CARVALHO ALMEIDA (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); FERNANDA VASCONCELLOS VALLE DEMIDOFF (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); THAMIRIS VIEIRA RODRIGUES (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); RAFAEL PIMENTEL CORREIA (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); PATRICIA CORREIA ANTUNES DE PAIVA (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); DIOGO PINOTTI (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); CARLOS CESAR ASSEF (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); MARIA DE MARILACC LIMA ROISEMAN (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); MARIA DE LOURDES LUZES (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p42,  2016


Palavras-chave:

CONDIÇÃO CRÔNICA COMPLEXA (CCC) EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BRASIL: MAGNITUDE DAS INTERNAÇÕES, BRASIL, 2013.

ISADORA ALMEIDA FERREIRA (UFF/IFF/FIOCRUZ); LÍVIA ALMEIDA MENEZES (IFF/FIOCRUZ); MARTHA CRISTINA NUNES MOREIRA (IFF/FIOCRUZ); ERLY CATARINA DE MOURA (IFF/FIOCRUZ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p88,  2016


Palavras-chave:

Conhecimento dos responsáveis sobre a prevenção de acidentes domésticos envolvendo crianças

Statistics on the prevention of accidents involving children

Ianni Farias de Abreu Miranda; Raphaela Soares; Katerine Torre; Amanda Costa; Tereza Fonseca; Maria Das Graças Fernandes

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15, Nº1, p6-12, Fevereiro 2015

Resumo

OBJETIVO: A presente pesquisa teve como objetivo avaliar o nível de conhecimento dos responsáveis envolvendo mães (75%), pais (5%) e avós (20%) que frequentam o serviço de saúde do polo Itanhangá, no Rio de Janeiro, no que se refere à prevenção de acidentes domésticos envolvendo crianças e adolescentes de 2 anos a 13 anos.
MÉTODOS: Aplicou-se um questionário a uma amostra de 20 participantes acima de 22 anos com baixo nível socioeconômico, a fim de avaliar a história prévia de acidentes domésticos, fatores relacionados à prevenção deles e ainda o conhecimento dos participantes de como atuar vigente aos acidentes.
RESULTADOS: Constatou-se que, embora frequentem o serviço de saúde, os responsáveis pouco sabem a respeito de como evitar acidentes. Logo, a prevenção é falha e, com isso, sobrecarregam os serviços de emergência com traumas envolvendo crianças.
CONCLUSÕES: É necessário um enfoque no assunto em questão durante as consultas de puericultura. Sendo assim, o esclarecimento é o primeiro passo para evitar acidentes, visto que melhorar a prevenção é fundamental para transformar o modelo médico atual.


Palavras-chave: acidentes domésticos infantis; perigos domiciliares; prevenção de acidentes domésticos.

Conhecimento e percepção dos acadêmicos do internato do curso de medicina sobre aleitamento materno

Costa, C.R.O.; Meirelles, R.M.S.; Soares, I.C; Vieira, E.M.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p38, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Contagiantes - doutores palhaços: experiência de acadêmicos em hospitais de Volta Redonda (RJ)

Faro, L.R.T.; Camargo, B.N.S.; Loureiro, L.G.; Cristino, A.C.B.; Mageste, P.S.; Costa, C.J.; Rodriguez, M.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p55, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Contagiantes - Doutores palhaços é um projeto contínuo e filantrópico da Liga Acadêmica de Humanização do curso de Medicina do UniFOA que teve início em 20 de março de 2013 e atualmente conta com uma equipe de dezenove acadêmicos de medicina do UniFOA que se caracteriza de palhaço e frequenta dois hospitais municipais: São João Batista e Munir Rafful.
OBJETIVO: Com a nobre missão de levar alegria por onde passam, os doutores palhaços objetivam minimizar o sofrimento das exaustivas rotinas as quais enfermos estão submetidos no ambiente hospitalar, sendo estes acolhidos com amor e alegria.
MATERIAL E MÉTODO: As visitas acontecem nas enfermarias pediátricas três vezes por semana. Para assegurar a qualidade de suas intervenções, os "Contagiantes" passaram por um treinamento de dois meses e após serem aprovados, foram admitidos na equipe.
RESULTADOS: É muito gratificante despertar o sorriso dessas crianças através de brincadeiras, músicas, contos de histórias e fantasias infantis. Mais que maquiagem, roupas coloridas e o inconfundível nariz vermelho, é preciso uma boa dose de sensibilidade para encantar multidões. Pode-se perceber que a gratidão não vem apenas das crianças, mas também dos pais e dos próprios profissionais de saúde. É possível notar uma melhora no quadro geral das crianças, que ficam mais dispostas, animadas e apresentam menor resistência ao tratamento. Os resultados não ficam restritos àqueles assistidos na intervenção, mas também a seus intérpretes, sendo estes beneficamente impactados, relatando sensações de bem estar após realizar este trabalho voluntário.
CONCLUSÃO O trabalho realizado tem obtido respostas muito positivas ao tornar o ambiente hospitalar um lugar mais descontraído para as crianças e profissionais de saúde. Para o acadêmico, ele se torna uma oportunidade única e diferenciada em que estes futuros médicos vivenciem de forma privilegiada a relação médico-paciente.

 

Responsável
ISABELA RAIMUNDO PARANHOS


Palavras-chave:

Contribuição da broncoscopia para o diagnóstico da tuberculose na criança

Sias, S.M.A.; Franco, C.L.; Firme, L.H.C.; Lombardi, P.I.M.L.; Luz, C.A.; Oliveira, V.F.; Lucas, M.G.O.; Pinto, A.L.B.L.F.; Vasconcellos, C.C.A.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p67, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A Tuberculose é uma doença endêmica de países em desenvolvimento. No Brasil, estima-se que 15% dos casos ocorram em menores de 15 anos. Aproximadamente 80% das formas pulmonares não tem confirmação bacteriológica. A dificuldade em coletar escarro na criança e a escassez de bacilos dificultam o diagnóstico. Atualmente, utiliza-se uma tabela de pontuação que avalia dados clínicos, epidemiológicos, (história de contato com adulto bacilífero), teste tuberculínico, estado nutricional e radiografia alterada apesar da antibioticoterapia, indicando ou não o tratamento específico.
OBJETIVO: Relatar a importância da broncoscopia em detectar alterações específicas na árvore traqueobrônquica e/ou isolar o microorganismo na secreção ou no lavado broncoalveolar, contribuindo para o diagnóstico.
MATERIAL E MÉTODO: D.O.S., 5 meses, sexo masculino, branco, apresentando febre, dispneia e tosse produtiva. Foi diagnosticado pneumonia na emergência e indicado internação. Após 8 dias de Cefepima sem melhora (uso prévio de Ampicilina e Amoxicilina + Clavulanato), foi transferido ao Hospital Universitário com relato de três amostras de escarro BAAR negativo e PPD não reator. Pai em tratamento ambulatorial para tuberculose. Na admissão, apresentou-se bom estado geral, taquipneia, sibilos difusos e estertoração subcrepitante em hemitórax direito. À radiografia, manteve hipotransparência em 1/3 superior do hemitórax direito. TCAR de tórax com redução volumétrica do pulmão e consolidação em lobo superior direito, com desvio ipsilateral do mediastino. Exames laboratoriais sem alterações significativas. A broncoscopia mostrou protrusão granulomatosa em parede medial do brônquio lobar superior direito e identificado bacilo de Koch ao exame direto e cultura. Iniciado esquema RIP com melhora evolutiva e acompanhamento ambulatorial.
RESULTADOS: Diante do diagnóstico, ressalta-se a broncoscopia como ferramenta auxiliar no diagnóstico pulmonar na criança pela possibilidade de identificação do microorganismo e pela visualização direta das lesões brônquicas.
CONCLUSÃO A Tuberculose deve sempre ser lembrada nos casos de pneumonia e atelectasia refratária à antimicrobianos usuais e que apresentem discrepância entre os dados clínicos e radiológicos

 

Responsável
LAURA CRISTINA MACHADO RIBEIRO DE SOUZA


Palavras-chave:

Convulsões

Seizure

Adriana Rocha Brito; Marcio Moacyr Vasconcelos; Simone Saraiva de Abreu Almeida

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17(supl 1), Nº1, p56-62,  2017

Resumo

INTRODUÇÃO: convulsão é uma importante causa de visita à emergência pediátrica. É es sencial que o médico-pediatra conheça suas diversas formas de apresentação, prováveis causas e os principais diagnósticos diferenciais para o manejo adequado do caso e orientação à família.
OBJETIVO: revisão atualizada sobre a abordagem das convulsões e do estado de mal epiléptico na emergência pediátrica.
FONTES DE DADOS: artigos relevantes publicados nos últimos dez anos na base de dados PubMed, abrangendo exclusivamente a faixa etária de 0 a 18 anos.
SÍNTESE DOS DADOS: este artigo de revisão procura apresentar os conhecimentos necessários para que o médico-pediatra seja capaz de reconhecer o tipo de crise, investigar possíveis causas agudas que requerem conduta imediata e conduzir a abordagem de uma criança com convulsão na emergência pediátrica.
CONCLUSÕES: o diagnóstico e o manejo adequado das convulsões e de suas causas agudas previnem complicações e progressão para o estado de mal epiléptico.


Palavras-chave: Epilepsia; Criança; Emergências; Convulsões febris; Estado epiléptico.

CORÉIA DE SYDENHAM NO CURSO DA FEBRE REUMÁTICA

VITOR PEREIRA LIRA (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); TATIANA BERG MOURÃO TEIXEIRA BERGAMIN (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); ANA PAULA AMANCIO (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); ELAINE RODRIGUES CEZÁRIO (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); LUANA CASTRO SERRA EBERIENOS (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); MARIANA DAROS DE PINHO WANDERLEY (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); RENAN VIEIRA CURY INACIO (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); BRUNO VIEIRA CURY INACIO (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); CINTIA SALLES GOMES (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p118,  2016


Palavras-chave:

Crescimento do prematuro: revisão sobre as curvas de referência

Growth in preterm infants: review of the reference curves

Brunnella Alcantara Chagas de Freitas; Luciana Ferreira da Rocha Sant'Ana; Silvia Eloiza Priore; Juliana Farias de Novaes e Barros; Sylvia do Carmo Castro Franceschini

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13, Nº1, p46-15, Maio 2012

Resumo

INTRODUÇÃO: Os avanços crescentes da neonatologia vêm propiciando a sobrevivência de bebês cada vez mais prematuros. Aumenta-se a preocupação no seguimento do crescimento somático e desenvolvimento neuropsicomotor.
OBJETIVOS: entender como se comporta o crescimento dos prematuros e avaliar as curvas de crescimento utilizadas.
MÉTODOS: Artigo de revisão, que utilizou os descritores "growth" and "premature" nas fontes SciELO, LILACS MEDLINE/PUBMED e referências clássicas.
CRITÉRIOS DE INCLUSÃO: publicações completas a partir de 1990, em inglês e português, em humanos, com delineamento observacional e que se referissem ao crescimento de prematuros como desfecho. Excluíram-se artigos de revisão.
RESULTADOS: Predominaram estudos isolados, utilizando-se de diferentes padrões de referências, para construção de curvas de referência locais, tanto intrauterinas quanto de crescimento pós-natal, o que dificulta inferir os resultados para diferentes unidades neonatais.
CONCLUSÕES: O crescimento fetal é influenciado por fatores genéticos, hormonais, ambientais, placentários e saúde materna, incluindo sua própria condição nutricional e oferta de nutrientes. O aumento da sobrevida dos prematuros de menores idades gestacionais é recente e, desta forma, os dados disponíveis de seguimento referentes ao padrão ideal de crescimento dessa população são limitados, principalmente quanto à vida adulta. Sugerem-se estudos de caráter multicêntrico, com amostras representativas, sobre a cinética do crescimento dos prematuros, desde o período de hospitalização até a idade adulta, que possibilitarão a criação de curvas de referência para prematuros para ampla utilização e, por conseguinte, se estabelecer relações com fatores interferentes de forma mais fidedigna. São necessários mais esclarecimentos sobre a composição corporal e suas consequências metabólicas futuras. prematuro; crescimento e desenvolvimento; recém-nascido


Palavras-chave: prematuro; crescimento e desenvolvimento; recém-nascido

Crescimento e desenvolvimento na adolescência

Maria de Fátima Goulart Coutinho

Revista de Pediatria SOPERJ - V.12(supl 1), Nº1, p28-34, Agosto 2011


Palavras-chave:

Criança exposta verticalmente ao HIV e não infectada apresentando infecções graves: evidência de imunodeficiência?

HIV vertically exposed uninfected child with severe infections: evidence of immunodeficiency?

Bruna Adelino Pontes Correia; Isis Cameron; Ivete Martins Gomes; Rossana Oliveira Cavalcanti Rabelo; Claudete Aparecida Araújo Cardoso

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15, Nº2, p25-28, Setembro 2015

Resumo

OBJETIVO: Crianças expostas verticalmente ao HIV e não infectadas frequentemente são submetidas a maior risco de intercorrências infecciosas, comparado à população pediátrica não exposta ao vírus. O objetivo deste trabalho é relatar o caso de uma criança exposta ao HIV e não infectada que apresentou três intercorrências infecciosas graves no primeiro ano de vida.
DESCRIÇÃO DO CASO: Trata-se de criança filha de mãe usuária de cocaína, etilista, com diagnóstico de HIV desde 2006, em uso de antirretrovirais desde o segundo trimestre desta gestação. Pré-natal especializado, assintomática na gestação, CD4 de 995 células/mm3 e carga viral indetectável próximo do parto. Recebeu zidovudina intravenosa no periparto. RN foi encaminhada à UTI com desconforto respiratório, necessitando ventilação mecânica. Criança permaneceu internada por 38 dias com dois episódios de sepse confirmadas por hemocultura (Enterobacter e Serratia mascences em momentos diferentes). Após alta, apresentou um episódio de pneumonia no segundo semestre de vida, além de candidíase perineal, infecção de vias aéreas superiores, síndrome pertussis e dois episódios de bronquiolite, necessitando internação em duas ocasiões. Criança apresentou três cargas virais indetectáveis e um teste anti-HIV não reativo após os 12 meses de idade, recebendo alta do serviço após exclusão da infecção pelo HIV.
DISCUSSÃO: Apesar de não infectada pelo HIV, paciente apresentou uma clínica grave durante o primeiro ano de vida, com três infecções sistêmicas, sugerindo imunodeficiência. A observação da frequência de intercorrências infecciosas neste grupo poderá contribuir para uma melhor abordagem e uma intervenção mais adequada, com o objetivo de diminuir a morbimortalidade nessa população.


Palavras-chave: Infecção, Lactente, HIV

Crianças contra a dengue

José, Iramar Evaristo; Silva, Nilce Maria Castro de Oliveira Silva; Gueyard, Marcia Estela, Martins, Sandr

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p48, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Crianças, adolescentes e violência

Romeu Gomes

Revista de Pediatria SOPERJ - V.10, Nº2, p3, Dezembro 2009


Palavras-chave:

Curso de educação continuada a distância da SOPERJ. Módulo 2: emergências pediátricas

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13, Nº2, p0, Dezembro 2012


Palavras-chave:

CURSOS OBRIGATÓRIOS DA RESIDÊNCIA MÉDICA EM PEDIATRIA: ESTRATÉGIA NO RIO DE JANEIRO PARA REDUZIR AS DIFERENÇAS

COMITÊ DE ENSINO (SOPERJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p87,  2016


Palavras-chave:

Declaração de nascidos vivos do município de Volta Redonda, RJ: perfil da gestante adolescente

Costa., C.R.O.; Diório, R.A.; Gonçalves. T.C.; Soares, I.C.; Vieira, E.M.; Villela,T.F.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p46, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Deficiência de zinco em lactente: um raro caso de acrodermatite enteropática?

Zinc deficiency in infants: a rare case of enteropathic acrodermatitis?

Bruna K. Pinheiro França Protásio; Mauro Sérgio Toporovski; Lygia Souza Lima Lauand; Clarice Blaj Neufeld; Leandro Dimasi Buck; Laura Garofalo; Luciana de Almeida; Camila M. P. Machado Martins Barbosa

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº3, p34-37, Outubro 2017

Resumo

INTRODUÇÃO: a acrodermatite enteropática é um distúrbio hereditário raro do metabolismo do zinco, podendo se apresentar com desnutrição, diarreia, alopecia, dermatite e infecções de repetição. O diagnóstico definitivo é feito pelo teste genético.
OBJETIVO: relatar um caso de deficiência de zinco em lactente com quadro clínico típico de acrodermatite enteropática, que, apesar de bastante sugestivo, não pôde ser confirmado por teste genético.
DESCRIÇÃO DO CASO: paciente de 11 meses com dermatite, diarreia crônica e deficiência de zinco iniciadas após desmame de leite materno com melhora inicial após reposição de zinco e óbito por sepse.
DISCUSSÃO: neste relato de caso, temos uma paciente atendida em hospital terciário que não dispunha do teste específico, porém o quadro clínico, laboratorial e evolução são bastante sugestivos dessa rara doença. O tratamento se baseia na reposição de zinco e geralmente apresenta resultado satisfatório.


Palavras-chave: Zinco. Diarreia. Acrodermatite. Imunidade.

DEFICIT PONDERAL EM CRIANÇAS PORTADORAS DE PARALISIA CEREBRAL - COMPARATIVO DE CURVAS DE CRESCIMENTO

HEIDI HILDEGARD MONKEN FERNANDES PACHECO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); FERNANDA MUSSI GAZOLLA JANNUZZI (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); DANIELA RABELLO FRANCO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); MARIANA BRANDÃO GRECO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); GABRIELA LEME VASCONCELLOS (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); MARIA EDUARDA CALDAS RABHA TOSTO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); THIAGO TAUCEI PANIZZI (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); ANA PAULA VILLAÇA SIMÕES (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); BRUNA NOGUEIRA WERNER (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p211,  2016


Palavras-chave:

DELIRIUM HIPERATIVO EM PACIENTE PEDIÁTRICO SOB CUIDADOS INTENSIVOS

THAÍSSA CASAGRANDE DE MESQUITA (UERJ/HUPE); ROBERTA ESTEVES VIEIRA DE CASTRO (UERJ/HUPE); RAQUEL ZEITEL (UERJ/HUPE)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p214,  2016


Palavras-chave:

Dengue, um fator de risco para sequestro esplênico na doença falciforme?

Varandas, P.A.W.; Varella, C.P.; Giffoni, M.; Silva, R.A.S.; Silva, M.S.C.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p78, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A doença falciforme tem maior morbidade e complicações na infância, sendo o sequestro esplênico um índice de mortalidade de 12% no primeiro episódio e 20% no segundo episódio. As infecções virais podem precedê-las.
OBJETIVO: Relatar um caso de sequestro grave associado à dengue.
MATERIAL E MÉTODO: V.G.A, 2 anos e 4 meses, portadora de doença falciforme (Sß-tal), internada com quadro de febre há 2 dias. Encontrava-se em regular estado geral, hipocorada (2+/4+), hidratada, ACV: BNF. RR2T. SS (2+/6+) em BEE. Abdome: Fígado a 1.5cm do RCD e baço a 2.0cm do RCE. Iniciado antibioticoterapia e hidratação venosa. Radiografia de tórax normal, hemograma evidenciando leucopenia, plaquetopenia e hematócrito 30%. Coletados hemocultura, urinocultura e sorologia para Dengue. No sexto dia (1º dia sem febre) apresentou vômitos, dor abdominal, prostração, palidez cutaneomucosa acentuada, hipotensão, taquicardia e esplenomegalia com baço a 6.5 cm do RCE e fígado a 3.0 cm do RCD. Novo hemograma apresentava HT=10%; Hg=3.3 g/dl; 49.000 leucócitos; 8% bastões; 26% segmentados; 51% linfócitos; 89.000 plaquetas e 32.8% de reticulócitos. Diagnosticado sequestro esplênico sendo instituído hemotransfusão, expansão volêmica e tratamento de suporte. Criança evoluiu com estabilidade hemodinâmica e redução do baço. Sorologia para dengue IGM positiva.
RESULTADOS: Há relato na literatura, da associação deste vírus com a doença falciforme e suas formas graves, como síndrome do choque da dengue, um quadro grave com alto índice de mortalidade. Não encontramos relatos do vírus da dengue como desencadeador do seqüestro esplênico.
CONCLUSÃO É relevante o diagnóstico precoce da dengue, nos portadores de doença falciforme, por ser um fator de risco para a síndrome do choque da dengue ou para o sequestro esplênico. Nestes pacientes, devemos valorizar todas as infecções, bacterianas ou virais, e ficarmos atentos às complicações, que podem ser letais.

 

Responsável
MARCELA GOMES FREIRES


Palavras-chave:

DEPRESSÃO NA INFÂNCIA

ANDREZA MOSINHO (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); AKSIA BORGES (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); LIZ SILVA (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); MARCÍLIO FILHO (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); KATIA NOGUEIRA (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p91,  2016


Palavras-chave:

Dermatite atópica

Elisa Fontenelle

Revista de Pediatria SOPERJ - V.3, Nº1, p0, Junho 2002


Palavras-chave:

Dermatite Infecciosa Associada ao HTLV: A Importância do Pré-Natal

Soffé, B.A.C.; Figueiredo, C.F.; Watson, P.; Freires, M.G.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p33, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O vírus linfotrópico de células T humanas (HTLV) está relacionado a diversas patologias, como a dermatite infecciosa associada ao HTLV-I (DIH), um tipo de eczema infectado e recidivante que incide em crianças que adquirem verticalmente a infecção.
OBJETIVO: Mostrar um caso de DIH precoce no lactente.
MATERIAL E MÉTODO: S.K.O.S, três meses, quadro de febre, diarreia, vômitos, rinorreia hialina e sibilância. Lesões cutâneas eczematosas eritemato-descamativas e micropapulas, xerodermia difusa, otorreia espessa, leitosa e fétida. Diagnosticaram-se dermatite com infecção secundária e otite externa eczematosa. Foram investigadas diversas causas de dermatite no lactente, com positividade para HTLV e MRSA em swab de nasofaringe. Iniciaram-se anti-histamínicos, corticoterapia sistêmica e tópica, amoxicilina por 7 dias. Houve alta após 20 dias de internação e melhora do quadro. A paciente foi rinternada após 2 meses, com recidiva cutânea, e foi tratada com sulfametoxazol-trimetropim e alta com dose profilática. Apresentou recidivas frequentes com descontinuação da terapêutica.
RESULTADOS: O diagnóstico de DIH foi firmado com base nos critérios de La Grenade. A doença está sempre associada à infecção pelo Staphylococcus aureus ou Streptococcus beta hemolíticos, com boa resposta a sulfametoxazol-trimetropim. Não se sabe por que crianças infectadas desenvolvem doença, a maioria permanecendo assintomática. Existe a possibilidade de que o desenvolvimento esteja ligado a fatores genéticos ou relacionados a interação do vírus com o portador
CONCLUSÃO Estima-se que haja cerca de 2,5 milhões de pessoas infectadas no Brasil. A via de transmissão favorece o desenvolvimento de doenças específicas associadas ao HTLV1, sendo o aleitamento a principal, ocorrendo de 20% a 30% dos lactentes amamentados por mães infectadas. O risco está associado ao tempo de amamentação. O prognóstico das doenças a ele relacionadas é reservado, em termos de sobrevida e qualidade de vida, sendo a triagem pré-natal fundamental na prevenção da disseminação da infecção.

 

Responsável
CINTIA PUGLIESE VARELLA


Palavras-chave:

Dermatite infecciosa e HTLV 1/2 - relato de caso

Barros BS; Mello AB; Andrade PFM; Sztajnbok DCN; Correa LS

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p26, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Dermatomiosite juvenil associada a parotidite

Amaro, F; Chalfun, D; Goldenzon, A; Rodrigues, M

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p17, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Derrame pericárdico como complicação de anorexia nervosa - relato de caso

Beker RS; Silva DH; Tavares CM; Correia S; Pencak S; S Aquino JHW

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p28, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Derrame pericárdico no hipertireoidismo: um relato de caso

Costa da Silva, MA; Schincariol, V; Grippa, A; Antunes, M ; Malheiros, AF

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p115, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Derrame pleural associado ao cateter central de implantação periférica (PICC): relato de 2 casos

Wellington Luiz Rodrigues Magalhães; Vanessa Aguiar Ferreira Simões; Analice Soares Magalhães; Débora Rosmaninho Coutinho de Melo; Andressa Rangel de Oliveira Lima; Lívia das Graças Rezende

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p59, Dezembro 2012


Palavras-chave:

DESCRIÇÃO DE EXAMES COMPLEMENTARES REALIZADOS EM MENINAS COM PRECOCIDADE SEXUAL.

ANA LUÍZA VELTEN MENDES (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO); WALLACE SALES GASPAR (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO); ANA PAULA NEVES BORDALLO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO); CLARICE BORSCHIVER DE MEDEIROS (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO); DANIEL SCHUEFTAN GILBAN (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO); ISABEL REY MADEIRA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO); PAULO FERREZ COLLETT-SOLBERG (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO); FERNANDA MUSSI GAZOLA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p79,  2016


Palavras-chave:

Desenvolvimento neuropsicomotor no primeiro ano de vida

Alice Y. S. Hassano

Revista de Pediatria SOPERJ - V.12(supl 1), Nº1, p9-14, Agosto 2011

Resumo

São apresentados alguns parâmetros que podem ser utilizados na avaliação do desenvolvimento neuropsicomotor numa consulta em Pediatria, com considerações de que se deve chegar ao diagnóstico funcional da criança.


Palavras-chave:

Desenvolvimento normal de 1 a 5 anos

Eliane Maria Garcez Oliveira da Fonseca

Revista de Pediatria SOPERJ - V.12(supl 1), Nº1, p4-8, Agosto 2011


Palavras-chave:

Desnutrição Proteico-Energética na Infância: Relato de Caso

Fernandes, C.R.; Paiva, F.T.; Melo, J.M.; Sampaio, M.C.; Santanna, R.C.; Percope, F.L.; Junqueira, J.C.F.; Valladares, M.A.B.; Carvalho, S.R.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p45-46, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A desnutrição ainda é uma doença prevalente nos países em desenvolvimento. Trata-se de uma doença de origem multifatorial que se manifesta pela ingestão insuficiente de proteínas e calorias, seja porque a ingestão alimentar desses dois nutrientes é menor que a necessária para o crescimento normal, seja porque as necessidades para o crescimento são maiores do que o que pode ser oferecido, mas que, em outras circunstâncias, teria sido adequado para o crescimento.
OBJETIVO: Descrever caso de paciente com desnutrição proteico-calórica, complicada por enterite e suas repercussões.
MATERIAL E MÉTODO: Lactente de 1 ano de idade, sexo masculino, foi atendido no ambulatório de gastroenterologia pediátrica do IPPMG, com história de baixa estatura, dificuldade em ganhar peso e diarreia com sangue e muco. Aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de idade. À primeira consulta, apresentava alimentação hipocalórica, rica em hidratos de carbono e pobre em proteínas. Substituía algumas refeições por leite materno e não fazia uso de leite de vaca. Ao exame, irritado, hipocorado, edemaciado, taquicárdico, abdomen distendido, dermatite perianal, peso entre p3 e p15 (em queda) e estatura abaixo do p3. Hemograma com anemia hipocrômica e microcítica, trombocitose, leucometria com eosinofilia, hipoalbuminemia, hiponatremia, coprocultura positiva para aeromonas. Diante do quadro clínico e laboratorial, aventou-se hipótese de desnutrição associada à enterite. Durante a internação, o paciente recebeu transfusão de concentrado de hemácias, tiabendazol, metronidazol e dieta adequada para a idade com suplementação. Apresentou melhora da anemia com alta para o acompanhamento ambulatorial em uso de sulfato ferroso e dieta hipercalórica. Evoluiu com ganho ponderal satisfatório.
RESULTADOS: A desnutrição geralmente se inicia nos 2 primeiros anos de vida e é decorrente do desmame precoce ou da introdução incorreta de alimentação complementar associada, muitas vezes, à privação alimentar e à ocorrência de repetidos episódios de doenças infecciosas. A forma edematosa (Kwashiorkor) pode ocorrer, inicialmente, com manifestações vagas, como, por exemplo, letargia, apatia ou irritabilidade. Quando avança, ocorre insuficiência de crescimento, falta de vitalidade, perda de tecido muscular, aumento da susceptibilidade às infecções, vômitos, diarreia, anorexia, flacidez do tecido subcutâneo e edema. O edema ocorre precocemente, podendo mascarar a incapacidade para ganhar peso. A dermatite é comum. O cabelo é escasso e fino, e podem se formar listras avermelhadas ou acizentadas. Finalmente, ocorrerá estupor, coma e morte. Os motivos pelos quais algumas crianças manifestam a forma não edematosa e outras desenvolvem a forma edematosa não são conhecidos. O tratamento inclui 3 fases. Primeira fase (1-7 dias): estabilização. A desidratação é corrigida, e inicia-se o tratamento para controlar infecções bacterianas ou parasitárias. A alimentação oral deve ser iniciada com fórmula altamente calórica - 75 kcal/100 ml com progressão para 100 kcal/100 ml (dieta de reabilitação). Se houver suspeita de intolerância à lactose (diarreia iniciou-se ou não se resolve), deve-se substituir a fórmula em uso por uma fórmula sem lactose. Pacientes anêmicos podem necessitar de transfusão de concentrado de hemácias. Segunda fase (semanas 2-6): reabilitação. Manter a oferta de 100 kcal/kg/dia e tratamento com antibióticos se foram necessários. A administração de alimentos por sonda nasogástrica é preferível ao uso de nutrição parenteral. A terceira fase é realizada em casa, com alimentação ad libitum.
CONCLUSÃO O caso demonstra que, ainda hoje, é imprescindível um alto grau de suspeição, além de uma abordagem intensiva, abrangente e multidisciplinar para reduzir a taxa de mortalidade associada à desnutrição proteico-calórica.

 

Responsável
FERNANDA PÉRCOPE


Palavras-chave:

Desnutrição energético-proteica grave no lactente causada por hipogalactia materna: relato de caso

Severe protein energy malnutrition in the infant caused by maternal hypogalactia: case report

Ana Carolina Bechara Abraão; Maria Fernanda Marranghelo D'Amico; Fatima Regina de Almeida Patiño

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº2, p46-49, Junho 2017

Resumo

OBJETIVO: descrever um caso de desnutrição energético-proteica grave no lactente causada por hipogalactia materna.
DESCRIÇÃO DO CASO: lactente encaminhada de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) por perda de peso importante detectada em consulta de rotina, para investigação da causa da desnutrição. Foram realizados diversos exames, cujos resultados estavam dentro da normalidade, chegando-se à conclusão que a hipogalactia materna foi o agente causador. A criança ficou internada recebendo suplementação alimentar com fórmula láctea apresentando rápida recuperação do peso.
DISCUSSÃO: a desnutrição severa representa um grave problema de saúde pública. Cuidados de base comunitária apresentam um baixo custo de intervenção e podem ser uma estratégia mais condizente com a realidade dos países em desenvolvimento.


Palavras-chave: Transtornos da lactação. Desnutrição proteica. Aleitamento materno.

DETECÇÃO DE MEROMELIA NOS QUATRO MEMBROS DE RECÉM-NATA NA MATERNIDADE PÚBLICA MUNICIPAL DE SÃO GONÇALO-RJ: RELATO DE CASO

MARIA ELIZABETH HERDY BOECHAT (HOSPITAL DA MULHER GONÇALENSE-RJ); CRISTINA MADALENA GOMES DA COSTA (HOSPITAL DA MULHER GONÇALENSE-RJ); ISABELA PAULA DA SILVA DEL RIO DE ALMEIDA (HOSPITAL DA MULHER GONÇALENSE-RJ); LUIZA HERDY BOECHAT LUZ TIAGO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS-RS); JULIANA MARIA BESTETTI (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS-RS); CASSEMIRO SERGIO MARTINS (HOSPITAL ESTADUAL AZEVEDO LIMA-NITERÓI-RJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p106,  2016


Palavras-chave:

Detecção precoce de alterações visuais: papel do pediatra

Viviane Lanzelotte

Revista de Pediatria SOPERJ - V.12(supl 1), Nº1, p40-46, Agosto 2011


Palavras-chave:

Dextrocardia associada à truncus arteriosus

RACOSKI, K.B.; LOUREIRO, E.C.M.; NADAF, M.I.V.; SILVA, A.G.; SANDRIN, C.E.O.G.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p77, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Dextrocardia é a má-formação cardíaca de ocorrência rara, estimada em 1/12.000 gestações, em que o maior eixo do coração encontra-se voltado à direita, não como consequência de anormalidade extracardíaca, mas como resultado de um mau posicionamento congênito.
OBJETIVO: Descrever os achados cardíacos em um caso de dextrocardia.
MATERIAL E MÉTODO: Gestante de 39 anos, secundigesta, um filho saudável de 13 anos. Realizou 7 consultas de pré natal, afastando infeções congênitas específicas, diabetes gestacional, ingestão de álcool ou drogas. A ultrassonografia morfológica de 22 semanas com dextrocardia fetal. Ecocardiograma fetal de 27 semanas interrogando tetralogia de Fallot. Cariótipo de líquido amniótico 46, XY. Parto cesareana indicado por trabalho de parto com 40 semanas associado a mecônio e malformação cardíaca fetal. Recém-nascido, sexo masculino, APGAR 8 e 8, Peso de nascimento: 3090 g, demais perímetros dentro da normalidade. Bom estado geral, evoluindo nas primeiras horas de vida com tiragem intercostal discreta, cianose central, saturação: 60%, com sopro sistólico 2+/6 em borda esternal direita. Foi realizado raio X de tórax que evidenciou dextrocardia, do tipo situs solitus. Iniciaou-se prostaglandina endovenosa, e realizou-se ecocardiograma que confirmou dextrocardia com átrio único, conexão átrio-ventricular com 2 valvas, presença de comunicação interventricular, via de saída ventricular única do tipo truncus arteriosus. Ultrassom transfontanela e abdome total foram normais.
RESULTADOS: Os defeitos de lateralidade não sindrômicos, do tipo heterotaxia, tem a dextrocardia comumente associada à outros defeitos cardíacos, dentre os quais, o truncus arteriosus, presente neste caso.
CONCLUSÃO Embora o fenótipo e cariótipo tenham sido normais, a associação do truncus arteriosus à dextrocardia implicou na necessidade de realização de cateterismo cardíaco e transferência para serviço especializado de cirurgia cardíaca, o que, em um país de distâncias continentais como o Brasil, aumenta em muito a morbimortalidade.

 

Responsável
MAIRA ALMEIDA ZAITUNE


Palavras-chave:

DIABETES MELLITUS TIPO 1: IMPORTÂNCIA DE UM PROGRAMA EDUCATIVO NA OTIMIZAÇÃO DA CONSULTA DO ESPECIALISTA E NA QUALIDADE DE TRATAMENTO.

FERNANDA PEREIRA ANDRÉ (HOSPITAL FEDERAL CARDOSO FONTES ); EVA RIBEIRO BOA MORTE CESARIO (HOSPITAL FEDERAL CARDOSO FONTES); ROZANA GASPARELLO DE ALMEIDA (HOSPITAL FEDERAL CARDOSO FONTES); MÔNICA RENTE (HOSPITAL FEDERAL CARDOSO FONTES)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p83,  2016


Palavras-chave:

Diagnóstico precoce das cardiopatias congênitas: 5 minutos podem mudar uma vida

Aurea Lúcia Alves de Azevedo Grippa de Souza

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15, Nº2, p6-7, Setembro 2015


Palavras-chave:

Diagnóstico da síndrome de DiGeorge em criança com CIV e hipocalcemia, sem imunodeficiência

Fernanda Fragoso Guia; Ana Rizia Agra de Castro; Cintia de Mello Carvalho; Patricia Santana Correia; Ivany Terezinha Rocha Yparraguirre; Castro, A.R.A.; Carvalho, C.M.; Correia, P.S.; Guia, F.F.; Yparraguirre, I.T.R.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p113, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Diagnóstico de citomegalovírus com sorologia negativa e PCR positivo

Wellington Luiz Rodrigues Magalhães;Vanessa Aguiar Ferreira Simões; Analice Soares Magalhães; Débora Rosmaninho Coutinho de Melo; Andressa Rangel de Oliveira Lima; Lívia das Graças Rezende

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p20, Dezembro 2012


Palavras-chave:

DIAGNÓSTICO DE FIBROSE CÍSTICA NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA PEDIÁTRICA

GUACIRA MYNSSEN DA FONSECA (NEOVIDA ); GUILHERME R MICHAELIDES DE CARVALHO (NEOVIDA); KAREN CASSIA TEIXEIRA DA SILVEIRA (NEOVIDA); JULIANA ALENCAR BOAVENTURA DA SILVA (NEOVIDA); MARINA FELIX PEREIRA (NEOVIDA); JOSÉ LUIZ CARDOSO (NEOVIDA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p213,  2016


Palavras-chave:

DIAGNÓSTICO DE VEIA CAVA SUPERIOR ESQUERDA PERSISTENTE PELO ECOCARDIOGRAMA FETAL - RELATO DE CASO

ELIANE LUCAS (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); FERNANDA MARIA CORREIA FERREIRA LEMOS (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); CARLA VERONA (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA); CECILIA TEIXEIRA DE CARVALHO (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); RAFAEL PIMENTEL CORREIA (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); PATRICIA CORREIA ANTUNES DE PAIVA (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); DIOGO PINOTTI (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); THAMIRIS VIEIRA RODRIGUES (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); FERNANDA VASCONCELOS VALLE DEMIDOFF (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); LIDUINA ISABELA ALBERTO REBOUÇAS DE CARVALHO ALMEIDA (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p48,  2016


Palavras-chave:

Diagnóstico diferencial entre granuloma anular e hanseníase tuberculóide em criança

Chaves, GMC; Vivacqua, DPF; Alves, JMS; Pone, TM; Nunes, JRS; Dominguez, SAC

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p89, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Diagnóstico do retinoblastoma: sinais de apresentação e intervalos diagnósticos

Retinoblastoma diagnosis: first signs and pre-diagnostic intervals

Clarissa Campolina de Sá Mattosinho; Anna Tereza Miranda Soares de Moura; Sima Esther Ferman; Nathalia Grigorovski; Evandro Lucena; Arlindo José Portes

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº1, p43-44, Fevereiro 2017

Resumo

INTRODUÇÃO: o retinoblastoma é a neoplasia intraocular mais comum da infância e sua incidência é de um caso por 15.000 a 20.000 nascidos vivos. O sucesso do tratamento do retinoblastoma depende principalmente da detecção precoce da doença. Os pais são geralmente os primeiros a perceber os sinais iniciais da doença e relatam dificuldade por parte dos profissionais de saúde em valorizar a sintomatologia, passando por um período prolongado de apreensão até o diagnóstico.
OBJETIVOS: identificar as características da trajetória pré-diagnóstica das crianças com retinoblastoma matriculadas no Instituto Nacional do Câncer (Inca) entre janeiro 2006 e setembro 2013, assim como os aspectos sociodemográficos, epidemiológicos e clínicos desses pacientes.
MÉTODOS: estudo retrospectivo de uma série de casos, por meio de um questionário semiestruturado aplicado presencialmente aos pais ou cuidadores de pacientes portadores de retinoblastoma. Os participantes foram convidados após as consultas no Ambulatório de Oncologia Ocular ou por contato telefônico.
RESULTADOS: foram estudados 85 pacientes, sendo 43 (50,6%) do sexo masculino. Cinquenta e nove (69,4%) eram portadores de retinoblastoma unilateral e 26 (30,6%) eram bilaterais. A idade média na matrícula foi de 1,9 anos (desvio-padrão: 1,3). Os pais foram os primeiros a perceber os sinais iniciais em 60 (75%) casos. A leucocoria foi o sinal inicial citado, com 60 (70,6%) casos, seguido pelo estrabismo com 23 (27,1%) casos. Ao diagnóstico, 67 (78,8%) casos eram intraoculares, 13 (15,3%) extraoculares e cinco (5,9%) metastáticos. Apenas 33 (38,8%) dos cuidadores afirmaram que a criança tinha sido submetida ao Teste do Reflexo Vermelho para rastreamento, e somente um exame foi interpretado como alterado. O intervalo familiar (tempo entre percepção e primeira consulta) durou em média 1,8 (DP: 2,7) meses; o intervalo médico (tempo entre primeira consulta e matrícula no Inca) 5,8 (DP: 6,5) meses; e finalmente o intervalo total (intervalo familiar + intervalo médico) teve duração média de 7,6 (DP: 8,2) meses. Na análise bivariada, o intervalo médico e o intervalo total mostraram uma relação estatisticamente significativa com estadiamento avançado ao diagnóstico e com o óbito. A ausência de leucocoria como sinal inicial também mostrou, de forma estatisticamente significativa, estar relacionada com intervalos médico e total mais longos. A escolaridade dos pais se relacionou com o estadiamento inicial e também com os óbitos. As crianças foram avaliadas por mais de quatro médicos em 32% dos casos e tiveram suas queixas subestimadas em 48% dos casos. Do total de 111 olhos acometidos, 79 (71,2%) foram enucleados e 32 (28,8%) foram preservados. Durante o seguimento de 36,2 ± 35,4 meses, 15 (17,7%) pacientes vieram a óbito.
CONCLUSÃO: por meio da análise da trajetória das famílias até a chegada ao centro de tratamento oncológico, percebe-se a existência de diversos entraves que impedem o diagnóstico precoce. A baixa escolaridade dos pais, a multiplicidade de consultas e o rastreamento inadequado foram alguns destes achados. O intervalo médico prolongado merece destaque, tendo sido responsável por 76% da extensão do intervalo total. Parece que uma ação eficaz de educação médica sobre o retinoblastoma poderia aumentar o grau de suspeição e promover a rapidez no diagnóstico observada nos países desenvolvidos.


Palavras-chave: Retinoblastoma. Neoplasias. Criança. Diagnóstico precoce.

Diagnóstico e prevenção da tuberculose na infância

Diagnosis and prevention of tuberculosis in children

Raquel Pequeno; Jéssica de Paula; Leonardo Figueiredo; Pedro Fabro; Sarah Galvão; Paula Nascimento Maia; Clemax Couto Sant Anna

Revista de Pediatria SOPERJ - V.11, Nº1, p4-9, Junho 2010

Resumo

INTRODUÇÃO: A tuberculose (TB) causa ainda atualmente milhares de mortes no mundo. O Brasil é um dos 22 paises onde a carga da doença permanece elevada. O controle da TB continua sendo um desafio em Saúde Publica. Para evitar a disseminação da doença é necessário conhecer sua forma de transmissão e patogênese.
OBJETIVO:
atualização sobre prevenção da TB na infância.
MÉTODOS: revisão não sistemática da literatura, com ênfase em recomendações brasileiras recentes.
CONCLUSÕES: O diagnóstico precoce e acurado da TB visa o início do tratamento que previne a transmissão do Mycobacterium tuberculosis. A prevenção da tuberculose, através da vacinação BCG, tratamento da infecção latente e o controle de contatos, é essencial para se alcançar o controle da doença na infância.


Palavras-chave: Tuberculose, Diagnóstico, Prevenção, Criança

Diagnóstico Ortodôntico em Crianças e Adolescentes com Emprego de Sistema Computadorizado

Maximino Brandão Barreto

Revista de Pediatria SOPERJ - V.8 (1 supl 1), Nº1, p0, Abril 2007


Palavras-chave:

DIAGNÓSTICO PRECOCE DE BLOQUEIO ATRIOVENTRICULAR FORMA TOTAL POR LÚPUS ERITEMATOSO NEONATAL

ELIANE LUCAS (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); LORENA SILVA DE MOURA (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); DALVA LUIZA DE ARAÚJO KELLY (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); CARLOS CESAR ASSEF (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); DIOGO PINOTTI (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); RAFAEL PIMENTEL CORREIA (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); PATRÍCIA CORREIA ANTUNES DE PAIVA (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); FERNANDA VASCONCELLOS VALLE DEMIDOFF (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); LIDUÍNA ISABELA ALBERTO REBOUÇAS DE CARVALHO ALMEIDA (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); THAMIRIS VIEIRA RODRIGUES (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p44,  2016


Palavras-chave:

Diagnóstico tardio de Aids em crianças: revendo as oportunidades perdidas na profilaxia da transmissão materno-infantil e no diagnóstico precoce do HIV

Late diagnosis of Aids in children: reviewing lost opportunities in prophylaxis of mother-to-child transmission and early diagnosis of HIV

Mayara Secco Torres da Silva; Mariana Kappaun de Andrade; Bill Carlos Manhães Júnior; Carolina Airão Destefani; Filipe Antônio de Carvalho Freitas; Nathalia Mazolli Veiga; Giovana Figueira Rodrigues Vieira; Juliènne Martins Araújo; Danielle Plubins Bulkool; Claudete Aparecida Araújo Cardoso

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº2, p41-45, Junho 2017

Resumo

OBJETIVO: a transmissão materno-infantil do HIV (TMIHIV) é a principal via de transmissão do vírus em crianças, correspondendo à quase totalidade dos casos nessa faixa etária. A implementação de medidas eficazes para redução da TMIHIV ocasionou na redução da transmissão para menos de 1% dentre crianças expostas ao vírus. O diagnóstico precoce da infecção pelo HIV está relacionado à menor morbimortalidade da população afetada. O objetivo deste artigo é relatar um caso de diagnóstico tardio de Aids em uma criança e rever as oportunidades perdidas na profilaxia da TMIHIV e no diagnóstico precoce da infecção.
DESCRIÇÃO DO CASO: trata-se de paciente de oito anos, masculino. Mãe com pré-natal irregular e diagnóstico de infecção pelo HIV no momento do parto. Embora orientada no momento da alta, não procurou assistência médica especializada para a criança. O paciente evoluiu com parotidite, linfadenomegalia e um episódio de pneumonia. Após a primeira pneumonia foi encaminhado para investigação diagnóstica ambulatorial, contudo não compareceu para seguimento clínico. Somente durante a segunda internação por quadro pulmonar arrastado foi realizado o diagnóstico de HIV na criança. Na ocasião, a mãe e a criança tiveram o diagnóstico de tuberculose pulmonar, sendo iniciados durante a internação os tuberculostáticos e posteriormente a terapia antirretroviral combinada. A criança segue em controle clínico ambulatorial com boa adesão ao tratamento.
DISCUSSÃO: o presente caso reforça a necessidade de se pensar precocemente no diagnóstico de HIV em crianças, a fim de se evitar a progressão da doença e melhorar o prognóstico e a sobrevida nessa faixa etária.


Palavras-chave: HIV. Síndrome da imunodeficiência adquirida. Diagnóstico tardio.

Diagnóstico tardio de doença de Hirschprung: relato de caso

Guerra, I.P.; Firme, L.H.C.; Souza, L.C.M.R.; Arbex, M.B.B.; Simões, P.F.; Fernandes, R.B.A.; Soares, V.K.; Oliveira, V.F.; Navi, N.P.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p71, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A Doença de Hirschprung (DH) caracteriza-se pela ausência de células ganglionares no plexo submucoso e mioentérico, em variadas porções do intestino, sendo causa relativamente comum de obstrução intestinal em neonatos e megacólon em crianças e adultos. Sua incidência é de cerca de 1/5000 nascidos vivos e acomete predominantemente o sexo masculino na razão de 4/1.
OBJETIVO: Alertar o pediatra quanto ao diagnóstico tardio desta doença e suas possíveis consequências.
MATERIAL E MÉTODO: Paciente do sexo feminino, 11 anos, branca, emagrecida (IMC = 14,5 kg/ m2), com queixa de constipação crônica, palidez e distensão abdominal. História de internação prévia com quadro clínico semelhante e duas hemotransfusões. Ao exame físico, apresentava-se em anasarca, hipocorada, com distensão abdominal e massa móvel palpável em FID. Exames laboratoriais evidenciaram anemia microcítica e hipocrômica (HB:5,7 g/dl; HT: 24,1 %; VCM: 59,2 mm3; HCM:14,0 pg) e hipoalbuminemia (1,95 g/dl). Realizou-se enema opaco sem preparo observando-se segmento proximal distendido (megacólon) e estreitamento da área de transição. A Biópsia de mucosa retal confirmou ausência de células ganglionares. A laparotomia foi realizada para ressecção do segmento agangliônico e colostomia. Durante acompanhamento ambulatorial, em dois meses evoluiu bem, com ganho ponderal (IMC = 17,1 kg/ m2) e sem complicações pós-operatórias.
RESULTADOS: A DH também é conhecida como Megacólon Aganglionar Congênito, embora se saiba que o megacólon é uma manifestação secundária, que ocorre quando o diagnóstico é tardio, como foi no caso desta paciente.
CONCLUSÃO Cabe ao pediatra estar alerta às manifestações da doença, com a finalidade de diagnóstico e tratamento precoces, diminuindo as complicações de uma intervenção tardia, o que é fundamental para bom prognóstico do paciente.

 

Responsável
LIVIA HONORATO COSTA FIRME


Palavras-chave:

Diferença entre terapia nutricional prescrita e a genuinamente ofertada a recém-nascidos pré-termo

Moreira, M.E.L.; Soares, F.V.M.; Abranches, A.D.; Costa, A.C.C.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p99, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O elevado percentual de recém-nascidos pré-termo apresenta-se com restrição de crescimento na alta hospitalar, gerando importantes consequências para sua saúde. Sendo assim, análises da terapia nutricional prescrita e administrada com o objetivo de identificar falhas no processo da oferta nutricional são importantes.
OBJETIVO: Analisar as diferenças da prescrição e oferta de nutrientes no período neonatal.
MATERIAL E MÉTODO: Foi realizado um estudo de coorte prospectivo em recém-nascidos admitidos em UTI com peso de nascimento de 1500 g e/ou idade gestacional de 32 semanas. Testes de T pareados foram realizados para verificar se a taxa hídrica (ml/Kg), quantidade de calorias (Kcal), proteínas (g/Kg), lipídios (g/Kg) e carboidratos (g/Kg) prescritos e recebidos diferem significativamente ao longo das semanas. A suposição de normalidade foi verificada através do teste de Kolmogorov-Smirnov. Todas as análises foram feitas no software SPSS versão 20 (IBM Corp. Released 2011. IBM SPSS Statistics for Windows, Version 20.0. Armonk, NY: IBM Corp.). O nível de significância adotado foi 5%.
RESULTADOS: A análise da terapia nutricional na terceira semana de vida evidenciou uma diferença entre a dieta prescrita e a ofertada em todas as variáveis observadas, exceto lipídios, sendo a prescrita maior. Os valores de média (M), desvio padrão (DP) e intervalo de confiança (IC) da diferença foram: taxa hídrica (ml/Kg) = (M) 3,831/ (DP) 5,693/ (IC) 1,779 - 5,884; proteína (g/Kg)= (M) 0,078/ (DP) 0,204/ (IC)0,005 - 0,152; lipídeo (g/Kg) = (M) 0,138/ (DP) 0,385/ (IC) -0,001- 0,277; carboidrato (g/Kg) = (M) 0,329/ (DP) 0,485/(IC) 0,154- 0,503; caloria (Kcal) = (M) 2,838/ (DP)4,996/ (IC) 1,037 - 4,639.
CONCLUSÃO O recém-nascido pré-termo é extremamente vulnerável às deficiências nutricionais e qualquer redução nos macronutrientes recebidos pode ser significativa. As prováveis causas para tal disparidade referem-se à não aceitação da dieta e o retardo na troca da prescrição do dia, infundindo-se a prescrição do dia anterior por períodos mais prolongados.

 

Responsável
OLIVIA ARAUJO ZIN


Palavras-chave:

Dificuldades escolares

Paulo Cesar de Almeida Mattos

Revista de Pediatria SOPERJ - V.12(supl 1), Nº1, p53-57, Agosto 2011


Palavras-chave:

Dificuldades no diagnostico e manejo da acidemia metilmalônica - relato de caso sugestivo

Difficulties in diagnosis and treatment of methylmalonic aciduria - suggestive case report

Raphaella de Oliveira Cunha Trindade ; Raquel Siqueira Leonel De Paula ; Carlos Alberto Bhering ; Isaias Soares De Paiva

Revista de Pediatria SOPERJ - V.10, Nº1, p28-34, Maio 2009

Resumo

INTRODUÇÃO: A acidemia metilmalônica (AMM) é um erro inato do metabolismo (EIM) dos ácidos orgânicos. Existem duas formas clínicas : uma neonatal e outra tardia, a maioria com apresentação súbita no período neonatal. Os afetados apresentam sintomas graves, que muitas vezes os levam ao óbito, e são freqüentemente confundidos com septicemia, pois ambas as situações apresentam acidose e encefalopatia aguda.
OBJETIVO: Relatar um recém-nascido com quadro sugestivo de AMM que evoluiu para o óbito por dificuldades e demora no diagnóstico e tratamento, visando a divulgação do conhecimento deste EIM.
MATERIAIS E MÉTODOS:
Estudo descritivo constando de relato de caso.
RESULTADOS: KSC, 22 dias de vida, foi trazido ao pronto-socorro com história de intolerância alimentar desde o nascimento. O RN estava desnutrido grau III e desidratado e foi internado na UTI neonatal. Considerado sepse e iniciado esquema empírico de antibioticoterapia. Após persistência do quadro, foi iniciado screening para EIM que mostrou aumento moderado de C3. Os ciclos de metronidazol, a suplementação de L-carnitina e megadoses de vitaminas foram feitos, como recomenda o protocolo. Com a dificuldade em se obter a fórmula láctea recomendada (XMTVI analog), foi tentada associação de TCM e leite 80056, sem sucesso. O início da referida fórmula láctea deu-se no 87º dia de internação, dois dias antes do óbito do neonato.
CONSIDERAÇÕES FINAIS: Ressaltamos a necessidade do conhecimento da AMM, pois o prognóstico do paciente está relacionado ao tempo para instituir o tratamento adequado. As dificuldades em seguir o protocolo diagnóstico e terapêutico contribuem para um pior desfecho.


Palavras-chave: Acidemia Metilmalônica, Erro Inato do Metabolismo, Acidemias, Diagnostico, neonato

DILATAÇÃO DE CORONÁRIA ESQUERDA EM PACIENTE COM FORMA INCOMPLETA DE DOENÇA DE KAWASAKI

MARIANA DO VALLE BISSOLI ( HOSPITAL ESCOLA LUIZ GIUSEFFI JIANNUZZI); LAÍS BARROS DE AQUINO FERREIRA ( HOSPITAL ESCOLA LUIZ GIUSEFFI JIANNUZZI); JOSÉ RAPHAEL BIGONHA RUFFATO ( HOSPITAL ESCOLA LUIZ GIUSEFFI JIANNUZZI); CARLA FERNANDES MOTTA ( HOSPITAL ESCOLA LUIZ GIUSEFFI JIANNUZZI); KLEITON SANTOS NEVES ( HOSPITAL ESCOLA LUIZ GIUSEFFI JIANNUZZI)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p51,  2016


Palavras-chave:

Discite pós trauma

Pereira, RP; Carrer, I;

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p94, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Dislipidemias na infância e na adolescência: um caso de saúde pública?

Dyslipidemias in childhood and adolescence: a public healthy problem?

Maria Cristina Brito Faulhaber; Márcia Antunes Fernandes; Maria de Marilacc Lima Roiseman; Walter Taam Filho

Revista de Pediatria SOPERJ - V.10, Nº1, p4-15, Maio 2009

Resumo

As dislipidemias na infância e na adolescência adquiriram maior importância entre as patologias mais estudadas neste século pelas repercussões que trazem na vida adulta. É uma das principais causas de morbidade e mortalidade em adultos em todo o mundo, com tendência a acometer pessoas cada vez mais jovens, em especial em países em desenvolvimento. A obesidade, a hipertensão arterial, o sedentarismo, o tabagismo estão entre os fatores de risco mais importantes para a instalação da doença aterosclerótica, hoje sabidamente uma doença inflamatória crônica que se inicia na primeira década de vida. Neste artigo de revisão apresentamos as mais recentes publicações, com os índices preconizados para avaliação das dislipidemias, os pontos de corte para as faixas etárias e a abordagem terapêutica. O artigo visa reforçar junto ao pediatra a importância de recomendar hábitos saudáveis de vida e de alimentação.


Palavras-chave: dislipidemias, aterosclerose, criança, adolescente

DISPLASIA CAMPOMÉLICA: RELATO DE CASO.

VICTOR COSTA CHUVA (MATERNIDADE ESCOLA DA UFRJ); LARA VALENTE DE SOUZA (IPPMG UFRJ); PATRICIA VALLS DE SÁ MARINHO (MATERNIDADE ESCOLA DA UFRJ); ALINE CÉLI DE CONDE SANTOS BELTRÃO (MATERNIDADE ESCOLA DA UFRJ); ROBERTA MACHADO DE MELLO CALVENTE ARANDA (MATERNIDADE ESCOLA DA UFRJ); JOSÉ CARLOS VECCHIATI DA SILVA NETO (IPPMG UFRJ); BERNARDO SIEBRA DE ALENCAR (MATERNIDADE ESCOLA DA UFRJ); EMANUELLE BEATRIZ FERREIRA MARTINEZ ZIPOLI (MATERNIDADE ESCOLA DA UFRJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p141,  2016


Palavras-chave:

Displasia Cleidocraniana: relato de caso

Pereira KR; Camargo E; Brandão DB; Pereira EMX; Nogueira VE; Paiva IS

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p68, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Dispnéia persistente em lactente: um diagnóstico diferencial

Pelegrina, P.R.D.; Araujo, P.A.; Reis, F.A.; Oliveira,V.S.C.; Santana, B.P.; Souza, R.L.C.; Freitas, A.L.S.; Valete, C.O.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p112, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Pacientes internados para tratamento de pneumonia, que mantém sintomatologia clínica apesar do tratamento, devem sempre ser investigados quanto à outras patologias clínicas que possam justificar o quadro. Hérnias diafragmáticas não podem ser excluídas dos diagnósticos diferenciais a serem abordados.
OBJETIVO: Descrever caso de Hérnia de Morgagni
MATERIAL E MÉTODO: Paciente de 9 meses, prematuro de 33 semanas, gemelar, com ileostomia devido à enterocolite necrotizante neonatal. Internado para tratamento de pneumonia, mantendo esforço respiratório apesar de antibióticoterapia venosa (amoxicilina+clavulanato). Em uma nova radiografia de tórax há manutenção da imagem de hipotransparência arredondada. Uma tomografia de tórax sem contraste evidencia uma massa em terço inferior do mediastino anterior. Opta-se pela realização de uma biópsia com radiologista intervencionista, cujo resultado mostra presença de células hepáticas. Por fim, realiza-se uma ressonância de abdome que traz como laudo: Formação expansiva sólida com sinal semelhante ao fígado protuindo pelo trígono esterno costal direito e se insinuando anteriormente ao mediastino. Sem impregnação anômala de contraste. Aspecto sugere Hérnia de Morgagni com herniação hepática.
RESULTADOS: A Hérnia de Morgagni é responsável por 2 a 6% das hérnias diafragmáticas. Causada por defeitos no diafragma e localiza-se atrás do osso esterno. A malformação é obliterada pelo pericárdio, portanto, a maioria das hérnias estão localizadas à direita. Grande parte dos casos é assintomático e a hérnia pode ser encontrada acidentalmente em uma radiografia. Por outro lado, alguns pacientes podem manifestar sintomas de dor retroesternal, dispnéia e tosse. Recomenda-se o reparo cirúrgico para todos os pacientes.
CONCLUSÃO Apesar de ser uma patologia com uma incidência pequena, pacientes com imagem suspeita em exame de imagem e com manifestação clínica devem sempre ser investigados e avaliados quanto à possibilidade de alguma má formação anatômica que justifique a manutenção do quadro clínico.

 

Responsável
POLLIANY ROBERTA DORINI PELEGRINA


Palavras-chave:

Distrofia miotõnica de Thomsen - o pediatra pode diagnosticar

Paiva CG; Amaral MCA; Lettieri BR; Amaral RR; Bernardo RM; Ribeiro CD

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p104, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Doença falciforme na emergência

Paulo Ivo Cortez de Araujo

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13, Nº2, p68-71, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Doença Mieloproliferativa Transitória em Neonato com Hidropsia Não Imune e Síndrome de Down

Ramos L.L.P.; Germer, R.; Oliveira, A.P.; Milanesi, B.G.; Villar, M.A.M.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p19, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A Síndrome de Down (SD) é a aneuploidia mais comum, ocorrendo em 1/700 indivíduos, caracterizada por anormalidades congênitas e déficit cognitivo, apresentando risco aumentado de alterações hematopoéticas caracterizadas por contagem alterada de plaquetas, macrocitose e leucemias. Cerca de 3-10% evoluem com doença mieloproliferativa transitória (DMT) com remissão em até 3 meses de vida; contudo, de 13-33% desenvolvem um subtipo de leucemia mieloide denominada megalocarioblástica aguda (LMCA) por volta dos 4 anos. O risco de LMCA é 500 vezes maior, e o de leucemia linfoblástica é 20 vezes maior em crianças com SD.
OBJETIVO: Descrever e atentar para o risco de doenças mieloproliferativas na SD.
MATERIAL E MÉTODO: Paciente masculino, mãe com 36 anos, GIII PII A0, pais não consanguíneos, apresentou USG morfológica de 22 semanas, aumento da ecogenicidade intestinal e cardíaca e dilatação pielocaliciana bilateral. Mãe com tipo sanguíneo A negativo e triagem sorológica para infecções negativa. O USG de 34 semanas evidenciou ascite fetal e hepatomegalia. Com 35 semanas, apresentou centralização fetal, sendo indicado o parto cesáreo. Nasceu prematuro, AIG, evoluindo com bradicardia e necessidade de ventilação mecânica invasiva. Ao exame físico, o paciente apresentava má perfusão, icterícia, anasarca e características morfológicas da SD. Apesar da hidropisia, o Coombs direto negativo excluiu doença hemolítica neonatal. Ecocardiograma evidenciou cardiopatia, e o ultrassom abdominal, hidronefrose e hepatoesplenomegalia. O paciente evoluiu com instabilidade hemodinâmica, choque e óbito no 4º dia de vida.
RESULTADOS: A análise do líquido ascítico apresentou contagem de 1.110 células/mm3 e a eritroblastose evidenciada no hemograma. A imunofenotipagem leucocitária detectou alto percentual de células blásticas da linhagem mieloide, com aparente expressão fenotípica positiva de antígenos megacariocíticos e sem expressão de marcadores linfoides, sugerindo doença mieloproliferativa transitória.
CONCLUSÃO A identificação precoce das leucemias na SD é importante devido à possibilidade de quimioterapia nos casos em que não há remissão da doença.

 

Responsável
ANNA PAULA MAALDI DE OLIVEIRA


Palavras-chave:

Doença celíaca: características clínicas e métodos diagnósticos

Celiac disease: clinical characteristics and the diagnostic methods

Silvio da Rocha Carvalho; Josiane Santos de Lima Pereira; Antonio Celso Calþado; Josther Gracia; JosÚ CÚsar da Fonseca Junqueira; Sheila Nogueira PÚrcope Rodrigues Guerra; Marcia Angelica Bonilha Valladares; M¶nica Maria Cardoso Monnerat

Revista de Pediatria SOPERJ - V.9, Nº2, p0, Novembro 2008

Resumo

OBJETIVO: Apresentar de forma atualizada o conceito, as características clínicas e os métodos diagnósticos da doença celíaca. Método: Referências obtidas no Medline, arquivos pessoais, artigos recentes de revisão.
RESULTADO: A doença celíaca é uma enteropatia crônica e permanente desencadeada pelo glúten, caracterizada histologicamente por atrofia subtotal ou total da mucosa do intestino delgado causando a síndrome de má-absorção. No indivíduo geneticamente predisposto, o glúten ingerido desencadeia uma reação imunológica, mediada por linfócitos, responsável pela agressão à mucosa intestinal. Pode-se apresentar de forma clássica, atípica ou assintomática. Seu diagnóstico baseia-se na apresentação clínica, nos testes sorológicos específicos e na biópsia de intestino delgado. O tratamento consiste na retirada, de forma permanente, do glúten da dieta.
CONCLUSÃO: A doença celíaca até há pouco tempo era considerada uma doença rara. Resulta da interação de fatores ambientais (glúten), predisposição genética (HLA DQ2/DQ8) e fatores imunológicos (auto-anticorpos). Com o surgimento dos testes sorológicos específicos e a associação da doença com determinados grupos de risco, sua prevalência no Brasil se tornou similar à encontrada na Europa e nos Estados Unidos. Pode afetar diversos órgão e sistemas, o que dificulta seu diagnóstico e tratamento. Os indivíduos não diagnosticados, ou que não seguem as recomendações dietéticas, apresentam um risco elevado de complicações graves e doenças malignas do aparelho digestivo.


Palavras-chave: doença celíaca, síndrome disabsortiva, glúten

Doença da arranhadura do gato em um menino pré-escolar - relato de caso

Schettino,C.E.; Anachoreta,T.D.; Lima, A.B.M.; Pereira G.L.; Vieira, L.M.F.; Silva, J.B.M.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p110, Dezembro 2012


Palavras-chave:

DOENÇA DA ARRANHADURA DO GATO: DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE LINFADENOPATIA

RAFAELA BISSON (RIOS DOR); PRISCILLA DE ALMEIDA (RIOS DOR); MARIA FERNANDA MELLO MOTTA (RIOS DOR); RENATA GUIMARÃES (RIOS DOR)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p127,  2016


Palavras-chave:

Doença de Gaucher como diagnóstico diferencial de esplenomegalia

Gaucher disease in differential diagnosis of splenomegaly

Tânia de Cássia Moreira Soares; Jamille Fernandes Lula; Leandro de Freitas Teles; Daniele Mesquita de Brito; Silvio Fernando Guimarães de Carvalho

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº3, p36-39, Outubro 2016

Resumo

OBJETIVO: Apresentar a doença de Gaucher como diagnóstico diferencial das esplenomegalias na infância.
DESCRIÇÃO DO CASO: Este artigo relata um caso de criança do sexo feminino, seis anos, com anemia e esplenomegalia, equimoses esporádicas, episódios de dores ósseas e abdominais de repetição. Realizou-se o diagnóstico por meio da atividade diminuída da Beta-glicosidase. Após nove meses de tratamento com imiglucerase, a criança apresentou desenvolvimento pôndero-estatural satisfatório, e os exames hematológicos e as vísceras estavam dentro dos limites da normalidade.
DISCUSSÃO: A doença de Gaucher é uma doença multissistêmica e faz parte do diagnóstico diferencial das esplenomegalias na infância, sendo considerada a mais prevalente entre mais de 50 tipos de doenças de estoque lisossômico até então descritas. Ocorre o acúmulo de glicocerebrosídeos nos macrófagos teciduais, alterando o funcionamento normal desses órgãos e tecidos, o que pode causar danos irreversíveis. Os pacientes com a doença de Gaucher têm apresentações clínicas variáveis, o que nem sempre se correlaciona com genótipos específicos. Considerando o fato de a esplenomegalia ser comum a várias patologias, faz-se necessária a inclusão da doença de Gaucher em seu vasto diagnóstico diferencial. Apesar de a doença de Gaucher ser uma condição infrequente, apresenta um quadro clínico muito semelhante ao de doenças de elevada prevalência, necessitando de um diagnóstico precoce e específico, com acompanhamento multidisciplinar, para obter o controle clínico adequado e consequente menor morbidade.


Palavras-chave: esfingolipidoses; doença de Gaucher; esplenomegalia.

DOENÇA DE GRAVES NUMA CONSULTA DE APOIO A ENDOCRINOLOGIA

NÍDIA BELO (HOSPITAL DO ESPÍRITO SANTO DE ÉVORA, PORTUGAL); MARIANA MIRANDA (HOSPITAL DO ESPÍRITO SANTO DE ÉVORA, PORTUGAL); SÓNIA ANTUNES (HOSPITAL DO ESPÍRITO SANTO DE ÉVORA, PORTUGAL); ISABEL FERNANDES (HOSPITAL DO ESPÍRITO SANTO DE ÉVORA, PORTUGAL)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p81,  2016


Palavras-chave:

Doença de Hirschprung - relato de caso enfatizando diagnóstico pelo pediatra

Karina Brunini Salles; Mariza Suely Brunini; Bruna Angelica da Paixão Cordeiro; Flavia Lima de Weck; Flavio Sztajnbok

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p50, Dezembro 2012


Palavras-chave:

DOENÇA DE KAWASAKI

JULIANA BORTOLUZZI DOS SANTOS (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); NAYRA RODRIGUES MAZOLLI (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); SAULO BANDOLI DE OLIVEIRA TINOCO (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); MARIANA COLODETTI (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); CAROLINA CASTRO FLEISHMAN DE FIGUEIREDO (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); NATALIA DAMASCENO DE FIGUEIREDO (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); MAYARA DA MATA ANDRADE (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); PATRICIA CARVALHO BATISTA MIRANDA (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); MARIA APARECIDA RIBEIRO LEITE (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p174,  2016


Palavras-chave:

DOENÇA DE KAWASAKI: EXEMPLO DE DIAGNÓSTI COCLÍNICO

CAROLINA GAMA RODRIGUES DOS SANTOS (HCPM); JULIANA MARTINS BRUM (HCPM); PAULO MARTINS SOARES (HCPM); LUCIANA NASCIMENTO PINTO CANELA (HCPM); CLAUDIA BEATRIZ OLIVEIRA CASTRO MEDINA COELI (HCPM); LEANDRO DE SOUZA GIRO (HCPM); BRUNO ESPIRITO SANTO DE ARAUJO (HCPM); TAISA MIKSUCAS PIMENTA (HCPM)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p200,  2016


Palavras-chave:

Doença de Kwashiorkor secundária a dieta vegana em lactente - relato de caso

Madalena, A.L.R.; Soares, V.C.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p126, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Diante do crescente número de adeptos do estilo de vida contrário ao abuso contra animais, observa-se relativa popularização do vegetarianismo/veganismo, aumentando sua incidência no cotidiano de crianças e adolescentes.
OBJETIVO: Expor a ocorrência de carência nutricional do tipo Kwashiorkor, por dieta vegana em lactente.
MATERIAL E MÉTODO: Lactente, sexo feminino, 11 meses, residente em Ipanema,-RJ, atendida na emergência com queixa de febre há 5 dias, diarréia, vômitos, prostração. Os pais relatam, ainda, que notaram "inchaço". Atendida em outro hospital no dia anterior, recebeu hidratação venosa. No entanto, mantinha prostração e edema. Exame físico: Prostrada, irritada, hipocorada, edema periorbitário bilateral em face e membros. FAN sem sinais de irritação meníngea. Exames complementares: Hematócrito 25,8%, Hg 8,4 g/dL, 32.490 leucócitos (0/1/0/0/14/57/20/7) ; 533.000 plaquetas, PCR 6,6, Proteínas 5,5; albumina 2,2; colesterol normal. EAS: leucocitúria maciça, bacterioscopia com bacilos gram negativos, sem proteinúria. Ultrassonografia de Abdômen: mínima quantidade de líquido livre peri-hepático. Líquor normal. HPP: alergia ao leite de vaca, exclusão de proteína animal da dieta (SIC). H. Alimentar: Dieta vegana com fórmula à base de arroz, cereais e frutas. Não recebendo carne, peixe, frango, ovos ou leite e sem suplementação vitamínica ou de ferro. Impressão diagnóstica: Kwashiorkor com descompensação clínica pós-diarreica levando à edema por hipoproteinemia e Infecção do Trato Urinário (urinocultura com E.Coli multissensível >100.000 UFC). Indicada internação e iniciado ceftriaxone venoso. Foi realizada reintrodução gradual de proteína animal na dieta e iniciada suplementação vitamínica. Recebeu alta hospitalar após dez dias de internação, com melhora do quadro edemigênico e infeccioso, além de orientações de reeducação alimentar.
RESULTADOS: Diferente das descrições clássicas na literatura, a doença de Kwashiorkor não é mais encontrada apenas em condições de pobreza, mas também em núcleos familiares com nível sócio-econômico superior, por transtornos ou má orientação de hábitos alimentares.
CONCLUSÃO Com o aumento do vegetarianismo/veganismo na faixa etária pediátrica, é possível que casos semelhantes se tornem mais frequentes no cotidiano do pediatra.

 

Responsável
WALLACE SALES GASPAR


Palavras-chave:

DOENÇA DE NIEMANN-PICK TIPO C: RELATO DE CASO

RENAN VIEIRA CURY INACIO (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); CINTIA SALLES GOMES (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNENS); TATIANA BERG MOURÃO TEIXEIRA BERGAMIN (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); ANA PAULA RODRIGUES LAZZARI AMANCIO (HOSPITAL ESTAD

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p108,  2016


Palavras-chave:

Doença de pompe: uma doença metabólica tratável com diferentes formas de apresentação

Esposito A.; Barth A.; Queiroz M.; Macedo G.; Goés F.; Horovitz D.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p104, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A Doença de Pompe (DP - glicogenose tipo II) é uma doença de depósito lisossômico, causada por deficiência da enzima alfa-glicosidase ácida, de herança autossômica recessiva, afetando o sistema muscular. É classificada em: forma clássica/infantil, com comprometimento miocárdico, hipotonia grave e óbito precoce; formas juvenil e adulta, comprometendo predominantemente musculatura esquelética. Desde 2006 há tratamento específico com terapia de reposição enzimática (TRE), que mudou a história natural da doença, permitindo a sobrevida e melhorando a qualidade de vida.
OBJETIVO: Relatar três casos de DP com diferentes formas de apresentação
MATERIAL E MÉTODO: - Caso 1: sexo feminino, irmão falecido aos quatro meses com diagnóstico de DP. Diagnóstico confirmado ao nascimento,.TRE iniciada aos 2 meses. Aos 5 anos é hipotônica, capaz de deambular, necessitou gastrostomia por microaspirações e pneumonias de repetição,
RESULTADOS: Estes pacientes ilustram a diversidade de apresentação e dificuldade diagnostica da DP, especialmente nas formas não clássicas, na ausência de antecedente familiar.
CONCLUSÃO Os achados característicos para suspeita são: hipotonia e/ou fraqueza muscular inexplicadas, hipertrofia miocárdica e CPK elevada. Em caso de suspeita de atrofia muscular espinhal a DP deve sempre ser investigada. O alto grau de suspeição da DP é fundamental para o diagnóstico, permitindo iniciar a TRE o quanto antes.

 

Responsável
PATRICIA SANTANA CORREIA


Palavras-chave:

Doença de Tay-Sachs variante B1

Oliveira, G.M.; Ramos, L.L.P.; Ignêz, L.S.; Almeida, J.V.; Madeira, L.F.A. ; Góes, F.V.; Correia, P.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p106, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A doença de Tay-Sachs é uma doença genética autossômica recessiva que resulta da mutação no gene HEXA levando a um defeito da subunidade alfa da hexosaminidase A, gerando o acumulo do GM2 nos neurônios e resultando em uma meganeurite e neurodegeneração. As formas infantil e juvenil tardia aparecem na variante B1, que possui maior incidência no norte de Portugal. O início dos sintomas ocorre entre 2 e 10 anos evoluindo com ataxia cerebelar, incoordenação e disartria seguidas de deterioração psicomotora, arreflexia, sinais piramidais, espasticidade, mioclonia e epilepsia. Essa variante pode não apresentar a mancha vermelho-cereja típica no fundo de olho e a eletroneuromiografia pode apresentar denervação muscular atrófica. O diagnóstico laboratorial habitualmente é feito com testes enzimáticos em leucócitos ou cultura de fibroblastos para avaliar a atividade da hexoaminidase A.
OBJETIVO: Descrever e atentar para os diagnósticos diferenciais de síndromes que cursam com hipotonia, regressão do desenvolvimento e crise convulsiva no período pré-escolar.
MATERIAL E MÉTODO: Paciente sexo feminino com 3 anos e 5 meses, iniciou quadro de crises convulsivas tônico-clônicas e mioclonias aos 3 anos, de caráter progressivo e de difícil controle. Apresenta história de desenvolvimento motor sem atrasos, porém com certo grau de fraqueza muscular e atraso de linguagem importante. História familiar neonatal e gestacional sem intercorrências. Inicialmente apresentou hipotonia axial e apendicular, incoordenação motora e sinais de piramidalismo evoluindo com hipotonia progressiva, distonia generalizada, aumento na frequência das crises convulsivas, apraxia oculomotora e plegia de membros inferiores. A eletroneuromiografia evidenciou aumento de amplitude.
RESULTADOS: Suspeitou-se de distrofia neuroaxonal e doença de depósito (gangliosidose), então solicitou-se dosagem da atividade de hexoaminidases e beta-galactosidades evidenciando redução significativa de hexosaminidase A-MUGS, obtendo o diagnóstico de Tay-Sachs variante B1.
CONCLUSÃO Apesar da epilepsia responder bem aos anticonvulsivantes, a neurodegeneração progride inexoravelmente. Embora haja estudos promissores para o tratamento, ainda não existe terapia que regrida a progressão da doença.

 

Responsável
PATRICIA SANTANA CORREIA


Palavras-chave:

Doença de Von Gierke: estudo de revisão

Von Gierke disease: revision study

Frederico Henrique Salles Nunes

Revista de Pediatria SOPERJ - V.10, Nº1, p21-27, Maio 2009

Resumo

As glicogenoses são doenças de armazenamento de glicogênio e a doença de von Gierke é a mais comum delas, sendo que as complicações metabólicas da doença incluem hipoglicemia, acidemia láctica, hiperuricemia, hipofosfatemia e adenoma hepático. Nesse trabalho foi feita uma revisão dos conhecimentos atuais acerca da doença Von Gierke com suas características e tratamento aplicado. Verificou-se que a adesão ao tratamento é de vital importância para o controle da doença.


Palavras-chave: Doença de von Gierke, Glicogenoses, Nutrição.

DOENCA DE WILSON - RELATO DE CASO

VICTOR ROCHA RIBEIRO DE SOUZA (HOSPITAL FEDERAL DOS SERVIDORES DO ESTADO); SUSANA VILLELA MOREIRA (HOSPITAL FEDERAL DOS SERVIDORES DO ESTADO); ANNE ESTHER FONTES MENEZES (HOSPITAL FEDERAL DOS SERVIDORES DO ESTADO); CAMILA ANDRÉ DE SOUZA (HOSPITAL FEDERAL DOS SERVIDORES DO ESTADO); ROBERTA ANJOS DE SOUZA (HOSPITAL FEDERAL DOS SERVIDORES DO ESTADO); VIVIAN FALCI LOPES (HOSPITAL FEDERAL DOS SERVIDORES DO ESTADO); LORENA PORTUGAL MANSUR (HOSPITAL FEDERAL DOS SERVIDORES DO ESTADO); ISA CRISTINA NEVES DE PAULA E SILVA (HOSPITAL FEDERAL DOS SERVIDORES DO ESTADO); MARISE ELIA DE MARSILLAC (HOSPITAL FEDERAL DOS SERVIDORES DO ESTADO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p96,  2016


Palavras-chave:

Doença do refluxo gastroesofágico: diagnóstico e tratamento

Gastroesophageal reflux disease: diagnostic and therapeutic approach

José Cesar da Fonseca Junqueira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.8, Nº2, p0, Outubro 2007

Resumo

INTRODUÇÃO: o conteúdo gástrico incluindo fluidos duodenais, são eventualmente regurgitados para o esôfago, produzindo sintomas ou complicações que são chamadas genericamente de doença do refluxo gastroesofágico. Ela atinge um grupo heterogêneo de pacientes, com diferentes sinais e sintomas em decorrência da sensibilidade à exposição do esôfago ao ácido, percepção à dor e envolvimento do tecido.
OBJETIVO: definir refluxo e doença do refluxo gastroesofágico, descrever o diagnóstico e tratamento.
MÉTODO: revisão não sistemática da literatura médica nacional e internacional disponível no MEDLINE por meio de busca no PubMed, referentes aos anos de 1966 a 2006. Foram encontrados mais de 600 artigos e deles foram selecionados 162 para compor esta revisão que consta de 2 partes. Esta é a segunda e trata do manejo (diagnóstico e tratamento) da doença do refluxo gastresofágico em crianças.
CONCLUSÃO: refluxo gastroesofágico é comum na faixa pediátrica. O diagnóstico pode ser feito com uma boa história e exame físico detalhado. A necessidade de exames laboratoriais se aplica principalmente aqueles com manifestações extra digestivas e quando há suspeita de má formações anatômicas. O tratamento é clínico na maioria dos casos.


Palavras-chave: Refluxo Gastroesofágico, Literatura de Revisão, Criança, Diagnóstico

Doença do refluxo gastroesofágico: epidemiologia, isiopatologia e manifestações clínicas

Gastroesophageal reflux disease: epidemiology, physiopathology and clinical manifestations

José Cesar da Fonseca Junqueira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.8 (1 supl 1), Nº1, p0, Abril 2007

Resumo

INTRODUÇÃO: o conteúdo gástrico incluindo fluidos duodenais, é eventualmente regurgitado para o esôfago, produzindo sintomas ou complicações que são chamadas genericamente de doença do refluxo gastroesofágico. atinge um grupo heterogêneo de pacientes, com diferentes sinais e sintomas em decorrência da sensibilidade à exposição do esôfago ao ácido, percepção à dor e envolvimento do tecido.
OBJETIVO: definir refluxo e doença do refluxo gastroesofágico, descrever a fisiopatologia e manifestações clínicas.
MÉTODO: revisão não sistemática da literatura médica nacional e internacional disponível no MEDLINE por meio de busca PubMed, referentes aos anos de 1966 a 2006. Foram selecionados mais de 600 artigos e deles foram selecionados 162 para compor esta revisão. Esta revisão consta de 2 partes. Esta é a primeira e trata da epidemiologia e manifestações clínicas do refluxo gastresofágico em crianças.
CONCLUSÃO: refluxo gastroesofágico é comum na faixa pediátrica, não significando que haja doença do refluxo gastroesofágico. A fisiopatologia é multifatorial. As manifestações clínicas podem ser digestivas ou extra digestivas com esofagite erosiva ou não erosiva.


Palavras-chave: Refluxo Gastroesofágico, Literatura de Revisão, Criança, Diagnóstico

Doença medicamentosa em um quadro de psoríase. Alternativa homeopática de tratamento

Barbas, D.S.; Xavier V.A.; Magalhães, J.Q.; Carillo, R; Jr, Gosik. S.; Xavier M.F.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p54, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Doença meningocócica: situação epidemiológica atual no Brasil

Meningococcal disease: current epidemiological situation in Brazil

Joanna Calmeto Guedes; Igor Pereira de Carvalho; Juliana Jangelavicin Barbosa; Luiza de Aguiar Missel; Lara Thauana Guimarães Pena; Luciano Rodrigues Costa; Clarisse Pereira Dias Drumond Fortes

Revista de Pediatria SOPERJ - V.18, Nº2, p24-27, Junho 2018

Resumo

INTRODUÇÃO: a doença meningocócica é patologia de notificação compulsória, causada pela bactéria Neisseria meningitidis, capaz de produzir amplo espectro clínico, cujos fatores de risco estão relacionados a aglomeração no domicílio, tabagismo, dentre outros. No Brasil, é uma doença endêmica com ocorrência periódica de surtos epidêmicos em vários municípios e principal causadora de meningite bacteriana. Como medidas de prevenção e controle são realizadas a vacinação e a quimioprofilaxia.
OBJETIVO: o trabalho tem como objetivo principal a análise crítica sobre os casos confirmados e óbitos ocorridos por doença meningocócica registrados entre os anos de 2010 e 2017.
MÉTODOS: realizou-se um estudo descritivo dos casos confirmados e dos óbitos por doença meningocócica registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação, com data do início dos sintomas em janeiro de 2010 a dezembro de 2016. A data da atualização do banco de dados do sistema foi abril de 2017.
RESULTADOS: quando comparados os casos confirmados no ano de 2010 e 2016, percebe-se um declínio. Quando se analisa o número de óbitos, verifica-se que este diminuiu mais de 60%. A taxa de incidência também decaiu significativamente. Apesar da queda observada, a taxa de letalidade vem mantendo-se estável.
CONCLUSÕES: de acordo com nossa interpretação dos dados analisados, os casos confirmados, assim como os óbitos por doença meningocócica, diminuíram ao longo dos anos, principalmente depois da introdução da vacina meningocócica conjugada para o sorogrupo C. Apesar de todo sucesso observado, é necessário manter uma vigilância efetiva sobre a doença meningocócica.


Palavras-chave: Meningite meningocócica; Epidemiologia; Relatos de casos; Óbito.

Doença péptica gastroduodenal por Helicobacter Pylori em crianças

Danielle Plubins Bulkool; Rafael Del Castillo; Adauto Dutra Moraes Barbosa

Revista de Pediatria SOPERJ - V.3, Nº1, p0, Junho 2002


Palavras-chave:

Doenças alérgicas e níveis elevados de imunoglobulina E em crianças e adolescentes

Allergic diseases and high levels of immunoglobulin E in children and adolescents

Geraldo Jacob Jorge; Licínio Esmeraldo da Silva; Gesmar Volga Haddad Herdy; Selma Maria de Azevedo Sias

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº3, p16-22, Outubro 2017

Resumo

INTRODUÇÃO: elevados níveis de imunoglobulina E (IgE) têm sido descritos em helmintíases, doenças alérgicas e em algumas imunodeficiências primárias.
OBJETIVO: avaliar a prevalência de doenças alérgicas em crianças e adolescentes com níveis séricos de IgE total ≥ 1.000 UI/ml.
MÉTODOS: trata-se de estudo retrospectivo de pacientes com até 18 anos e valor de IgE sérico total ≥ 1.000 UI/ml, acompanhados nos ambulatórios de pneumologia e alergia do Hospital Universitário Antônio Pedro da Universidade Federal Fluminense, de janeiro de 2007 a dezembro de 2012, e análise dos prontuários.
RESULTADOS: foram estudados 65 prontuários. A média da idade foi de 8,9 (± 4,1) anos; 40 (61,5%) eram meninos. Os níveis de IgE variaram de 1.066 a 33.089 UI/ml (média de 3.814,4 UI/ml e mediana de 2.000,0 UI/ml). Os valores de IgE foram maiores para o sexo masculino (p = 0,020). Três pacientes apresentaram IgE maior que 20.000 UI/ml: um com síndrome de Job e dois com associação de rinite, asma, alergia alimentar e dermatite atópica grave. Em 62 pacientes com IgE até 10.000 UI/ml, encontrou-se diagnóstico de rinite, asma, dermatite atópica e alergia alimentar em 90,3%, 87,1%, 14,5% e 6,4%, respectivamente. A associação mais frequente foi entre asma e rinite (50/62; 80,6%). Naquelas com dermatite atópica, os valores médios de IgE foram significativamente maiores (p = 0,026).
CONCLUSÕES: neste estudo, os níveis mais elevados de IgE predominaram no sexo masculino e nas crianças com dermatite atópica. Houve maior prevalência de rinite e asma nas crianças com doenças atópicas, dados que coincidem com os relatados na literatura.


Palavras-chave: Imunoglobulina E. Asma. Rinite. Dermatite atópica. Criança. Adolescente.

Doenças de notificação compulsória atendidas de Janeiro a Junho de 2014 no IPPMG/UFRJ

Costa, A.M.; Diniz, E.A.; Pereira, S.M.B.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p89, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (NVEH) do IPPMG foi criado em 2012 obedecendo à Portaria do Ministério da Saúde (MS) que institui a Vigilância epidemiológica em âmbito hospitalar. O NVEH exerce a vigilância epidemiológica dos agravos e doenças de notificação compulsória (DNC).
OBJETIVO: Descrever as DNC no período de janeiro a junho de 2014.
MATERIAL E MÉTODO: Estudo descritivo, observacional e retrospectivo. Os dados foram coletados através do preenchimento de fichas do Sistema Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) e armazenados em uma planilha no formato Excel. Foi realizado o levantamento do número absoluto das doenças e agravos de notificação compulsória registrados no primeiro semestre de 2014.
RESULTADOS: Foram Notificados 133 doenças e agravos: 02 acidentes de trabalho com exposição à material biológico; 02 coqueluches; 06 doenças meningocócicas; 01 doença exantemática; 02 esporotricoses; 01 evento adverso pós vacinação; 01 intoxicação exógena; 54 crianças expostas ao HIV; 13 gestantes HIV; 23 pacientes menores de 13 anos com SIDA; 01 sífilis congênita, 08 Síndromes respiratórias agudas graves; 05 tuberculoses; 02 varicelas e 12 casos de violência.
CONCLUSÃO Não houve casos de dengue. O número de casos de sífilis congênita foi pouco expressivo, porém não reflete o perfil nosológico, já que o IPPMG acompanha crianças com sífilis congênita referenciadas da Maternidade Escola (ME/UFRJ), que realiza a notificação. O número expressivo de notificações relacionados à Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (SIDA), exposição e doença, reflete a condição do IPPMG como centro de referência para SIDA e o comprometimento com a Rede Cegonha, através da disponibilização de assistência ambulatorial à gestantes infectadas pelo HIV e outras infecções. Os dados registrados são consequência do processo contínuo de sensibilização da equipe assistencial com relação ao papel do profissional de saúde e a importância da vigilância epidemiológica. Ressalta-se que no período em estudo a Unidade de Emergência/IPPMG disponibiliza atendimento referenciado com reflexo no quantitativo de notificações.

 

Responsável
MARIANA TSCHOEPKE AIRES


Palavras-chave:

Dor abdominal aguda como manifestação de violência física em lactente: alerta aos pediatras

Patrícia Gomes de Souza; Ana Lúcia Ferreira.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p8, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Dor torácica em crianças e adolescentes: o que o pediatra necessita saber?

Chest pain in children and adolescents: what does the pediatrician need to know?

Ana Flávia Malheiros Torbey; Áurea Lúcia Grippa de Souza

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17(supl 1), Nº1, p28-35,  2017

Resumo

INTRODUÇÃO: a dor torácica é uma queixa comum entre crianças e adolescentes. A maioria das etiologias são benignas e de origem não cardíaca, entretanto motivo de preocupação e ansiedade para o paciente e sua família pelo temor de estar associada a uma grave doença cardiovascular ou ao risco de morte súbita.
OBJETIVO: realizar a revisão das principais causas de dor torácica na pediatria, como realizar o diagnóstico diferencial entre as causas cardíacas e não cardíacas, quando solicitar exames complementares e quando encaminhar para a avaliação do cardiopediatra e qual o tratamento adequado.
FONTE DE DADOS: a presente revisão foi realizada na base de dados Medline, utilizando-se as seguintes palavras-chave: 'dor torácica', 'criança', 'adolescente', 'pediatria'.
SÍNTESE DOS DADOS: a dor torácica na infância corresponde a 0,3 a 0,6% dos atendimentos na emergência pediátrica, sendo mais frequente entre os adolescentes. As principais causas são de origem não cardíaca. Para o diagnóstico correto, anamnese e exame físico minucioso são fundamentais e indicam a necessidade de realização de exames complementares. O tratamento deve ser direcionado à etiologia.
CONCLUSÕES:
realizar a abordagem correta da dor torácica na infância e adolescência e determinar o diagnóstico diferencial entre causas benignas ou cardíacas é um desafio para os pediatras.


Palavras-chave: Dor no peito; Criança; Adolescente; Pediatria.

É preciso estar atento aos temas em nutrologia pediátrica

Hélio Fernandes da Rocha

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº3, p5, Outubro 2016


Palavras-chave:

Ecocardiografia com Contraste nas Dilatações Vasculares Intrapulmonares na Doença Hepática Crônica

Teixeira, C.; Roiseman, M.M.; Assef, C.C.; Batista, L.C.; dellOrto, F. ; Chalfun, D.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p35, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A síndrome hepatopulmonar é caracterizada pela tríade clínica que consiste em: doença hepática e ou hipertensão portal, anormalidades da oxigenação arterial e dilatações vasculares intrapulmonares (DVIP). Em relação ao diagnóstico das DVIP, a ecocardiografia com contraste é o método de escolha, pois é de fácil realização e permite quantificar a gravidade. O tratamento da síndrome hepatopulmonar (SHP) pode variar desde terapia farmacológica, intervencionista, como a embolização das DVIP (molas), e cirúrgica, como o shunt portossistêmico intra-hepático transjugular (TIPS) ou o transplante hepático.
OBJETIVO: Descrever um caso clínico de um portador de síndrome hepatopulmonar e a indicação da ecocardiografia contrastada como exame complementar.
MATERIAL E MÉTODO: Paciente masculino, 9 anos, com o diagnóstico de doença hepática crônica, internado com quadro de gastroenterite aguda que evoluiu com ascite e icterícia. Apresentou piora do quadro com desorientação e agitação (encefalopatia hepática). Apresentava-se em estado regular, emagrecido, baqueteamento digital, SatO2 84% e leve dispneia. Ausculta pulmonar e o aparelho cardiovascular sem alterações. Abdome ascítico. A ultrassonografia abdominal confirmou a ascite,hepatopatia crônica e esplenomegalia. A TC de tórax mostrou alterações vasculares calibrosas e tortuosas opacificadas pelo meio de contraste compatível com má formação arteriovenosa. Na TC de abdome, o fígado apresentou contornos lobulados por hepatopatia crônica. O ecocardiograma transtorácico não havia shunts intracardíacos. Devido à hipótese de SHP, foi realizado o ecocardiografia com contraste, utilizando uma solução salina agitada.
RESULTADOS: O resultado da ecocardiografia contrastada foi considerada positiva, pois ocorreu a opacificação do átrio esquerdo e posterior o ventrículo esquerdo no 3º ciclo cardíaco, após o aparecimento do contraste (microbolhas) nas câmaras cardíacas direitas. Esses achados, portanto, confirmam a existência de dilatação vascular intrapulmonar.
CONCLUSÃO Ressalta-se a importância da ecocardiografia contrastada nesses casos, assim como na conduta terapêutica.

 

Responsável
ELIANE LUCAS


Palavras-chave:

Ecos do nascimento de um prematuro de extremo baixo peso (pn < 1.000g) em sua família: narrativas de casos clínicos e de contextos de vida

Sylvia Maria Porto Pereira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.8, Nº2, p0, Outubro 2007


Palavras-chave:

Eczema numular associado ao MRSA

Silva, RG.; Baptista, LM.; Peixoto, A.B.; Cerqueira, FG.; Cerqueira, Moriguti N.A.; Cerqueira A.M.M.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p92, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Eczema por infecção de vias aéreas superiores

Silva, P.G.; Baptista, L.M.; Peixoto, A.B.; Cerqueira, F.G.; Moriguti, N.A.; Cerqueira, A.M.M.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p93, Dezembro 2012


Palavras-chave:

EDEMA AGUDO HEMORRÁGICO DA INFÂNCIA: RELATO DE CASO

ANA CAROLINA ALMEIDA MACEDO (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA); CAROLINA GUIMARÃES CRESPO (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA); ALICE PAES ROSADO COSTA (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA); PAULA MOTA VIEITAS (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA); GABRIELLA ALVES HUBER MENDES (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA); CAMILA VAZQUEZ PENEDO (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA); ISABELA RAIMUNDO PARANHUS (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA); ANA LUIZA MOURA CEIA (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA); JANAÍNA GABRIELLA PEREIRA ALVES (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA); JULIANA SANTIAGO DIAS (INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p69,  2016


Palavras-chave:

Edema Hemorrágico Agudo da Infância: Um Relato de Caso

Fraga, S.D.B.; Barbosa, M.N.; Miranda, P.C.B.; Leite, M.A.R.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p24, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O edema hemorrágico agudo da infância (EHAI) é uma vasculite leucocitoclástica rara que acomete crianças entre 4 e 24 meses, relatada também em recém-nascidos. A doença tem curso benigno, com resolução espontânea de 1 a 3 semanas. Muitos autores defendem tratar-se de uma variante da púrpura de Henoch-Schönlein. A etiologia é desconhecida mas em 75% dos casos, há relato de infecção prévia, uso de medicamentos ou imunização recente. O quadro clínico compreende irritabilidade, febre baixa, lesões purpúricas em face, extremidades, tronco e orelhas, de aparecimento súbito e progressivo, associado a edema em mãos e pés. As lesões atingem até 5 centímetros, têm forma arredondada com bordos bem definidos, semelhantes a um medalhão. O hemograma pode apresentar leucocitose com eosinofilia. Não há tratamento específico.
OBJETIVO: Relatar um caso de EHAI, chamando atenção para essa entidade que muitos acreditam ser subdiagnosticada.
MATERIAL E MÉTODO: J.P.O., sexo masculino, branco, 1 ano e 7 meses, internado com quadro de lesões purpúricas, de aparecimento agudo (12 horas de evolução) e edema inflamatório nos pés. Ao exame, paciente afebril, regular estado geral, com lesões edematosas, violáceas, de configuração anelar, distribuídas em membros inferiores e pavilhão auricular, associada a edema em pés. O hemograma mostrou leucocitose e eosinofilia. O paciente foi tratado com sintomáticos e as lesões regrediram espontaneamente em uma semana.
RESULTADOS: Relacionando a literatura com o quadro clínico apresentado pelo paciente, observamos semelhança em relação à idade de apresentação e ao quadro clínico, com início súbito, púrpura e edema de conformação semelhante às descritas, laboratório compatível e resolução espontânea do quadro, o que nos permitiu fechar o diagnóstico de EHAI.
CONCLUSÃO Os poucos relatos na literatura sobre EHAI podem contribuir para a dificuldade de reconhecimento dessa patologia. O pediatra deve estar atento à possibilidade desse diagnóstico perante a criança com manifestações semelhantes, evitando exames e tratamentos desnecessários.

 

Responsável
BÁRBARA CARVALHO SANTOS DOS REIS


Palavras-chave:

Editoriais

Carlos Alberto Bhering

Revista de Pediatria SOPERJ - V.9, Nº2, p0, Novembro 2008


Palavras-chave:

Editorial

Maria de Fátima Goulart Coutinho

Revista de Pediatria SOPERJ - V.8 (1 supl 1), Nº1, p0, Abril 2007


Palavras-chave:

Editorial

Maria de Fátima Goulart Coutinho

Revista de Pediatria SOPERJ - V.8, Nº2, p0, Outubro 2007


Palavras-chave:

Editorial

Sidnei Ferreira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.4, Nº1, p0, Junho 2003


Palavras-chave:

Editorial

Marilene Crispino Santos

Revista de Pediatria SOPERJ - V.4, Nº2, p3, Agosto 2003


Palavras-chave:

Editorial

Marilene Crispino Santos

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7, Nº1, p3, Junho 2006


Palavras-chave:

Editorial

Marilene Crispino Santos

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7 (supl 1), Nº1, p0, Abril 2006


Palavras-chave:

Editorial

Revista de Pediatria SOPERJ - V.12, Nº1, p3, Agosto 2011


Palavras-chave:

Editorial

Marilene Crispino Santos

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7, Nº2, p3, Outubro 2006


Palavras-chave:

Editorial

Edson Ferreira Liberal; Maria Nazareth Ramos Silva

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº1, p5, Fevereiro 2016


Palavras-chave:

Educação sexual para crianças com idade de 10 a 12 anos

Ayres, Ailce Luzia de Paula; Geysa, Pascareli

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p47, Dezembro 2012


Palavras-chave:

EFEITOS COLATERAIS DA CORTICOTERAPIA PROLONGADA NO TRATAMENTO DA ASMA

NULMA SOUTO JENTZSCH (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); CLÁUDIO LOVAGLIO CANÇADO TRINDADE (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); FRANCISCO JOSÉ FERREIRA DA SILVEIRA (FACULDADE CIÊNCIAS MÉDICAS MG); RENATA ALVES FERREIRA ANÍCIO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); RENATHA DAIANE LOPES ASSUNÇÃO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); SARITA CARDOSO VIANA VASCONCELOS (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); ÉRICA LUCIANA FERNANDES (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); SABRICE DELAMARA OLIVEIRA BORGES GUÊBA LOPES (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p186,  2016


Palavras-chave:

Efeitos de um treinamento muscular ventilatório lúdico em crianças asmáticas

Effects of ludic ventilatory muscle training in asthma children

Sabrina Franzen Costa; Cristina Fedrizzi Caberlon

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº2, p10-17, Junho 2016

Resumo

OBJETIVO: relatar os resultados obtidos por um treinamento muscular ventilatório na água e no solo, com atividades lúdicas, para estabelecer os efeitos destes na força muscular ventilatória, no pico de fluxo expiratório e no teste de caminhada de seis minutos em crianças asmáticas.
MÉTODOS: Participaram desta série de casos três crianças asmáticas, com idades entre 5-6 anos, durante oito semanas, duas vezes por semana, com duração de 30 minutos. Foi realizada uma avaliação inicial, seguida por quatro semanas de intervenção aquática, reavaliação e quatro semanas de intervenção no solo, finalizando o protocolo com uma avaliação final.
RESULTADOS: Houve aumento da distância no teste de caminhada de seis minutos, com maior ganho entre a avaliação inicial e reavaliação; manutenção e melhora da força muscular ventilatória, em geral, assim como no pico de fluxo expiratório.
CONCLUSÃO: Os resultados com ambos os tipos de intervenção demonstram mudanças nos parâmetros avaliados e a sua vinculação pode ser benéfica.


Palavras-chave: Asma, Pediatria, Fisioterapia, Pré-escolar

Efeitos do salbutamol inalatório na função pulmonar de prematuros de muito baixo peso ao nascer próximo a alta hospita

Aniele Medeiros Costa

Revista de Pediatria SOPERJ - V.8, Nº2, p0, Outubro 2007


Palavras-chave:

ELETROACUPUNTURA: VIABILIDADE DE TRATAMENTO PARA Â?ODOR DO CRESCIMENTOÂ??

WILSON SALGADO JUNIOR (IPGU)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p163,  2016


Palavras-chave:

EM MEIO AMBIENTE SAUDÁVEL MOSQUITO NÃOSE CRIA: CONSTRUÇÃO COLETIVA DE MATERIALDIDÁTICO PARA SUBSIDIAR MOBILIZAÇÃO CONTRACRIADOUROS DE AEDES NA CIDADE.

SUELY KIRZNER (SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO); JOANA DANTAS (SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO); SANDRA TORTURELLA LOBO (SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO); RAFAEL PINHEIRO (SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE); DIEGO LARREA (SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO); DILMA CUPTI DE MEDEIROS (SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO); ELISABETE ALVES (SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p207,  2016


Palavras-chave:

Emergência pediátrica: uma nova especialidade

Pediatric emergency: a new specialty

Grant Carvalho Filho

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17(supl 1), Nº1, p3-0,  2017


Palavras-chave:

ENCEFALOMIELITE DISSEMINADA AGUDA: DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL A SER LEMBRADO NOS QUADROS DE MENINGISMO EM CRIANÇAS

DEBORAH BARBOSA DA SILVA TONELLI DE ALMEIDA (EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA BARRA DOR); NATANIELLE TAVARES GOMES BATISTA (EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA BARRA DOR); FLÁVIA TERRA ARANA (EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA BARRA DOR); PAULA MONARCHA BASTOS (EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA BARRA DOR); FERNANDA PEREIRA ANDRÉ (EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA BARRA DOR); CARLA DALL`OLIO (EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA BARRA DOR)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p58,  2016


Palavras-chave:

Endocardite infecciosa em portador de estenose pulmonar grave

Andrea Regina Dias da Costa; Fernanda Helena Craide; Natállia de Barreiros de Natividade; Mariana Varajão Moarais da Silva; Lorena Branco de Azevedo Cariello; Verônica Vilas-Bôas Ferrari

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p53, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Endoscopia respiratória pediátrica

Pediatric respiratory endoscopy

Ana C.B. Domingues; Rosanna V. Mannarino; Flavio S. Souza

Revista de Pediatria SOPERJ - V.6, Nº1, p19-23, Junho 2005

Resumo

OBJETIVO: A endoscopia respiratória vem sendo cada vez mais indicada para o diagnóstico e terapia das doenças respiratórias pediátricas.O presente artigo tem como principal objetivo detalhar informações sobre o exame a fim de ampliar o conhecimento do pediatra, que na maioria das vezes é o solicitante do exame.
MÉTODO: Revisão da literatura (1985 a 2004 ;Medline) e descrição da experiência pessoal.
RESULTADO: Oconhecimento dasindicações,contra-indicações,complicações e,informações sobreatécnicadaendoscopiarespiratória,poderápermitirqueopediatra faça umaindicação mais precisa, além de fornecer uma melhor orientação aos pais sobre este procedimento.
CONCLUSÃO: A laringotraqueobroncoscopia é uma técnica de fácil utilização, que quando realizada sob condições ideais oferece baixos índices de complicações, o que justifica a sua importância como método diagnóstico e terapêutico das doenças respiratórias pediátricas.


Palavras-chave: sucção, sucção não nutritiva, pré-termos

ENFISEMA LOBAR CONGÊNITO - RELATO DE CASO

CAROLINA DE MEDEIROS PEDROSA (INSTITUTO DE PUERICULTURA E PEDIATRIA MARTAGÃO GESTEIRA); KARLA MAGRI DE CARVALHO (INSTITUTO DE PUERICULTURA E PEDIATRIA MARTAGÃO GESTEIRA); TALITA VASCONCELOS MOURA ARAÚJO (INSTITUTO DE PUERICULTURA E PEDIATRIA MARTAGÃO GESTEIRA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p181,  2016


Palavras-chave:

Entendendo a relação entre medicamentos de uso pediátrico e cárie dentária

Understanding the relationship between medicinal products for pediatric use and dental caries

Wagner Martins da Silva Leal; Jeniffer Lambrecht; Luciana Silva de Almeida; Kerian Dorothy Rehbein; Talita Freitas da silva; Luiza Helena Silva de Almeida

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15, Nº2, p16-21, Setembro 2015

Resumo

O desenvolvimento da cárie ocorre com a perda de minerais dos dentes devido à ação de ácidos produzidos por fermentação bacteriana dos açúcares presentes na dieta. Além do consumo de bebidas e alimentos cariogênicos ingeridos pelas crianças, medicamentos contendo a sacarose podem ser outro fator relacionado à doença. A sacarose é um facilitador para adesão ao tratamento e muitas crianças necessitam da utilização prolongada desses medicamentos podendo gerar além do efeito terapêutico alguns efeitos adversos, como a cárie dentária.
OBJETIVO: devido às controvérsias apresentadas na literatura quanto ao potencial cariogênico dos medicamentos líquidos pediátricos administrados por longo período de tempo, o objetivo deste trabalho foi avaliar a relação entre cárie e medicamentos pediátricos.
FONTES DE DADOS: Foi realizada uma revisão narrativa da literatura utilizando palavras-chaves em português e inglês: medicamentos (drugs), etiologia (etiology, aetiology), cárie dentária (dental caries) nas bases de dados Medline, Bireme, BBO, Portal Capes - Periódicos, Scielo.
SÍNTESE DOS DADOS: Os estudos apontam que medicamentos de uso pediátrico apresentam elevados teores de sacarose, reduzido pH endógeno e alto grau de acidez, mostrando a cariogenicidade de alguns medicamentos.
CONCLUSÃO: Existe forte relação entre o uso prolongado de medicamentos e a doença cárie, desta forma esclarecimentos à população sobre os riscos relacionados ao uso contínuo de medicamentos açucarados e o desenvolvimento da doença quando não existe adequada higiene bucal, são imprescindíveis.


Palavras-chave: Uso de medicamentos, Cárie dentária, Criança.

Enterocolite necrosante e hemotransfusão: qual a relação?

Necrotizing enterocolitis and blood transfusion: how are they related?

Henrique Augusto Lino; Higor Kenedy Ramos; Maria Amália de Miranda Pereira; Síura Aparecida Borges Silva

Revista de Pediatria SOPERJ - V.18, Nº3, p25-29, Setembro 2018

Resumo

INTRODUÇÃO: a enterocolite necrosante é uma emergência pediátrica multifatorial, existindo controvérsias sobre o papel das transfusões sanguíneas em sua etiopatogenia.
OBJETIVO: nosso objetivo foi descrever dois casos nos quais se observou uma relação temporal consistente entre as transfusões e o desenvolvimento da doença, ou seja, em até 48 horas após a transfusão.
DESCRIÇÃO DO CASO: nos dois casos abordados, os neonatos apresentavam níveis baixos de hemoglobina e evoluíram para enterocolite necrosante após a administração do concentrado de hemácias. O neonato 1 apresentou distensão abdominal e sinais de instabilidade hemodinâmica cinco horas após a transfusão. Radiografia abdominal evidenciou distensão de alças, áreas sugestivas de pneumatose intestinal e alça fixa, com indicação de laparotomia exploradora. O neonato 2, decorridas oito horas da transfusão, apresentou distensão abdominal e instabilidade hemodinâmica súbita grave e refratária ao tratamento, o que levou o paciente a óbito. À radiografia, observou-se pneumatose intestinal.
DISCUSSÃO: não está definido na literatura se a anemia pré-estabelecida ou a transfusão são elementos da patogenia ou apenas marcadores de enterocolite necrosante iminente. O acompanhamento dos casos apresentados sugere que pacientes com fatores de risco para a condição sejam observados de forma rigorosa nas primeiras 48 horas após uma transfusão, com o objetivo de detectar precocemente sinais sugestivos da doença e iniciar-se seu tratamento imediatamente.


Palavras-chave: Enterocolite necrosante; Transfusão de sangue; Fatores de risco.

Enxaqueca na criança e no adolescente

Migraine in children and adolescents

Alexandra P. de Q. C. Araújo

Revista de Pediatria SOPERJ - V.4, Nº2, p15-17, Agosto 2003

Resumo

OBJETIVO: esta revisão tem como objetivo oferecer aos pediatras noções atualizadas referente à enxaqueca.
MÉTODO: baseou-se este artigo em uma revisão não sistemática da literatura médica a partir de levantamento de artigos indexados no MEDLINE, através da busca pelo PUBMED. Foram incluídos os artigos com enfoque na avaliação e conduta, tanto históricos quanto mais recentes.
RESULTADOS: A enxaqueca é uma das principais causas de cefaléia recorrente na criança e no adolescente. Tem importantes repercussões na qualidade de vida deste indivíduo. Pode ser diagnosticada e tratada pelo pediatra geral, na maioria dos casos com medicamentos simples.


Palavras-chave: enxaqueca, criança, adolescente, diagnóstico, tratamento

ERGONOMIA E SAÚDE EM ESCOLAS MUNICIPAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

MARINA SOARES MARQUES (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA); FERNANDA BUCHIDID BERTOLONI (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA); MANOEL JACINTO ABREU NETO (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA); ÉRICA ENDO AMENIYA (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA); IURI MARTINS DURANT SOUZA (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA); THAÍS TIEMI SAITO (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA); ANDRÉ IKEDA (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA); LARISSA ZAMBUZI CAMPOS (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA); FLÁVIA RENATA DANTAS ALVES SILVA CIACCIA (); MARIA CÉLIA CUNHA CIACCIA (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p202,  2016


Palavras-chave:

ERGONOMIA NO TRANSPORTE DO MATERIAL ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL

MANOEL JACINTO ABREU NETO (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA); MARINA SOARES MARQUES (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA); FERNANDA BUCHIDID BERTOLINI (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA); ÈRICA ENDO AMENIYA (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA); IURI MARTINS DURANT SOUZA (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA); THAÍS TIEMI SAITO (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA); ANDRÉ IKEDA (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA); LARISSA ZAMBUZI CAMPOS (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA); FLÁVIA RENATA DANTAS ALVES SILVA CIACCIA (); MARIA CÉLIA CUNHA CIACCIA (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p203,  2016


Palavras-chave:

Eritema nodoso como primeira manifestação da hanseníase

Geisel, N.R.; Oliveira, T.A.; Vitor, J.M.G.; Silva, R.A.S.; Silva, C.T.F.; Silva, M.A.G.; Soffe, BAC; Natasha Geisel Pimenta

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p90, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Eritema nodoso (EN) é uma paniculite septal caracterizada pelo aparecimento súbito de vários nódulos subcutâneos, inflamatórios, dolorosos e bilaterais, localizados, principalmente, nas superfícies pré-tibiais, podendo acometer também outras localizações. Sua etiologia é variável, podendo ser de causa idiopática, infecciosa e não infecciosa.
OBJETIVO: Alertar os profissionais a pensarem na hanseníase como uma provável causa de EN, já que a mesma é uma doença endêmica em países em desenvolvimento, como o Brasil
MATERIAL E MÉTODO: Escolar de 11 anos, sexo feminino, história de nódulos em membros inferiores há 2 semanas com acometimento posterior de membros superiores e face. Após uma semana, iniciou febre alta, dor em região pré-tibial, claudicação e artralgia. Na admissão, apresentava-se prostrada, com nódulos subcutâneos difusos, eritematosos e dolorosos à palpação (principalmente em extremidades), com algumas lesões em face, além de lesão hipocrômica em região pré-tibial à esquerda, sem alteração de sensibilidade. Diante da apresentação clínica, foi sugerido como diagnóstico EN. Para tentar elucidar a causa do EN foi realizada a biópsia de um dos nódulos que evidenciou "dermatite granulomatosa superficial e profunda, com linfócitos não epitelióides, vacuolados, apresentando frequentes micobactérias: hanseníase lepromatosa".
RESULTADOS: Eritema nodoso hansênico (ENH) é uma reação inflamatória aguda, sobreposta à evolução crônica e insidiosa da hanseníase, que ocorre em cerca de 25% dos casos lepromatosos, geralmente durante ou após o tratamento. No entanto, alguns casos têm sido relatados antes mesmo de iniciar o tratamento ou como a primeira manifestação clínica da doença, sendo essa forma pouco relatada na literatura científica.
CONCLUSÃO A ausência de lesões cutâneas sugestivas de hanseníase pode atrasar o diagnóstico e o tratamento específico da doença, o que torna a biópsia do nódulo imperativa para melhor elucidação da etiologia, quando não se tem uma causa claramente notória do EN.

 

Responsável
PRISCILLA AGUIAR DE ARAUJO


Palavras-chave:

ERITEMA NODOSO NO PACIENTE PEDIÁTRICO

THAÍS SANTOS GOMES (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); ANNA BEATRIZ LACERDA REIS VICENTE BENTO (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); CAROLINA CASTRO FLEISCHMAN (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); ISABELA MENDES LIMA (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); PAULA FERREIRA DO REGO BARROS (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); PATRICIA CARVALHO BATISTA MIRANDA (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); JULIANA BORTOLUZZI DOS SANTOS (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); MARIANA COLODETTI (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); MAYARA DA MATA DE ANDRADE (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); NATALIA DAMASCENO DE FIGUEIREDO (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p192,  2016


Palavras-chave:

Erros laboratoriais: importância do requisitante para a sua prevenção

Paulo Terra

Revista de Pediatria SOPERJ - V.3, Nº1, p0, Junho 2002

Resumo

Erros de laboratório não se explicam apenas por falhas de sua equipe. Parte deles é condicionada por falhas organizacionais do hospital. É dever de todos estudar a patogenia das falhas e buscar a harmonia. No Brasil, há deficiência de núcleos formadores de médicos especialistas porque os cursos de graduação de muitas faculdades de medicina não incluem a medicina laboratorial. Esta se propõe a produzir laudos, e não apenas resultados. Laudos exigem cultura especializada e dependem de o especialista, após orientar o paciente, participar da colheita (melhor seria coleta) e da fase analítica. Quando a relação entre o requisitante e o especialista é de abertura, confiança e respeito mútuos, há menos erros. Os grandes laboratórios dependem de convênios e os pequenos, de centrais de terceirização. Ainda não se definiu o modelo que enseja maior autonomia e menor relação custo/benefício.


Palavras-chave:

Esclerose múltipla: uma apresentação incomum no adolescente

Feitosa, L.P.; Andrade, P.F.S.M.; Guimarães, G.F.S.; Aquino J.H.W.; Castanheira, L.D.; Klaes, P.F.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p71, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Esclerose tuberosa: a importância de um diagnóstico precoce

Freitas VR; Morais ATT; Franco PCP; Braga JC; Innocencio CC

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p32, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Escolhendo um presente

Anna Tereza M. Soares de Moura

Revista de Pediatria SOPERJ - V.14, Nº1, p6-7, Outubro 2013


Palavras-chave:

ESOFAGITE EOSINOFÍLICA ASS0CIADA À ALERGIA AO LEITE DE VACA: RELATO DE CASO

PRISCILLA FILIPPO ALVIM DE MINAS SANTOS (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); BRUNA PIASSI GUAITOLINI (HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p33,  2016


Palavras-chave:

Esporotricose: importância clínica-epidemiológica

Firme, L.H.C.; Navi, N.P.; Oliveira, V.F.; Guerra, I.P.; Simões, P.F.; Lombardi, P.I.M.L.; Fernandes, R.B.A.; Soares, M.V.; Soares, V.K.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p72, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A esporotricose é causada pelo fungo Sporothrix Schenckii, e tem como principais fontes de infecção: felinos domésticos, vegetais e solo. Detectam-se, vez por outra, surtos epidêmicos, tal como evidenciado no sudeste brasileiro, entre 1997 e 2007, em felinos, caninos e humanos. É uma doença confundida com outras lesões de pele e isto retarda o início do tratamento.
OBJETIVO: Alertar quanto aos aspectos epidemiológicos, clínicos e preventivos desta doença.
MATERIAL E MÉTODO: J.D.C., dez anos, sexo masculino, reside em São Gonçalo - RJ. Há dois meses, iniciou lacrimejamento à esquerda e hiperemia ocular. Evolui com edema, hiperemia infraorbitária ipsilaterais e nódulos faciais, cervicais, membros superiores e inferiores. Nega febre e picadas de insetos. Foi tratado com diferentes esquemas de antibiótico, sem melhora. Internado no HUAP. Ao exame: abscesso flutuante infraorbitário à esquerda, drenagem espontânea e dor à palpação. Nódulos fibroelásticos, indolores, contorno regular, localizados em região maxilar, ângulo mandibular, antebraço esquerdo e membros inferiores. Mora em casa com quintal arborizado e convive com gatos de estimação. Hemograma completo normal, anti-HIV negativo. Biópsia de perna direita: eritema nodoso. Biópsia de lesão infraocular: Esporotricose. Paciente iniciou tratamento com Itraconazol. Mãe e irmão sob investigação.
RESULTADOS: A lesão primária da esporotricose pode ulcerar, tornando-se verrucosa, enquanto as secundárias ascendem ao longo dos linfáticos que drenam a área, ocasionando nódulos indolores que liberam secreção e ulceram. No relato, a lesão primária manifestou-se em região ocular e as secundárias apresentaram-se como nódulos subcutâneos em diferentes locais. A doença já se tornou um sério problema de saúde pública em algumas regiões do estado do Rio de Janeiro, onde mora o paciente.
CONCLUSÃO A população deve ser educada quanto aos riscos do contato íntimo com animais de estimação. A doença cutânea precisa ser investigada afim de não retardar o tratamento e é importante atentar aos surtos epidêmicos.

 

Responsável
LIVIA HONORATO COSTA FIRME


Palavras-chave:

Esquistossomose medular

Spinal cord schistosomiasis

Hévila Suelen Neri de Lima; Jullianna de Sousa Farias; Maria Clara Cordeiro Batista; Marilia Denise de Saraiva Barbosa

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15, Nº1, p40-43, Fevereiro 2015

Resumo

A esquistossomose é uma das endemias mais importantes no Brasil, com prevalência aproximada de 10% da população. Qualquer órgão pode ser acometido nas formas ectópicas da doença. Neste trabalho, será relatado um caso de esquistossomose com comprometimento medular. O diagnóstico foi estabelecido por meio da clínica do paciente, incluindo-se a presença de Schistosoma mansoni no exame parasitológico das fezes. O tratamento foi realizado com praziquantel por 3 dias.


Palavras-chave: esquistossomose; esquistossomose medular; Schistossoma mansoni.

ESTEATOSE HEPÁTICA NA INFÂNCIA: RELATO DE 2 CASOS

TAYNÁ GONTIJO DE CARVALHO (UFF); ELIZABETH COTTA MAIA (UFF); KARINE BETZEL REETZ (UFF); ALINE FALCI LOURES (UFF); EMANUELLY GIOVANELI CONSTÂNCIO (UFF); JÚLIA AMIM ROSA (UFF); JOSÉ MARIA SILVEIRA NETO (UFF); DENIS DE MELO PINTO RANGEL (UFF); PEDRO EUGÊNIO DE ARAÚJO CUNHA (UFF); BRUNA ITAMI OHARA PIMENTA (UFF)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p101,  2016


Palavras-chave:

Estudo da função pulmonar, IMC e pressão arterial em asmáticos

Analysis of pulmonary function tests, BMI and blood pressure

Andrea Lebreiro Guimaraes Venerabile; Gláucia Macedo de Lima; Ingrid David Marins Giuliani; Manuela Barros de Alarcão Bento; Ingrid dos Anjos Teixeira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº2, p26-30, Junho 2016

Resumo

OBJETIVO: Asma, obesidade e hipertensão são condições que têm alta prevalência nos dias de hoje e que aumentam a morbimortalidade dos pacientes pediátricos no futuro. O presente estudo teve como objetivo conhecer a prevalência de distúrbio ventilatório obstrutivo, hiper-reatividade brônquica (HRB), pressão arterial (PA) alterada em repouso, pico hipertensivo durante o teste ergométrico de broncoprovocação por exercício, correlacionando essas variáveis com o índice de massa corpórea (IMC).
MÉTODOS: Estudo transversal, retrospectivo, descritivo e analítico. Foram analisados 537 asmáticos do Polo de Asma do Hospital Municipal da Piedade, os quais realizaram teste de broncoconstrição por exercício em esteira ergométrica e prova broncodilatadora com salbutamol, no período de 1999 a 2009. Utilizou-se teste de qui-quadrado e risco relativo com intervalo de confiança (IC) de 95%.
RESULTADOS: HRB em 344 dos 537 avaliados (64%), PA alterada em 46 dos 422 analisados (10,9%), pico hipertensivo em 53 dos 420 estudados (12,6%). Asmáticos com IMC elevado estão 2,87 vezes mais expostos ao risco de alteração da pressão arterial em repouso e 3,84 vezes com maior risco de terem pico hipertensivo ao exercício físico (p < 0,001). Asmáticos com HRB estão 1,97 vezes mais expostos ao risco de DVO (p < 0,001).
CONCLUSÕES: A análise de asmáticos com testes de função pulmonar demonstrou IMC elevado associado à hipertensão arterial.


Palavras-chave: Asma brônquica; índice de massa corporal; pressão arterial; espirometria; hiper-reatividade.

Estudo do autismo através da imagem do tensor de difusão e da espectroscopia de prótons por ressonância magnética

Adriana Rocha Brito

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7, Nº2, p19, Outubro 2006


Palavras-chave:

Estudo do autismo através da imagem do tensor de difusão e da espectroscopia de prótons por ressonância magnética

Adriana Rocha Brito

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7 (supl 2), Nº2, p20, Outubro 2006


Palavras-chave:

Estudo em maternidade do sudoeste goiano sobre as complicações respiratórias neonatais relacionadas com o peso do nascimento e idade gestacional

Study on maternity in the southwest of Goiás state regarding neonatal breathing complications related to birth weight and gestational age children

Luccas Fernandes Queiroz; Letícia Lemos Leão; Laís Araújo Silva Furquim; Marcelo Gomes Judice; Renato Canevari Dutra da Silva

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº1, p8-14, Fevereiro 2017

Resumo

OBJETIVO: verificar a relação do peso ao nascimento e da idade gestacional sobre as complicações respiratórias de neonatos em uma maternidade do sudoeste goiano.
MÉTODOS: foi realizada uma pesquisa de estudo descritivo-analítico, retrospectivo, com o método quantitativo, por meio de levantamento, utilizando-se dos prontuários hospitalares, nos serviços de arquivos médicos de uma maternidade do sudoeste goiano. Foram utilizados 1.416 prontuários de recém-nascidos de janeiro a dezembro de 2013, sendo excluídos prontuários rasurados e incompletos. Todo o conjunto de dados coletados foi organizado em uma planilha eletrônica do Excel®. Após a preparação de toda a planilha, os dados foram transferidos para outra do Statistical Package for Social Sciences (versão 16.0) e processadas as análises estatísticas descritivas. Para os testes de correlação entre as variáveis utilizou-se a correlação Pearson com intervalo de confiança de 95%.
RESULTADOS: no que se refere às correlações realizadas entre a existência de complicações respiratórias e peso dos recém-nascidos ao nascer, idade gestacional e IG x peso, pôde ser observada correlação estatisticamente significativa em todas as situações, o que implica que para a determinada amostra: quanto menor o peso ao nascimento e idade gestacional, maior a possibilidade de desenvolver complicações respiratórias (p = 0,000 e p = 0,004, respectivamente). A prevalência de complicações respiratórias foi de 81,70% sendo a mais encontrada a síndrome do desconforto respiratório em 11,80% dos recém-nascidos.
CONCLUSõES: pôde-se identificar que quanto menor o peso ao nascimento e idade gestacional, maior a possibilidade de desenvolver complicações respiratórias bem como uma maior relação idade gestacional x peso.


Palavras-chave: Recém-nascido de baixo peso. Doenças respiratórias. Fatores de risco. Recém-nascido.

Evolução de neonatos com diagnóstico pré-natal de cardiopatia congênita ao ecocardiograma fetal

Torbey, A.F.M.; Souza, A.L.A.A.G.; Souza, L.C.M.R.; Santos, L.P.B.; Firme, L.H.C.; Luz, C.A.; Navi, N.P.; Oliveira, V.F.; Cestari, A.B.C.S.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p108, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: As cardiopatias congênitas apresentam incidência de 5 -8% na população geral e em gestantes com fator de risco podem chegar a 25%. O diagnóstico pré-natal é fundamental para o melhor planejamento ao nascimento dos portadores de cardiopatias congênitas.
OBJETIVO: Determinar a evolução dos recém-nascidos cardiopatas diagnosticados através do ecocardiograma (ECO) fetal, quanto à necessidade de internação em uti neonatal, tratamento cirúrgico e sua mortalidade.
MATERIAL E MÉTODO: Estudo retrospectivo dos portadores de cardiopatia congênita diagnosticados ao ecocardiograma fetal entre 2010 e 2014 no ambulatório de cardiologia fetal do Hospital Universitário Antônio Pedro. Foram estudadas as seguintes variáveis: cardiopatia congênita, necessidade de internação em UTI neonatal, cirurgia cardíaca no período neonatal e mortalidade.
RESULTADOS: Foram realizados 224 exames, em que 53 (23,6%) apresentaram alteração ao ECO fetal, sendo as mais frequentes: arritmias cardíacas (8 casos), hipertrofia concêntrica do ventrículo esquerdo (7 casos), comunicação interventricular (5 casos), anomalia de Ebstein (4 casos), transposição dos grandes vasos da base (4 casos), coarctação da aorta (4 casos) e cardiopatia complexa (4 casos). A internação em unidade de terapia intensiva neonatal foi recomendada em 23 casos. Foram submetidos à cirurgia cardíaca no período neonatal 15 pacientes, 13 já se encontram em acompanhamento ambulatorial, e 2 permanecem internados. A mortalidade fetal foi de 5,6 % (n=3) e o óbito no período neonatal foi de 4 casos (7,5 %). Dos pacientes que evoluíram para o óbito, 3 foram encaminhados para estudo anatomopatológico, o qual mostrou concordância diagnóstica.
CONCLUSÃO O diagnóstico intra-útero e precoce das cardiopatias congênitas influencia na morbi-mortalidade dos recém-nascidos, devido ao melhor preparo da equipe para sala de parto, estabilização em unidade de terapia intensiva e programação para a abordagem cirúrgica.

 

Responsável
PEDRO IVO DE MOURA LEITE LOMBARDI


Palavras-chave:

EXPERIÊNCIA DE UMA UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVO NEONATAL CIRÚRGICA NO PRÉ-OPERATÓRIO DE NEONATOS COM ANOMALIA ANORRETAL

CHRISTIANE GARIOS UCHA CAMPOS (INSTITUTO D´OR DE PESQUISA E ENSINO); VANESSA SOARES LANZIOTTI (INSTITUTO D´OR DE PESQUISA E ENSINO); FRANCISCO NICANOR ARARUNA MACEDO (HOSPITAL ESTADUAL DA CRIANÇA); MIRIAM PEREZ DE FIGUEIREDO (HOSPITAL ESTADUAL DA CRIANÇA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p150,  2016


Palavras-chave:

Expressão do P53 e descrição dos níveis Sséricos da Ige em pacientes com neurofibromatose tipo 1

Mauro Geller

Revista de Pediatria SOPERJ - V.8 (1 supl 1), Nº1, p0, Abril 2007


Palavras-chave:

Falência cardiopulmonar em paciente pediátrico

Regina Coeli Azeredo Cardoso

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13, Nº2, p14-20, Dezembro 2012

Resumo

OBJETIVOS: Discutir o reconhecimento da falência cardiopulmonar no paciente pediátrico, ressaltando a importância da ressuscitação cardiopulmonar de alta qualidade para a melhoria do prognóstico das crianças gravemente enfermas.
FONTES DOS DADOS: revisão dos últimos consensos sobre ressuscitação da Aliança Internacional de Comitês de Ressuscitação, publicados em 2005 e 2010, que foram as mais importantes revisões sobre ressuscitação publicadas até a presente data.
SÍNTESE DOS DADOS: A falência cardiopulmonar na criança raramente é súbita. Decorre de quadros de falência respiratória ou de choque. Quando acontece, as chances de sobrevida diminuem drasticamente.Na falência cardiopulmonar, os mecanismos fisiológicos de compensação já se esgotaram, coexistindo a insuficiência respiratória e o choque descompensado. A hipoxemia progressiva leva à hipóxia e à acidose tecidual, seguindo-se, então, a assistolia, que é o ritmo mais frequente nas paradas cardíacas em crianças. A assistolia acontece pelo comprometimento da perfusão coronária, ficando o miocárdio em sofrimento por hipóxia e acidose. O colapso circulatório súbito,por fibrilação ventricular,é a principal causa de parada cardíaca em adultos. Em crianças, ocorre em, aproximadamente, 5 a 15% dos casos.
CONCLUSÃO: Como a sobrevida a uma parada cardíaca é baixa, a prevenção torna-se a melhor estratégia de abordagem. A ressuscitação cardiopulmonar de alta qualidade é o alicerce principal de todo o suporte básico e avançado de vida em qualquer faixa etária. O pediatra também precisa familiarizar-se com os principais distúrbios do ritmo que ocorrem durante uma parada e que requerem terapia elétrica imediata até a chegada do especialista.


Palavras-chave: Falência cardiopulmonar, ressuscitação, assistolia, suporte de vida.

Fasciíte necrosante em neonato causada por Ca-MRSA

Medeiros T.R; Torbey A.F.M; Barros C.A; Bulkool D.P; Coutinho R.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p34, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Fasciíte necrosante em neonato causada por CA-MRSA

Medeiros TR; Barros C.A; Bulkool D.P; Santana R.C; Porto L.C.C; Torbey A.F.M

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p39, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Fatores associados à sífilis congênita em um hospital público no estado do Rio de Janeiro, Brasil

Factors associated with congenital syphilis in a public hospital on the state of Rio de Janeiro, Brazil

Christiane Fernandes Ribeiro; Matheus Nascimento da Silva; Layla Couto Araujo; Thais Perroni El Saman; Maria Isabel do Nascimento

Revista de Pediatria SOPERJ - V., Nº, p0,  

Resumo

INTRODUÇÃO: a sífilis é uma doença infecciosa, de transmissão sexual, transplacentária ou transfusional, que pode progredir para aborto, morte fetal, prematuridade, baixo peso ao nascer e morte neonatal.
OBJETIVO: avaliar as características de mães de bebês nascidos vivos com sífilis congênita.
MÉTODOS: todas as mães de bebês (n = 46) nascidos a termo que receberam tratamento de sífilis congênita, no período neonatal, de 1º de outubro de 2014 a 30 de setembro de 2015, foram incluídas no estudo e comparadas com mães de bebês (n = 157) sem sífilis congênita.
RESULTADOS: a regressão de Poisson com ajuste robusto de variância verificou as associações com o desfecho sífilis congênita, bem como as razões de prevalência e intervalos de confiança de 95%. O principal fator de risco de sífilis congênita foi a baixa escolaridade materna (RP ajustada: 1,93; IC 95%: 1,056-3,526). Os fatores protetores foram o pré-natal na cidade de Niterói (RP ajustada: 0,48; IC 95%: 0,253-0,911) e ter tido pelo menos três testes laboratoriais para sífilis (RP ajustada: 0,35; IC 95%: 0,183-0,686).
CONCLUSÕES: a baixa escolaridade foi um fator de risco importante para a sífilis congênita e o efeito protetor, o número de testes de sífilis realizados.


Palavras-chave: Sífilis congênita; Cuidado pré-natal; Assistência perinatal; Modelos teóricos; Análise de regressão.

FATORES DE RISCO PARA DESENVOLVIMENTO DE ALERGIA ALIMENTAR EM PACIENTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

ADERBAL SABRA (U); LUCIANA CORSINI (UNIGRANRIO); JOÃO NEMER (UNIGRANRIO); ADERBAL SABRA FILHO (UNIGRANRIO); ALESSANDRA SABRA (IOWA UNIVERSITY); GEORGEANA SABRA (UNIGRANRIO); SELMA SABRA (UNIGRANRIO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p36,  2016


Palavras-chave:

Fatores possivelmente associados à gênese de diabetes mellitus tipo I - um estudo seccional

Sant'Ana JAS; Souza LMBM; Silva SF; Tavares PM; Naliato ECO

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p36, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Fatores que influenciam o tratamento de pacientes com câncer infantojuvenil: a visão dos familiares

Santi, E.; Bastos,G.; Corrêa, L.; Nunes,R.; Monteiro,L.; Barbosa, L.; Alvim, I.; Sangalli,L.G.; Lips,T.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p75, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O câncer infanto-juvenil (CaIJ) representa cerca de 2,5% de todos os novos casos de câncer no país, sendo a segunda causa de morte nesta faixa etária. No entanto, mais de 50% chegam ao centro especializado em fase avançada e com menor possibilidade de cura.
OBJETIVO: Identificar os principais fatores que influenciam o tempo entre os primeiros sinais e sintomas, o diagnóstico e o início do tratamento do câncer infanto-juvenil. Elaborar proposta para melhorias no fluxo da assistência ao paciente com câncer infantojuvenil
MATERIAL E MÉTODO: Estudo com abordagem, qualitativa e quantitativa, de acompanhantes/responsáveis por pacientes com CaIJ, de 01 mês a 19 anos, admitidas nos Setores de Hematologia, Transplante de Medula Óssea e Oncologia pediátrica do INCA. Estudo realizado entre fevereiro de 2014 e junho de 2014, em três fases: bibliografia e elaboração de questionário, aplicação de questionário, análise de dados. O questionário foi pré-validado e incluiu características biológicas, sóciodemográficas, fatores que influenciaram o diagnóstico e tratamento e possibilitou a associação entre as características do atendimento inicial e da referência ao nível de alta complexidade.
RESULTADOS: Foram abordados 111 acompanhantes/responsáveis e 101 consentiram em participar do estudo. Foram compatíveis com a literatura, os dados biológicos, os tipos mais prevalentes e os primeiros sintomas de CaIJ. 83,2% dos pacientes tinham acompanhamento médico prévio ao diagnóstico de câncer, sendo 63,4% com Pediatra, 15,8% pelo Programa de Saúde da Família e 4% com outro especialista. Em 68,3% dos casos, foi realizado atendimento médico em que o profissional não suspeitou de câncer e destes, mais da metade (60,9%), levaram mais de um mês para um atendimento com suspeita de câncer. Para os 78/101 entrevistados que entenderam que houve atraso no diagnóstico do câncer (54%), 55% aponta a dificuldade diagnóstica do profissional de saúde como principal fator para tal, seguida de fatores como atraso na marcação de consulta (14%) e dificuldade/demora da realização da biópsia (13%).
CONCLUSÃO Existe um atraso no diagnóstico do CaIJ, o que pode ser atribuído a diversos fatores, sobretudo à falhas no atendimento inicial. São fundamentais para o controle dessa situação e o alcance de melhores resultados, ações específicas do setor de saúde, como a organização da rede de atenção e a capacitação dos profissionais envolvidos, visando oferecer uma assistência de qualidade e melhorar o prognóstico dos pacientes.

 

Responsável
LUIS FERNANDO DA SILVA BOUZAS


Palavras-chave:

FATORES RELACIONADOS À NÃO REALIZAÇÃO DOTESTE DA ORELHINHA EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

LETICIA CARVALHO GUSMAN (FTESM); GLAUCIA MACEDO DE LIMA (FTESM); PAMELA CAROLINA LIMA LAGO (FTESM); VIVIAN VIDAL MARSELI (FTESM); GUSTAVO ABUASSI (FTESM); MARINA VASQUEZ BARREIRA RANZEIRO DE BRAGANÇA (FTESM); PATRICIA VIEIRA DE BIASI CORDEIRO (FTESM)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p162,  2016


Palavras-chave:

Febre no lactente

Luciano Abreu de Miranda Pinto

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13, Nº2, p61-67, Dezembro 2012

Resumo

A presença de febre é um dos principais motivos de consulta pediátrica e a quase totalidade dos lactentes febris têm uma doença infecciosa.A maioria dos lactentes com febre apresentará sinais ou sintomas que permitirão o diagnóstico da condição mórbida subjacente, entretanto, em 20% dos casos, a febre é um achado isolado, o que significa que, mesmo após anamnese e exame físico cuidadosos, nenhum foco é identificado e a condição recebe a denominação de "febre sem foco". Entre os pacientes com febre sem foco, a imensa maioria é portadora de uma infecção viral benigna, entretanto um pequeno grupo desses pacientes pode ser portador de uma entidade mórbida que, na ausência de um nome específico, é conhecida como bacteremia oculta. Considerando os pacientes com bacteremia oculta, alguns resolverão espontaneamente essa condição tornando-se afebris, outros persistirão febris e com bacteremia e um terceiro grupo evoluirá para uma infecção bacteriana focal quando reavaliado 24-48 horas após a consulta inicial.A abordagem do paciente potencialmente portador de bacteremia oculta pode variar desde o acompanhamento clínico até a utilização de protocolos de risco, entretanto o prognóstico do paciente com febre sem foco não parece ser modificado pela abordagem escolhida.


Palavras-chave:

Febre reumática - ainda um desafio

Rheumatic fever - still a challenge

Katia Lino Baptista Mourilhe Rocha; Rodrigo Moulin Silva

Revista de Pediatria SOPERJ - V.9, Nº2, p0, Novembro 2008

Resumo

INTRODUÇÃO: A febre reumática continua sendo de alta prevalência em países em desenvolvimento e é responsável por alto impacto sócio-econômico, sendo a principal causa de cardiopatia adquirida na infância. Ainda hoje, existem diversas controvérsias em seu diagnóstico e manejo.
OBJETIVO: Rever o papel dos critérios de T. Duckett-Jones, identificar falhas nas políticas públicas e tentar unificar condutas terapêuticas e de profilaxia.
MÉTODOS E FONTES DOS DADOS: Revisão não sistemática da literatura nacional e internacional, através de busca pelo PubMed, referente aos ao período de 1965 a 2007. Literatura disponível no MEDLINE e acessível pelo portal da CAPES. Foram listados mais de 300 artigos, sendo selecionadas 46 referências para esta revisão, incluindo livros-texto reconhecidamente importantes.
SÍNTESE DOS DADOS: A febre reumática ainda necessita de políticas de saúde mais agressivas, com treinamento de pessoal e fornecimento de medicações básicas, além de ações educacionais. São necessárias implementações de medidas para melhorar a adesão ao regime terapêutico e maior acesso a métodos laboratoriais e de imagem (ecocardiograma). Atualmente, surge nova esperança no combate à doença com o desenvolvimento inicial de vacinas anti-estreptocócicas.


Palavras-chave: Febre Reumática, Cardiopatia Reumática, Estreptococo, Penicilina Benzatina, Coréia.

Febre reumática: revisão e discussão dos novos critérios diagnósticos

Rheumatic fever: review and discussion of the new diagnostic criteria

Andrea Valentim Goldenzon; Marta Cristine Felix Rodrigues; Christianne Costa Diniz

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº3, p30-35, Outubro 2016

Resumo

OBJETIVO: A febre reumática é uma doença que ainda contempla grandes dificuldades em seu diagnóstico. Provoca graves sequelas que perduram por toda a vida do indivíduo com alto custo pessoal e para a saúde pública. Nosso objetivo é discutir os novos critérios diagnósticos publicados pela American Heart Association em 2015, revisando a literatura sobre a doença.
FONTE DE DADOS: Revisão com base em busca de artigos com a palavra-chave "febre reumática" em português, inglês ou espanhol, em plataformas de artigos Medline, PubMed e Scielo sem limitação de data.
SÍNTESE DOS DADOS: Os novos critérios diagnósticos publicados pela American Heart Association em 2015 propõem categorizar a apresentação da doença conforme a identificação das populações em alto, moderado e baixo risco e estipula a conduta perante a esses diversos tipos de pacientes.
CONCLUSÃO: Nos países em desenvolvimento, como o Brasil, onde a desigualdade socioeconômica entre populações é um problema reconhecido, essa nova categorização pode auxiliar na melhor condução diagnóstica e terapêutica da doença.


Palavras-chave: Febre reumática; critérios; artrite; cardite; coreia; Streptococcus.

Febre reumática: uma doença negligenciada

Márcia Fernanda da Costa Carvalho

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº3, p7, Outubro 2016


Palavras-chave:

FEBRE SEM FOCO EM LACTENTES: RELATO DE CASO

THABATA FEITOZA BARBOSA (HOSPITAL CENTRAL DA AERONÁUTICA - HCA/RJ); BRUNO PIRES DE CAMARGOS (HOSPITAL CENTRAL DA AERONÁUTICA - HCA/RJ )

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p66,  2016


Palavras-chave:

Fibrose cística com asma como manifestação inicial

Carvalho C.M; Aurilio R.B.; Pimentel A.F.M.; Costa P.F.B.; Firmida M.; Mesquita A.P.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p96, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Ficha de Avaliação - Respostas

Revista de Pediatria SOPERJ - V.9, Nº2, p0, Novembro 2008


Palavras-chave:

Ficha-resposta

Revista de Pediatria SOPERJ - V.8, Nº2, p0, Outubro 2007


Palavras-chave:

Freqüência de Dor Pós-Tratamento Endodôntico em adolescentes: Consulta Única e Duas Consultas

Patrícia de Andrade Risso

Revista de Pediatria SOPERJ - V.8 (1 supl 1), Nº1, p0, Abril 2007


Palavras-chave:

Frequência de intercorrências gestacionais e obstétricas em crianças com transtorno do espectro autista em uma escola especializada em Salvador, Bahia

The frequency of gestational and obstetric intercurrences in children with autistic spectrum disorder in a specialized school in Salvador, Bahia

Manuelle Jane Borges de Oliveira Inocencio; Márcia Cristina Maciel Aguiar; Camille da Silva Batista

Revista de Pediatria SOPERJ - V., Nº, p0,  

Resumo

INTRODUÇÃO: o transtorno do espectro autista é uma condição de neurodesenvolvimento caracterizada por alterações na comunicação, interação social e padrões repetitivos e estereotipados de comportamento, segundo o Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais 5ª edição. Suspeita-se que a etiologia desse transtorno seja multifatorial, associada a fatores neurológicos, genéticos e ambientais.
OBJETIVO: identificar intercorrências gestacionais e obstétricas, bem como verificar a sua prevalência, na gestação de crianças com transtorno do espectro autista de uma escola especializada.
MÉTODOS: estudo descritivo, com desenho transversal, não experimental e período de referência retrospectivo, realizado a partir da coleta de dados em prontuários médicos de crianças com transtorno do espectro autista matriculadas em uma escola especializada na cidade de Salvador - BA.
RESULTADOS: foram colhidos dados de 209 prontuários médicos, porém foram excluídos 65 por estarem preenchidos de forma incompleta. O número amostral total foi de 144 prontuários. Desses, 41,66% não tiveram nenhuma intercorrência gestacional ou obstétrica e 58,33% tiveram algum tipo de intercorrência. No grupo com intercorrências ocorreram 35 diferentes alterações, com alguns indivíduos apresentando mais que uma alteração (média de 1,69 alterações por criança).
CONCLUSÕES: nas gestações de crianças autistas existe grande concentração de intercorrências acontecendo. Prematuridade, sangramento durante a gestação e sofrimento fetal foram as intercorrências mais prevalentes na gestação das crianças com transtorno do espectro autista da escola especializada pesquisada. Crianças com autismo grave tiveram maior percentual de intercorrências gestacionais e obstétricas do que crianças com autismo leve.


Palavras-chave: Transtorno do espectro autista; Complicações na gravidez; Assistência perinatal.

FTT como manifestação clínica de fibrose cística

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p74, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A Fibrose Cística é uma doença de herança autossômica recessiva, que atinge as glândulas exócrinas, envolvendo múltiplos órgãos de forma crônica e progressiva.
OBJETIVO: Alertar os pediatras quanto à possibilidade de Fibrose Cística em crianças que apresentam FTT.
MATERIAL E MÉTODO: D.D.P, Escolar, 5 anos, pardo, residente do município de Valença-RJ. Procurou o serviço, pois a mãe alegava que o filho não ganhava peso. Afirmou que o menor alimentava-se bem, com boa aceitação de todos os grupos alimentares. Funções fisiológicas presentes com padrão de evacuações diárias, sem alterações. Na HPP negava internações prévias ou infecções de repetição. Ao exame apresentava baixo peso (< P3) e baixa estatura (< P3). Foi iniciada dieta hipercalórica e solicitado Hemograma Completo, bioquímica ampla, TSH e T4 livre, Dosagem Ac Antitransglutaminase e Teste do Suor, com seguintes resultados: 08/04/2013 - Peso do suor: 232 / Cloreto do suor: 48 / Sódio do suor: 50 17/04/2013- MSE: Peso do suor: 166 /Cloreto do suor: 45 / Sódio do suor: 48. Os demais exames solicitados foram normais. Foi encaminhado ao serviço de referência e iniciou reposição de Enzimas Pancreáticas, em que vem apresentando aumento nas medidas antropométricas.
RESULTADOS: Apesar de ser uma doença multissistêmica, o grande número de mutações existente refere à variação no espectro clínico da doença, por vezes, com diagnóstico apenas na vida adulta.
CONCLUSÃO A apresentação atípica de Fibrose Cística, com valores limítrofes de cloro no suor, costuma ser mais difícil de diagnósticar. Estima-se que 85-90% dos pacientes com FC têm insuficiência pancreática. A manifestação mais sugestiva de disabsorção é a esteatorreia. Às vezes, os sinais clínicos de esteatorreia não são evidentes e a única manifestação de disabsorção é a dificuldade de ganho ponderal. O comprometimento nutricional é uma das manifestações iniciais mais comuns da FC, mas poucas vezes este diagnóstico é considerado quando apresenta apenas esta manifestação.

 

Responsável
LUCRECIA LAURENÇO COUTINHO


Palavras-chave:

GASTROSQUISE: REPARO PRIMÁRIO OU FECHAMENTO SECUNDÁRIO?

PAULA GARCEZ FONSECA (HOSPITAL CENTRAL DA POLICIA MILITAR /ESCOLA DE MEDICINA SOUZA MARQUES); ANNA PAULA TERRIGNO (HOSPITAL CENTRAL DA POLÍCIA MILITAR); BRUNA FASSOLINI (HOSPITAL CENTRAL DA POLICIA MILITAR); NADIR GOMES DE BARROS SANTOS (HOSPITAL CENTRAL DA POLÍCIA MILITAR); ANDREA VASCONCELLOS (HOSPITAL CENTRAL DA POLICIA MILITAR); MARINA GOMES DE SÁ (HOSPITAL CENTRAL DA POLÍCIA MILITAR); MARINA ASSIS (HOSPITAL CENTRAL DA POLÍCIA MILITAR); ANA CAROLINA FERREIRA BERTONHA (HOSPITAL CENTRAL DA POLÍCIA MILITAR)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p142,  2016


Palavras-chave:

GEMELLA HAEMOLYSANS: BACTÉRIA DE TRATO ORAL COMO CAUSA DE ENDOCARDITE COM ABSCESSO CARDÍACO EM CRIANÇA PORTADORA DE CARDIOPATIA CONGÊNITA - RELATO DE CASO

CAROLINA DE OLIVEIRA CAVALCANTI ASSUMPÇÃO (RESIDENTE DE PEDIATRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); MARIA EMMERICK GOUVEIA (RESIDENTE DE PEDIATRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); ROBERTA DE ALMEIDA SIMÕES (ESPECIALIZANDA DE PEDIATRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); JOVARCI MOTTA (RESIDENTE DE PEDIATRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); INGRID DAVID MARIN GIULIANI (RESIDENTE DE PEDIATRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); IVIA FONSECA DE OLIVEIRA (ACADÊMICO DE MEDICINA); ADRIANA PINTO DE OLIVEIRA DUTRA LABUTO (RESIDENTE DE PEDIATRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); MAINE VIDAL MACEDO (RESIDENTE DE PEDIATRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); BRUNO COUTINHO DE OLIVEIRA (RESIDENTE DE PEDIATRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); ANA FLÁVIA MALHEIROS TORBEY (PROFESSORA DE PEDIATRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p21,  2016


Palavras-chave:

Gestantes colonizadas pelo estreptococos do grupo B e seus recém nascidos : análise crítica da conduta adotada no Instituto Fernandes Figueira

Natalie Del-Vecchio Lages Costa

Revista de Pediatria SOPERJ - V.9, Nº2, p0, Novembro 2008


Palavras-chave:

Glicogenose Hepática Tipo I - um desafio terapêutico

Valladares, M.A.B.; Carvalho, S.; Junqueira, J.C.; Paiva, F.T.; Coutinho, R.; Dias, F.; Sampaio, M.C.; Maia, J.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p80, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A glicogenose hepática tipo I, doença de Von Gierke, causada pela deficiência da enzima hepática glicose-6-fosfatase, acomete o fígado por deposição de glicogênio. Os episódios frequentes de hipoglicemia são um desafio para o pediatra. O diagnóstico precoce e o apoio terapêutico multidisciplinar podem garantir o sucesso na adesão ao tratamento e melhorar o prognóstico da doença em relação à sua morbidade.
OBJETIVO: Relatar um caso em criança de 10 meses, que recebeu atendimento multidisciplinar no Ambulatório de Gastropediatria, com boa adesão ao tratamento e com rápida regressão dos episódios de hipoglicemia e das alterações laboratoriais.
MATERIAL E MÉTODO: Lactente de 10 meses foi atendido com história de episódios de sudorese excessiva, palidez cutâneo-mucosa e atraso psicomotor. O exame físico mostrou grande distensão abdominal com hepatomegalia até a fossa ilíaca direita de consistência macia, ausência de esplenomegalia, fácies arredondada ("de boneca"). Os exames laboratoriais de urgência mostraram hipoglicemia, hipertrigliceridemia, hiperuricemia e elevação de enzimas hepáticas. A terapêutica nutricional foi imediatamente instituída com retirada de açúcares da alimentação e introdução de amido de milho cru regular para evitar episódios de hipoglicemia. A relação médico-paciente foi valorizada pelo entendimento da importância da colaboração da família no tratamento e do valor da terapêutica nutricional. A abordagem multidisciplinar com médico gastropediatra, médico nutrólogo, nutricionista e médico pediatra, foi importante na evolução clínica. Em 5 meses de acompanhamento houve normalização dos parâmetros laboratoriais e melhora importante do desenvolvimento psicomotor. A histopatologia hepática confirmou depósito hepatocitário de glicogênio.
RESULTADOS: A glicogenose hepática tipo I é uma doença metabólica, de herança autossômica recessiva, causada por defeito enzimático que acomete a liberação de glicose pelo fígado, tanto pela glicogenólise como pela gliconeogênese. Isto leva ao depósito hepatocitário de glicogênio e frequentes episódios de hipoglicemia que podem ser danosos ao desenvolvimento neurológico do lactente.
CONCLUSÃO O diagnóstico desta doença deve fazer parte do diagnóstico diferencial das hipoglicemias da infância

 

Responsável
MARCIA ANGÉLICA BONILHA VALLADARES


Palavras-chave:

Glicogenose tipo IV: Doença de Andersen

Glycogen storage disease type IV: Anderse's Disease

Anna Letícia de Cerqueira Campos Villardi; Beatriz Araújo da Costa Soffe; Clara Figueiredo Leal de Abreu; Joanna Andrade da Costa; Julia Tostes Calvo; Marcos André Giffoni da Silva; Ramona Alessandra Souza da Silva

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº2, p40-44, Junho 2016

Resumo

OBJETIVO: Colocar em evidência a glicogenose do tipo IV, doença autossômica recessiva, caracterizada como erro inato do metabolismo. Atentar sempre ao possível diagnóstico, pois o quadro clínico é variável, apresentando sintomas inespecíficos. Importante frisar que uma terapêutica eficaz e rápida, junto ao acompanhamento conjunto com a Nutrição, a Endocrinologia e a Genética são fundamentais.
DESCRIÇÃO DO CASO: SDNL, lactente, 10 meses, sexo feminino, com quadro clínico de vômitos pós-prandiais, precedidos de náusea e associados à diarreia de coloração esverdeada. Não apresentou febre. Foi diagnosticada com desidratação grave, iniciada terapêutica e hidratação venosa, sendo solicitada internação hospitalar. Durante a internação, observaram-se hepatomegalia, criança irritadiça e parâmetros de crescimento e desenvolvimento muito inferiores aos adequados. Idade óssea era compatível a 3-6 meses. Foi realizada investigação para erro inato do metabolismo, fechando o diagnóstico para Doença de Andersen.
DISCUSSÃO: Diagnóstico é essencial, pois há grande risco de recorrência familiar (aproximadamente 25% para cada novo filho do casal), sendo fundamental o aconselhamento genético. Quanto mais precoce for o diagnóstico, menores são as chances de desenvolver sequelas graves, tanto físicas quanto cognitivas. Existem critérios e sinais que levam a pensar em Doença Metabólica Hereditária. A lactente em questão apresentava adequados parâmetros de crescimento até o 5º mês, quando estava em aleitamento materno exclusivo; porém, a partir do 6º mês, com complementação alimentar, apresentou declínio importante e considerável dos parâmetros, sendo classificada como muito baixo peso para a idade. O exame físico abdominal era doloroso, com hepatomegalia, extremamente irritadiça, notável atrofia muscular e atraso do desenvolvimento neuropsicomotor.


Palavras-chave: glicogenose, Doença de Andersen, crescimento, desenvolvimento, desnutrição.

Glicogenoses: uma visão geral para o pediatra

Célia Regina Moutinho de Miranda Chaves

Revista de Pediatria SOPERJ - V.10, Nº1, p35-37, Maio 2009


Palavras-chave:

Granuloma piogênico gigante em uma adolescente

Junny Belache de Azeredo Coutinho; Ana Maria Mosca de Cerqueira; Fernando Gustavo Mosca de Cerqueira; Izabel Cristina Soligo Kanaan

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p61, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Granulomatose com poliangeite: dificuldade diagnóstica

Souza PG; Sztajnbok FR; Sant'Anna CC; Gomes HF

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p12, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Grupo de trabalho em erros inatos do metabolismo (EIM)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7 (supl 2), Nº2, p0, Outubro 2006


Palavras-chave:

Grupo de trabalho estratégias de promoção da saúde

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7 (supl 2), Nº2, p0, Outubro 2006


Palavras-chave:

Habilidades dos residentes de pediatria na abordagem dos transtornos mentais na infância

Pediatric residents' skills in addressing mental disorders in children

Mônica Maria de Almeida Vasconcelos; Lina Noor Constantin e Coutinho Vargas; Aline Ferreira dos Santos; Fabiana Maria Kakehasi

Revista de Pediatria SOPERJ - V.18, Nº2, p18-23, Junho 2018

Resumo

INTRODUÇÃO: os transtornos mentais estão cada vez mais comuns no dia a dia do pediatra, sendo considerados 'distúrbios da modernidade'.
OBJETIVO: avaliar a satisfação dos médicos-residentes com suas habilidades na abordagem de transtornos mentais na infância e sua percepção sobre o papel do pediatra no diagnóstico e abordagem desses distúrbios.
MÉTODOS: estudo envolvendo médicos-residentes de um programa de residência médica em pediatria, entre agosto de 2015 e maio de 2016. Utilizou-se questionário semiestruturado com informações sobre experiência e interesse dos participantes em diagnosticar transtornos mentais na rotina de atendimento da residência em pediatria.
RESULTADOS: o questionário foi respondido por 51 residentes (82,3%) do total de 62 médicos (distribuídos entre residentes do primeiro ano - 20; do segundo ano - 20; e do ano opcional - 22 residentes). Os médicos relataram média de 20 atendimentos por semana em atividades da residência e estimavam que, em metade deles, constataram-se transtornos mentais, sendo os mais comuns o distúrbio de aprendizagem (20%), seguido por depressão, ansiedade e transtorno de deficit de atenção com hiperatividade (10% cada). O treinamento, durante a residência, para abordagem desses distúrbios foi considerado insuficiente entre 58,8% dos entrevistados. A insatisfação quanto à própria abordagem de transtornos mentais foi relatada por 76,5% dos entrevistados.
CONCLUSÕES: constatou-se que os transtornos mentais são diagnósticos comuns na prática pediátrica, segundo a percepção clínica dos médicos, e verificou-se defasagem no treinamento dos médicos-residentes para diagnosticar e abordar esses problemas.


Palavras-chave: Internato e residência em pediatria; Pediatria; Educação médica; Transtornos mentais.

Hanseníase Infantil no Estado do Rio de Janeiro: Características Clinicas na Última Década

Cabral, F.S.; Batista, L.R.; Souza, P.R.; Henney, D.R.; Rico, T.R.F.; Lima, G.M.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p49, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: As crianças são mais suscetíveis à hanseníase e contraem a doença, geralmente, a partir do contato com familiar infectado, após longo período de intensiva exposição à grande carga bacilar.
OBJETIVO: Ressaltar características clínicas da hanseníase em menores de 15 anos, residentes no Estado do Rio de Janeiro, no período de 2001 a 2012.
MATERIAL E MÉTODO: Estudo descritivo realizado com base nos dados do Sistema de Informação e Agravos de Notificação (SINAN) para o Estado do Rio de Janeiro, obtidos na página do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), para o período de 2001 a 2012.
RESULTADOS: A hanseníase infantil correspondeu a 6,4% dos casos notificados (30.564) no período, variando de 7,3% (3.089), em 2001, a 5,9% (1.727), em 2012. A forma tuberculoide, característica de pessoas com alta resistência ao bacilo, foi observada em a 45,3% dos casos diagnosticados no período (1.952), alcançando mais de 50% dos casos em crianças em 2012 (97). Já a forma indeterminada, que é a mais esperada em crianças, por ser um estágio inicial e transitório cuja resposta imune ainda não foi definida diante do bacilo, ocorreu em apenas 25% dos casos. A forma mais grave, a Virchowiana, pode cursar com anestesia de pés e mãos, nódulos na pele, edema e comprometimento dos órgãos internos, representou 5,9% dos casos de menores de 15 anos diagnosticados no período; enquanto 24,5% das notificações apresentaram a forma multibacilar, indicando a força de transmissão da doença com contato precoce ao bacilo. Adicionalmente, 2,6% (51) apresentaram incapacidade grau II no diagnóstico.
CONCLUSÃO Ressalta-se, por frequência nos dados observados, a forma tuberculoide. Apesar de incomum, a ocorrência de incapacidades em crianças, a precocidade do adoecimento pode contribuir para potenciais deformidades.

 

Responsável
GLAUCIA MACEDO DE LIMA


Palavras-chave:

Hanseníase infantil na prática: a importância do exame clínico

Chaves, GMC; Varidel, ARM: Gomes, RR; Reis,VSB; Alves JMS, Nunes, JRSN

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p86, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Hanseníase infantil no estado do Rio de Janeiro: características clínicas na última década

Cabral, F.S.; Batista, L.R.; Souza, P.R.; Henney, D.R.; Rico, T.R.F.; Ferreira, J.P.Q.; Lima, G.M.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p57, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: As crianças são mais suscetíveis à hanseníase e contraem a doença, geralmente, a partir de um familiar infectado, após longo período de intensiva exposição à grande carga bacilar.
OBJETIVO: Ressaltar características clínicas da hanseníase em menores de 15 anos, residentes no Estado do Rio de Janeiro, no período de 2001 a 2012.
MATERIAL E MÉTODO: Estudo descritivo realizado com base nos dados do Sistema de Informação e Agravos de Notificação (SINAN) para o Estado do Rio de Janeiro, obtidos na página do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) no período de 2001 a 2012.
RESULTADOS: A hanseníase infantil correspondeu a 6,4% dos casos notificados (30.564) no período, variando de 7,3% (3.089) em 2001 a 5,9% (1.727) em 2012. A forma tuberculóide, característica de pessoas com alta resistência ao bacilo, foi observada em a 45,3% dos casos diagnosticados no período (1.952), alcançando mais de 50% dos casos em crianças em 2012 (97). Já a forma indeterminada, que é a mais esperada em crianças, por ser um estágio inicial e transitório cuja resposta imune ainda não foi definida diante do bacilo, ocorreu em apenas 25% dos casos. A forma mais grave, a Virchowiana, que pode cursar com dormência de pés e mãos, nódulos na pele, edema e comprometimento dos órgãos internos, representou 5,9% dos casos de menores de 15 anos diagnosticados no período e 24,5% das notificações apresentou a forma multibacilar, indicando a força de transmissão da doença com contato precoce ao bacilo. Adicionalmente, 2,6% (51) apresentaram incapacidade grau II no diagnóstico.
CONCLUSÃO Ressalta-se por frequência nos dados observados, a forma tuberculóide. Apesar de incomum a ocorrência de incapacidades em crianças, a precocidade do adoecimento pode contribuir para potenciais deformidades.

 

Responsável
ISABELA REIS GIRIANELLI


Palavras-chave:

HEMAGIOENDOTELIOMA KAPOSIFORME E FENÔMENO DE KASABACH - MERRIT: RELATO DE CASO

DANDARA MOULIN PORTO (HEINSG); PAULO SERGIO EMERICH NOGUEIRA (HEINSG); ISABELA GUIMARÃES SANDRI (HEINSG); LEONARDO BITTENCOURT NOGUEIRA (HEINSG); MARCO AURELIO SALVADOR (HEINSG); TATIANA ZANOTTI GUERRA ZAMPROGNO (HEINSG); ANDERSON MONTEIRO PEREIRA (HEINSG); NATALIA SANTOS BELISARIO (HEINSG); ANDRE SILVEIRA LOSS (HEINSG); FLAVIA MESQUITA GAVA (HEINSG)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p70,  2016


Palavras-chave:

Hemangioma Hepático na Infância: Abordagens Diagnóstica e Terapêutica - Relato de Caso

Dias, K.E; Kramberger, L.A.A; Oliveira, A.P.M.; Nehab, M.F.; M.V. Christiane

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p18, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O hemangioma hepático é a neoplasia benigna do fígado mais comum na infância. Possui um padrão de evolução caracterizado por fases de crescimento, platô e involução. O tempo de involução é variado, tendendo a se resolver por volta dos 5 anos.
OBJETIVO: Este trabalho visa relatar o caso de uma lactente que recebeu diagnóstico de hemangioma hepático após investigação de uma tumoração abdominal visualizada em ultrassonografia (USG) do pré-natal.
MATERIAL E MÉTODO: Lactente feminina, nascida a termo, adequada para a idade gestacional, parto cesáreo, APGAR 3/8, recebeu diagnóstico pré-natal por USG de massa em hipocôndrio direito, com características ecográficas de heterogênicidade, diâmetro 60x47x28mm, vascularizada. Ao nascimento, apresentou ao exame físico massa abdominal volumosa, endurecida e telangiectasias abdominais. Inicialmente, foi aventada hipótese de neuroblastoma. Foi realizada tomografia computadorizada de abdome, evidenciando imagem sugestiva de hemangioma hepático. Nessa ocasião, iniciado tratamento com propranolol. Durante a internação, a paciente evoluiu com quadro de colestase, alterações de função hepática, alfafetoproteína aumentada e plaquetopenia, necessitando de transfusões de plaquetas e terapia com acido ursodesoxicólico. Realizaram-se dosagens da função hepática e USG seriados. O USG demonstrou involução da lesão, apesar de enzimas hepáticas ainda tocadas. A paciente continuou em uso das medicações prescritas inicialmente, sendo avaliada por equipe multidisciplinar, incluindo equipes de Gastroenterologia e Cirurgia Pediátrica, que, em conjunto, decidiram pelo seguimento clínico com tratamento conservador.
RESULTADOS: O caso em questão obteve sucesso terapêutico com o uso de Propranolol, sem a necessidade de lançar mão de outras abordagens terapêuticas, como corticoterapia, interferon e embolização.
CONCLUSÃO Conforme observado em nosso caso, a literatura descreve a importância do diagnóstico e da instituição terapêutica precoces. Mudanças no tratamento medicamentoso, que incluem o uso de propranolol, têm alcançado resultados otimistas e devem ser consideradas perante esse diagnóstico.

 

Responsável
ANNA PAULA MAALDI DE OLIVEIRA


Palavras-chave:

Hemofilia A em paciente pré-escolar

Elias, M.R.; Martins, M.D.L.; Sales, T.S.; Oliveira, P.T.S.; Bouças, S.D.S.; Rabelo, D.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p64, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A hemofilia é uma doença hemorrágica congênita caracterizada pela deficiência de um fator de coagulação. Na hemofilia A ocorre deficiência de fator VIII e na hemofilia B, do fator IX. É uma doença ligada ao sexo e de caráter recessivo. Consequentemente, ocorre uma redução da formação de trombina, essencial para coagulação no sangue.
OBJETIVO: Ressaltar a importância da investigação para distúrbios da coagulação em pacientes com história de sangramento persistente.
MATERIAL E MÉTODO: Pré-escolar, 4 anos, sexo masculino, história de trauma direto na língua. O paciente foi inicialmente tratado com medidas locais pela mãe e , como não houve melhora do quadro, procurou um dentista que realizou uma limpeza local e fez uso de cefalexina domiciliar. Após persistência dos sintomas deu entrada no HEAPN com sangramento e hematoma na língua, onde foi realizado desbridamento e hemostasia local pelo serviço de buco-maxilo. Após melhora, recebeu alta. Dois dias depois o paciente retornou ao hospital com aumento do hematoma lingual, necessitando da realização de dois novos desbridamentos e iniciado investigação laboratorial. Resultados significativos: Fator VIII- 4.4% e tempo de trombina diminuído. O paciente foi tratado por 14 dias com Amoxicilina e Clavulanato e 6 dias de Ácido Trenexâmico. Evoluiu bem, seguiu em acompanhamento no Hemorio, onde disponibilizrão fator VIII sempre que houver sangramento.
RESULTADOS: Segundo Nelson, hemofilia ocorre em aproximadamente 1/5000 homens, com 85% de deficiência de fator VIII e 10 a 15% de deficiência de fator IX,. A gravidade da hemofilia A é classificada com nível basal de fator VIII do paciente, no caso paciente apresenta hemofilia A moderada, geralmente requerem trauma leve para induzirem sangramento. O paciente tem história de hematomas com facilidade e não apresenta familiares com história hemorrágica isso ocorre em 1/3 dos pacientes com hemofilia, caracterizando-se novas mutações.
CONCLUSÃO Importante ressaltar a suspeita e investigação de distúrbios de coagulação em pacientes com sangramento persistente, mesmo após medidas locais e desbridamento. Após diagnóstico, seguir acompanhamento em um centro especializado.

 

Responsável
LAÍS CRISTINA MENDONÇA ALMEIDA


Palavras-chave:

Hemofilia A: A Importância do Diagnóstico Precoce

Messias, S.S.N.D.; Fraga, S.D.B.; Barbosa, M.N.; Barbosa, E.L.; Miranda, P.C.B.; Leite, M.A.R.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p23, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: As hemofilias são doenças hemorrágicas resultantes da deficiência de fatores da coagulação. Na hemofilia A, que é a mais frequente forma hereditária, existe um defeito na codificação do fator VIII; enquanto na hemofilia B, a alteração está no fator IX. Há um grande espectro de mutações que denotam graus diferentes de gravidade e frequência dos episódios hemorrágicos.
OBJETIVO: Relatar um caso de hemofilia A, enfatizando a importância da valorização da anamnese e do exame físico para chegar precocemente ao diagnóstico da doença de forma a evitar suas complicações.
MATERIAL E MÉTODO: J.S.F.M., sexo masculino, branco, 1 ano, internou com adenite e equimose cervical à direita. Segundo a mãe, ao nascer, apresentou anemia importante, sendo submetido à hemotranfusão. Na internação, observaram-se grandes equimoses nos locais de punção e após trauma de qualquer intensidade, o que, associado à história perinatal, levou à suspeita de distúrbio da hemostasia. O coagulograma evidenciou PTTa incoagulável, sem outras alterações. Após contato com o Hemorio, foi enviada amostra de sangue para avaliação dos fatores de coagulação, cujo resultado mostrou Fator VIII < 1%, sendo Fator IX e Fator de Von Willebrand normais. Com diagnóstico de Hemofilia A grave, recebeu alta hospitalar para acompanhamento ambulatorial no Hemorio.
RESULTADOS: Não havia relato de hematoma muscular pós-vacinal ou hemartroses, que são frequentemente citados na literatura. Esaa última é geralmente associada ao início da deambulação. Há relato de história familiar positiva em cerca de 60%, o que não foi o caso. A idade média do diagnóstico depende da gravidade da doença, mas varia entre 1 a 36 meses.
CONCLUSÃO O diagnóstico precoce dessa patologia potencialmente grave é importante definidor do prognóstico, já que, sem a reposição do fator deficiente, as crianças estão sujeitas a todo o tipo de complicação, desde artropatia crônica por hemartrose de repetição até hemorragias no SNC, podendo evoluir com sequelas graves ou óbito.

 

Responsável
BÁRBARA CARVALHO SANTOS DOS REIS


Palavras-chave:

HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA COMO MANIFESTAÇÃO INICIAL DE TROMBOSE DE VEIA PORTA: RELATO DE CASO

GABRIELA LEME VASCONCELLOS (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); MARIANA BRANDÃO GRECO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); ELVIRA ALONSO LAGO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); VANIA VEIGA COSTA (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); RENATA FAISSAL CARDOSO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); ILRAM LOPES LOURES ARCANJO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); DEBORA SANTOS OLIVEIRA (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); VALÉRIA GRANDO KLINGENFUSS (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p105,  2016


Palavras-chave:

Hemorragia digestiva em crianças: uma visão geral

Gastrointestinal bleeding in children: an overview

Cláudio Tortori

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17(supl 1), Nº1, p72-84,  2017

Resumo

INTRODUÇÃO: o sangramento digestivo ainda representa um problema importante na gastroenterologia geral e pediátrica, apesar dos diversos recursos tecnológicos de imagem e endoscópicos que surgiram nas últimas décadas.
OBJETIVO: rever causas, medidas e procedimentos terapêuticos gerais de importância para conduzir um paciente pediátrico com sangramento digestivo.
FONTE DE DADOS: foram revisadas as principais publicações sobre o tema hemorragia digestiva na faixa etária pediátrica, incluindo dados epidemiológicos nacionais de morbidade dos últimos seis anos de doenças que podem cursar com o quadro referido, considerando principalmente etiologia, manifestações clínicas, exames gerais e específicos além de aspectos relacionados à conduta no paciente tanto do ponto de vista geral de estabilização nos quadros graves, quanto específicas de medicamentos e estratégias visando o diagnóstico e tratamento das crianças acometidas.
SÍNTESE DOS DADOS: de acordo com a idade de acometimento, alterações do exame clínico e provas laboratoriais mais simples, é possível diagnosticar um grande número de episódios e orientar medidas terapêuticas iniciais visando diminuir a hemorragia até que exames mais complexos sejam realizados.
CONCLUSÕES: medidas gerais clínicas e terapêuticas devem ser instituídas, e o monitoramento adequado do paciente após um episódio de hemorragia digestiva na criança é importante no diagnóstico e acompanhamento de todos os casos.


Palavras-chave: Hemorragia gastrointestinal; Hemorragia; Trato gastrointestinal; Criança; Lactente; Recém-nascido.

HEPATITE A: IMUNIZAÇÃO

ELISA MARIA SILVA VIEIRA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); VIVIANE MARINHO MEIRELES LEITÃO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); JULIANA DE FÁTIMA ARAÚJO PINHEIRO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); RENATA ALVES FERREIRA ANÍCIO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); RENATHA DAIANE LOPES ASSUNÇÃO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); SARITA CARDOSO VIANA VASCONCELOS (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); ÉRICA LUCIANA FERNANDES (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); SABRICE DELAMARA OLIVEIRA BORGES GUÊBA LOPES (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p99,  2016


Palavras-chave:

Hepatite autoimune - um desafio diagnóstico para o pediatra

Valladares, M.A.B.; Carvalho, S.; Junqueira, J.C.; Coutinho, R.; Dias, F.; Sampaio, M.C.; Maia, J.; Fernandes, C.R.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p79, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A Hepatite Autoimune é uma doença crônica e progressiva com idade de aparecimento que pode variar da infância à adolescência na faixa etária pediátrica. O quadro clínico pode se confundir com o de doenças infecciosas ou pode se manifestar apenas por alterações laboratoriais.
OBJETIVO: Alertar o Pediatra para o diagnóstico provável da Hepatite Autoimune em crianças com aumento das enzimas hepáticas. O diagnóstico precoce e tratamento adequado podem evitar ou retardar a evolução para cirrose hepática.
MATERIAL E MÉTODO: G.C.S., sexo masculino, 7 anos, natural de Caxias-RJ. Dor abdominal e icterícia há 2 anos, quando foi internado por 3 dias. Exames revelaram aumento de transaminases, porém, como houve melhora da icterícia recebeu alta hospitalar sem diagnóstico. As sorologias para infecção por vírus hepatotrópicos foram negativas. Durante 2 anos mantinha sempre elevação de transaminases até 20x o valor de referência, mas assintomático. Não foram feitos outros exames de investigação diagnóstica. Encaminhado ao Ambulatório de Gastropediatria onde a investigação laboratorial revelou hipergamaglobulinemia, fator antinuclear positivo e anticorpo anti-músculo liso positivo, caracterizando hepatite autoimune tipo I. Iniciou terapêutica com corticoterapia normalizando os níveis de transaminases em 2 semanas. Posteriormente tolerou redução da corticoterapia e manteve enzimas hepáticas em níveis normais. A função hepática sempre foi normal. A histopatologia hepática foi característica de hepatite autoimune com infiltrado inflamatório linfocitário leve, mas com agressão a hepatócitos da placa limitante (hepatite de interface).
RESULTADOS: Na criança, a Hepatite Autoimune pode se apresentar clinicamente de várias formas: semelhante a uma hepatite viral; de forma insidiosa com sintomas gerais de fadiga, anorexia e cefaléia, e sem sinais de doença hepática; como hepatite fulminante e tardiamente já com sinais e sintomas referentes à cirrose hepática e hipertensão porta. O curso clínico pode ser flutuante com recaídas e remissões espontâneas o que pode contribuir para o atraso do diagnóstico.
CONCLUSÃO A Hepatite Autoimune deve fazer parte do diagnóstico diferencial clínico e laboratorial em crianças. O diagnóstico mais precoce e o tratamento adequado podem melhorar a morbimortalidade desta doença em crianças.

 

Responsável
MARCIA ANGÉLICA BONILHA VALLADARES


Palavras-chave:

Hérnia diafragmática congênita com manifestação tardia: relato de caso

Congenital diaphragmatic hernia with late manifestation: case report

Alexsandra Ferreira da Costa Coelho; Glidiane Silva do Nascimento; Ana Rita Marinho Ribeiro Carvalho

Revista de Pediatria SOPERJ - V.18, Nº3, p30-32, Setembro 2018

Resumo

INTRODUÇÃO: a hérnia diafragmática congênita é caracterizada pela formação incompleta do diafragma e sua incidência neonatal é cerca de 1:3.000 a 1:5.000 nascidos vivos. Cerca de 90% dos pacientes apresentam disfunção respiratória nas primeiras 24 horas de vida.
OBJETIVO: enfatizar a importância do diagnóstico precoce, estabelecido primordialmente durante o pré-natal, para uma conduta terapêutica adequada e demonstrar a importância dos exames de imagem para o diagnóstico em casos de manifestação tardia.
DESCRIÇÃO DO CASO: lactente de 5 meses deu entrada em uma emergência localizada na zona agreste de Pernambuco, apresentando dispneia súbita, irritabilidade e gemência. A radiografia de tórax demonstrou dilatação do brônquio fonte esquerdo, que sugeriu aspiração de corpo estranho. O lactente foi transferido para um hospital de referência para realização de broncoscopia, sendo admitido com estado geral grave, importante desconforto respiratório e queda da saturação de oxigênio. A equipe médica solicitou de urgência uma tomografia de tórax cujo resultado foi sugestivo de hérnia diafragmática. Em seguida, o lactente foi submetido à videotoracoscopia para correção do defeito congênito, através da herniorrafia diafragmática. O lactente evoluiu com evidente melhora do desconforto respiratório após o procedimento, recebendo alta hospitalar no terceiro dia do pós-operatório.
DISCUSSÃO: a hérnia diafragmática congênita com manifestação tardia pode ter apresentação clínica variável o que dificulta o seu pronto-diagnóstico e aumenta as chances de complicações. Para o diagnóstico diferencial, os exames de imagem tornam-se importantes, sobretudo a radiografia contrastada e a tomografia computadorizada de tórax, pois complementam o estudo de uma condição menos comum.


Palavras-chave: Hérnia diafragmática; Dispneia; Anormalidades congênitas.

Hérnia Diafragmática Congênita de Apresentação Tardia por Bloqueio Hepático: Relato em UTI neonatal

Silva,E.J.; Rocha, A.P.F.; Lustosa, S.A.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p96, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A hérnia diafragmática congênita (HDC) é um defeito na fusão das membranas pleuroperitoneais do diafragma, permitindo migração de órgãos da cavidade abdominal para torácica, 88 a 97% tem acometimento prioritário à esquerda e raro à direita. Os sintomas respiratórios são comuns logo após o nascimento. 5 a 10% dos casos manifestam-se tardiamente como síndromes suboclusivas ou oclusivas de trato gastrointestinal, podendo passar desapercebido até a fase adulta ou nunca se expressar clinicamente.
OBJETIVO: Atentar para importância de considerar defeitos congênitos do diafragma no diagnóstico de manifestações respiratórias súbitas.
MATERIAL E MÉTODO: Y.B.B.S., 23 dias, sexo feminino, deu entrada em pronto socorro com queixa de tosse seca, cansaço e distensão abdominal. Ao exame físico apresentou-se hipocorada, cianótica ao choro, irritada, dispneica, batimento de asa de nariz e retrações subcostais. Abdome globoso, doloroso à palpação, peristalse diminuída. A radiografia torácica mostrou imagem densa nos dois terços inferiores de hemitórax direito. Diagnosticada inicialmente como pneumonia e levantada hipótese de cardiomegalia. Após avaliação cuidadosa foi diagnosticada HDC. Gestação com realização de quatro ultrassonografias, sem anormalidades. Nascida de parto cesáreo devido iteratividade, a termo, apgar 6/8 com alta hospitalar após 48 horas de vida. A paciente foi encaminhada para cirurgia, sendo encontrado em cavidade torácica cólon transverso, ascendente e lobo hepático esquerdo. Foi realizado fechamento direto. Permaneceu em UTI neonatal em IMV protetora. Alta hospitalar com acompanhamento ambulatorial.
RESULTADOS: Com menor ocorrência à direita e devido bloqueio hepático, este relato demonstra a raridade do caso, por se tratar de paciente do sexo feminino, visto que a literatura descreve prevalência no sexo masculino. A sintomatologia se deu devido ao aumento da pressão intra-abdominal, deslocando conteúdo abdominal para hemitórax direito em forame anteriormente bloqueado.
CONCLUSÃO Como na manifestação tardia da HDC, devemos considerar os defeitos congênitos do diafragma na abordagem diagnóstica de manifestações respiratórias de instalação súbita em crianças.

 

Responsável
NATHALIA MARINHO FERREIRA


Palavras-chave:

HIPERPLASIA NODULAR LINFOIDE: RELATO DE CASO

FABIOLA KERCKHOFF (HOSPITAL ESCOLA LUIZ GIUSEFFI JANNUZZI); JOSE RAPHAEL BIGONHA RUFFATO (HOSPITAL ESCOLA LUIZ GIUSEFFI JANNUZZI); HELENA ROZA MENDES DA SILVA (UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA); MARIANA DO VALE BISSOLI (HOSPITAL ESCOLA LUIZ GIUSEFFI JANNUZZI); LAIS BARROS DE AQUINO FERREIRA (HOSPITAL ESCOLA LUIZ GIUSEFFI JANNUZZI); SAMIRA GUENEM DA FONSECA MAGALHÃES (HOSPITAL ESCOLA LUIZ GIUSEFFI JANNUZZI)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p103,  2016


Palavras-chave:

Hiperplasia tímica benigna na infância - relato de 3 casos

Sasse, P.P.A.; Rosário, A.A.V.; Coelho, F.C.; Fernandes, C.S.; Aurílio, R.B.; Pimentel, A.F.M.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p35, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Hipogamaglobulinemia transitória da infância

Alleluia L.; Silva Pessanha Machado L.D.; Leal Wakin V.; Barbosa Domingues A.C

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p57, Dezembro 2012


Palavras-chave:

HIPOGLICEMIA HIPERINSULINÊMICA PERSISTENTE EM RECÉM-NASCIDO: RELATO DE CASO

CAROLINY EVANGELISTA (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO /PUCSP); DOUGLAS ALEXANDRE DO ESPIRITO SANTO (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO /PUCSP); MARINA HELENA MARIANO (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO /PUCSP); GABRIELA TEIXEIRA ARAÚJO (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO /PUCSP); CAROLINA DANIELA RICCI (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO /PUCSP); JESSICA MARIA BORDINHON (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO /PUCSP); BIANCA CAROLINE ALVIM TOMAZ (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO /PUCSP); FABIO WAINSTEIN SILBER (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO /PUCSP); ALCINDA ARANHA NIGRI (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO /PUCSP)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p85,  2016


Palavras-chave:

HIPOPLASIA MEDULAR SECUNDÁRIA À DIPIRONA

BRUNO PIRES DE CAMARGOS (HOSPITAL CENTRAL DA AERONÁUTICA); THABATA FEITOZA BARBOSA (HOSPITAL CENTRAL DA AERONÁUTICA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p160,  2016


Palavras-chave:

Hipoplasia pulmonar - relato de seis casos com variações no exame diagnóstico

Pulmonary hipoplasia - six cases with various diagnostic procedures

Rachell Cerqueira; DÚbora Brandão Vieira Mendes; Rafaela Baroni Aurélio; Maria de Fátima B. Pombo March; Sidnei Ferreira; Clemax Couto Sant'Anna

Revista de Pediatria SOPERJ - V.8, Nº2, p0, Outubro 2007

Resumo

INTRODUÇÃO: A hipoplasia pulmonar ( HP ) corresponde ao desenvolvimento incompleto do parênquima pulmonar, com diminuição do tamanho e número de alvéolos, da área de passagem do ar inspirado, hipoplasia da artéria pulmonar correspondente e déficit de surfactante.
OBJETIVO: relato de crianças com HP atendidos no período de 25 anos em uma instituição universitária, descrevendo características clínicas, métodos diagnósticos e conduta.
CASOS: são descritos seis pacientes, com idades variando de três meses de vida a oito anos; sendo quatro do sexo masculino.
COMENTÁRIOS: destaca-se a utilidade dos diferentes métodos diagnósticos empregados, como ultrassonografia pré-natal, arteriografia e tomografia computadorizada, bem como a evolução satisfatória em todos os casos.


Palavras-chave: hipoplasia pulmonar, mal formação pulmonar congênita, criança 18

Histórias do Brasil

Clemax Couto Sant'Anna

Revista de Pediatria SOPERJ - V.6, Nº1, p3, Junho 2005


Palavras-chave:

HOSPITAL DE URSINHOS COMO FERRAMENTA DE PROMOÇÃO DA SAÚDE

ANA TERESA DIAS ALBINO DESTRO DE MACÊDO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA); EVERTON SOARES ROCHA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA); RAFAEL KENJI FONSECA HAMADA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA); GABRIELA MAZORQUE ESTEVANIN (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA); BRUNA TEIXEIRA DE ALMEIDA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA); VANESSA HEIDER STEIGERT (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA); THAIS RAMOS DE ALMEIDA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA); LAURA DA CUNHA MOREIRA DE ABREU (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA); VÍVIAN REIS FERRAREZ (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA); TAMARA CRISTINA GOMES FERRAZ RODRIGUES (UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p206,  2016


Palavras-chave:

Ictiose Lamelar

Lamellar Ichthyosis

Paula Lemos Crisóstomo; Marina Caversan Brito; Ivy Machado Pedrini; Danielle Calil de Sousa; Dayanna de Oliveira Quintanilha; Mariana Franco Ferraz Santino; Rafaela Barreto Araujo Fernandes; Rafael del Castillo Villalba; Selma Maria de Azevedo Sias

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº2, p31-35, Junho 2016

Resumo

OBJETIVO: Relatar um caso raro e grave de ictiose congênita conhecida como ictiose lamelar, enfatizando a evolução clínica, o tratamento e o desfecho.
DESCRIÇÃO DO CASO: A paciente nasceu com fenótipo de bebê coloide, incluindo leucoma central bilateral. Evoluiu com descamação extensa da superfície corporal, necessitando de terapia intensiva. Apresentou episódios de sepse, desconforto respiratório, anemia, distúrbio nutricional e necrose de um quirodáctilo. Diante do suporte terapêutico, com ênfase aos cuidados clínicos, nutricionais, oftalmológicos e dermatológicos, a evolução foi satisfatória após a gastrostomia devido à dificuldade de sucção pelo eclábio. Recebeu alta hospitalar, mantendo a descamação tegumentar. Durante o acompanhamento ambulatorial, teve boa evolução, sem outras complicações, e atualmente recebe alimentação por via oral com previsão de retirada da gastrostomia.
DISCUSSÃO: A ictiose congênita abrange um grupo heterogêneo de doenças que apresenta descamação da pele como principal manifestação clínica. Pode ser classificada de acordo com peculiaridades histológicas, genéticas e clínicas. Ressalta-se a importância de cuidados intensivos quanto ao aporte hídrico e nutricional, quadro infeccioso e sequelas dermatológicas. Uma relação de confiança entre a equipe médica e os familiares é imprescindível para esclarecer pontos importantes a respeito do cuidado do paciente, além do aconselhamento genético para gestações futuras.


Palavras-chave: Ictiose lamelar, arlequim, recém-nascido, tratamento.

ÍLEO PARALÍTICO NO NEONATO INDUZIDO POR USO DE SULFATO DE MAGNÉSIO DURANTE A GESTAÇÃO: RELATO DE CASO

ANA VICTORIA PALAGIO VIGANÓ (UNESA); PAULO ALVES BAHIA (UNESA); CARLA PRINCIPE CHAGAS VIANNA BRAGA (HFSE/UNESA); LILIA MARIA DA SERRA COSTA (HFSE/UNESA); ANA LUCIA MARTINS FIGUEIREDO (HFSE/UNESA); TABATHA PIRES CHAGAS BRAGA (UFRJ); MARIA LUISA SAYEG PORTO MAÇÃO (UNESA); MURILLO SAYEG PORTO (UNESA); MARIA AMÉLIA SAYEG PORTO (HFSE/UNESA/UFRJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p144,  2016


Palavras-chave:

Imagens de homens nas revistasde cuidados infantis: estímulo à paternidade?

Images of men in childcare magazines: stimulus to paternity?

Aline de Carvalho Martins; Juranir Badaró Alves

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15, Nº1, p23-28, Fevereiro 2015

Resumo

OBJETIVO: Identificar, nas revistas voltadas para o cuidado infantil, quais imagens masculinas são apresentadas, analisando, de maneira crítica, os modelos de comportamento e de sociabilidade divulgados.
MÉTODOS: Pesquisa exploratória e descritiva que analisou a publicação mensal do ramo com maior tiragem no Brasil: a revista Crescer. Analisaram-se imagens fotográficas de homens adultos, no período de um ano, de agosto de 2012 a julho de 2013. O material coletado foi analisado pelo programa Epi Info, na versão 3.5.2, de 2010. Os dados foram cruzados em tabelas produzidas pelo mesmo programa, sendo comparados com os da literatura presente sobre o tema.
RESULTADOS: Identificaram-se 1.613 fotos que retratavam a presença de seres humanos. Dessas, somente 217 (13,45%) apresentavam imagens de homens adultos. Nem todas as imagens foram produzidas pela revista. Das 217 fotos de homens encontradas, 28,2% eram propagandas ou foram enviadas pelo leitor; portanto, não continham participação da equipe editorial. Na maioria das vezes (51,6%), o homem era retratado sozinho. Quando existiam crianças, as imagens retratavam fotos de família (10,6%), situações de afeto (10,1%) ou brincadeiras (7,4%). A pouca visibilidade do homem em situações de cuidado e sua intensa presença como colunistas (35,9%) revelam que a ênfase apresentada pela revista valoriza o papel do homem como especialista, mas não como pai.
CONCLUSÕES: Ressalta-se a importância da vinculação de outras imagens que valorizem o cuidado e o vínculo afetivo do homem em relação à criança, dados os desdobramentos positivos desses cuidados.


Palavras-chave: paternidade; cuidado da criança; fotografia; propaganda.

Impacto da implementação de sistema informatizado de prescrição em hospital pediátrico

Vieira, C; Valete CO; Sgorlon G; Lopes DC; Dorneles I; Viana ME; Neto PT; Frota J

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p108, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Impacto do emprego de diferentes equações preditivas da taxa metabólica basal em crianças federadas jogadoras de futsal

Impact of different predictive equations of basal metabolic rate in children federated futsal players

Luciana Rossi; Fabiana Guerreiro dos Santos

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº1, p17-21, Fevereiro 2016

Resumo

OBJETIVO: Avaliar o impacto de diferentes equações preditivas de taxa metabólica basal em crianças federadas praticantes de futsal.
MÉTODOS: Foram avaliados 41 jogadores do sexo masculino (n = 41) da categoria sub 7 à sub 9. Obtiveram-se a massa corporal, a estatura e as dobras cutâneas para o cálculo do índice de massa corporal e percentual de gordura. Calculou-se a taxa metabólica basal partir de 2 equações preditivas para crianças de 3 a 10 anos. Foram empregados testes não paramétricos (p < 0,05) para conduzir as análises inferenciais.
RESULTADOS: Quanto ao estado nutricional, as crianças federadas foram classificadas com sobrepeso; porém, com percentual de gordura adequado à faixa etária. Os valores de taxa metabólica basal diferiram significativamente em 3%, ocorrendo uma superestimação a partir da equação de Henry e Ress (1991).
CONCLUSÕES: Aconselha-se cautela para a obtenção da taxa metabólica basal de crianças federadas futsal quando da utilização de equações preditivas, não devendo empregá-las como equivalentes, principalmente para computar o gasto energético total.


Palavras-chave: Taxa metabólica basal, crianças, exercício, gasto energético.

Incidência de sífilis congênita em uma maternidade de referência do estado do Rio de Janeiro

Almeida, N.M.R.; Fonseca, S.C.; Guinancio, F; Oliveira, LM.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p64, Dezembro 2012


Palavras-chave:

INCIDÊNCIA DE SÍFILIS CONGÊNITA NO ESTADO DE SANTA CATARINA NO ANO DE 2012

THAÍS OLIVEIRA DE SOUSA (HMIPV); HELENA CAETANO GONÇALVES E SILVA (UNISUL); THIAGO MAMÔRU SAKAE (UNISUL)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p122,  2016


Palavras-chave:

Infecção do trato urinário associada à duplicidade pieloureteral no lactente

Varella, C.P.; Freires, M.G.; Cruz, G.N.; Soffe, B.A.C.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p102, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A infecção do trato urinário é importante causa de febre no lactente e pode estar relacionada a malformações renais. É fundamental a investigação por imagem logo no primeiro episódio.
OBJETIVO: Relatar um caso de anomalia do trato urinário, ressaltando a importância do USG como primeiro método investigativo.
MATERIAL E MÉTODO: D.C.A.C., quatro meses, atendida com quadro de febre, coriza e tosse há sete dias e medicada com Amoxicilina no segundo dia de evolução. Persistiu com febre, retornando à UPA três dias depois. Foi trocado o antibiótico para Amoxicilina com Clavulanato e solicitada internação. Ao exame físico apresentava-se febril, eupneica, estertores na base direita. EAS: piócitos incontáveis, 10 a 15 hemácias por campo. Urinocultura: negativa (sexto dia de antibiótico). Hemograma: leucocitose sem desvio à esquerda. Bioquímica: normal. Hemocultura: negativa. PCR 499 mg/l e VHS 77 mm. O USG de vias urinárias evidenciou imagem cística em polo superior de rim direito, medindo 49 x 37 mm com dilatação pielocaliciana moderada. Fez Ampicilina e Gentamicina por 14 dias. Recebeu alta com cefalexina profilática e encaminhamento para avaliação da nefrologia pediátrica. Realizou-se novo USG de vias urinárias evidenciando duplicidade pieloureteral com ectasia à direita e cintilografia renal que mostrou rim direito com contorno irregular e distribuição heterogênea à custa de área de hiporradioatividade. Uretrocistografia miccional sem alterações. Paciente em pré-operatório no momento.
RESULTADOS: A duplicidade do sistema coletor representa cerca de 5% das anormalidades do trato urinário. A descoberta normalmente é pós-natal. O início de qualquer investigação é pelo USG de vias urinárias, logo após o primeiro episódio de ITU. Hidronefrose, refluxo vesicoureteral, anomalias congênitas devem ter seguimento com cintilografia renal e uretrocistografia.
CONCLUSÃO Após o primeiro episódio de ITU é fundamental o diagnóstico precoce de anomalias do trato urinário pelo USG e tratamento adequado, com o objetivo de minimizar danos renais, evolução para hipertensão arterial e comprometimento progressivo da função renal.

 

Responsável
PATRICIA ALMEIDA WATSON VARANDAS


Palavras-chave:

Infecção do trato urinário em ambulatório público de nefrologia pediátrica de Volta Redonda (RJ)

Silva, C.M.C; Oliveira, I.V.D.; Lustosa, S.A.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p98, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A infecção de trato urinário (ITU) mostra-se prevalente em crianças, gerando risco de complicações que, associados à repetição do quadro, podem levar ao desenvolvimento de cicatrizes renais, com evolução para hipertensão arterial e/ou insuficiência renal.
OBJETIVO: Relatar casuística retrospectiva de 211 crianças com ITU durante encaminhamento ou seguimento de ambulatório público de nefrologia pediátrica.
MATERIAL E MÉTODO: Estudo epidemiológico transversal descritivo de abordagem quantitativa. Foram coletados 211 prontuários de pacientes assistidos em ambulatório público de nefrologia pediátrica atendidas de janeiro de 2005 a dezembro de 2012, com idade entre 0 a 16 anos e diagnóstico de ITU. Foram considerados todos os pacientes encaminhados por ITU e/ou que apresentaram em algum momento do seguimento no ambulatório. As variáveis incluíram sexo, idade, sinais/sintomas, exames diagnósticos e doenças associadas.
RESULTADOS: Pacientes do sexo feminino representaram 80,09% (169) dos casos, contra 19,9% (42) do sexo masculino. Lactentes com idade inferior a 12 meses representaram 18% (38) dos casos. A febre esteve presente em 60,66% (128) dos casos. Entre as queixas principais, 18,48% (39) relataram dor abdominal e 15,63% (33) disúria. As crianças assintomáticas somaram 8,05% (17). A constipação intestinal esteve associada em 26,06% (55) dos casos. O diagnóstico para ITU foi dado por exame de urina tipo I (EAS) em 73,46% (155) contra apenas 26,54% (56) por urocultura. 32,22% (68) receberam alta ambulatorial.
CONCLUSÃO A infecção urinária foi predominante no sexo feminino em acordo com a literatura, porém acima das médias encontradas nos principais estudos. Maior acometimento em lactentes com idade inferior a 12 meses, necessitando de atenção preventiva específica. A constipação intestinal mostrou-se como importante associação. Apesar do diagnóstico definitivo ser firmado por urocultura (padrão ouro), ainda é pouco utilizado se comparado ao EAS.

 

Responsável
NATHALIA MARINHO FERREIRA


Palavras-chave:

Infecção invasiva por Staphylococcus aureus resistente à meticilina associado à comunidade em criança saudável

Invasive communityassociated methicilinresistant Staphylococcus aureus infection in healthy child

Cláudia Aguiar de Barros; Fábio Aguiar-Alves; Márcia Antunes Fernandes; Ana Flávia Malheiros Torbey; Maria de Fátima Nogueira de Freitas; Thatyana Ribeiro Medeiros; Ana Paula dos Santos Oliveira; Claudete Aparecida Araújo Cardoso

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº1, p31-36, Fevereiro 2016

Resumo

OBJETIVO: O surgimento de infecções por Staphylococcus aureus resistente à meticilina associado à comunidade (CAMRSA) em crianças tem sido um grande desafio, devido à rápida propagação mundial e às significativas taxas de morbidade e mortalidade especialmente nos últimos anos, com grande impacto nessa população. Este estudo descreve o caso de uma criança previamente saudável e sem fatores de risco para a infecção por CAMRSA.
DESCRIÇÃO DO CASO: Tratase de recém-nascido do sexo masculino, 28 dias, admitido no hospital para tratamento de uma celulite no tórax, em uso de oxacilina e ceftriaxona. Ao exame clínico na admissão, apresentava lesão de impetigo em membros superiores e tórax, com hiperemia difusa, além de áreas de cianose e de edema intenso até região inguinal. Paciente evoluiu rapidamente com extensa fasciite necrosante em região torácica. Houve drenagem espontânea de 925 mL de pus em região intermamilar e dorso. Paciente apresentava taquipneia, enchimento capilar lentificado, vasodilatação palmoplantar e acidose metabólica. Devido à gravidade do caso, o esquema antimicrobiano foi modificado para vancomicina e cefepime, sendo esse último suspenso após resultado da secreção torácica positivo para CAMRSA. Paciente evoluiu clinicamente bem após o tratamento.
DISCUSSÃO: O presente relato enfatiza a importância de uma intervenção antimicrobiana diferenciada para os casos de infecção estafilocócica com evolução clínica rápida, sem melhora com o uso de βlactâmicos. Sugere-se a modificação na conduta em relação ao tratamento das infecções estafilocócicas, com a cobertura empírica inicial com sulfametoxazol trimetoprim, clindamicina ou vancomicina, dependendo da gravidade do quadro, para pacientes com suspeita clínica de infecção por CAMRSA.


Palavras-chave: Staphylococcus aureus resistente à meticilina associado à comunidade, infecção, criança.

INFECÇÃO PELO VÍRUS CHIKUNGUNYA EM PACIENTES COM ARTRITE IDIOPÁTICA JUVENIL SISTÊMICA (AIJS)

JULIA VITOR (IPPMG/UFRJ); ALINE MASIERO (IPPMG/UFRJ); VIVIAN OLIVEIRA (IPPMG/UFRJ); TATIANA VILLAMAYOR (IPPMG/UFRJ); MARTA RODRIGUES (IPPMG/UFRJ); FLAVIO SZTAJNBOK (IPPMG/UFRJ); ADRIANA FONSECA (IPPMG/UFRJ); ROZANA GASPARELLO (IPPMG/UFRJ); CHRISTIANNE DINIZ (IPPMG/UFRJ); SHEILA DE OLIVEIRA (IPPMG/UFRJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p197,  2016


Palavras-chave:

INFECÇÃO POR ZIKA VÍRUS NA GESTAÇÃO: UM CASO DE MICROCEFALIA GRAVE

JULIANA PESTANA DE ASSIS (RESIDENTE DE PEDIATRIA DO HOSPITAL FEDERAL DOS SERVIDORES DO ESTADO - HFSE); CAROLINE DE ALMEIDA (RESIDENTE DE PEDIATRIA DO HOSPITAL FEDERAL DOS SERVIDORES DO ESTADO - HFSE); TABATHA PIRES CHAGAS BRAGA (INTERNO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ); MARIA LUISA SAYEG PORTO (ALUNA DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA, UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); MURILLO SAYEG PORTO (ALUNO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA, UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); ANA LUCIA MARTINS FIGUEIREDO (PROFESSORA DO CURSO DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ E MÉDICA DA UNIDADE NEONATAL DO HFSE); LILIA MARIA DA SERRA COSTA (PROFESSORA DO CURSO DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ E MÉDICA DA UNIDADE NEONATAL DO HFSE); MARIA AMÉLIA SAYEG PORTO (PROFESSORA DO CURSO DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ E MÉDICA DA UNIDADE NEONATAL DO HFSE); CARLA PRINCIPE PIRES CHAGAS VIANNA BRAGA

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p149,  2016


Palavras-chave:

Infecções hospitalares em unidade de terapia intensiva neonatal do interior do estado do Rio de Janeiro

Silva, E.J.; Domingues, B.S.; Rocha, A.P.F.; Lustosa, S.A.S.; Santos, M.C.P.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p94, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Os índices brasileiros mostram taxas de infecção hospitalar em unidade de terapia intensiva neonatal (UTIneo) entre 18,9 e 57,7%, havendo referência para possíveis causas nas condições de trabalho, estrutura física e número de profissionais por leito.
OBJETIVO: Descrição epidemiológica de neonatos admitidos em UTIneo diagnosticados com infecção hospitalar.
MATERIAL E MÉTODO: Estudo transversal descritivo de abordagem quantitativa com dados coletados através de registros da CCIH de nosocômio estudado. Foram selecionados neonatos admitidos de janeiro a dezembro de 2013 em UTIneo pública da região Sul Fluminense do Rio de Janeiro.
RESULTADOS: Em 2013, dos 192 recém-nascidos internados, 39 (20,3%) apresentaram infecção hospitalar com prevalência nos neonatos com peso ao nascer maior que 2500g em 8 casos (20,5%), e neonatos com peso ao nascer inferior a 2500g, 31 casos (79,8%). Destes, 14 (45,1%) tinham peso extremamente baixo e 13 (41,9%) tinham peso muito baixo. A topografia das infecções hospitalares mostrou 10 casos (25,6%) de pneumonia (PNM), 9 casos (23,1%) de infecção primária da corrente sanguínea (BSI), 6 casos (15,4%) de conjuntivite, 4 casos (10,2%) de infecção de sítio cirúrgico (ISC), 4 casos (10,2%) de pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV), 2 casos (5,1%) de infecção relacionada ao cateter central (IAVC), 2 casos (5,1%) de gastroenterite aguda (GEA), 1 casos (2,5%) de infecção do trato urinário (ITU) e 1 casos (2,5%) de infecção relacionada ao cateter periférico (IAVP).
CONCLUSÃO A unidade avaliada apresentou ênfase para PNM, BSI e Conjuntivite, representando aproximadamente 64% dos casos. Os casos de infecções hospitalares dos submetidos a procedimentos invasivos, apesar de relevantes, mostraram-se inferiores ao esperado. Dentre casos de pneumonias, 28,5% estiveram relacionadas à ventilação mecânica. Busca-se rigor no cumprimento dos protocolos propostos pela CCIH e orientação de profissionais na assistência ao neonato. Todavia, nem todas as infecções hospitalares são passíveis de prevenção mesmo em condições ideais. Busca-se redução dos dados encontrados, identificando nos mapeamentos epidemiológicos formas de melhorias da assistência prestada.

 

Responsável
NATHALIA MARINHO FERREIRA


Palavras-chave:

INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS DE REPETIÇÃO: O QUE PENSAR NA EMERGÊNCIA?

FERNANDA PEREIRA ANDRÉ (EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA BARRA DOR); MARIA CRISTINA DE SOUZA AZEVEDO (EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA BARRA DOR); FLÁVIA TERRA ARANA (EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA BARRA DOR); PAULA MONARCHA BASTOS (EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA BARRA DOR); CARLA DALL`OLLIO (EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA BARRA DOR)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p61,  2016


Palavras-chave:

INFLUÊNCIA DO CORTICOSTEROIDE NASAL NA ALTURA E NO CORTISOL BASAL EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM TRATAMENTO DA ASMA

NULMA SOUTO JENTZSCH (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); RENATHA DAIANE LOPES ASSUNÇÃO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); RENATA ALVES FERREIRA ANÍCIO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); SARITA CARDOSO VIANA LOPES VASCONCELOS (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); SABRICE DELAMARA OLIVEIRA BORGES GUÊBA LOPES (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); ÉRICA LUCIANA FERNANDES (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); CLÁUDIO LOVAGLIO CANÇADO TRINDADE (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p187,  2016


Palavras-chave:

INGESTÃO DE BATERIA EM DISCO - RELATO DE CASO

MARCO SALVADOR (HINSG); LEONARDO NOGUEIRA (HINSG); NATALIA BELISARIO (HINSG); ANDRE LOSS (HINSG); ANDERSON PEREIRA (HINSG); TATIANA ZAMPROGNO (HINSG); FLAVIA GAVA (HINSG); JULIANA FERREIRA (HINSG); DANDARA PORTO (HINSG)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p209,  2016


Palavras-chave:

Ingestão de pescados e repercussões no recém-nascido: estudo-piloto

Fish intake and repercussions in the newborn: pilot study

Norma Elizabete Rattes; Mauricio Afonso Vericimo; Glaucia Macedo de Lima; Adauto Dutra Barbosa; Israel Figueiredo Jr.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.18, Nº3, p8-12, Setembro 2018

Resumo

INTRODUÇÃO: o peixe foi e sempre será uma importante fonte de proteína na alimentação.
OBJETIVO: verificar se a quantidade de peixe ingerida durante uma gravidez normal pode influenciar na idade gestacional e peso ao nascimento.
MÉTODOS: estudo-piloto retrospectivo com análise de dados gerados e armazenados em banco de dados após aplicação de questionário estruturado e avaliação de prontuários de puérperas e seus recém-nascidos. Foram recolhidos elementos relacionados à gestação, ao recém-nascido e informações referentes à ingestão de peixes e frutos do mar. Após a aplicação dos critérios de exclusão, foi testada a relação entre variáveis categóricas com o teste de qui-quadrado e Kruskal-Wallis para as variáveis contínuas, todos com significância de 0,05.
RESULTADOS: entre 309 binômios mãe-filho 40 foram selecionados, sendo que a maioria morava em Niterói (38/40). A média de idade foi de 24,8 anos e o número médio de consultas de pré-natal foi de 5,7. Nenhum recém-nascido precisou de reanimação e a média da idade gestacional e do peso ao nascimento foram, respectivamente, 39,2 semanas e 3.224,2 gramas. A maioria ingeriu pescados esporadicamente (n = 11; 32,5%). Sete (17,5%) declararam ingerir peixe duas vezes ou mais por semana. A idade gestacional de nascimento foi significativamente diferente (p = 0,012) quando comparadas às mães que referiram baixa e alta ingestão de peixe.
CONCLUSÕES: a maioria das mulheres analisadas não ingeriu a quantidade recomendada de peixe durante a gravidez. O consumo de peixe não influenciou significativamente no peso neonatal, entretanto a idade gestacional de nascimento foi menor no grupo que referiu maior ingesta de pescados.


Palavras-chave: Peso ao nascer; Ingestão de alimentos; Gravidez; Recém-nascido; Recém-nascido prematuro; Peixes.

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA E MIOCARDIOPATIA DILATADA: RELATO DE CASO

CAMILA HENRIQUE MOSCATO (PUC-SP SOROCABA); TÁBATA BATISTA NAVARRO (PUC-SP SOROCABA); CAROLINA OBERG RIBEIRO (PUC-SP SOROCABA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p47,  2016


Palavras-chave:

Insuficiência de convergência ocular: um problema importante em crianças com transtorno do deficit de atenção e hiperatividade

Ocular convergence insufficiency: an important problem in children with attention deficit and hyperactivity disorder

Ana Carolina Gomes Martins; Nélio Silva de Souza; Adriana Rocha Brito; Adauto Dutra M. Barbosa

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº2, p25-29, Junho 2017

Resumo

OBJETIVOS: analisar a prevalência de insuficiência de convergência ocular (ICO) em pacientes com transtorno do deficit de atenção com hiperatividade (TDAH) por meio da medida do ponto próximo de convergência (PPC), e estabelecer a prevalência de ICO nessas crianças e adolescentes.
MÉTODOS: estudo prospectivo, transversal, realizado entre junho e setembro de 2013 envolvendo escolares e adolescentes entre sete e 17 anos de idade com diagnóstico prévio de TDAH, nos quais foi realizada uma triagem de sintomas de ICO através de um questionário próprio já validado e medido o PPC.
RESULTADOS: 75 estudantes participaram do estudo, 62 (82,7%) meninos e 13 (17,3%) meninas, com a média de idade de 11 ± 2 anos. A média de PPC global foi de 17,19 cm. O PPC mostrou-se alterado em 67 (89,3%) da amostra analisada (PPC ≥ 5 cm).
CONCLUSÃO: foi observada uma alta prevalência de ICO na população com TDAH estudada, o que confirma a necessidade de se introduzir o exame de motricidade ocular em crianças diagnosticadas ou com suspeita de TDAH.


Palavras-chave: Transtorno do deficit de atenção com hiperatividade. Transtornos da motilidade ocular. Transtornos de aprendizagem.

Insuficiência hepática

Edson Arpini Miguel; Wanderlan José Silva; lcides Augusto S. Oliveira; Felipe Mazzoni

Revista de Pediatria SOPERJ - V.3, Nº1, p0, Junho 2002


Palavras-chave:

INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA POR CITOMEGALOVIROSE

LUANA CASTRO SERRA EBERIENOS (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); VITOR PEREIRA LIRA (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); BRUNO VIEIRA CURY INÁCIO (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); RENAN VIEIRA CURY INÁCIO (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); MARIANA DAROS DE PINHO WANDERLEY (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); FERNANDA MARIA DIAS PAREDES (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); ANA PAULA RODRIGUES LAZZARI AMÂNCIO (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); RENATA CARNEIRO CRUZ (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); TATIANA BERG MOURÃO TEIXEIRA BERGAMIN (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); CINTIA SALLES GOMES (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p109,  2016


Palavras-chave:

Integralidade na assistência à criança: a estratégia de atenção integrada às doenças prevalentes da infância no programa de saúde da família

Integrated management of children: integrated management of childhood illness (IMCI) strategy in the family health program

Rosana Alves

Revista de Pediatria SOPERJ - V.4, Nº2, p18-24, Agosto 2003

Resumo

INTRODUÇÃO - o Ministério da Saúde (MS) do Brasil identifica duas ações concretas para reduzir a morbimortalidade e os custos das doenças infantis: o Programa de Saúde da Família (PSF) e a estratégia de Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância (AIDPI). Poucas investigações para avaliar essas ações foram realizadas.
OBJETIVO - apresentar dados epidemiológicos de crianças menores de 5 anos no Brasil, descrevendo o atendimento prestado a crianças menores de cinco anos de idade em unidades do PSF de acordo com a estratégia AIDPI.
METODOLOGIA - revisão não sistemática da literatura de fontes dedados como MEDLINE e LILACS e de documentos do M S.
RESULTADOS - a morbimortalidade por doenças infecciosas, especialmente diarréia e pneumonia ainda é expressiva no Brasil e em paises em desenvolvimento. As unidades de saúde necessitam ser estruturadas principalmente no que diz respeito a classificação dos pacientes, indicação e comparecimento ao retorno.
CONCLUSÕES - recomenda-se reforço na capacitação dos profissionais de saúde na estratégia AIDPI e supervisão mais freqüente.


Palavras-chave: AIDPI, Criança, Saúde da família

Intercorrências e procedimentos neonatais no recém-nascido pré-termo tardio comparado ao recém-nascido a termo

Intercurrences and main neonatal procedures in the late preterm newborn compared to newborn at term

Adriana Maria Tavares Gomes; Lilian Costa; Laís de Paiva Gabriel; Álvaro José Martins de Oliveira Veiga; Adauto Dutra M. Barbosa

Revista de Pediatria SOPERJ - V., Nº, p0,  

Resumo

INTRODUÇÃO: os recém-nascidos pré-termo tardios representam atualmente cerca de 70% do total de prematuros e, quando comparados aos recém-nascidos a termo, apresentam maiores riscos de complicações clínicas neonatais.
OBJETIVO: comparar o perfil da morbidade neonatal dos recém-nascidos pré-termo tardios ao dos recém-nascidos a termo.
MÉTODOS: estudo transversal, descritivo, envolvendo todos os recém-nascidos com idade gestacional a partir de 34 semanas nascidos entre fevereiro e junho de 2016 na maternidade de um hospital universitário, divididos em dois grupos, de acordo com a idade gestacional - recém-nascidos pré-termo tardios (34 0/7 a 36 6/7 semanas) e recém-nascidos a termo (37 0/7 semanas ou mais) -, cujos dados foram coletados dos prontuários dos recém-nascidos e de suas mães. Foram calculadas a prevalência e a razão de chance de uma intercorrência ocorrer e de um procedimento ser realizado entre os recém-nascidos dos grupos.
RESULTADOS: a prevalência da prematuridade tardia foi de 8,8%, de um total de 898 nascimentos. Quando comparado aos recém-nascidos a termo, os pré-termo tardios apresentaram maior chance de necessitar internação em UTI neonatal e assistência ventilatória (RC = 26,0), reanimação (RC = 3,0), de apresentar hipoglicemia (RC = 9,8), icterícia neonatal com fototerapia (RC = 10,8), sepse neonatal (RC = 8,8), dificuldade de sucção (RC = 13,8), necessidade de complementação alimentar (RC = 9,4) e coleta de sangue para exames complementares (RC = 22,5).
CONCLUSÕES: os pré-termo tardios devem ser lembrados como recém-nascidos diferenciados que necessitam receber especial atenção durante seus cuidados, em virtude da maior frequência de morbidade a que estão sujeitos.


Palavras-chave: Nascimento prematuro; Prevalência; Morbidade.

Intercorrências no uso de antitireoidiano em crianças com doença de graves: descrição de três casos

Pitfall in use of antithyroid drug at children: three case reports

Domício Antônio da Costa Júnior; Leila Warszavski; Vera Leal

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7, Nº1, p10-14, Junho 2006

Resumo

A doença de Graves (DG) é a responsável por mais de 90% dos casos de hipertireoidismo em crianças. Os tratamentos com drogas antitireoidianos (DAT) são os mais utilizados, porém a incidência de efeitos adversos nessa faixa etária é maior que nos adultos e não se obtém remissão da doença na maioria dos casos. Este artigo descreve as dificuldades no manejo do hipertireoidismo em crianças com DG e discute as opções terapêuticas atuais.Os mais temíveis efeitos adversos das drogas antitireoidianas são ilustrados com três casos clínicos. Os casos se referem a crianças com hipertireoidismo por DG que apresentaram intercorrências relacionadas ao uso de DAT. O primeiro caso se refere a uma criança de nove anos que apresentou febre e dor de garganta durante o uso de metimazol, no segundo caso, a criança tem 10 anos quando desenvolve elevação significativa das enzimas hepáticas com a utilização de propiltiouracil, enquanto, oúltimo caso, relaciona hipoacusiaaouso demetimazolem criança de oito anos. Os casos representam, respectivamente, o risco de agranulocitose, hepatite e vasculites desencadeados pelo uso de DAT. Todas as crianças descritas tiveram resolução do quadro com a suspensão da DAT. Concluímos ser necessário alto nível de suspeição, para efeitos adversos potencialmente graves, em crianças utilizando DAT.


Palavras-chave: Doença de Graves; Hipertireoidismo; Iodoradioterapia; Drogas antitireoidianas.

Internações por condições sensíveis à Atenção Primária

Ana Lúcia Ferreira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15, Nº2, p5, Setembro 2015


Palavras-chave:

INTERVENÇÃO NUTRICIONAL NOS PRIMEIROS MIL DIAS DE VIDA: IMPACTO NO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL

CAROLINE BARONE VILA REAL COSTA (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ - UNESA); AMANDA ALMEIDA BARBOSA (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ - UNESA); RAFAEL BATISTA CARDOSO (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ - UNESA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p155,  2016


Palavras-chave:

Intestino curto - relato de caso

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p114, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O intestino curto é observado quando há ressecção de considerável parte do intestino, quando inadequado para manter a nutrição satisfatória, tem-se a síndrome do intestino curto. Os pacientes acometidos podem depender cronicamente de nutrição parenteral total. Dentre as etiologias dessa síndrome a mais comum é a Enterocolite Necrosante. A adaptação intestinal é um processo fundamental na determinação das conseqüências fisiopatológicas da síndrome e resulta da resposta de mudanças na estrutura intestinal, motilidade e função.
OBJETIVO: Relatar o caso de intestino curto que obteve sucesso no procedimento de enteroplastia transversa seriada, tendo como objetivo específico demonstrar a aplicabilidade desta técnica em crianças e a melhora da qualidade de vida que a cirurgia propõe.
MATERIAL E MÉTODO: O presente trabalho relata um caso de intestino curto após ressecção por enterocolite necrosante, onde houve distensão do intestino devido à provável brida, possibilitando a realização da enteroplastia de aumento.
RESULTADOS: O manejo eficaz do grupo de pacientes com intestino curto requer uma abordagem multidisciplinar abrangente, em função da complexidade desta condição. Dentre as estratégias cirúrgicas, a enteroplastia transversa seriada de aumento supera as limitações de outras técnicas e produz maior sobrevida com melhor qualidade de vida.
CONCLUSÃO Conclui-se que os pacientes portadores de intestino curto requerem muita dedicação da equipe médica e dos familiares para que o planejamento terapêutico não seja negligenciado. Recursos terapêuticos clínicos e cirúrgicos são inúmeros e a estratégia deve ser individualizada.

 

Responsável
PRISCILA DE ALMEIDA ARAUJO


Palavras-chave:

INTOXICAÇÃO POR NAFAZOLINA NOS DIAS ATUAIS

TESSA MARIA DOS SANTOS SASSON (HOSPITAL MENINO JESUS); LÍGIA MODELLI RODRIGUES (HOSPITAL MENINO JESUS); ALLYNE MOURA FÉ E SOUSA ARAUJO (HOSPITAL MENINO JESUS); MATHEUS CARVALHO DO CARMO GUERRA PEIXE (HOSPITAL MENINO JESUS); PAMELA ALVES RANGEL (HOSPITAL MENINO JESUS); AMANDA MONTEIRO LOBATO (HOSPITAL MENINO JESUS); ALESSANDRA GEISLER DAUD (HOSPITAL MENINO JESUS); MARIA JOSÉ SILVA MATTAR (HOSPITAL MENINO JESUS); ALINE DA GRAÇA FEVEREIRO (HOSPITAL MENINO JESUS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p54,  2016


Palavras-chave:

INTOXICAÇÕES AGUDAS ALCOÓLICAS E POR SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS INALADAS EM ADOLESCENTES NO SERVIÇO DE URGÊNCIA - CASUÍSTICA DE 3 ANOS

MARIANA MIRANDA (SERVIÇO DE PEDIATRIA DO HOSPITAL DO ESPÍRITO SANTO DE ÉVORA, E.P.E. PORTUGAL); NÍDIA BELO (SERVIÇO DE PEDIATRIA DO HOSPITAL DO ESPÍRITO SANTO DE ÉVORA, E.P.E. PORTUGAL); PATRÍCIA MAIO (SERVIÇO DE PEDIATRIA DO HOSPITAL DO ESPÍRITO SANTO DE ÉVORA, E.P.E. PORTUGAL); SUSANA GOMES (SERVIÇO DE PEDIATRIA DO HOSPITAL DO ESPÍRITO SANTO DE ÉVORA, E.P.E. PORTUGAL); CARLA CRUZ (SERVIÇO DE PEDIATRIA DO HOSPITAL DO ESPÍRITO SANTO DE ÉVORA, E.P.E. PORTUGAL)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p55,  2016


Palavras-chave:

INTUSSUSCEPÇÃO INTESTINAL : UM ALERTA AO PEDIATRA

NATÁLIA MEDEIROS DE OLIVEIRA (HOSPITAL MUNICIPAL INFANTIL MENINO JESUS ); ALESSANDRA GEISLER DAUD LOPES (HOSPITAL MUNICIPAL INFANTIL MENINO JESUS ); ALINE DA GRAÇA FEVEREIRO (HOSPITAL MUNICIPAL INFANTIL MENINO JESUS ); ANA CAROLINA GOMES PIRES (HOSPITAL MUNICIPAL INFANTIL MENINO JESUS ); CAMILA GOMES SILVEIRA (HOSPITAL MUNICIPAL INFANTIL MENINO JESUS ); DANIELLE DE AZEVEDO LEVINO (HOSPITAL MUNICIPAL INFANTIL MENINO JESUS ); MATHEUS CARVALHO DO CARMO GUERRA PEIXE (HOSPITAL MUNICIPAL INFANTIL MENINO JESUS ); TATIANA MOTA DA SILVA (HOSPITAL MUNICIPAL INFANTIL MENINO JESUS ); FERNANDA RODRIGUES BONAZZI (HOSPITAL MUNICIPAL INFANTIL MENINO JESUS )

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p57,  2016


Palavras-chave:

INVESTIGAÇÃO DE SOBREPESO E OBESIDADE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES DE UMA INSTITUIÇÃO FILANTRÓPICA DO RIO DE JANEIRO

HELENA ALENCAR ROSA TEIXEIRA MENDES (FTESM); MARTA DE ALENCAR ROSA (FTESM); LETICIA CARVALHO GUSMAN (FTESM); MAYSA SILVA TEIXEIRA (FTESM); MARIANA ANTUNES GRIZZI (FTESM); RAPHAEL LEMOS DE SEIXAS (FTESM)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p205,  2016


Palavras-chave:

INVESTIGAÇÃO DIAGNÓSTICA DA SUSPEITA DE REAÇÃO A BETA-LACTÂMICO EM PEDIATRIA: RELATO DE CASO

ELAINE DE SOUZA RAMOS VIDIGAL (UFRJ); NAIRA VANESSA ANOMAL GONZALEZ (UFRJ); MARCELLA ARBEX (UFRJ); GISELLE LOPES PEREIRA (UFRJ); HELOIZA HELENA NUNES DA SILVEIRA (UFRJ); FERNANDA PINTO MARIZ (UFRJ); CAMILA KOELER LIRA (UFRJ); MARIA FERNANDA DE ANDRADE MELO E ARAUJO MOTTA (UFRJ); EKATERINI GOUDOURIS (UFRJ); EVANDRO PRADO (UFRJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p20,  2016


Palavras-chave:

LACERAÇÃO DE BAÇO - TRATAMENTO CONSERVADOR

CARINA LOPES PAES (HOSPITAL CEMERU); ANDREA OLIVEIRA DE SIQUEIRA (HOSPITAL CEMERU); PAULO BARROSO TAVARES (HOSPITAL CEMERU); RENATO ROQUE DE ANDRADE (HOSPITAL CEMERU); FERNANDO RODRIGUES DA SILVA (HOSPITAL CEMERU); MARCELO RODRIGUES CAVALCANTI (HOSPITAL CEMERU); JULYANNA BARBOSA CAETANO DE REZENDE (HOSPITAL CEMERU); ROBERTA RODRIGUES DA COSTA SERRA (HOSPITAL CEMERU); CINTIA PUGLIESE VARELLA (HOSPITAL CEMERU); NAIRA LOUVERA DE CASTRO (HOSPITAL CEMERU)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p52,  2016


Palavras-chave:

Lactente Portador da Síndrome de Freeman Sheldon com o Irmão Gemelar Saudável

Aguiar, E.B.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p37, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A síndrome de Freeman Sheldon, descrita pela primeira vez em 1938, é considerada rara e morfologicamente caracterizada por um quadro dismórfico que associa alterações ósseas, contraturas articulares e uma expressão facial típica. Faz parte de um grupo conhecido como artrogripose distal ou distúrbios contraturais distais múltiplos congênitos. A maioria dos casos descritos são autossômicos dominantes de ocorrência esporádica; porém, há relatos de casos autossômicos recessivos. Ambos os sexos são igualmente afetados, e a inteligência usualmente é normal; entretanto, ocasionalmente, há uma associação com retardo mental. Estudos recentes apontam para uma possível mutação no gene MYH3 como causa da síndrome.
OBJETIVO: O presente relato discute o reconhecimento e o diagnóstico da síndrome de Freeman Sheldon
MATERIAL E MÉTODO: Lactente do sexo masculino, 2 meses, acompanhado no serviço de pediatria do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), sem história familiar de malformações. Ao exame físico, apresentou campodactilia com desvio cubital das mãos, pé torto congênito, face achatada com uma expressão fisionômica pouco variável como se fosse uma máscara, bochechas permanentemente insufladas com projeção dos lábios para fora (face de assobio), olhos introjetados com telecanto primário, filtro alongado, cartilagem nasal pouco desenvolvida com narinas estreitadas, microstomia, depressão em H na região mentoniana e criptorquidia bilateral. Exames complementares revelaram cariótipo 46XY.
RESULTADOS: Cabe a ressalva de que, neste caso, o diagnóstico foi baseou-se apenas nas alterações morfológicas clássicas da síndrome, sem que testes genéticos fossem realizados. Além disso, é provável que se trate de um caso de herança autossômica dominante, visto que o irmão gemelar não foi acometido e não há relato da doença na história familiar. O prognóstico é, muitas vezes, incerto, necessitando de diversas cirurgias corretivas, inclusive para possibilitar uma adequada nutrição.
CONCLUSÃO A síndrome de Freeman Sheldon permanece como uma condição rara com diagnóstico embasado em características fenotípicas. Foi descrita pela primeira vez em 1938 por Freeman e Sheldon e pode ser chamada de síndrome de displasia crânio-carpo-tarsal, distrofia crânio-carpo-tarsal ou artrogriopse dital tipo 2A. Não há preferência entre os sexos. Geralmente, é de transmissão autossômica dominante, mas há relatos de transmissão autossômica recessiva. Casos esporádicos ocorrem sem qualquer relato de história familiar prévia. Estudos recentes apontam para uma possível mutação no gene MYH3 como causa da síndrome.

 

Responsável
ELISA BARROSO DE AGUIAR


Palavras-chave:

LACTOBEZOAR ILEAL - RELATO DE CASO

JULIANA NEVES FERREIRA (HOSPITAL ESTADUAL INFANTIL NOSSA SENHORA DA GLÓRIA - ES); FLÁVIA MESQUITA GAVA (HOSPITAL ESTADUAL INFANTIL NOSSA SENHORA DA GLÓRIA - ES); ANDRÉ SILVEIRA LOSS (HOSPITAL ESTADUAL INFANTIL NOSSA SENHORA DA GLÓRIA - ES); LEONARDO BITTENCOURT NOGUEIRA (HOSPITAL ESTADUAL INFANTIL NOSSA SENHORA DA GLÓRIA - ES); ANDERSON MONTEIRO PEREIRA (HOSPITAL ESTADUAL INFANTIL NOSSA SENHORA DA GLÓRIA - ES); NATÁLIA SANTOS BELISÁRIO (HOSPITAL ESTADUAL INFANTIL NOSSA SENHORA DA GLÓRIA - ES); TATIANA ZANOTTI GUERRA ZAMPROGNO (HOSPITAL ESTADUAL INFANTIL NOSSA SENHORA DA GLÓRIA - ES); DANDARA MOULIN PORTO (HOSPITAL ESTADUAL INFANTIL NOSSA SENHORA DA GLÓRIA - ES); MARCO AURÉLIO SALVADOR (HOSPITAL ESTADUAL INFANTIL NOSSA SENHORA DA GLÓRIA - ES)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p100,  2016


Palavras-chave:

LEISHMANIOSE VISCERAL EM ADOLESCENTE: RELATO DE CASO

MÁRIAN PROVAZI ORIOLI (HOSPITAL MUNICIPAL MUNIR RAFFUL); AMARO RONALDO INÁCIO FILHO (HOSPITAL MUNICIPAL MUNIR RAFFUL); NATHÁLIA GEYCI PEREIRA SILVESTRE (HOSPITAL MUNICIPAL MUNIR RAFFUL)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p120,  2016


Palavras-chave:

Leptina, adiponectina, resistência insulínica e componentes da síndrome metabólica em crianças pré-púberes com excesso de peso

Leptin, adiponectin, insulin resistance and metabolic syndrome components in overweight prepubertal children

Isabel Rey Madeira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº1, p37-38, Fevereiro 2016

Resumo

Resumo de tese.


Palavras-chave: Adiponectina, Criança, Doenças cardiovasculares, Leptina, Obesidade, Resistência à Insulina

Lesão verrucosa exuberante em uma criança

Ana Maria Mósca de Cerqueira; Carlos Eduardo Moura Goulart; Fernanda Zeque Moutinho; Fernando Gustavo Mósca de Cerqueira; Flávia Duarte Gomes; Izabel Cristina Soligo Kanaan

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p63, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Liga de pediatria da UNIRIO: 4 anos de experiência

Tortori, M.M.R.L.; Liberal, E.F.; Lemos, D.S.S.; Cunha, M.O.S.; Barboza, N.S.; Goulard, N.V.; Yatabe, S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p117, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O principal objetivo da criação da Laped-UNIRIO foi aprofundar o conhecimento científico, médico e social na área de Pediatria, associado à vivência e práticas na área. Nos últimos quatro anos, elaboramos e desenvolvemos projetos pautados nos princípios básicos de uma Liga Acadêmica: Ensino, Pesquisa e Extensão.
OBJETIVO: Relatar a experiência da Liaped-Unirio em seu 4º ano de funcionamento.
MATERIAL E MÉTODO: Desde sua fundação, as atividades e projetos propostos pela LAPED abrangem as áreas de Ensino, Pesquisa e Extensão. Em ensino, ocorrem através de seminários apresentados regularmente por membros da Liga, palestras com professores convidados, exibição de vídeos e documentários sobre temas em pediatria e a realização da "Oficina de Reanimação Neonatal". A produção científica se dá por meio da realização anual de Jornadas Acadêmicas, Simpósios, participação em congressos de pediatria com apresentação de trabalhos e financiamento de inscrições para membros e desenvolvimento de pesquisa, atualmente sobre bullying.As atividades de extensão são realizadas na comunidade e englobam a realização de ações sociais como o "Natal LAPED" e de Dia das Crianças, com arrecadação de brinquedos para as crianças assistidas pelo HUGG e outras instituições beneficentes, e o desenvolvimento de dois projetos de extensão, em prevenção de acidentes e puericultura.
RESULTADOS: A LAPED tem contribuído para a formação acadêmica e médica de seus membros. Anualmente, o número de interessados em participar aumenta e os eventos promovidos contam com grande participação externa de alunos e professores da EMC e de outras faculdades.
CONCLUSÃO A LAPED-UNIRIO possui poder transformador e construtivo na formação médica e social. Suas atividades proporcionam discussões e reflexões sobre diversos cenários práticos, teóricos e filosóficos, sobre a prática médica e a relação médico-paciente. Essa vivência é um estímulo à formação de profissionais mais humanos e reflexivos sobre a prática médica pediátrica.

 

Responsável
RAFAELA MENDES DE ALMEIDA ARAÚJO


Palavras-chave:

Liga de pediatria UERJ

Madeira I. R.; Silva A. O. C; Medeiros N.; Bantim J.; Fortins N.; Galiza J. P

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p76, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A Liga de Pediatria UERJ (LIPED UERJ) foi fundada em 2010. Tem como base o tripé ensino, pesquisa e extensão.
OBJETIVO: Aacrescentar na formação acadêmica do aluno de medicina da UERJ.
MATERIAL E MÉTODO: A liga conta com atividades extracurriculares. Atualmente, tem sido realizados simpósios e atividades práticas, pois foi percebido que com esta estratégia, os ligantes se interessavam mais e conseguiam aproveitar melhor a liga, visto que aulas semanais não acrescentavam muito, pois nossa grade curricular de pediatria é suficiente. Por conta disso, a LIPED tem focado em atividades práticas, que possibilitem os ligantes a exercitar a atividade médica.
RESULTADOS: No último ano, a saber, 2013, foram realizados dois simpósios com temas relevantes em pediatria, com participação de cerca de 70 alunos da nossa instituição. Foram realizadas, também, práticas no ambulatório de genética, no projeto de puericultura, existente no Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), Projeto AMAR, e no Núcleo Perinatal, também no HUPE, onde os ligantes participam da rotina dos pediatras neonatologistas. Além disso, houve participação da LIPED UERJ no evento "Ligados em Saúde", realizado pelo Diretório de Ligas Universitárias de nossa instituição. Este evento é realizado na Quinta da Boa Vista, e os ligantes tem a oportunidade de colocar em prática o que aprendem durante o ano na liga, explicando sobre alimentação saudável. Mas a grande inovação foi a gravação do primeiro vídeo da série "LIPED em vídeo" que abordou o tema: Caderneta da Criança. No ano corrente, já foi realizado um simpósio sobre "Aleitamento Materno e Alimentação Saudável". Os ligantes já estão inseridos nas vivências práticas. E já está havendo o planejamento da 3ª edição do "Ligados em Saúde" e de mais um simpósio, para encerrar o ano letivo.
CONCLUSÃO A LIPED UERJ tem cumprido seu objetivo de ser uma atividade que acrescenta na formação acadêmica de nossos ligantes.

 

Responsável
LUMA ALCIDES BURGUINHÃO


Palavras-chave:

Linfangiectasia pulmonar na infância

Aline Liporrage do Amor Divino Nogarol

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7, Nº2, p10-13, Outubro 2006

Resumo

OBJETIVO: Descrever aspectos clínicos, radiológicos, histopatológicos e terapêuticos sobre linfangectasia pulmonar na infância, entidade rara, de reconhecimento difícil.
MÉTODO: revisão da literatura através do banco de dados PubMed.
CONCLUSÃO:
a linfangestasia pode se apresentar sob as formas primária (ou congênita) e secundária.No primeiro caso,pode ser de aparecimento precoce ou tardio,sendo,esta forma, de diagnóstico mais difícil que a anterior.A suspeição clínica e a realização de biópsia pulmonar na maioria das vezes selam o diagnóstico. O tratamento é muito limitado.


Palavras-chave: linfangiectasia pulmonar, malformação; congênita; criança

Linfangiectasia pulmonar na infância

Aline Liporrage do Amor Divino Nogarol

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7 (supl 2), Nº2, p10-13, Outubro 2006

Resumo

OBJETIVO: Descrever aspectos clínicos, radiológicos, histopatológicos e terapêuticos sobre linfangectasia pulmonar na infância, entidade rara, de reconhecimento difícil.
MÉTODO: revisão da literatura através do banco de dados PubMed.
CONCLUSÃO: a linfangestasia pode se apresentar sob as formas primária (ou congênita) e secundária. No primeiro caso, pode ser de aparecimento precoce ou tardio, sendo, esta forma, de diagnóstico mais difícil que a anterior. A suspeição clínica e a realização de biópsia pulmonar na maioria das vezes selam o diagnóstico. O tratamento é muito limitado.


Palavras-chave: Linfangiectasia pulmonar, malformação; congênita; criança

LINFANGIOMA RETROPERITONEAL DIAGNOSTICADO NO PERÍODO FETAL

BRUNO VIEIRA CURY INACIO (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); CINTIA SALLES GOMES (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); ANA PAULA RODRIGUES LAZZARI AMANCIO (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); TATIANA BERG MOURÃO TEIXEIRA BERGAMIN (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); MARIANA MONTEIRO DE BORBA (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE); RENAN VIEIRA CURY INACIO (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); LUANA CASTRO SERRA EBERIENOS (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); VITOR PEREIRA DE LIRA (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); MARIANA DAROS DE PINHO WANDERLEY (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); GUILHERME DE CARVALHO ALVES (HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p159,  2016


Palavras-chave:

Linfoma de Burkitt com localização renal

Brochado, SMM; Carrer, I; Lima, P; Peixoto, AGCL; Rezende, P

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p65, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Linfoma de Hodgkin tipo esclerose nodular grau II no paciente pediátrico: do diagnóstico ao tratamento

Feitosa, L.P.; Lima, L.L.; Secchin, H.V.; Souza, L.S.; Torrez, R.C.B.; Neto, J.M.A.M.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p73, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Linfoma linfoblástico de células T em criança - relato de caso

Venancio LT; Agostinho RF; David S; Castanheira L; Moriguti AM

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p75, Dezembro 2012


Palavras-chave:

LiPES: Relatos de sua Existência e Importância

Viana, E.M.; Coelho, R.V.S.; Pires, F.M.; Gerecht, J.V.; Oliveira, J.H.F.; Paes, L.F.; Ribeiro, R.N.; Rios, R.R.; Macedo, F.R.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p28, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Ligas são movimentos acadêmicos que reúnem estudantes com interesses em comum, permitindo que se aprofundem em determinados temas e que preencham as lacunas deixadas em aberto pela extensa grade curricular. A Liga Acadêmica de Pediatria da Universidade Estácio de Sá (LiPES) foi criada pela iniciativa de 5 estudantes, no ano de 2013, para o curso de Medicina, Campus Arcos da Lapa. Em 2014, foi realizado processo seletivo, aprovando 15 ligantes do 4º ao 12º período, para ajudar na construção e na manutenção da LiPES.
OBJETIVO: Descrever as atividades e as propostas da LiPES.
MATERIAL E MÉTODO: A LiPES tem atividades como palestras, debates, discussão de casos clínicos, seminários e outras formas em seus encontros semanais de 1 hora de duração, sob orientação de 2 professores. Há também atividades práticas no Laboratório de Habilidades e Simulação, com manequins e simulador de alta fidelidade para intensificar os conhecimentos relacionados às atividades práticas em ambientes seguros e controlados.
RESULTADOS: Esses encontros representam um espaço em que os alunos podem se aprofundar em um tema de interesse, trocar informações atuando na construção de um aprendizado, o que possibilita a aplicação de metodologias de ensino consideradas mais eficazes do que modelos tradicionalista. A LiPES não têm por objetivo uma especialização precoce, mas complementar uma formação que a estrutura curricular não objetiva, sempre visando ao conceito atual de saúde como o bem-estar biopsicossocial e a formação generalista, conforme preconizado pelas diretrizes curriculares. Nesse espaço extra, surge, da observação atenta, da necessidade e da qualidade de troca entre discentes e docentes, a possibilidade de inovação no processo ou no conteúdo do aprendizado.
CONCLUSÃO A LiPES vem prosseguindo com seus objetivos de forma a aprofundar o conhecimento teórico e prático na área da pediatria, representando um elemento para construção da cidadania, formando indivíduos mais críticos, com uma visão humanista e comprometidos com a realidade social.

 

Responsável
CARMEN LUCIA LEAL FERREIRA ELIAS


Palavras-chave:

Líquen plano associado à infecção por EBV

Silva, P.G; Baptista, L.M.; Peixoto, A.B; Cerqueira, F.G.; Cerqueira, A.M.M.; Castanheira. L.D.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p91, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Mais uma vitória: a incorporação da vacina HPV ao calendário de imunizações no Brasil

Tânia Cristina de Mattos Barros Petraglia

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15, Nº1, p4, Fevereiro 2015


Palavras-chave:

MANIFESTAÇÕES ATÍPICAS DA CHIKUNGUNYA E A DIFICULDADE DO DIAGNÓSTICO EM LACTENTES

BÁRBARA LORENZONI AGRIZZI (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU ); IGO OLIVEIRA DE ARAÚJO (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU ); CALINE LISBOA TONASSI (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU ); JOSÉ HENRIQUE HERDY LEÃO (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU ); MICHELE CARVALHO DOS SANTOS MARTINS (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU ); FLÁVIO HENRIQUE PARAGUASSÚ BRAGA (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU ); DARLENE BARRETO DA SILVA (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU ); TATIANE AZEVEDO BATISTA (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU ); ANA CAROLINA OLIVEIRA LAVRADAS (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU ); LUCIANA DE FATIMA MARQUES DA COSTA (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU )

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p125,  2016


Palavras-chave:

Manifestações clínicas e sobrevida em 5 e 10 anos de 79 crianças e adolescentes com lupus eritematoso sistêmico acompanhados no Hospital Universitário Pedro Ernesto

Adriana Rodrigues de Azevedo Schlömer

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7, Nº2, p18, Outubro 2006


Palavras-chave:

Manifestações clínicas e sobrevida em 5 e 10 anos de 79 crianças e adolescentes com Lupus Eritematoso sistêmico acompanhados no Hospital Universitário Pedro Ernesto

Adriana Rodrigues de Azevedo Schlömer

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7 (supl 2), Nº2, p19, Outubro 2006


Palavras-chave:

MANIFESTAÇÕES INCOMUNS NA LEUCEMIA

PAMELA ALVES RANGEL (HOSPITAL INFANTIL MENINO JESUS); TESSA SANTOS SASSON (HOSPITAL INFANTIL MENINO JESUS); LIGIA MODELLI RODRIGUES (HOSPITAL INFANTIL MENINO JESUS); ALESSANDRA GEISLER D LOPES (HOSPITAL INFANTIL MENINO JESUS); ALINE DA GRAÇA FEVEREIRO (HOSPITAL INFANTIL MENINO JESUS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p161,  2016


Palavras-chave:

Manifestações radiológicas torácicas da dengue em crianças e adolescentes: casos clínicos

Thoracic radiologic features in dengue in chidren and adolescents: cases report

Diana Giraldo Rios; Clemax Couto Sant'Anna

Revista de Pediatria SOPERJ - V.12, Nº1, p4-7, Agosto 2011

Resumo

Os autores relatam três casos de dengue em pacientes internados com idades variando de 6 a 14 anos durante a epidemia de 2008 no Rio de Janeiro que acometeu elevada parcela da população do estado. Os pacientes aqui apresentados experimentaram rápida modificação do padrão radiológico de tórax às custas de derrames pleurais compatíveis com transudatos que regrediram com a terapêuticas de reposição hídrica recomendada para a doença de base.Todos evoluíram bem e receberam alta hospitalar.


Palavras-chave: dengue ,derrame pleural , criança, adolescentes

Manifesto sobre Maioridade Penal

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15, Nº2, p8-9, Setembro 2015


Palavras-chave:

MANUTENÇÃO DE ESQUEMA VACINAL POR MEIO DE DESSENSIBILIZAÇÃO COM DOSES ESCALONADAS DE VACINA PENTAVALENTE EM UM CENTRO DE REFERÊNCIA PARA IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS (CRIE): RELATO DE CASO.

CHARBELL MIGUEL HADDAD KURY (FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS); ANDREI VARGAS VIEIRA LOPES (FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS); LEONARDO ABREU CORDEIRO NUNES (FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS); MELISSA MARTINS BARBOSA (FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS); RENATA LOUZADA DE MORAES (FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS); VERONICA FRANÇA MISSE (FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS); MARCUS MIGUEL HADDAD KURY (SECRETARIA MUNICIPAL DE SAUDE DE CAMPOS); CINTHIA GUIMARAES LEANDRO (FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS); RENATA RANGEL JUSTINIANO (FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS); MAURICIO MANHAES LAURIANO (FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p22,  2016


Palavras-chave:

MARCO TEÓRICO SOBRE O IMPACTO E OS EFEITOS DA OBESIDADE NO PACIENTE PEDIÁTRICO

AMANDA ALMEIDA BARBOSA (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); CAROLINE BARONE VILA REAL COSTA (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p75,  2016


Palavras-chave:

Má-rotação intestinal - uma causa de vômitos não-biliosos no período neonatal

Intestinal malrotation - a non bilious vomiting cause in the neonate

Cristina Ortiz Sobrinho Valete; lucas Fraga Correa; Gilmar Stulzner; Cynthia Amaral Moura Sá

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7, Nº2, p14-17, Outubro 2006

Resumo

OBJETIVO: descrever um caso de má-rotação intestinal, que manifestou-se de forma não habitual e evoluiu bem após a intervenção cirúrgica apropriada.
DESCRIÇÃO: recém-nascido de 17 dias, sexo masculino, deu entrada na emergência do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes com história de vômitos não-biliosos há uma semana, não-biliosos e desidratação importante. Havia relato de palpação de oliva pilórica. Houve suspeita de estenose hipertrófica do piloro, sendo descartada pela seriografia esôfago-estômago-duodeno. Após as medidas gerais de suporte,foi realizado clister opaco que mostrou posicionamento anormal do cólon, sendo sugerida má-rotação intestinal e indicada intervenção cirúrgica.O paciente evoluiu sem outras intercorrências, tendo alta após 30 dias de internação.
COMENTÁRIOS: o paciente em questão apresentava má-rotação intestinal, com vômitos não-biliosos. Esta malformação não deve ser descartada pela presença de vômitos com estas características, apesar de menos comum.


Palavras-chave: obstrução intestinal; recém-nascido; emese

Má-rotação intestinal - uma causa de vômitos não-biliosos no período neonatal

Cristina Ortiz Sobrinho Valete; Lucas Fraga Correa; Gilmar Stulzner; Cynthia Amaral Moura Sá

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7 (supl 2), Nº2, p14-17, Outubro 2006

Resumo

OBJETIVO: descrever um caso de má-rotação intestinal, que manifestou-se de forma não habitual e evoluiu bem após a intervenção cirúrgica apropriada.
DESCRIÇÃO: recém-nascido de 17 dias, sexo masculino, deu entrada na emergência do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes com história de vômitos não-biliosos há uma semana, não-biliosos e desidratação importante. Havia relato de palpação de oliva pilórica. Houve suspeita de estenose hipertrófica do piloro, sendo descartada pela seriografia esôfago-estômago-duodeno. Após as medidas gerais de suporte, foi realizado clister opaco que mostrou posicionamento anormal do cólon, sendo sugerida má-rotação intestinal e indicada intervenção cirúrgica. O paciente evoluiu sem outras intercorrências, tendo alta após 30 dias de internação.
COMENTÁRIOS: o paciente em questão apresentava má-rotação intestinal, com vômitos não- biliosos. Esta malformação não deve ser descartada pela presença de vômitos com estas características, apesar de menos comum.


Palavras-chave: obstrução intestinal; recém-nascido; emese

MASSA CÍSTICA TORÁCICA EM LACTENTE

ANA CRISTINA BARBOSA DOMINGUES (HOSPITAL FEDERAL CARDOSO FONTES); FABÍOLA CAROLINE CARVALHO MEDEIROS (HOSPITAL FEDERAL CARDOSO FONTES); GIULIA MARIA GOMES DA SILVA (HOSPITAL FEDERAL CARDOSO FONTES); LÍVIA FERREIRA COLARES (HOSPITAL FEDERAL CARDOSO FONTES); PEDRO AUGUSTO DALTRO (CDPI); VINICIUS ALVES PINTO (HOSPITAL FEDERAL CARDOSO FONTES); MARCO ANTONIO DAIHA (HOSPITAL FEDERAL CARDOSO FONTES); ROZANA GASPARELLO DE ALMEIDA (HOSPITAL FEDERAL CARDOSO FONTES); FERNANDA PEREIRA ANDRÉ (HOSPITAL FEDERAL CARDOSO FONTES)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p182,  2016


Palavras-chave:

MAUS TRATOS NA INFÂNCIA - UM ALERTA NA EMERGÊNCIA

NATALIA DAMASCENO DE FIGUEIREDO (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); BRENA AUGUSTA LEMOS DE OLIVEIRA (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); CYNTHIA MORAES NOLASCO (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); CAROLINA CASTRO FLEISCHMAN (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); MACIANA COLODETTI (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); JULIANA BORTOLUZZI DOS SANTOS (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); MAYARA DA MATA ANDRADE (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); KATIA FARIAS (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); PATRICIA CARVALHO BATISTA MIRANDA (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); IVANETE COELHO (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p63,  2016


Palavras-chave:

MELANOSE PUSTULOSA TRANSITÓRIA NEONATAL - RELATO DE CASO

MARCUS VINÍCIUS DA CRUZ DE MENDONÇA (HOSPITAL REGIONAL DE MATO GROSSO DO SUL); ADRIANA PRAZERES DA SILVA (HOSPITAL REGIONAL DE MATO GROSSO DO SUL)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p68,  2016


Palavras-chave:

Meningite bacteriana aguda

Denise Cardoso das Neves Sztajnbok

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13, Nº2, p72-76, Dezembro 2012


Palavras-chave:

MENINGITE GRAVE APÓS OTITE MÉDIA AGUDA: RELATO DE CASO

CAROLINA GAMA RODRIGUES DOS SANTOS (HCPM); LEANDRO DE SOUZA GIRO (HCPM); CLÁUDIA BEATRIZ OLIVEIRA CASTRO MEDINA COELI (HCPM); LUCIANA NASCIMENTO PINTO CANELA (HCPM); BRUNO ESPIRITO SANTO DE ARAUJO (HCPM); TAISA MIKSUCAS PIMENTA (HCPM); PAULO MARTINS SOARES (HCPM)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p65,  2016


Palavras-chave:

MENINGITE GRAVE POR HAEMOPHILUS INFLUENZAE PÓS VACINAL

ALLYNE MOURA FÉ E SOUSA ARAÚJO (HOSPITAL MENINO JESUS); LIGIA MODELLI RODRIGUES (HOSPITAL MENINO JESUS); TESSA MARIA DOS SANTOS SASSON (HOSPITAL MENINO JESUS); PAMELA ALVES RANGEL (HOSPITAL MENINO JESUS); ALESSANDRA GEISLER DAUD LOPES (HOSPITAL MENINO JESUS); MARIA JOSÉ SILVA MATTAR (HOSPITAL MENINO JESUS); ALINE DA GRAÇA FEVEREIRO (HOSPITAL MENINO JESUS); GABRIELA FERNANDA LINO DE SOUZA SANTOS (HOSPITAL MENINO JESUS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p53,  2016


Palavras-chave:

MENINGITE POR HAEMOPHILUS INFLUENZA EM PACIENTE PEDIÁTRICO - RELATO DE CASO.

SAMARA VIANA FIALHO (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); RAFAEL SCARIN BORGES (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); MARIA APARECIDA RIBEIRO LEITE (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); JULIANA BORTOLUZZI DOS SANTOS (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUT); NATALIA DAMASCENO DE FIGUEIREDO (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); MARIANA COLODETTI (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); CAROLINA CASTRO FLEISCHMAN (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); MAYARA DA MATA (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO); PATRÍCIA CARVALHO BATISTA MIRANDA (HOSPITAL MUNICIPAL MIGUEL COUTO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p115,  2016


Palavras-chave:

Meningococcemia em lactente de 2 meses associada a todos os sinais de mau prognostico e a Síndrome de Waterhouse Friderichsen

Meningococcal in a two months old baby associated to all bad prognosis signs and to Waterhouse Friderichsen Syndrome

Cideia F. Figueiredo; Ana P. Ynada; Carla B. G. Goulart; Juliana A. Sarubbi

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7, Nº1, p20-22, Junho 2006

Resumo

OBJETIVO: Descrição de caso de meningococcemia em faixa etária não habitual, diferente daquela descrita na literatura,com complicações graves e potencialmente fatais,o que reforça a importância desse patógeno em grupos mais susceptíveis.
DESCRIÇÃO:Lactente de 2 meses,sexo masculino,negro,natural do Rio de Janeiro,residente em um único cômodo com 6 pessoas, previamente hígido, iniciou durante a madrugada quadro de gemência, febre não mensurada e abalos musculares ao manuseio. Foi trazido ao pronto atendimento pela manhã, quando apresentou um episódio de convulsão durante o exame. Internado, evoluiu com prostração, gemência, irritabilidade, taquidispnéia, respiração irregular, anúria, má perfusão periférica, lesões cutâneas difusas compatíveis com púrpura, sangramento espontâneo, desequilíbrio ácido-básico e hidroeletrolítico, com instabilidade hemodinâmica, evoluindo para óbito 15 horas após o início do quadro.
COMENTÁRIOS: Lactente apresentou quadro de meningococcemia com todos os sinais de mau prognóstico, inclusive ausência de comprometimento meníngeo.


Palavras-chave:

Mensagem

Anna Tereza Miranda Soares de Moura

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15, Nº1, p3, Fevereiro 2015


Palavras-chave:

Mensagem

Isabel Rey Madeira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p3,  2016


Palavras-chave:

Mensagem

Anna Tereza Miranda Soares de Moura

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15, Nº2, p3, Setembro 2015


Palavras-chave:

Mensagem

Anna Tereza Miranda Soares de Moura

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº1, p3, Fevereiro 2016


Palavras-chave:

Mensagem

Anna Tereza Miranda Soares de Moura

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº2, p3, Junho 2016


Palavras-chave:

Mensagem da Editora

Ana Lúcia Ferreira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº1, p3, Fevereiro 2017


Palavras-chave:

Mensagem do Editor

Anna Tereza Miranda Soares de Moura

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº3, p3, Outubro 2016


Palavras-chave:

Mensagem do editor

Anna Tereza Miranda Soares de Moura

Revista de Pediatria SOPERJ - V.14, Nº1, p4, Outubro 2013


Palavras-chave:

Mensagem do Editor

Katia Telles Nogueira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p5, Março 2015


Palavras-chave:

Metahemoglobinemia: etipatogenia e quadro clínico

Methaemoglobin: etiopathogenesis and clinical features

Daniel Frossard Rodrigues; Fernanda Coelho Vieira; Maria Elisabeth Frossard Rodrigues

Revista de Pediatria SOPERJ - V.12, Nº1, p8-11, Agosto 2011

Resumo

Devido a sua raridade e ao potencial risco de óbito, a metahemoglobinemia é uma entidade que deve ser conhecida pelo médico na emergência e cogitada em casos de choque cianótico na ausência de sinais de cardiopatia associada. Os autores apresentam revisão não sistemática da literatura. Ressaltam a importância do reconhecimento diagnóstico da entidade e dos fatores de risco para permitir o tratamento precoce.


Palavras-chave: Metahemoglobina, cianose, choque.

Miastenia Gravis Juvenil: Um Relato sobre a Dificuldade Diagnóstica na Pediatria

Castro, E.M.O.F.; Santos, S.S.; Ferreira, G.C.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p41, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A miastenia gravis (MG) é uma doença neurológica autoimune que afeta a porção pós-sináptica da junção neuromuscular (JNM). É caracterizada por fraqueza e fadiga dos músculos esqueléticos de uso repetitivo. O diagnóstico é feito por meio da clínica, associada à dosagem do anticoporpo antirreceptor da acetilcolina e padrão característico na eletroneuromiografia.
OBJETIVO: Relatar um caso clínico de diagnóstico prolongado, demonstrando a dificuldade dos pediatras em identificar quadros neuromusculares, devido à infrequência na infância.
MATERIAL E MÉTODO: J.F.S., sexo feminino, 16 anos, previamente hígida, iniciou aos 16 anos quadro de ptose palpebral à direita em junho de 2013. Foi avaliada por oftalmologista, sendo medicada com corticoide tópico, havendo melhora inicial e retorno dos sintomas após término da medicação. Dois meses após remissão e recorrência dos sintomas, bem como idas frequentes a clínicos e pediatras, foi solicitado por oftalmologista exame de RNM, com resultado normal. Em fevereiro de 2014, iniciou quadro de fraqueza em MMSS e MMII relacionada a esforço. Em abril, procurou atendimento no Hospital Municipal Jesus, onde foi internada para investigação. Durante a internação, evoluiu com odinofagia, dificuldade de sustentação da cabeça e de deambulação, disartria e um episódio de dispneia aguda. Foram solicitados eletroneuromiografia, dosagem de anticorpo antitirosinaquinase, antirreceptor de acetilcolina. Iniciou-se teste terapêutico com piridostigmina. Paciente apresentou melhora completa após o início do tratamento. O resultado do anticorpo antirreceptor de acetilcolina foi positivo.
RESULTADOS: O diagnóstico final foi de miastenia gravis em uma paciente jovem, sendo instituída terapêutica com piridostigmina e corticoterapia, bem como encaminhamento a um serviço especializado para acompanhamento.
CONCLUSÃO A miastenia gravis é uma doença pouco frequente na infância. Portanto, seus sintomas podem não ser prontamente reconhecidos pelo Pediatra; por isso, é pouco diagnosticada. Seu reconhecimento imediato é importante, pois o tratamento adequado é essencial para evitar complicações fatais da doença.

 

Responsável
ERICA MARIA ORICHIO FONSECA DE CASTRO


Palavras-chave:

MICROCEFALIAS: UM BREVE ESTUDO.

CAMILA RODRIGUES (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); LAIZ MOLINARO (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); LEANDRO GOMES (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); LUIZ STUTZ (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); FERNANDO OLIVEIRA (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); MIRELLY CAFÉ (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); MÁRIO RAMOS (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); KATIA NOGUEIRA (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p90,  2016


Palavras-chave:

Mielite transversa - relato de caso

Pereira KR; Junior VTS; Nogueira VE; Paiva IS

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p66, Dezembro 2012


Palavras-chave:

MIELITE TRANVERSA POR EPSTEIN BARR VIRUS

SAMIA DANIELE SIEBRA BOUÇAS (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); THAIZA SALVE SALES (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); THALITA SALVE SALES (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); PAULA TRINDADE DE SOUZA OLIVEIRA (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); MARIANA RUST ELIAS (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); ANA PAULA RODRIGUES LAZZARI AMANCIO (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); TATIANA BERG MOURAO TEIXEIRA BERGAMIN (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); GABRIELA ROCHEDO VILLELA (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); ALINE PALMA DE ALVAREZ (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES); CINTIA SALLES GOMES (HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p151,  2016


Palavras-chave:

MIÍASE UMBILICAL EM UM RECÉM-NASCIDO: RELATO DE CASO

VICTOR COSTA CHUVA (MATERNIDADE ESCOLA DA UFRJ); KAREN MACEDO (IPPMG UFRJ); ANA ELISA XAVIER MOURA (IPPMF UFRJ); ALINE CÉLI DE CONDE SANTOS BELTRÃO (MATERNIDADE ESCOLA DA UFRJ); EMANUELLE BEATRIZ (MATERNIDADE ESCOLA DA UFRJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p147,  2016


Palavras-chave:

MIOCARDIOPATIA HIPERTRÓFICA UMA FORMA RARA DE APRESENTAÇÃO NO PRIMEIRO ANO DE VIDA

ELIANE LUCAS (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); RAFAEL PIMENTEL CORREIA (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); LIDUÍNA ISABELA ALBERTO REBOUÇAS DE CARVALHO ALMEIDA (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); FERNANDA VASCONCELLOS VALLE DEMIDOFF (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); THAMIRIS VIEIRA RODRIGUES (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); PATRÍCIA CORREIA ANTUNES DE PAIVA (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); DIOGO PINOTTI (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); CARLOS CESAR ASSEF (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); MARIA DE MARILACC LIMA ROISEMAN (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); MARIA DE LOURDES LUZES (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p43,  2016


Palavras-chave:

Miosite ossificante: relato de caso

Souza PG; Gomes HF; dell\\\'Orto FC

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p11, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Mortalidade infantil em petrópolis: o impacto dos nascidos vivos com menos de 500 gramas

Jacques Jacques, AD; de Faria, MSFG ; Schanuel, MTA; Papmutto, AST; Longo, AM

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p9, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Motivos de Desmame Precoce ao Aleitamento Materno Exclusivo

SILVA, W.S.Q.; Lima, G.M.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p50, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Devem-se encorajar mães a amamentar seus filhos exclusivamente ao seio (SME) até pelo menos 6 meses.
OBJETIVO: Identificar motivos relacionados à interrupção do período de amamentação exclusiva ao seio na amostra estudada.
MATERIAL E MÉTODO: Estudo descritivo, transversal. Foram realizadas entrevistas com 85 mães da Zona Norte da Cidade do Rio de Janeiro, concordantes com a pesquisa e enquadraram no critério de inclusão estabelecido. Utilizou-se um questionário que foi preenchido pelos pesquisadores diante das entrevistadas em busca dos motivos revelados, para não amamentar seu filho por, no mínimo, 6 meses. Observou-se correlacionar caracteristicas prevalentes desse com o grupo que manteve o SME por 6 meses.
RESULTADOS: Os principais motivos alegados para o desmame precoce foram: considerar o leite materno insuficiente para sustentar o filho (44% - 20 mães); doença ou condição incapacitante da mãe, incluindo abuso de drogas, (16% - 7 mães); doença ou condição incapacitante do filho (13% - 6 mães); recusa do filho e trabalho (ambos 11% - 10 mães) e outros motivos (5% - 2 mães). Na correlação com o grupo de 40 entrevistadas que mantiveram o SME por 6 meses, os resultados estatisticamente significativos com p < 0,05 foram: idade materna < 25 anos; e menos de 7 anos de estudo para SME prevalente. Na correlação com as 45 com DP, os resultados estatisticamente significativos com p < 0,05 foram: menos de 4 filhos e renda inferior a 2 salários minimos.
CONCLUSÃO A alegação de "leite insuficiente ao seio" como principal motivo para suspender o SME,denota a necessidade de estratégias para conscientizá-las da inexistência de "leite fraco". Quanto menor a paridade e a renda familiar, maior foi o risco de desmame precoce. A escolaridade maior da mãe demonstrou tendência ao aleitamento exclusivo ao seio até 6 meses.

 

Responsável
GLAUCIA MACEDO DE LIMA


Palavras-chave:

MÚLTIPLOS ABSCESSOS RENAIS DE EVOLUÇÃO SUBAGUDA - DIFICULDADES DIAGNÓSTICAS

CARLOS EDUARDO MOTTA (HOSPITAL QUINTA D´OR); DENISE SZTAJNBOK (HOSPITAL QUINTA D´OR); JULIANA MAIA TORRES (HOSPITAL QUINTA D´OR); SYLVIO FURTADO (HOSPITAL QUINTA D´OR); FABIANA CASTELO BRANCO (HOSPITAL QUINTA D´OR); ALESSANDRA NUNES DA FONSECA (HOSPITAL QUINTA D´OR); MARISE LESSA (HOSPITAL QUINTA D´OR); ALESSANDRA MARTINS SECCO (HOSPITAL QUINTA D´OR); ARNALDO PRATA BARBOSA (INSTITUTO D´OR DE ENSINO E PESQUISA); ELZA MATTOS (HOSPITAL QUINTA D´OR)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p126,  2016


Palavras-chave:

NATIMORTALIDADE ASSOCIADA À SÍFILIS CONGÊNITA NA MATERNIDADE PÚBLICA MUNICIPAL DE SÃO GONÇALO - RJ: RELATO DE CASO

MARIA ELIZABETH HERDY BOECHAT (HOSPITAL DA MULHER GONÇALENSE-RJ); CRISTINA MADALENA GOMES DA COSTA (HOSPITAL DA MULHER GONÇALENSE-RJ); ISABELA PAULA DA SILVA DEL RIO DE ALMEIDA (HOSPITAL DA MULHER GONÇALENSE-RJ); CASSEMIRO SERGIO MARTINS (HOSPITAL ESTADUAL AZEVEDO LIMA-NITERÓI-RJ ); LUIZA HERDY BOECHAT LUZ TIAGO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS-RS); JULIANA MARIA BESTETTI (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS-RS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p111,  2016


Palavras-chave:

NECRÓLISE EPIDÉRMICA TÓXICA: UMA EMERGÊNCIA DERMATOLÓGICA.

THAISSA OLIVEIRA ZONER MARQUES (HOSPITALPRONTOBABY); MAIRA DA SILVA FERNANDES (HOSPITAL PRONTOBABY); BARBARA FERNANDA M. DE SOUZA CONTI (HOSPITAL PRONTOBABY); SIMONE FONSECA GOULART (HOSPITAL PRONTOBABY); PRISCYLA DE ALMEIDA LOPEZ OROS (HOSPITAL PRONTOBABY); ALYNNY APARECIDA DE CARVALHO (HOSPITAL PRONTOBABY)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p72,  2016


Palavras-chave:

Nefrologia pediátrica: estudo epidemiológico de oito anos de ambulatório em Volta Redonda/RJ

Silva, C.M.C; Oliveira, I.V.D.; Lustosa, S.A.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p97, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: As primeiras descrições de doenças renais em pediatria datam do século XIX Todavia, apenas a partir do século XX a nefrologia pediátrica se estabeleceu como especialidade médica reconhecida. O desenvolvimento de novas terapêuticas nefrológicas e acompanhamento específico possibilitaram lidar com a fisiologia e fisiopatologia dos rins e trato urinário em crianças e adolescentes, grupo etário que apresenta características constitucionais próprias.
OBJETIVO: Traçar o perfil epidemiológico do ambulatório público de nefrologia pediátrica da maior cidade da região Sul Fluminense e a terceira maior do interior do estado do Rio de Janeiro.
MATERIAL E MÉTODO: Estudo epidemiológico transversal descritivo de abordagem quantitativa. Foram coletados 631 prontuários dos pacientes assistidos em ambulatório público de nefrologia pediátrica desde sua fundação (2005), até o ano de 2012, com idade entre 0 e 16 anos. Foram excluídos 14 prontuários por apresentarem dados incompletos. Foram avaliados sexo, idade, diagnóstico de encaminhamento, alta, acompanhamento, transferência, abandono e óbito.
RESULTADOS: Dos 617 prontuários avaliados, 29,17% (180) corresponderam à infecções de trato urinário, representando o diagnóstico de maior encaminhamento para avaliação e acompanhamento. Em segundo lugar, com 11,83% (73) a Enurese Noturna. A idade de maior acometimento foi 7 anos, com 9,72% (60), seguido de 8 anos, com 8,75% (54). A faixa etária de 0 a 2 anos apresentou destaque, somando 25,26% (156) dos casos. Prevalência do sexo feminino. O ambulatório apresentou 24,84% (151) de altas e 61,26% (378) de abandono.
CONCLUSÃO Os principais motivos de encaminhamento foram Infecção Urinária, Enurese Noturna e Hematúria, correspondendo a 49,75% (307) dos atendimentos da unidade, acordados parcialmente com a literatura. A importante demanda pela especialidade nefrológica pediátrica do município reforça a necessidade da manutenção do mesmo. Acreditamos que o alto valor de abandono esteja relacionado principalmente à melhora clínica destas crianças, mesmo com orientações acerca da importância do seguimento.

 

Responsável
NATHALIA MARINHO FERREIRA


Palavras-chave:

Neuroblastoma: Quando Suspeitar?

Santos, L.P.B.; Soares, M.V.; Sias, S.M.A.; Cestari, A.B.C.S.S.; Guerra, I.P.; Souza, L.C.M.R.; Arbex, M.B.B.; Simões, P.F.; Fernandes, R.B.A.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p13, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O neuroblastoma é um tumor sólido extracraniano mais comum em crianças, tendo como origem as células primitivas da crista neural. O comportamento clínico é variável, podendo apresentar-se de forma maligna local e disseminada.
OBJETIVO: Alertar quanto aos sinais e aos sintomas dessa neoplasia, facilitando o diagnóstico precoce.
MATERIAL E MÉTODO: A.C.V.L.S., sexo feminino, 5 anos, há 2 meses, iniciou dor abdominal diária com piora da intensidade, dor em joelho e articulação coxofemural direitos dificultando deambulação, sem sinais flogísticos. Medicada para verminoses e tratada para miosite e anemia. Evoluiu com cefaleia incapacitante e equimose supraorbitária sem relação com trauma, episódios de diarreia, febre diária (>38ºC), perda de peso e hiporexia, sendo internada no HUAP. Apresentava-se emagrecida, hipoativa, hidratada, hipocorada, fácies de dor, eupneica, equimose supraorbitária em pálpebras. Abdome doloroso à palpação. Membros inferiores com limitação do movimento à direita. Pancitopenia e LDH: 2.956U/L. US e TC abdome e pelve: massa volumosa suprarrenal esquerda, lesões nodulares na bacia e nas cabeças femorais. TC crânio: formações expansivas frontoparietais e esfenoidal. Cintilografia óssea: implantes ósseos em calota craniana;. Cintilografia com MIBG: captação abdominal sugestiva de processo primário. Exame clínico radiológico sugestivo de neuroblastoma com metastização. A paciente foi transferida para o Instituto Nacional do Câncer, onde iniciou quimioterapia.
RESULTADOS: A doença avançada geralmente apresenta sinais sistêmicos, como febre e perda de peso, e consequências da invasão metastática, como no caso relatado com invasão óssea (dificuldade de deambulação), na medula óssea (pancitopenia), no tecido retrobulbar (equimose supraorbitária) e no cérebro (cefaléia incapacitante), além da dor abdominal (massa em expansão).
CONCLUSÃO Este relato é rico em sinais e sintomas que apontam para uma neoplasia avançada que não pode deixar de ser suspeitada pelo pediatra.

 

Responsável
ANA BEATRIZ CAMINADA SABRA STRAUB CESTARI


Palavras-chave:

Neurofibromatose Tipo 1 e cardiomiopatia hipertrófica: relato de caso em adolescente

Rezende, B.; Lima, F.; Leitão, G.; Medeiros, R.; Monteiro, R.; Mendanha, S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p119, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A neurofibromatose tipo 1 (NF1) é uma doença genética autossômica dominante, crônica e progressiva, com incidência de 1/2.000 a 1/7.800 nascidos vivos e sem predileção de raça ou sexo.
OBJETIVO: Realizar o relato de um caso sobre NF1 em adolescente, enfatizando as manifestações clínicas, o diagnóstico e a associação com cardiomiopatia hipertrófica.
MATERIAL E MÉTODO: Adolescente, sexo masculino, 15 anos, com diagnóstico de neurofibromatose tipo 1, segundo os critérios da National Institutes of Health (NIH), que incluem manchas café com leite, efélides em região axilar e inguinal bilateralmente, nódulos de Lisch e neurofibroma plexiforme em região glútea. Apresentou alterações ao exame físico cardiológico e alterações ecocardiográficas compatíveis com cardiomiopatia hipertrófica. Não há tratamento eficaz para prevenir ou reverter as lesões características da NF-1, exceto a detecção precoce de complicações e o aconselhamento genético.
RESULTADOS: Neste trabalho relatamos uma apresentação fora da faixa etária usualmente encontrada na literatura e a presença de cardiomiopatia hipertrófica associada que raramente é descrita em artigos científicos publicados.
CONCLUSÃO Trata-se de um relato de caso, cujo objetivo foi apresentar um adolescente com critérios diagnósticos para NF1, além de uma manifestação clínica associada, raramente descrita na literatura, a miocardiopatia hipertrófica. Chegamos ao diagnóstico através de uma anamnese detalhada, exame físico, exames complementares e avaliações pela cardiologia, oftalmologia e neurologia. Destacamos a importância do diagnóstico dessa condição cardiológica, já que a mesma representa a principal causa de morte súbita em jovens.

 

Responsável
RENATA MONTEIRO BARROS DA SILVA


Palavras-chave:

Neurofibromatose tipo 2: relato de caso na infância

Neurofibromatosis type 2: case report in childhood

Danila de Souza Carraro; Priscila Paula Pires; Alessandra Kiesewetter; Clarissa Bueno; Sabrina Bortolin Nery; Nelson Kazunobo Horigoshi

Revista de Pediatria SOPERJ - V.18, Nº1, p28-33, Março 2018

Resumo

INTRODUÇÃO: a neurofibromatose tipo 2 é uma doença autossômica dominante, causada por mutação no gene NF2, localizado no cromossomo 22q12.2, que codifica a proteína neurofibromina-2, também denominada merlin. Clinicamente, a doença caracteriza-se por múltiplos tumores do sistema nervoso central, predominando schwannomas, meningiomas e ependimomas. Raros casos são descritos com apresentação no primeiro ano de vida.
OBJETIVO: descrever o caso de uma paciente na faixa etária pediátrica no qual a anamnese e o exame físico detalhado contribuíram para o diagnóstico precoce de neurofibromatose tipo 2.
DESCRIÇÃO DO CASO: paciente de 7 anos, sexo feminino, internada com diagnóstico inicial de síndrome vestibular secundária e otite média aguda. Durante a internação e evolução clínica, notou-se o surgimento de nistagmo horizonto-vertical e anisocoria com midríase, levando a maior investigação do caso e ao diagnóstico precoce de neurofibromatose tipo 2.
DISCUSSÃO: neurofibromatose tipo 2, doença caracterizada por múltiplos tumores do sistema nervoso central, também pode apresentar alterações oculares, incluindo catarata de início precoce, tumores da bainha do nervo óptico, hamartomas e membranas retinianas. Até o momento, ainda há restrições para estabelecer os critérios clínicos quanto à sensibilidade para diagnosticar todos os indivíduos de fato acometidos pela doença. Esta consideração é particularmente importante nas crianças, que podem ainda não ter evidentes todas as manifestações clínicas que permitiriam o diagnóstico, sendo necessário seguimento clínico e de imagem e, eventualmente, diagnóstico evolutivo.


Palavras-chave: Neoplasias do sistema nervoso central; Neurofibromatose 2; Criança.

Neuromielite óptica (NMO): Relato de caso na infância

Teixeira, N.G.; Novaes, F.M.; Pucci, F.H.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p84-85, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A NMO também conhecida como Doença de Devic é uma doença desmielinizante do SNC com característica inflamatória, imunomediada, idiopática e grave. Acomete o nervo óptico, a medula espinhal e é relativamente rara. É mais comum em mulheres na 4ª década de vida. Era considerada uma variante da EM. Atualmente estudos sugerem tratar-se de uma entidade clínica distinta. Apontam para hipótese de uma doença canulopatia auto-imune. Novos avanços demonstram que NMO resulta de alterações inflamatórias por ataque à aquaporina-4, uma proteína localizada nos pés dos astrócitos na barreira hemato-encefálica. RM demonstra lesão medular que se estende por três ou mais segmentos vertebrais. O tratamento é focado na crise, no controle da doença de base e na sintomatologia. É preconizada a pulsoterapia com metilprednisolona. O prognóstico é reservado, com grave repercussão funcional.
OBJETIVO: Relatar um caso de NMO na população pediátrica num hospital de emergência e chamar atenção para o diagnóstico.
MATERIAL E MÉTODO: Escolar, sexo feminino, afrodescendente, 11 anos, iniciou quadro com dor ocular seguido de diminuição da acuidade visual. Foi diagnosticado papiledema bilateral. Negava outras intercorrências. Dois dias após a internação também apresentava paresia de MSE e MIE, parestesia em abdome e MIE, hiporreflexia em MIE e ptose em olho esquerdo. Posteriormente referiu retenção urinária. TC de crânio sem anormalidades. Hemograma inespecífico. Vitamina B12 normal. Citomegalovírus IgM reativo. Foram feitos 5 dias de tratamento com Imunoglobulina e 14 dias com Ganciclovir. A paciente apresentou melhora significativa. A RM evidenciou alterações compatíveis com doença desmielinizante. Realizado diagnóstico sindrômico de NMO com dois eventos índices: Neurite óptica bilateral e Síndrome Medular parcial, sem antecedentes de infecção e com um achado laboratorial de IgM reativo para Citomegalovírus. Dosado anticorpo AQP4 e paciente referenciada para um serviço especializado em neurologia pediátrica onde foi feita corticoterapia, investigação e acompanhamento ambulatorial.
RESULTADOS: Observamos escassez de dados na literatura nesta faixa etária. A terapêutica com metilprednisolona foi instituída e o paciente obteve excelente resultado. O uso de técnicas convencionais e avançadas da RM associado a novos estudos histopatológicos têm ajudado a esclarecer a fisiopatologia da doença e a melhor classificá-la dentro do espectro das doenças desmielinizantes. O quadro clínico somado aos achados da RM contribuíram para o diagnóstico da NMO em nosso paciente.
CONCLUSÃO Esse caso torna-se particular por ter acometido uma criança de 11 anos. Os critérios diagnósticos pediátricos para a NMO são semelhantes àqueles em adultos. O correto diagnóstico permitiu a instituição da terapêutica adequada e acompanhamento em centro especializado. Contudo, a NMO com acometimento em crianças é uma condição pobremente estudada sendo frequentemente incapacitante e de difícil manejo. Nesta faixa etária a doença é potencialmente severa e necessita ser melhor manejada e estudada. Portanto, é necessária a continuação de estudos visando uma melhor compreensão dos mecanismos subjacentes dessa doença.

 

Responsável
MARIANA LOPES DOMINGUES


Palavras-chave:

NEUTROPENIA CÍCLICA: EVOLUÇÃO CLÍNICA DE DOIS CASOS

ADRIANA MESQUITA (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); PRISCILLA FILIPPO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); CRISTIANE BARRETO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); DAVISSON TAVARES (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); CARLOS TORRICO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); NATALIA BARBOZA GOMES (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); ALINE MENDES (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); DANIELA REBELLO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); SOLANGE DAVID (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); JULIANA BARRETO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p34,  2016


Palavras-chave:

Nível plasmático de lactato nas primeiras 24 horas de vida e morbimortalidade neonatal

Herminia Guimarães Couto Fernandez

Revista de Pediatria SOPERJ - V.10, Nº1, p38, Maio 2009


Palavras-chave:

Noticação dos maus tratos: uma estratégia de proteção a crianças e adolescentes

Viviane Manso Castello Branco

Revista de Pediatria SOPERJ - V.3, Nº1, p0, Junho 2002


Palavras-chave:

Nutrição de Crianças Atendidas no Projeto AMAR - Assistência Multidisciplinar em Pediatria

Meneses, C.R.M.; Machado, A.C.C.; Costa, A.P.C.; Ribas, S.A.; Darriba,V.A.; Pereira, D.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p52, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O Projeto de Extensão assiste criança s(CÇ) do nascimento-5a, visando promoção/prevenção em saúde, treinar alunos e realizar pesquisa. O objetivo da presente pesquisa é caracterizar o aleitamento matern o(AM) no 1º a e estado nutricional (EN) no 1º e 2ºa de vida.
OBJETIVO: Caracterizar o aleitamento materno (AM) no lºa e estado nutricional (EN) no 1º e 2ºa de vida.
MATERIAL E MÉTODO: Supervisores e alunos de Enfermagem (E), Fonoaudiologia (F), Medicina (M), Nutrição(N), Psicologia e Serviço Social realizam consultas conjuntas de puericultura, educação em saúde, e pesquisa. Foi realizado estudo prospectivo nos prontuários de 49CÇ que completaram la e 43 que completaram 2a e estavam em acompanhamento.
RESULTADOS: O AMAR, implantado há 7a, acompanha 184CÇ. Foram realizadas 2814 consultas (M:l47l; E:448; N:448; F:447). A frequência (F) de orientação sobre AM no pré-natal foi 93%; F de orientação sobre AM na maternidade 100%; F e média (M) de tempo (T) de AM com qualquer T de duração ao longo do 1º ano de vida 97,5% e 8,7+3,7m. F de AM nos 49 com la 36,7%(18); F e M de T de AM exclusivo (AME) 93,8% (46) e 3,8+2m; F de AME aos 6m 26,5% (13). Idades M de introdução de água, suco ou chá 5+1,1m; outro tipo de leite 3,7+2,2m; alimento complementar (AC) 5,5+1m. F de uso de fórmula inadequada no 1ºa 44,8% (22). Classificação quanto ao EN com 1 e 2a: eutrofia 81,6% (40) e 48,8% (21); risco para sobrepeso 12,2% (6) e 41,8% (18); sobrepeso 0% e 9,3% (4) obesidade: 6,1% (3) e 0%.
CONCLUSÃO O AMAR proporciona abordagem integral à CÇ e troca de saberes. O incentivo ao AM deve ser implementado, mesmo no Hospital amigo da CÇ. A introdução do AC não se dá satisfatoriamente, apesar das orientações da equipe. Há F significativa de excesso de peso. A pesquisa demonstra a importância da equipe multidisciplinar no acompanhamento da saúde da CÇ, mas outros fatores também podem influenciar (leis trabalhistas, mídia, preço de fórmulas lácteas apropriadas). As F e M de tempo de AM e AME foram significativas, mostrando a relevância da orientação dada pela equipe.

 

Responsável
ISABEL REY MADEIRA


Palavras-chave:

NUTRIÇÃO ENTERAL EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA PEDIÁTRICA

CRISTIANE PONCIANO (CEMERU)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p216,  2016


Palavras-chave:

O acompanhamento integral e a redução da morbidade nos agravos de saúde crônicos na infância: a displasia broncopulmonar como modelo

Patricia Fernandes Barreto Machado Costa

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15, Nº1, p5, Fevereiro 2015


Palavras-chave:

O adoecer do adolescente e sua vivência hospitalar: um estudo na ótica da atenção integrada

Luiza Helena Andrade de Paula

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7, Nº2, p21, Outubro 2006


Palavras-chave:

O adoecer do adolescente e sua vivência hospitalar: um estudo na ótica da atenção integrada

Luiza Helena Andrade de Paula

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7 (supl 2), Nº2, p21, Outubro 2006


Palavras-chave:

O banco de leite humano do HUAP nas perspectivas de saúde da região metropolitana II

Oliveira M R; Alves C M C S H; Barros M L; Lopes F O; Alves V H

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p37, Dezembro 2012


Palavras-chave:

O CONHECIMENTO DE PEDIATRAS RELATIVO À ASSISTÊNCIA NEONATAL EM SALA DE PARTO NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO GAFFRÉE E GUINLE

ISABELA ELIAS SANTOS (UNIRIO); PATRÍCIA FERNANDES BARRETO COSTA (UNIRIO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p139,  2016


Palavras-chave:

O conhecimento do teste de triagem neonatal por parte da gestante durante o atendimento pré-natal

The knowledge of the neonatal screening test by pregnant women during prenatal care

Adauto Dutra Moraes Barbosa

Revista de Pediatria SOPERJ - V.18, Nº1, p1, Março 2018


Palavras-chave:

O DESMAME PRECOCE ASSOCIADO À INTRODUÇÃO DE ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA SAÚDE INFANTO-JUVENIL

LUCIANA DE SOUZA MOREIRA (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p30,  2016


Palavras-chave:

O diagnóstico da paralisia braquial obstétrica: importância das orientações iniciais

Diagnosis of obstetric brachial plexus palsy and importance of the first management

Jaqueline Almeida Pereira; Alexandra Prufer de Queiroz Campos Araújo; Érica Guimarães Vianna; Livia Carvalho Lopes; Sabrina Fernandes Galvão; Thalita Furlan Torres

Revista de Pediatria SOPERJ - V.8 (1 supl 1), Nº1, p0, Abril 2007

Resumo

INTRODUÇÃO: A Paralisia braquial de origem obstétrica (PBO) é responsável por uma incapacidade funcional do membro superior desde o nascimento, podendo perdurar por toda a vida. Esta revisão enfoca seu diagnóstico precoce e sua evolução.
OBJETIVO: Revisão não sistemática sobre PBO.
METODOLOGIA: Utilizaram-se as bases de dados Medline e Lilacs, dos últimos quinze anos, com os unitermos paralisia obstétrica, neuropatia do plexo braquial, lactente.
RESULTADOS: Foram listados 362 artigos, sendo selecionados para esta revisão 30 artigos com base em: título, resumo, assunto, ser artigo original e disponibilidade de acesso pelo portal da CAPES.
CONCLUSÃO: Passível de diagnóstico no neonato, a PBO admite na maioria dos casos melhora evolutiva e limitação de seqüelas mediante terapia conservadora ou cirúrgica.


Palavras-chave: Paralisia obstétrica, Neuropatia do plexo braquial, Lactente.

O ensino da puericultura e da pediatria no Rio de Janeiro: a propósito do bicentenário da Faculdade de Medicina da UFRJ

The teaching of child care and pediatrics in Rio de Janeiro: concerning the bicentennial of Faculty of Medicine of UFRJ

Clemax Couto Sant Anna

Revista de Pediatria SOPERJ - V.10, Nº1, p16-20, Maio 2009

Resumo

OBJETIVO: revisão não sistemática da literatura sobre ensino da Pediatria e da Puericultura, buscando situar historicamente o tema por ocasião dos 200 anos de criação do ensino médico no país.
RESULTADOS: embora já se identifique livros sobre doenças na infância na época do Brasil Colônia, o ensino regular só veio a se firmar ao final do século XIX por influência de Moncorvo de Figueiredo. Só em 1937 foi criada a Clínica pediátrica médica e Puericultura e clínica da primeira infância, sob a responsabilidade do Prof. Martagão Gesteira, responsável pela formação de inúmeros profissionais no Brasil desde então.
CONCLUSÃO: a Puericultura e a Pediatria são especialidades jovens e expandiram-se nas últimas décadas do período neonatal à adolescência


Palavras-chave: Puericultura, Pediatria, criança, adolescentes, ensino

O ensino de pediatria no "novo" cenário da graduação médica: relato de caso

Alessandra Ferrarese Barbosa; Marcella Britto Boechat Capita; Herminia Couto Fernandez; Pedro Paulo Bastos Rodrigues; Marta de Alencar Rosa; Andrea Valentim Goldenzon

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p97, Dezembro 2012


Palavras-chave:

O impacto da violência na saúde mental das crianças

The impact of the violence in childhood mental health

Sheila Abramovitch; Maria L·cia Moreira; Elie Cheniaux

Revista de Pediatria SOPERJ - V.8, Nº2, p0, Outubro 2007

Resumo

INTRODUÇÃO: A violência tem sido considerada um dos eventos traumáticos responsáveis pela doença mental na infância. Um conjunto de fatores interage e torna a criança vulnerável ou resiliente ao trauma psíquico. Um evento violento terá expressão diferenciada em cada criança, considerando-se os aspectos biológicos, genéticos, psicológicos e ambientais. O pediatra, muitas vezes, é o primeiro a receber estas crianças com sintomas psiquiátricos, o que demanda diagnóstico diferencial, intervenção e encaminhamento adequado.
OBJETIVO: Revisão não sistemática da literatura sobre associação entre violência e doença mental na infância. Chamar a atenção dos pediatras para o aumento do número de casos clínicos envolvendo esta associação.
METODOLOGIA:
Revisão bibliográfica nas bases Medline/PubMed, Lilacs e Scielo, referente ao período de junho de 2001 a maio de 2007, com emissão de opinião e exemplos clínicos. Foram incluídos, por sua relevância, livros de anos anteriores.
RESULTADOS: Foram listados 211 trabalhos, sendo selecionados 39 artigos de acordo com: título, resumo, assunto, ser artigo original ou de revisão e disponibilidade de acesso pelo portal da CAPES. Ainda, textos clássicos, de importância à compreensão do tema.
CONCLUSÕES: Os trabalhos analisados encontraram associação entre violência e doença mental na infância. É necessário o acompanhamento da criança vítima de violência com manifestações psiquiátricas, para se avaliar o desenvolvimento de sintomas reativos, adaptativos ou de transtornos psiquiátricos.


Palavras-chave: Violência. Estresse Traumático. Transtornos Mentais da Criança.

O Mapa falante como instrumento do processo ensino-aprendizado do aluno de medicina: Relato de experiência

Map-speaker as an instrument of the teaching-learning of medical students: Experience report

Ana Lúcia Ferreira; Maria de Fátima Wakoff Pereira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.14, Nº1, p29-32, Outubro 2013

Resumo

OBJETIVO: Relato de uma experiência de ensino médico em Atenção Primária à Saúde, com o foco na identificação e prevenção de risco aos acidentes domésticos na infância.
MÉTODOS: Destaca-se o Método Criativo Sensível, na modalidade Mapa Falante, como uma ferramenta que privilegia as atividades de grupo, bem como a construção do conhecimento compartilhado.
RESULTADOS: O processo de construção do mapa trouxe visibilidade quanto aos riscos para acidentes na casa visitada, assim como proporcionou aos alunos de Medicina a oportunidade de vivenciarem o enfoque multidimensional das ações de cuidado à saúde.
CONCLUSÕES: A integração entre os alunos, a família, a equipe da creche e os profissionais da ESF foi facilitada pela construção e discussão do mapa, criando um espaço que favoreceu aos participantes a identificação de recursos exeqüíveis de promoção e de prevenção de saúde.


Palavras-chave: Cuidado da Criança.Acidentes Domésticos. Ensino. Equipe Interdisciplinar de Saúde.

O momento do pediatra

Edson Ferreira Liberal ; Maria Elisabeth Lopes Moreira; José Roberto de Moraes Ramos; Carmen Lúcia Leal Ferreira Elias; Marcio Moacyr de Vasconcelos; Daniella Santini Souza Lemos; Márcia Fernanda da Costa Carvalho; Isabel Rey Madeira; Maria Angélica Bonfim Varela

Revista de Pediatria SOPERJ - V.11, Nº1, p3, Junho 2010


Palavras-chave:

O pneumococo e as pneumonias na infância

Revista de Pediatria SOPERJ - V.9, Nº2, p0, Novembro 2008


Palavras-chave:

O ponto de vista da família de crianças vítimas de violência perante a ação do Conselho Tutelar

Families' point of view about the action of Child Protective Services in child abuse situations

Ana Lúcia Ferreira; Diogo Ramos Noronha; Luciane Gaspar Guedes; Sara Pinheiro Ferreira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15, Nº2, p10-15, Setembro 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Os Conselhos Tutelares (CT) têm como função primordial garantir os direitos fundamentais das crianças e dos adolescentes brasileiros. Além disso, diante da violência, esses órgãos têm poderes para aplicar medidas que garantam a proteção dessa parcela populacional. Não obstante, muitos profissionais e cidadãos ainda vêm os serviços de proteção à criança e ao adolescente como agências coercitivas e punitivas.
OBJETIVO: Relatar experiências de familiares nos contatos com o CT em decorrência de situações de violência contra crianças ou adolescentes.
MÉTODOS: Entrevistaram-se 30 responsáveis que compareceram em um serviço de acompanhamento às famílias de crianças e adolescentes em situação de violência. Todos tiveram contato com os CT em decorrência desse problema. Foi feita análise de conteúdo, temática, do material transcrito.
RESULTADOS: A orientação às famílias foi a ação mais frequentemente aplicada pelas equipes dos CT. Entre as experiências positivas relatadas pelos entrevistados, ressaltam-se o acolhimento e o apoio emocional; o esclarecimento de dúvidas; o trabalho em rede com a instituição de saúde e a garantia dos direitos das crianças envolvidas. Já em relação às experiências negativas, encontram-se o não atendimento das demandas da família; a discordância das decisões tomadas pelas equipes dos CT; as atitudes dos profissionais consideradas inadequadas; a sensação de impotência familiar perante as decisões dos CT; as dificuldades existentes nos processos de trabalho e a pouca clareza dos papéis institucionais na rede de serviços.
CONCLUSÕES: Há dualidade de reações dos responsáveis diante das medidas tomadas pelos CT, sendo importante que os profissionais da saúde reforcem os aspectos positivos dessa ação de proteção à criança e ao adolescente e de apoio à família, bem como que a atuação das equipes dos CT seja aperfeiçoada.


Palavras-chave: maus-tratos infantis; família; conselhos tutelares.

O Profissional de saúde e a inclusão do pai nos processos de cuidado neonatal: uma ação para a promoção de saúde da criança

The health professional and the advantage of fatrher's participation in the children's health care

Aline de Carvalho Martins

Revista de Pediatria SOPERJ - V.8 (1 supl 1), Nº1, p0, Abril 2007

Resumo

O presente artigo constitui uma revisão de literatura não sistemática, com emissão de opinião, que pretende avaliar a importância dos cuidados paternos na saúde e desenvolvimento das crianças, ressaltando como os profissionais de saúde podem (e devem) estar atentos a esta questão no cotidiano de seu trabalho. Deste modo, pretende ressaltar a importância dos elementos não biológicos na promoção de saúde da criança, considerando a diversidade de aspectos da condição humana, enfocando, assim, o conceito ampliado de saúde.


Palavras-chave: Desenvolvimento Infantil, Promoção da Saúde, Pais, Relações PaiFilho, Atitude do Pessoal de Saúde, Assistência ao Paciente.

O que a psicanálise tem a dizer ao pediatra?

Paulo Dickstein

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº2, p4-5, Junho 2017


Palavras-chave:

O que o pediatra precisa saber sobre cuidados odontológicos na primeira infância

Denise Martins Carvalho

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº2, p8-9, Junho 2017


Palavras-chave:

O Sistema imune do recém-nascido: destacando aspectos fetais e maternos

The newborn's immune system with fetal and maternal aspects

Danusa Rizzon

Revista de Pediatria SOPERJ - V.12, Nº1, p12-15, Agosto 2011

Resumo

INTRODUÇÃO: Crianças apresentam maior morbidade e mortalidade relacionadas a vários patógenos, em especial, aos intracelulares. Isso ocorre em função da imaturidade imunofisiológica, que resulta de limitações nos mecanismos imunológicos inatos e adaptativos.
OBJETIVO: Revisar o sistema imune do recém-nascido, destacando aspectos fetais e maternos. Ressaltam-se, também, elementos das imunidades inata e adaptativa e evidencia-se a importância do leite materno no contexto citado.
METODOLOGIA: Revisão não-sistemática da literatura disponível nas bases de dados SCIELO, NCBI e CAPES,priorizando-se artigos mais recentes e/ou com informações relevantes sobre o estudo.As listas de referências dos artigos selecionados foram verificadas a fim de escolher estudos adicionais de interesse.
CONCLUSÃO: A partir do exposto, é possível analisar aspectos relevantes ao sistema imune do recém-nascido, no qual a maioria das células envolvidas encontra-se em quantidade e/ou função reduzida. Este fato, que contribui para uma suscetibilidade aumentada desta população a infecções, é de extrema importância e deve ser considerado na prática médica. Através da compreensão da imaturidade intrínseca relacionada ao sistema imune neonatal é possível direcionar e adequar profilaxia, imunizações e tratamento de recém nascidos a termo e pré-termos. Neste sentido, o incentivo à prática da lavagem adequada das mãos e utilização de álcool glicerinado por profissionais de saúde são atitudes que podem promover relevante impacto no presente quadro, auxiliando na redução das taxas de mortalidade. Ressalta-se, ainda,que vários aspectos relacionados ao tema em questão não são totalmente elucidados e, assim, novos estudos são de fundamental importância no presente âmbito.


Palavras-chave: Recém-Nascido, Sistema Imunológico, Imunidade Inata, Imunidade Adaptativa,leite Materno, literatura de Revisão

Obesidade e asma: doenças inflamatórias associadas

Isabel Rey Madeira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº2, p8, Junho 2016


Palavras-chave:

Obesidade não é brincadeira

Sabrina Pinto Aroucha Gomes; Eduardo Binon Pieranti; Larissa Vieira da Conceição; Hanna Diniz dos Santos Araújo; Monique França da Silva; Isabel Rey Madeira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p101, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Obstrução respiratória alta em pediatria

Rosanna Vilardo Mannarino

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13, Nº2, p54-60, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Onde as disciplinas se encontram

Adriana Duarte Rocha

Revista de Pediatria SOPERJ - V.10, Nº1, p3, Maio 2009


Palavras-chave:

ORQUIEPIDIDIMITE ASSOCIADA À CAXUMBA EM ADOLESCENTE NO HOSPITAL DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE NOVA IGUAÇU - RJ: RELATO DE CASO

MARIA ELIZABETH HERDY BOECHAT (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇÚ-RJ); MARIA MARGARIDA DE LIMA VASCONCELLOS (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇÚ-RJ); CASSEMIRO SERGIO MARTINS (HOSPITAL ESTADUAL AZEVEDO LIMA-NITERÓI-RJ); LUIZA HERDY BOECHAT LUZ TIAGO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS-RS); JULIANA MARIA BESTETTI (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS-RS); ISABELA PAULA DA SILVA DEL RIO DE ALMEIDA (HOSPITAL DA MULHER GONÇALENSE-RJ); CRISTINA MADALENA GOMES DA COSTA (HOSPITAL DA MULHER GONÇALENSE-RJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p110,  2016


Palavras-chave:

Os pais também precisam do nosso cuidado: orientações sobre o Zika vírus

Viviane Manso Castello Branco

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº2, p7, Junho 2016


Palavras-chave:

Osteogênese imperfeita tipo IIC: relato de caso

Wellington Luiz Rodrigues Magalhães; Lilian Rodrigues do Carmo Rezende; Vanessa Aguiar Ferreira Simões; Débora Rosmaninho Coutinho de Melo; Andressa Rangel de Oliveira Lima; Lívia das Graças Rezende

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p21, Dezembro 2012


Palavras-chave:

OSTEOGÊNESE IMPERFEITA TIPO IV - RELATO DE CASO

ANA PAULA APERANDIO (HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO); ALINE DIAS (HOSPITAL CENTRL DO EXÉRCITO); PAULA ALMADA (HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO); ALESSANDRA PIMENTEL (HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO ); THAISE MATOS (HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO); SOLANGE DAVID (HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO); ROSANGELA CIPOLLA (HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO); PAULA RAMALHO (HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p171,  2016


Palavras-chave:

OSTEOGÊNESE IMPERFEITA: RELATO DE CASO DE UMA SÍNDROME RARA

DEBORA FIGUEIREDO NERY (PRONTOMED INFANTIL); JOSÉ MAURÍCIO RAULINO BARBOSA (PRONTOMED INFANTIL); ANA CAMILA MARTINS MUNIZ (UNINOVAFAPI); TAYS BRUNA LEAL CUNHA (UNINOVAFAPI); ISABELA LOBÃO DA ROCHA (UNINOVAFAPI); CAMILA MASCARENHAS TEIXEIRA DE CARVALHO (PRONTOMED INFANTIL); MARIA DO SOCORRO COSTA MENDONÇA (PRONTOMED INFANTIL); ROGÉRIO SANTIAGO ARAÚJO (PRONTOMED INFANTIL); GIORDANO CRONEMBERG ALVES (PRONTOMED INFANTIL); ODÍLIO DE SOUZA QUEIROZ III (PRONTOMED INFANTIL)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p59,  2016


Palavras-chave:

OSTEOPETROSE MALIGNA INFANTIL : UMA VISÃO GERAL PARA O PEDIATRA .

KARLA MAGRI DE CARVALHO (IPPMG UFRJ ); ALINE LIMA RIBEIRO (IPPMG UFRJ ); GABRIELA LOUZADA SCHMITH (IPPMG UFRJ); TALITA VASCONCELOS MOURA ARAÚJO (IPPMG UFRJ ); CAROLINA DE MEDEIROS PEDROSA (IPPMG UFRJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p157,  2016


Palavras-chave:

Osteossarcoma de Diagnóstico Tardio e Apresentação Atípica

Simões P.F.; Arbex M.B.B.; Firme L.H.C.; Navi N.P.; Cestari A.B.C.S.; Souza L.C.M.R.; Fernandes R.B.A.; Soares M.V.; Soares V.K.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p29, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O osteossarcoma é o tumor ósseo maligno primário mais comum em crianças e adolescentes. Apresenta um pico de incidência entre a 2ª e a 3ª décadas de vida. Os locais mais comumente afetados são: área distal do fêmur, proximal da tíbia e úmero proximais.
OBJETIVO: Descrever a evolução de um adolescente admitido na enfermaria do HUAP para a investigação diagnóstica de dor torácica há 2 anos. Evoluiu com tumoração na região torácica posterior esquerda. A apresentação clinica foi comparada a casos similares descritos na literatura. Chama atenção o retardo no diagnóstico desde o início do quadro.
MATERIAL E MÉTODO: Sexo masculino, 16 anos, branco, com dor torácica há 2 anos. Notou aparecimento de tumoração na região infraescapular esquerda, que, em 12 meses, alcançou 12 cm no seu maior diâmetro. Nos últimos 2 meses, surgiram, febre vespertina, perda de peso de 14 kg e hiporexia. Durante a internação, o paciente apresentou paraplegia bilateral e perda sensibilidade nos membros inferiores. Indicada torocatomia, após tomografia computadorizada, sendo encontrada grande quantidade de material purulento, sendo colhida amostra para biópsia. Esses locais, arcos costais, são mais comumente afetados por tumores do tipo neuroendócrino primitivo da infância (PNETS). Entretanto, o exame histopatológico revelou osteossarcoma.
RESULTADOS: Ausência de fatores de risco, como doença de paget, displasia fibrosa, radiação prévia ou trauma, local. A equipe não encontrou dificuldades para estabelecer o diagnóstico com base na clínica, bem como em exames de imagem e histopatológico. Outras hipóteses diagnósticas para o caso seriam sarcoma Ewing, osteomielite, tuberculose óssea, displasia fibrosa, condrossarcoma, metástase óssea, entre outros.
CONCLUSÃO O diagnóstico precoce altera o prognóstico da doença. A ausência de fatores predisponentes e a localização atípica não afastam a hipótese de osteossarcoma.

 

Responsável
CHARLES ALMEIDA DA LUZ


Palavras-chave:

Otite média tuberculosa em criança

Tuberculous otitis media in children

Christine Tamar Vieira Barreiro; Carolina Carvalho Lucas; Fernanda Martins Coelho Catharino; Roberta Thorp do Carmo; Roberta Leal Oliveira; Ayla Cristina Bernardes da Silva

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº2, p36-39, Junho 2016

Resumo

OBJETIVO: Relatar o caso de uma criança de 2 anos e 5 meses com otite média tuberculosa (OMT).
DESCRIÇÃO DO CASO: Paciente iniciou o quadro de febre intermitente há 3 meses, sendo acompanhado no posto de saúde. Fez uso diversas terapias antibióticas sem melhora. Diante da manutenção do quadro clínico, com febre, evolução com paralisia facial e otorreia, foram solicitados exames de imagem e PPD forte reator, 18mm. A abordagem cirúrgica foi decidida, e o material foi enviado para a cultura e o exame histopatológico, em que se observou processo inflamatório crônico granulomatoso, com extensas áreas de necrose. BAAR negativo, ausência de malignidade, etiologia provável de tuberculose. Após diagnóstico, foi iniciado esquema RIP (rifampicina, isoniazida, pirazinamida) e dexametasona para a paralisia. Evoluiu com melhora clínica importante.
DISCUSSÃO: Entre as formas extrapulmonares de tuberculose, está a OMT. A etiologia deve-se ao Mycobacterium tuberculosis, que se instala no ouvido médio. A tríade clássica é otorreia indolor, perfuração múltipla da membrana timpânica e paralisia facial. A resistência a múltiplas terapêuticas antes do diagnóstico é um marco dessa patologia. Devido à grande variação das manifestações clínicas da OMT, a confirmação diagnóstica dependente dos exames complementares. O tratamento precoce é decisivo na prevenção das possíveis complicações; Quando instituído o tratamento, ocorre uma rápida resolução do processo infeccioso.


Palavras-chave: Tuberculose, otite média supurativa, mycobacterium tuberculosis.

Otites de repetição como manifestação inicial de agamaglobulinemia de Bruton

Rubini, N.P.M; Liberal, E.F.; Neto, C.P.L.; Velasco, C.; Barboza, N.S.; Coelho, A.C.C.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p116, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Agamaglobulinemia de Bruton é uma imunodeficiência primária (IDP) rara, de herança recessiva ligada ao X, com incidência de 1/100.000, caracterizada pela redução/ausência de células B e imunoglobulinas, levando, principalmente, à maior suscetibilidade de infecções bacterianas graves.
OBJETIVO: Descrever um paciente com Agamaglobulinemia de Bruton, cuja apresentação clínica inicial foi caraterizada por otite média (OM) de repetição.
MATERIAL E MÉTODO: Criança de 4 anos, sexo masculino, branco, com histórico de OM de repetição a partir dos 5 meses de vida, com 23 episódios até o quarto ano de vida. Havia relato de pansinusite aos 2 anos e conjuntivite bacteriana aos 3 anos. Aos 3 anos e 8 meses foi indicada cirurgia para implantação de tubo de ventilação. Nos exames pré-operatórios, foi observada ausência de adenoide e amígdalas, sendo o paciente encaminhado para imunologista. Nos antecedentes familiares havia relato de óbito de tio avô materno aos 4 meses de vida por pneumonia. Avaliação imunológica: CD3 - 4.602 (96%), CD19 - 48 (1%), CD4 - 3.403 (71%), CD8 - 959 (20%); IgG - 164 mg/dL, IgA - 27 mg/dL, IgM, IgE e subclasses de IgG indosáveis. A agenesia de adenoides e amígdalas, redução de linfócitos B e produção de imunoglobulinas, ao lado do histórico familiar, possibilitaram o diagnóstico de Agamaglobulinemia de Bruton. O paciente iniciou o uso de imunoglobulina humana aos 4 anos, evoluindo bem até o presente.
RESULTADOS: Merece destaque a permanência do paciente até os 4 anos, sem diagnóstico e tratamento adequado, apresentando apenas IVAS recorrentes, em especial OM, sem infecções bacterianas graves. Certamente, o uso frequente de antibioticoterapia para tratamento de OM atuou como profilaxia para infecções bacterianas invasivas.
CONCLUSÃO Este relato ressalta a importância de pediatras e otorrinolaringologistas considerarem no diagnóstico diferencial de OM de repetição a possibilidade de IDP.

 

Responsável
RAFAELA MENDES DE ALMEIDA ARAÚJO


Palavras-chave:

PACIENTES PEDIÁTRICOS COM MANIFESTAÇÕES DA DOENÇA DE GAUCHER

FERNANDA ALVAREZ GENTIL (UNIG)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p76,  2016


Palavras-chave:

PANCREATITE AGUDA CAUSADA POR ASCARIDÍASE: RELATO DE CASO

IZABELA DOS SANTOS VILLELA (PUC-SP SOROCABA); TÁBATA BATISTA NAVARRO (PUC-SP SOROCABA); GRACE SANCHES GUTIERREZ CERQUEIRA (PUC-SP SOROCABA); MARCELO RICARDO DE OLIVEIRA BARCELOS (PUC-SP SOROCABA); GABRIELA TEIXEIRA ARAÚJO (PUC-SP SOROCABA); GUILHERME JORGE MATTOS MIGUEL (PUC-SP SOROCABA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p92,  2016


Palavras-chave:

PANCREATITE NECROTIZANTE EM PACIENTE PORTADORA DE MITOCONDRIOPATIA

INGRID DAVID MARIN GIULIANI (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); CAROLINA DE OLIVEIRA CAVALCANTI ASSUMPÇÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); MAINE VIDAL MACEDO (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); JOVARCI MOTTA (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); ADRIANA PINTO DE OLIVEIRA DUTRA LABUTO (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); AISHA HORTA VASSEM OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); RODOLFO FERNANDES LOPES DA SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); CAROLINA SIMÕES DOS ANJOS (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); FELIX ALEXANDER PONCE MENDOZA (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); MÁRCIA ANTUNES FERNANDES (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p104,  2016


Palavras-chave:

PANORAMA DA PREVALÊNCIA DO DIABETES MELLITUS E DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA EM CRIANÇAS DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

JAQUELINE SUZUKI CLEMENTE (UNISA); AMANDA DE FREITAS FERRAZ MONTEIRO (UNISA); JANE ARMOND (UNISA); CINTIA LECI RODRIGUES (UNISA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p173,  2016


Palavras-chave:

Pansinusopatia complicada com celulite períorbitária por MRSA comunitário

Manoela Orge Ferraz de Barros; Marina de Freitas Tonelotto; Caroline Massuda; Guilherme Raia Michaelides de Carvalho; Ana Paula Ferreira Barbosa Silva; Tamires Coelho Camargo

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p100, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Papel dos componentes da síndrome metabólica e das adipocitoquinas na resistência insulínica em impúberes

Madeira IR; Bordallo MAN; Carvalho CNM; Gazolla FM; Matos HJ; Medeiros CB

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p24, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Papilomatose laríngea recorrente em pré-escolar - relato de caso

Madalena, A.L.R.; Mezzasalma, D.F.C.U

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p128, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: São amplamente discutidas as consequências da infecção pelo Papiloma Vírus Humano (HPV), seu potencial carcinogênico e transmissibilidade pelo contato sexual. Entretanto, é importante salientar que tal infecção, quando não identificada no período pré-natal, pode trazer malefícios ao bebê.
OBJETIVO: Expor o caso de Papilomatose Laríngea Recorrente em pré-escolar.
MATERIAL E MÉTODO: Pré-escolar, sexo feminino, 2 anos e 10 meses, apresentou episódio de infecção de vias aéreas superiores, estando entre a sintomatologia, a presença de rouquidão. Sintoma esse persistindo e evoluindo por 4 meses, apesar do uso de anti-histamínicos e corticoide oral, nesse mesmo período. A paciente precisou ser atendida por otorrinolaringologista após piora dos sintomas (apneias noturnas e desconforto respiratório progressivo) sendo necessário a realização de videolaringoestroboscopia ambulatorialmente, que constatou massa papilomatosa em prega vocal direita a paciente foi encaminhada ao Hospital Copa D'Or para ressecção de urgência da massa e diagnosticada como Papilomatose Laríngea. Diagnóstico esse, corroborado pelo fato de a mãe não saber informar sobre a presença de lesões verrugosas no canal do parto e o mesmo ter sido por via vaginal, além da exclusão de outras causas, com exame físico e anamnese dirigida. Após a ressecção, pré-escolar evoluiu com melhora dos sintomas, permitindo a alta hospitalar. Desde a primeira abordagem, foram necessárias duas novas internações para ressecção de lesões recidivadas, que se manifestaram com o mesmo sintoma de rouquidão.
RESULTADOS: A Papilomatose Laríngea é a neoplasia de trato respiratório mais comum na infância, sendo o diagnóstico típico entre os 2 e 3 anos de idade. O parto vaginal e a presença de lesões verrucosas vaginais no momento do parto, são importantes fatores de risco para essa doença que tem como uma de suas características a recorrência das lesões.
CONCLUSÃO É de suma importância que o pediatra tenha a Papilomatose Laníngea Recorrente como diagnóstico diferencial de rouquidão em crianças com idade entre 2 e 3 anos. Ter ciência da gravidade, incidência e recorrência da doença, permite o diagnóstico precoce e pode evitar desfechos trágicos.

 

Responsável
WALLACE SALES GASPAR


Palavras-chave:

Papilomatose laríngea: relato de caso

Barros BS; Orlando SO; Almeida MIB; Costa PC; Estanislau NRA; Pinto LAM

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p27, Dezembro 2012


Palavras-chave:

PARACOCCIDIOIDOMICOSE ADQUIRIDA EM ÁREA URBANA

THALITA BRITO DANTAS (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); ANA LÚCIA MUNHOZ CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); ALICIA OLIVEIRA ROSAS (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); ANA LUÍSA BATISTA PENA (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); LUDMILA ALVES MELGAÇO (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); MARÍLIA BEZERRA MAGALHÃES MARTINS (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); MARCELLA CORREA NETTO MENDES (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); AMANDA DONNER MALIKI (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); ANA PAULA BORDALLO (); SYLVIO LEITE MONTEIRO FILHO (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p134,  2016


Palavras-chave:

Pé plano na infância: limites temporais entre o fisiológico e as disfunções locais e ascendentes

Flat foot in childhood: time limits between the physiological and local dysfunction and ascendants

Evelin Vicente; Willians Cassiano Longen; Amanda de Mattos Machado; Aires Mondardo Junior

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº3, p15-20, Outubro 2016

Resumo

OBJETIVO: Este trabalho teve por objetivo analisar as características estruturais do arco plantar de crianças através do índice plantar em um comparativo com faixas etárias.
MÉTODOS: Foram avaliadas 97 crianças de 1 a 9 anos de idade, dividindo-as em 3 grupos. Grupo 1 (G1): de 1 a 3 anos; Grupo 2 (G2): 4 a 6 anos; Grupo 3 (G3): 7 a 9 anos, sendo avaliados um total de 194 pés, 50 do sexo feminino e 47 do sexo masculino. Utilizaram-se uma ficha avaliativa e um plantígrafo para firmar o índice plantar de cada voluntário.
RESULTADOS: O G1 teve uma média do índice plantar de 1,15±0,22; o G2 teve como média 0,91± 0,27; o G3 apresentou média de 0,71±0,24. As faixas etárias, quando comparadas entre si, apresentaram diferença estatística significativa (p<0,001).
CONCLUSÕES: Os resultados encontrados em relação à morfotipologia desses 194 pés avaliados mostram que, com o avanço progressivo da idade, ocorre uma redução do pé plano, ou seja, um aumento do arco plantar. A faixa etária que apresentou média compatível com pé plano foi dos anos iniciais de idade, entre 1 e 3 anos, G1. O arco longitudinal apresentou uma progressão de sua formação com o passar dos anos das fases de desenvolvimento.


Palavras-chave: Pé chato; deformidades do pé; desenvolvimento musculoesquelético.

Pediatras contra a deficiência infantil

Heloisa Viscaino Fernandes Souza Pereira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº1, p4-5, Fevereiro 2017


Palavras-chave:

Pensando numa política nacional para a primeira infância

Luciana Borges

Revista de Pediatria SOPERJ - V.14, Nº1, p5, Outubro 2013


Palavras-chave:

Pequenos detalhes, grandes diagnósticos: a importância do pediatra na avaliação do desenvolvimento

Fonseca, G.M.; Albernaz, A.L.G.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p100, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A Pediatria é uma especialidade médica que requer muita atenção aos detalhes. Observar o desenvolvimento, identificar alterações e fazer intervenções precoces podem mudar o prognóstico de uma vida inteira.
OBJETIVO: Destacar a necessidade de o pediatra estar atento à atrasos no desenvolvimento. Descrevemos um caso em que o diagnóstico final de síndrome de Dandy-Walker foi estabelecido somente aos vinte meses de vida e o acompanhamento multiprofissional durante o processo de investigação diagnóstica foi fundamental para a melhora do prognóstico.
MATERIAL E MÉTODO: Criança do sexo masculino acompanhada pelo Instituto Fernandes Figueira a partir dos dois meses de idade, encaminhada para tratamento de hidrocele e criptorquidia. A criança apresentava manchas róseas cutâneas na face e região lombo sacra e atraso motor observado aos seis meses de vida. Foi encaminhada para avaliação da fisioterapia e terapia ocupacional, enquanto se procedia a investigação diagnóstica através de pareceres da Dermatologia, Neurologia, Genética. Foram solicitados os estudos radiológicos e tomográficos da coluna lombo sacra. Os estudos preliminares não foram elucidativos, tendo o diagnóstico de síndrome de Dandy-Walker sido estabelecido após realização de ressonância magnética de crânio.
RESULTADOS: A síndrome de Dandy-Walker não possui tratamento específico, consiste de malformações congênitas do sistema nervoso envolvendo três maiores anormalidades: dilatação cística do IV ventrículo, agenesia completa ou parcial do vermis cerebelar e hidrocefalia, que pode tornar-se aparente após meses ou anos de vida. A maioria dos casos é diagnosticado por ultrassonografia realizada durante o período pré-natal ou neonatal. No caso em questão, o diagnóstico só foi possível com a realização da ressonância magnética de crânio.
CONCLUSÃO O caso se destaca pelo diagnóstico etiológico tardio e o encaminhamento pelo pediatra para tratamento fisioterápico e de terapia ocupacional em uma etapa de maior plasticidade do sistema nervoso, melhorando o prognóstico do paciente.

 

Responsável
PASCALE GONÇALVES MASSENA


Palavras-chave:

Perda de marco de desenvolvimento como quadro inicial de histiocitose de células de Langerhans

Gaspar, W.S.; Soares, V.C.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p127, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A perda de um marco de desenvolvimento é sempre fato preocupante. É imprescindível a investigação e, por vezes, necessária a ampliação dos diagnósticos diferenciais.
OBJETIVO: Expõe o caso de lactente com retrocesso no desenvolvimento da marcha, tendo como diagnóstico final Histiocitose de células de Langerhans (HCL).
MATERIAL E MÉTODO: Lactente , 1 ano, sexo feminino, encaminhada por neuropediatra para internação para investigação de perda de marco de desenvolvimento (marcha) associada à diminuição da frequência de diurese e evacuação. Ao exame clínico: Diminuição da força muscular em membros inferiores, sem outras alterações dignas de nota.. Exames complementares durante internação: LCR (3 células), proteínas (21), glicose (56), bacterioscopia e látex negativos, PCR para HSV1 e HSV2 negativos; Hematócrito (30,3%); Leucócitos (13140); Plaquetas (505.000); Radiografia do Crânio: imagem lítica em região parietal; Radiografia da Coluna vertebral: redução de altura do corpo vertebral de L3; Radiografia da Bacia: imagem lítica em ilíaco esquerdo; RNM neuroeixo: medula normal, mas alteração de sinal em vértebra L3 sugestiva de histiocitose. Foi realizada biópsia de lesão craniana, com diagnóstico de HCL. A paciente foi avaliada pela hematologia pediátrica, com indicação de início de tratamento quimioterápico. Atualmente encontra-se em excelente estado geral, em quimioterapia e com melhora dos sintomas de perda de força muscular e com marcha normal para idade.
RESULTADOS: A HCL possui manifestações clínicas variáveis, estando as manifestações esqueléticas presentes em 80% dos pacientes. É descrito na literatura o acometimento de coluna vertebral (que pode levar à compressão de medula espinal), de crânio (lesões únicas ou múltiplas) e de ossos chatos (lesões líticas sem sinais de neoformação óssea). O que foi descrito equivale ao quadro apresentado pela paciente em questão.
CONCLUSÃO Diante do exposto, faz-se necessário lembrar da HCL no diagnóstico diferencial em casos de perda de desenvolvimento da marcha e redução de força muscular. O diagnóstico preciso e precoce pode, além de evitar lesões permanentes, prevenir a reativação da doença.

 

Responsável
WALLACE SALES GASPAR


Palavras-chave:

Perfil clínico de crianças e adolescentes com e sem comorbidades internados com pneumonia adquirida

Gonçalves, R.; Maia, P.N.; Metzner, J.P.; Ferreira, S.; Parente, A.A.I.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p115, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A estimativa mundial da incidência de pneumonia adquirida na comunidade (PAC) entre crianças menores de cinco anos, nos países em desenvolvimento, é de cerca de 150,7 milhões de casos novos/ano. As variáveis de risco para a PAC, relacionados ao hospedeiro são: desnutrição, baixa idade, comorbidades, baixo peso ao nascer, episódios prévios de sibilos e pneumonias, ausência de aleitamento materno, vacinação incompleta, e infecções virais respiratórias. O conhecimento dessas variáveis pode direcionar medidas estratégicas para redução da PAC na infância.
OBJETIVO: Descrever o perfil clínico de crianças e adolescentes internados com pneumonia adquirida na comunidade (PAC), separando-os em dois grupos: com e sem comorbidades.
MATERIAL E MÉTODO: Estudo observacional, longitudinal, descritivo, com coleta prospectiva dos dados, realizado na coorte de pacientes de 0-11anos, internados com diagnóstico clínico e radiológico de PAC de janeiro de 2010 a janeiro de 2012. Feita análise descritiva; exploratoriamente buscou-se comparar os dois grupos por regressão logística quanto a possíveis fatores de risco para PAC através de risco relativo (RR) com intervalo de confiança (IC) de 95%. O processo de seleção das variáveis independentes foi o de stepwise forward, ao nível de 5%.
RESULTADOS: Foram avaliados 121 casos: 47,9% tinham comorbidades. Na análise bivariada, pacientes com comorbidades mostraram maior chance de apresentar: idade >60 meses (p=0,005), desnutrição (p=0,002), uso prévio de antimicrobianos (p=0,008), internação por PAC nos últimos 24 meses (p=0,004). Na multivariada, estas foram variáveis preditoras independentes para PAC, nos pacientes com comorbidades: idade >60 meses (p=0,002; RR=5,39; IC 95%: 1,89-15,4); desnutrição (p=0,008; RR=1,75; IC 95%: 1,75-44,6); uso prévio de antimicrobianos (p=0,013; RR=3,03; IC95%: 1,27-7,2); internação prévia por PAC (p=0,03; RR=2,91; IC95%: 1,08-7,9).
CONCLUSÃO A maioria daqueles com PAC e comorbidades tinha idade >60 meses, desnutrição, fizera uso prévio de antimicrobianos e havia internado por PAC; as comorbidades relacionam-se à maior chance de desnutrição e à internações por PAC em faixa etária mais elevada que crianças sem comorbidades. O conhecimento desse perfil clínico pode contribuir para melhor assistência da PAC em pacientes pediátricos internados em serviços de referência.

 

Responsável
RAFAELA BARONI AURILIO


Palavras-chave:

Perfil clínico de pacientes com suspeita de coqueluche atendidos em hospital pediátrico e dificuldades operacionais na confirmação laboratorial

Clinical profile of patients with suspected whooping cough in a pediatric hospital and operational difficulties in laboratory confirmation

Analúcia Mendes da Costa; Maria de Fátima Bazhuni Pombo March; Clemax Couto Sant'Anna

Revista de Pediatria SOPERJ - V.18, Nº1, p9-15, Março 2018

Resumo

INTRODUÇÃO: a coqueluche é uma doença infecciosa aguda de alta morbimortalidade infantil. Os testes diagnósticos são caros e muitas vezes não disponíveis.
OBJETIVO: descrever as características clínicas e epidemiológicas dos pacientes com suspeita de coqueluche no período de 2010 a 2015 e as dificuldades na confirmação laboratorial.
MÉTODOS: estudo longitudinal observacional descritivo retrospectivo de crianças notificadas com suspeita de coqueluche em hospital pediátrico no período de 2010 a 2015. Os dados foram coletados a partir das fichas de notificação/investigação de coqueluche e dos prontuários, sendo armazenados e analisados no Epi Info®. A estatística descritiva foi aplicada para as variáveis categóricas quanto a frequência e percentual, e para as contínuas calculou-se média e mediana.
RESULTADOS: 64 crianças foram notificadas como casos suspeitos de coqueluche. Setenta por cento tinham menos de 6 meses de idade com ligeiro predomínio no sexo feminino. Os sintomas mais relatados foram tosse (100%), tosse paroxística (82%) e cianose (75%). Nos exames laboratoriais iniciais, 48% apresentavam leucocitose de 20.000/mm3 ou mais e 47% linfocitose igual ou maior de 10.000/mm3. No exame específico nenhuma amostra teve resultado positivo para Bordetella pertussis pelo método de cultura. Dentre as complicações, a pneumonia foi a mais frequente (86%) e 11% dos pacientes evoluíram para óbito.
CONCLUSÕES: a coqueluche incide mais em lactentes jovens, ainda não protegidos pela vacina e que podem desenvolver doença grave. Sua confirmação laboratorial permanece um desafio, devendo o pediatra estar sensível para a suspeita clínica, promovendo o tratamento precoce e a diminuição da morbimortalidade.


Palavras-chave: Coqueluche; Bordetella pertussis; Tosse.

Perfil clínico do paciente pediátrico com dengue e suas complicações no Rio de Janeiro em 2010-2011

Aloe M; Agostinho RF; Venancio LT; França GF; Andrade F; César MS

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p74, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Perfil clínico dos pacientes com síndrome respiratória aguda grave atendidos no IPPMG/UFRJ

Costa, A.M.; Pereira, S.M.B.; Diniz, E.A.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p88, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: De acordo com Ministério da Saúde (MS), a Síndrome respiratória aguda grave (SRAG) é definida como síndrome gripal acompanhada de dispnéia ou um dos seguintes sinais: Saturação de oxigênio < 95% ar ambiente, desconforto respiratório ou aumento da frequência respiratória, piora nas condições clínicas de doença de base ou hipotensão. Em crianças, observam-se batimentos de asa de nariz, cianose, tiragem intercostal, desidratação e inapetência.
OBJETIVO: Descrever características clínicas e epidemiológicas dos pacientes com SRAG atendidos no IPPMG de janeiro de 2013 a julho de 2014.
MATERIAL E MÉTODO: Estudo observacional descritivo retrospectivo. Estudados pacientes com SRAG internados no IPPMG de janeiro de 2013 a julho de 2014. Dados foram coletados a partir das fichas de investigação de SRAG do MS, armazenados e analisados no EPIINFO. Descritas características sóciodemográficas, frequências dos sintomas, agentes etiológicos, uso de antimicrobianos, comorbidades e desfecho.
RESULTADOS: 47 pacientes apresentaram SRAG, 62% do sexo masculino; 45% de até 1 ano de idade (idade média 3,9± 2 meses); 55% a partir de 1 ano de idade (idade média 4,2 ±3,2 anos). 17% haviam tomado vacina contra gripe. Quanto à doença de base: 13% pneumopatia crônica, 8,5% cardiopatia, 8,5% imunodeficiência, 28% doença neurológica crônica, 4,3% Síndrome Down. Os sinais/sintomas mais comuns: tosse (81%), febre (81%), dispnéia (83%) e Sat O2 <95% (83%). 49% foram para UTI. Do total de pacientes, 46% utilizaram suporte ventilatório invasivo e 14% não invasivo. 98% dos pacientes utilizaram oseltamivir. Em 43 pacientes (92%) coletou-se amostra de naso/orofaringe para pesquisa viral, analisada por imunofluorescência ou RT-PCR no LACEN. Em 1 caso isolou-se Influenza A e em 5 Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Dentre todos os pacientes, 4% evoluíram para óbito.
CONCLUSÃO Metade dos pacientes necessitou internação em UTI e suporte ventilatório. VSR foi o agente etiológico mais comum, isolado em lactentes até 5 meses. A maioria dos pacientes evoluiu para cura.

 

Responsável
MARIANA TSCHOEPKE AIRES


Palavras-chave:

PERFIL CLÍNICO E LABORATORIAL DE PACIENTES COM HIPOTIREOIDISMO SUBCLÍNICO ACOMPANHADOS EM UM AMBULATÓRIO DE ENDOCRINOLOGIA PEDIÁTRICA

WALLACE SALES GASPAR (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO - UERJ); ANA LUÍZA VELTEN (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO - UERJ); ANA PAULA BORDALLO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO - UERJ); CLARICE BORSCHIVER (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO - UERJ); DANIEL GILBAN (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO - UERJ); CLAUDIA BRAGA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO - UERJ); FERNANDA GAZOLLA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO - UERJ); ISABEL MADEIRA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO - UERJ); PAULO SOLBERG (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO - UERJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p80,  2016


Palavras-chave:

Perfil clínico, eitológico e terapeutico das crianças internadas com bronquiolite no Instituto Fernandes Fiqueira

Julianne Cruz Martins

Revista de Pediatria SOPERJ - V.8 (1 supl 1), Nº1, p0, Abril 2007


Palavras-chave:

PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO E LABORATORIAL DOS RECÉM-NATOS COM INFECÇÃO POR NEUROSSÍFILIS CONGÊNITA NA MATERNIDADE PÚBLICA ESTADUAL DE NITERÓI-RJ (PERÍODO DE JANEIRO DE 2011 A JULHO DE 2016)

MARIA ELIZABETH HERDY BOECHAT (HOSPITAL ESTADUAL AZEVEDO LIMA-NITERÓI-RJ); CASSEMIRO SERGIO MARTINS (HOSPITAL ESTADUAL AZEVEDO LIMA-NITERÓI-RJ); ISABELA PAULA DA SILVA DEL RIO DE ALMEIDA (HOSPITAL ESTADUAL AZEVEDO LIMA-NITERÓI-RJ); CRISTINA MADALENA GOMES DA COSTA (HOSPITAL DA MULHER GONÇALENSE-RJ); LUIZA HERDY BOECHAT LUZ TIAGO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS-RS); JULIANA MARIA BESTETTI (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS-RS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p136,  2016


Palavras-chave:

PERFIL DA SÍFILIS CONGÊNITA NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMILIA

ELIANE ARAUJO (CENTRO MUNICIPAL DE SAÚDE ERNANI AGRICOLA); EVANDRO CHAGAS (CENTRO MUNICIPAL DE SAUDE ERNANI AGRICOLA); ANGÉLICA PINHEIRO (CENTRO MUNICIPAL DE SAÚDE ERNANI AGRICOLA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p129,  2016


Palavras-chave:

Perfil das crianças asmáticas atendidas no Ambulatório de Pneumologia Pediátrica do Hospital Universitário Antonio Pedro

Profile of asthmatic children assisted in pediatric pulmonology clinic of the Hospital Universitário Antonio Pedro

Keydma Brasil Macedo; Selma Maria de Azevedo Sias; Licínio Esmeraldo da Silva; Gesmar Volga Haddad Herdy

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº1, p29-33, Fevereiro 2017

Resumo

OBJETIVO: conhecer o perfil das crianças asmáticas atendidas no ambulatório de pneumologia pediátrica.
MÉTODOS: estudo transversal, retrospectivo e descritivo, com revisão de prontuários e análise de questionário Asthma Control Test (ACT), entre 2012 e 2015. Dentre 105 pacientes portadores de asma acompanhados no ambulatório de pneumologia pediátrica do Hospital Universitário Antônio Pedro, selecionou-se 61 com idade entre sete e 19 anos (média de idade = 12,21 anos) e que tinham prova funcional respiratória (PFR).
RESULTADOS: 37 (60,66%) eram masculinos; 21 (34,42%) pacientes foram expostos ao tabagismo e 50 (81,97%) relataram controle ambiental inadequado; 58 (95,08%) apresentavam rinite alérgica; nove (14,75%) alergia a insetos; cinco (8,19%) dermatite atópica; cinco (8,19%) esofagite eosinofílica; três (4,92%) conjuntivite alérgica; três (4,92%) alergia alimentar e um (1,64%) alergia medicamentosa. Testes cutâneos para alérgenos ambientais foram realizados em 22 (30,06%), 18 (81,81%) dos quais foram positivos. PFR detectou distúrbio obstrutivo leve em 42 (68,85%), moderado em um (1,64%) e em 18 (29,51%) o exame foi normal. Dos 33 (54%) que tinham o ACT respondido, 23 (69,69%) apresentavam asma controlada.
CONCLUSÕES: o estudo documentou: predomínio do sexo masculino, a maioria dos casos estava associada à rinite alérgica, distúrbio obstrutivo leve e escore de asma controlada. Destaca-se a insuficiência da rede básica de saúde no diagnóstico e tratamento destes casos, que não deveriam, a priori, ser referenciados a hospital de maior complexidade. Os adolescentes encontravam-se no grupo dos não controlados, ressaltando a adolescência como complicador no tratamento de doença crônica.


Palavras-chave: Asma. Criança. Medicina do adolescente.

Perfil das doadoras de leite materno do banco de leite humano de uma maternidade federal da cidade de Salvador, Bahia

Profile of breast milk donors of the human milk bank of a federal maternity hospital in the city of Salvador, Bahia

Ana Carla Lemos Machado; Juliana Dias Almeida Santos; Patricia Quadros dos Santos Trigueiros

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº2, p18-24, Junho 2017

Resumo

OBJETIVO: identificar o perfil segundo as variáveis demográficas, socioeconômicas e perinatais das doadoras de leite materno do banco de leite humano de uma maternidade federal, localizada na cidade de Salvador, Bahia.
MÉTODOS: trata-se de um estudo de corte transversal, realizado de janeiro de 2014 a maio de 2015, com participação de 34 doadoras externas de leite materno cadastradas no banco de leite humano de uma maternidade federal, através de fichas cadastrais, padronizadas pelo serviço e preenchidas pelos próprios funcionários do banco de leite. Os dados coletados foram analisados, tabulados e posteriormente foi feita a análise descritiva destes.
RESULTADOS: a faixa etária entre 20 e 34 anos foi a mais frequente; 64,7% possuíam ensino superior; eram predominantemente, casadas ou viviam com o companheiro; 44,1% tinham uma renda familiar mensal maior que cinco salários-mínimos. A maioria das mulheres era primípara, teve seus bebês a termo, de cesariana, com peso adequado ao nascer e realizaram suas consultas de pré-natal em instituições privadas. Quando questionadas sobre a fonte de informação a respeito do banco de leite, 35,3% alegaram ter sido familiares e amigos.
CONCLUSÕES: conhecer o perfil das doadoras permitirá direcionar as ações educativas e de promoção ao aleitamento materno, a fim de aumentar o número de doadoras e o volume de leite coletado.


Palavras-chave: Bancos de leite. Leite humano. Aleitamento materno.

Perfil das hemoculturas de crianças admitidas em hospital pediátrico do Rio de Janeiro

Blood cultures profile of children admitted in pediatrics hospital of Rio de Janeiro

André Ricardo Araujo da Silva; Igor Duque Gonçalves da Silva; Juliana de Freitas Fonseca; Nicole Maria Davi Gonçalves; Laene Oliveira Gomes; Cristiane Henriques Teixeira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.18, Nº3, p2-7, Setembro 2018

Resumo

INTRODUÇÃO: as hemoculturas são consideradas o padrão-ouro para detectar infecções de corrente sanguínea.
OBJETIVO: descrever os resultados das hemoculturas coletadas durante um ano de seguimento em um hospital pediátrico.
MÉTODOS: conduzimos um estudo transversal em um hospital terciário pediátrico do estado do Rio de Janeiro, realizando uma análise descritiva sobre a taxa de positividade e contaminação das amostras e das bactérias multirresistentes encontradas.
RESULTADOS: no ano de 2016, foram coletadas 2.668 hemoculturas, das quais 1.445 (54,2%) das enfermarias de pediatria, 949 (35,6%) oriundas da unidade de terapia intensiva pediátrica e 274 (10,3%) da unidade de terapia intensiva neonatal. Cento e sete hemoculturas foram positivas (4% do total), sendo o percentual de positividade maior na unidade de terapia intensiva pediátrica (46/949; 4,8%) [IC 95% de 0,4581 a 3,7163] quando comparada ao encontrado (41/1.445; 2,8%) nas enfermarias de pediatria (p = 0,0101) e na unidade de terapia intensiva neonatal (20/274; 7,3%) [IC 95% de 1,7902 a 8,2775] também comparada às enfermarias de pediatria (p = 0,0002). Do total de isolados positivos, 33/107 (30,8%) apresentaram perfil de multirresistência e, entre estes, o Staphylococcus aureus resistente à meticilina foi o mais frequentemente isolado (27/33; 81,8%). O Staphylococcus aureus resistente à meticilina foi o agente mais isolado tanto na unidade de terapia intensiva pediátrica quanto na unidade de terapia intensiva neonatal com 27 e 12 isolados, respectivamente. Em 151 (5,7%) amostras foram encontrados três ou mais germes, ou germes classificados como contaminantes de pele.
CONCLUSÕES: concluímos que a positividade global das hemoculturas foi baixa, sendo verificada maior proporção de amostras positivas nas unidades críticas.


Palavras-chave: Hemocultura; Pediatria; Infecção hospitalar.

Perfil de Crianças Vítimas de Violência Familiar Atendidas em um Hospital Universitário - Construind

Santos, S.C.F.; Moura, A.T.M.S.; Rafael, R.M.R.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p21, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O setor da saúde vem tentando estruturar-se para o atendimento de casos de violência familiar, construindo redes intersetoriais e linhas de cuidado. Os serviços especializados fazem parte dessa rede, recebendo um perfil diferenciado de crianças, que, além da vitimização, apresentam necessidades complexas.
OBJETIVO: Descrever o perfil das crianças vítimas de violência familiar atendidas em um serviço especializado e suas demandas por cuidados especiais.
MATERIAL E MÉTODO: Realizou-se análise de todos os prontuários de serviço direcionado ao atendimento de casos de violência familiar referidos pelo ambulatório de pediatria de um hospital universitário, no período de agosto de 2012 a maio de 2013. Foram avaliados os tipos de violência, o perfil da criança e de seu cuidador, o uso de serviços de suporte social e a frequência em outros serviços de especialidades.
RESULTADOS: A amostra compreendeu 128 prontuários, em que a maioria das crianças era do sexo feminino (52,6%) e na faixa etária entre 5 e 9 anos (62,3%). A violência mais frequente foi a física (58%), seguida da sexual (30,5%), da psicológica (27,8%) e da negligência (23,6%). Dos participantes do estudo, 29,8% faziam acompanhamento na psicologia, 16,7% na fonoaudiologia, e 14,9% na nutrição. Quanto à presença de comorbidades, 50 % também frequentavam o ambulatório de neuropediatria, 28,5% a nefropediatria, e 25% a genética e follow-up. Não houve relato de uso de suporte social nos prontuários.
CONCLUSÃO A assistência oferecida por serviços especializados está contemplada na proposta de organização de linhas de cuidado e precisa estar integrada à rede de proteção às crianças vítimas. Os casos complexos acabam envolvendo diversos equipamentos da saúde, o que poderia facilitar a detecção de conflitos e a construção de vínculos entre familiares e equipes. Para tanto, seria necessário o desenvolvimento de mecanismos que promovessem a comunicação entre os setores, evitando a superposição da assistência oferecida nos diferentes níveis de atenção e minimizando as consequências da violência familiar contra a criança.

 

Responsável
ANNA TEREZA MIRANDA SOARES DE MOURA


Palavras-chave:

PERFIL DE SENSIBILIZAÇÃO AOS ALÉRGENOS ALIMENTARES NOS PORTADORES DO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

ADERBAL SABRA (UNIGRANRIO); LUCIANA CORSINI (UNIGRANRIO); JOÃO NEMER (UNIGRANRIO); ADERBAL SABRA FILHO (UNIGRANRIO); ALESSANDRA SABRA (IOWA UNIVERSITY); SELMA SABRA (UNIGRANRIO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p35,  2016


Palavras-chave:

Perfil discente e atividades da liga acadêmica de pediatria da UFRJ (LAPed UFRJ)

Osório, L.E.M.V.; Braga, T.P.C.; Ribeiro, A.L.; Dantas, A.B.L.; da Silva, J.P.; Pacheco, M.C.; Januzzizequi, S.; Beserra, I.C.R.; de Azevedo C.E.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p58, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: As Ligas Acadêmicas representam ótimo exemplo de protagonismo juvenil, sendo orientadas por docentes, dentro da realidade educativa e universitária. Nesse contexto, se insere a LAPed UFRJ, que foi formada no segundo semestre de 2009 e iniciou suas atividades no primeiro semestre de 2010. As atividades da LAPed UFRJ consistem de: aulas teóricas semanais ministradas por especialistas de excelência, atividades práticas nos hospitais da UFRJ (Instituto de Pediatria e Maternidade Escola), pesquisa científica e atividades de extensão.
OBJETIVO: Descrever o funcionamento, as principais facilidades e dificuldades, bem como pontos positivos e negativos da LAPed UFRJ e avaliar o perfil dos alunos nos cinco anos de funcionamento.
MATERIAL E MÉTODO: Estudo descritivo. Foram utilizados como ferramentas de coleta de dados as fichas de inscrição dos alunos, as listas de presença de cada semestre e questionários de avaliação discente.
RESULTADOS: As dificuldades encontradas foram: os critérios de inscrição e seleção dos membros, a instalação de atividades práticas e o seu controle de frequência, assim como a conclusão de projetos científicos. Como pontos positivos, destacam-se o enorme apoio dos docentes do Departamento de Pediatria, o ambiente físico favorável e a força de vontade dos integrantes da LAPed. Nas duas primeiras turmas a procura da LAPed foi maior por alunos de períodos avançados do Curso de Medicina e com interesse específico na área da pediatria. Nas turmas mais recentes aumentou o número de alunos de períodos iniciais do curso e com interesse não só em pediatria, mas também em outras áreas médicas.
CONCLUSÃO Não obstante a existência de obstáculos, com o apoio dos docentes e com a determinação e esforço dos integrantes da Liga, a LAPed UFRJ tem conquistado um número de alunos cada vez maior, com o destacado interesse do alunado de períodos iniciais do curso de medicina.

 

Responsável
IZABEL CALLAND RICARTE BESERRA


Palavras-chave:

Perfil do Atendimento Ambulatorial em um Hospital Municipal Pediátrico de Referência

Elias, C.F.; Santos, F.K.; Hammad, S.F.; Moraes, D.S.D.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p26, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Há uma grande demanda para serviços médicos especializados, superando a capacidade de oferta. Reconhecer as condições de vida e sua influencia na saúde é de extrema importância, assim como, medidas preventivas e oportunas são eficazes. Entender as relações entre o perfil de atendimento ambulatorial e a sua correlação com o quadro de morbimortalidade é bastante necessário.
OBJETIVO: O interesse deste estudo surgiu da convivência dos profissionais no núcleo de regulação, tendo por objetivo descrever as características clínicas e sociodemográficas da população atendida nos últimos 4 anos.
MATERIAL E MÉTODO: É um estudo descritivo, retrospectivo com abordagem quantitativa, cujos dados foram obtidos a partir das fichas de atendimento, consolidadas no programa Gerenciador de Informações Locais (GIL), de pacientes atendidos no ambulatório de um hospital pediátrico, durante o período de 1º de janeiro de 2011 a 31 de junho de 2014. Ao consolidar os dados desse período. a unidade teve 128.052 atendimentos. Selecionaram-se as variáveis município, sexo, diagnóstico e idade para a comparação entre os anos.
RESULTADOS: Verificou-se que a distribuição se mantinha estável no que tange à variável sexo, em 2014 e 2013; 56% eram do sexo masculino e 44% do sexo feminino, em 2011 e 2012, o equivalente a 57% e 43%. A mesma relação foi encontrada na variável idade, em que se percebeu uma maior prevalência de atendimentos de 5 a 9 anos, estabelecendo uma média entre 29% e 32% dos atendimentos nesses anos, seguida de 10 a 14 anos, estabelecendo uma média de 21% a 23% dos atendimentos. Apesar de se um hospital pediátrico, possuiu 112 atendimentos a usuários maiores de 20 anos. Julga-se que essas pessoas permaneceram em atendimento, devido ao caráter crônico do diagnóstico que apresentaram. Os diagnósticos de maior prevalência dessa população são: gastroenterite, rinite, asma e epilepsia.
CONCLUSÃO A partir dos resultados, conclui-se que faz necessária a implementação de estratégias na atenção primária para melhor acompanhamento da criança, evitando a mortalidade por causas como doenças respiratórias e gástricas. Devemos repensar a regionalização, visto que a distância do local de atendimento pode interferir na aderência ao tratamento, comprometendo, assim, a eficácia terapêutica.

 

Responsável
CARMEN LUCIA LEAL FERREIRA ELIAS


Palavras-chave:

PERFIL DOS PACIENTES ATENDIDOS EM CENTRO DE REFERÊNCIA EM ASMA NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO

BRUNA PIASSI GUAITOLINI (HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO); PRISCILLA FILIPPO ALVIM DE MINAS SANTOS (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); DAVISSON TAVARES (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); ADRIANA MESQUITA (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); LARISSA PEREIRA SILVA (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); JOYCE MARQUES DA SILVA (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); FANI CLAUDIA AGUIEIRAS DA SILVA (HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO); FLAVIA PORTO DUARTE (HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO); LARISSA COSTA PEREIRA PESSIN (HOSPITAL MUNICIPAL SOUZA AGUIAR); FLAVIA DOS SANTOS DIAS (HOSPITAL MUNICIPAL SOUZA AGUIAR)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p32,  2016


Palavras-chave:

Perfil dos Pacientes Internados em um Hospital Pediátrico de Referência do Rio de Janeiro

Elias, C.F.; Costa, C.P.M.; Hammad, S. F.; Moraes, D.S.D.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p27, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Os serviços de saúde devem ser estruturados a partir das necessidades da população a que se pretende atender, propiciando uma relação produtiva entre oferta e demanda. Uma estratégia relevante para a adequação desses serviços consiste em conhecer o perfil sociodemográfico da população que recorre a uma dada unidade de saúde.
OBJETIVO: Descrever o perfil dos pacientes acolhidos em um hospital pediátrico de referência do município do Rio de Janeiro. Apesar de não contar com serviço de emergência pediátrica, a referida unidade tem amplo serviço ambulatorial, de que diversas vezes emerge a necessidade de internação hospital para tratamento ou investigação diagnóstica, além das internações por meio de regulação municipal.
MATERIAL E MÉTODO: O estudo é de tipo descritivo, retrospectivo, referente ao atendimento realizado entre os anos de 2008 e 2014, e engloba mais de 20 mil internações hospitalares. As informações foram obtidas a partir dos programas do Datasus (SISAIH e Tabnet).
RESULTADOS: A partir da organização dos dados selecionados em gráficos e tabelas, observamos que 59% dos pacientes internados nessa unidade são do sexo masculino. A faixa etária predominante é aquela compreendida entre o intervalo de 10 e 14 anos, com 46% das internações hospitalares, seguida da faixa etária entre 1 e 4 anos, com 32%. Cerca de 83% dos pacientes atendidos nesse hospital são provenientes do município do Rio de Janeiro. As principais causas de internação estão relacionadas, em primeiro lugar, com as doenças infecciosas e parasitárias (19%), seguidas das doenças do aparelho respiratório (17%), das deformidades congênitas e das anomalias cromossômicas (12%). Cerca de 98% dos procedimentos realizados durante a internação são considerados de média complexidade.
CONCLUSÃO Este levantamento realça a necessidade de estruturar o serviço, procurando adequá-lo às necessidades de uma clientela predominantemente masculina e atender com qualidade pessoas com idades em faixas distintas. As causas de internação demonstra a necessidade de reforçar uma retaguarda capaz de acolher pacientes acometidos principalmente por doenças infecciosas e parasitárias e do aparelho respiratório.

 

Responsável
CARMEN LUCIA LEAL FERREIRA ELIAS


Palavras-chave:

Perfil dos pacientes pediátricos internados com diagnóstico de pneumonia com derrame pleural

Monteiro L.P.C.; Galvão R.; Godinho T.C.S; Amaro L.F.; Domingues A.C.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p42, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Perfil Epidemiológico das Internações em Enfermaria Pediátrica do Hospital Geral de Nova Iguaçu

Costa, D.S.; Nanci, N.O.; Barbosa, D.P.; Leão, J.H.H.; Tonassi, C.L.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p40, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A internação de crianças em enfermarias pediátricas, entre outros motivos, visa à investigação de sintomas não diagnosticados e, principalmente, ao acompanhamento evolutivo diário das morbidades, promovendo o cuidado ideal às crianças enfermas, de tal forma a propiciar a cura das doenças, bem como favorecer o crescimento e desenvolvimento salutar dos pacientes.
OBJETIVO: Conhecer as principais causas de internação na enfermaria pediátrica do Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI) no período de maio a agosto de 2014.
MATERIAL E MÉTODO: Os dados foram coletados a partir da consulta de prontuários referentes a 224 internações, sendo 130 (58%) do sexo masculino e 94 (42%) do sexo feminino, todos incluídos na faixa etária de 0 a 12 anos de idade.
RESULTADOS: A causa mais frequente de internação na enfermaria foi a infecção de vias aéreas inferiores (27%), subdivididas em pneumonias e suas complicações (35%), bronquiolites isoladas (32%) e bronquiolites associadas a pneumonias (33%). Em segundo lugar sobressaíram as lesões decorrentes de traumas (20%), e a grande maioria envolveu lesões osteomusculares, incluindo fraturas e lesões de partes moles (80%), seguidas por queimaduras (18%) e TCE (2%). Em destaque, observam-se também as piodermites (15%) entre todas as internações, incluindo em grande parte, as celulites (58%), os abscessos (36%) e os impetigos (6%). As demais causas de internação mais importantes foram os pós-operatórios de apendicectomia (13%), as infecções do trato urinário (5%), as infecções osteoarticulares (3%) e as internações por outras causas de menor prevalência, mas não menos importantes (20%).
CONCLUSÃO Os dados levantados indicaram a alta prevalência de internações por infecções de vias aéreas inferiores, lesões traumáticas, piodermites e pós-operatórios de apendicectomias e poderão subsidiar estudos futuros, visto que há pouca literatura sobre o perfil epidemiológico de pacientes internados em enfermarias pediátricas. Além disso, poderão subsidiar a atuação prática do próprio serviço.

 

Responsável
ELIZABETH ZARONI MEGALE


Palavras-chave:

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE LACTENTES ASSISTIDOS EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DA ZONA OESTE DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

LETICIA CARVALHO GUSMAN (FTESM); GLAUCIA MACEDO DE LIMA (FTESM); PAMELA CAROLINA LIMA LAGO (FTESM); VIVIAN VIDAL MARSELI (FTESM); JOÃO GABRIEL QUEIROZ (FTESM); PAULA GARCEZ OLIVEIRA HAZAN DA FONSECA (FTESM); VIRGÍNIA CLARE LOURO (FTESM); VICTÓRIA MEY CARMO PEREIRA (FTESM)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p169,  2016


Palavras-chave:

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE PACIENTES PEDIÁTRICOS NA ASSISTÊNCIA DOMICILIAR

DANIELA KOELLER RODRIGUES VIEIRA (IFF E FUSAR); ALEXANDRE NASCIMENTO LISBOA (FUSAR); CRISTIANE COELHO CABRAL (FUSAR); LUIZ FELIPE NOGUEIRA (FUSAR); ALMIRO DOMICIANO DA CRUZ FILHO (IFF)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p167,  2016


Palavras-chave:

Perfil epidemiológico de UTI neonatal de maternidade pública do interior do RJ

Silva, E.J.; Domingues, B.S.; Rocha, A.P.F.; Lustosa, S.A.S.; Santos, M.C.P.;

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p92, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Observamos, nessas últimas décadas, grande avanço da medicina intensiva neonatal, gerando modificação na evolução e prognóstico. Os levantamentos epidemiológicos neste setor ainda são pouco estudados nos países em desenvolvimento.
OBJETIVO: Traçar o perfil epidemiológico de recém-nascidos (RNs) admitidos em UTI neonatal pública do interior do estado do Rio de Janeiro em 2013 e conhecer as características e os fatores relacionados com a internação neonatal.
MATERIAL E MÉTODO: Estudo transversal descritivo de abordagem quantitativa. Os dados foram coletados através da análise do livro de registro de internação da unidade no período de janeiro a dezembro de 2013, em que foram analisados 193 neonatos.
RESULTADOS: Dos 193 RNs, 52,85% eram do sexo masculino e 47,15% do sexo feminino. Foram 69,95% nascidos de parto cesáreo, enquanto 30,05% nascidos de parto vaginal. 39,9% tinham peso de nascimento maior ou igual a 2500g e 60,1% tinham baixo peso, muito baixo ou extremo baixo peso ao nascer. 64,24% dos RNs do estudo eram prematuros, sendo destes 21,77% prematuros extremos e 78,23% prematuros moderados. 42,48% das mães tinham menos de 25 anos, 20,20% entre 26 e 30 anos e 37,3% mais de 30 anos. 7,5% foi o percentual de óbitos, 81,34% os casos com alta e 11,4% transferidos para outros serviços de neonatologia.
CONCLUSÃO A população internada apresentou índice expressivo de RNs prematuros e/ou com baixo peso ao nascer, nascidos de parto cesáreo, filhos de mães com 25 anos ou menos e mães com 30 anos ou mais. Através do conhecimento das características dos pacientes internados, nossos esforços deverão visar melhor assistência pré-natal e prever recursos, organizar processos e treinar pessoas para melhorar a assistência à saúde na UTI neonatal e, ainda, no período pré-natal.

 

Responsável
NATHALIA MARINHO FERREIRA


Palavras-chave:

PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES PEDIÁTRICOS COM DIAGNÓSTICO DE SÍNDROME DE DOWN

SIMONE AUGUSTA RIBAS (UERJ); CAROLINE THAYANE CABRAL (UERJ); CLAUDIANE ALONSO ROSA (UERJ); ISABELA TAMIOZZO SERPA (UERJ); RENATA ZLOT (UERJ); GUSTAVO GUIDA (UERJ); EDNEUSA OLIVEIRA FLOR (UERJ); JULIO CESAR JACOB JUNIOR (UERJ); DAYANE BRANDÃO BENTES (UERJ); RAQUEL BOY (UERJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p165,  2016


Palavras-chave:

Perfil social e nutricional dos alunos de uma escola pública do município de Volta Redonda (RJ)

Paranhos, I.R.; Oliveira, C.C.; Lemos, M.T.; Araujo, T.P.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p54, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: As mudanças recentes nos hábitos alimentares e sociais da população brasileira resultaram no aumento da incidência de doenças crônicas não infecto-contagiosas. Para quantificar estas condições desfavoráveis, foram coletados dados antropométricos e analisados gráficos preconizados pela organização mundial da saúde (OMS) identificando valores inferiores ou superiores ao padrão de normalidade em uma população-alvo.
OBJETIVO: O objetivo deste trabalho é calcular as dimensões de peso e estatura, identificar a população de risco, prevenir o desenvolvimento de doenças iminentes e tratar condições impróprias já estabelecidas, tais como: obesidade, sobrepeso, baixo peso e desnutrição.
MATERIAL E MÉTODO: No período de 05 à 22 de agosto de 2014 realizamos uma coleta de dados antropométricos com 164 crianças de 04-12 anos em uma escola pública do município de Volta Redonda-RJ com medição de peso e altura. A partir destes dados, foi possível quantificar o Índice de Massa Corpórea (IMC) e os percentis de idade x peso, idade x estatura e idade x IMC de acordo com o que é indicado pelo Ministério da Saúde.
RESULTADOS: Com a análise do IMC na faixa etária de 4-7 anos, dois meninos (7,14%) encontravam-se no
p85 - p97, apontando sobrepeso e quatro (14,28%) no p>97, indicando obesidade. Para o sexo feminino não houve nenhuma menina obesa, entretanto, duas (6,9%) exibiram sobrepeso. Na faixa etária de 8-12 anos, sete meninos (14,58%) foram classificados como obesos e cinco (10,41%) apresentaram sobrepeso. Para o sexo feminino, oito meninas de 8-12 anos (13,56%) estão com sobrepeso, cinco (8,47%) apresentaram obesidade e três (5,08%) desnutrição, equivalente ao p<3.
CONCLUSÃO Tais resultados apresentaram crianças com estado nutricional inadequado, evidenciando a importância de realizar o acompanhamento sistemático do crescimento e desenvolvimento das crianças, o que permite identificar distúrbios e doenças que afetam o crescimento. Desta maneira é possível conhecer o perfil nutricional deste grupo e intervir o mais precocemente possível, evitando consequências negativas futuras.

 

Responsável
ISABELA RAIMUNDO PARANHOS


Palavras-chave:

Perfil socioeconômico e demográfico das doadoras do Banco de Leite Humano do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira - IMIP

Socioeconomic and demographic profile of human milk donors at Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira - IMIP

João Antonio Barbosa dos Santos; Vilneide Maria dos Santos Braga Diègues Serva; Maria de Fátima Costa Caminha

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº1, p15-20, Fevereiro 2017

Resumo

OBJETIVO: descrever o perfil socioeconômico e demográfico das doadoras do Banco de Leite Humano e Centro de Incentivo ao Aleitamento Materno do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira e determinar a parcela de mulheres que foram orientadas ainda no pré-natal sobre aleitamento materno (AM)/doação de leite humano em diferentes classes econômicas.
MÉTODO: estudo de corte transversal, cuja coleta de dados foi realizada de março a maio de 2015. A amostra foi composta por 155 doadoras. Os dados foram obtidos por meio da aplicação de um formulário elaborado pelos pesquisadores. Na análise de dados foram utilizados os softwares SPSS 13.0 para Windows® e o Excel® 2010.
RESULTADOS: apenas 57 (36,8%) mulheres receberam orientação sobre aleitamento/ doação de leite durante a gestação. Destas, 51 (89,5%) foram orientadas por profissional de saúde. Das 94 (60,6%) que possuíam renda per capita (RPC) ≥ 0,5 salário mínimo (SM), 37 (39,4%) receberam orientação durante a gravidez. Neste grupo, 33 (89,2%) foram orientadas por profissional de saúde. Das 61 (39,4%) que possuíam RPC < 0,5 SM, 20 (32,8%) foram orientadas, sendo os profissionais de saúde referidos por 18 (90%) nutrizes.
CONCLUSÃO: embora poucas mulheres estejam recebendo orientação sobre AM/doação durante o pré-natal, a maioria das mulheres orientadas referenciou os profissionais de saúde como principal fonte de conhecimentos. Esses dados ajudam a prever a importância destas orientações e fortalecem o embasamento de que é necessário capacitação constante desses profissionais para garantir a qualidade das informações prestadas.


Palavras-chave: Aleitamento materno. Lactação. Leite humano.

PERICARDITE COM DERRAME PERICÁRDICO EM LACTENTE COM INFECÇÃO POR CITOMEGALOVÍRUS

ANA MARIA CASTELLO BRANCO (HOSPITAL FEDERAL CARDOSO FONTES); LUCY STELLA DE LUCAS DOURADO (HOSPITAL FEDERAL CARDOSO FONTES); ANDREA FERREIRA PORTELLA (HOSPITAL FEDERAL CARDOSO FONTES); RENATA DEJANIRA DE PORTELLA FERREIRA CONDACK (HOSPITAL FEDERAL CARDOSO FONTES); LÍVIA FERREIRA COLARES (HOSPITAL FEDERAL CARDOSO FONTES); RAFAEL DE PAULA PEREIRA HENRIQUE (HOSPITAL FEDERAL CARDOSO FONTES); VICTOR HUGO CAMARGO DA SILVA (HOSPITAL FEDERAL CARDOSO FONTES)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p215,  2016


Palavras-chave:

Pericardite Reativa como Complicação de Meningite Meningocóccica

Gurgel, F.; Lima, R.B.; Barreiro, S.T.A.; Araujo, J. M.; Stewart, L.P.; Silva, A.E.A

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p17, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Pericardite é uma complicação incomum no curso da doença meningocóccica. Pode ocorrer por disseminação bacteriana ou por depósito de imunocomplexo (reativa). Pericardite bacteriana ocorre mais precocemente na evolução da doença, enquanto a reativa surge tardiamente.
OBJETIVO: Apresentar um caso incomum de pericardite reativa em paciente com doença meningocóccica.
MATERIAL E MÉTODO: M.C.J.R., 10 anos, sexo feminino, internada no HGVF(07/07/2014) com febre e vômitos, apresentando rigidez de nuca, sinal de Kernig e Brudzinsky. Realizou-se punção lombar com Líquor=90 células/mm?(66% polimorfonucleares;34% mononucleres), látex positivo para Neisseria meningitidis C. Iniciou-se tratamento com ceftriaxone(100mg/kg/dia) com evolução clínica favorável. Após 7 dias de tratamento, apresentou precordialgia, taquidispneia, bulhas cardíacas hipofonéticas, turgência jugular, hepatomegalia, PA=80x60mmHg. Diagnosticou-se pericardite com tamponamento cardíaco por meio de ecocardiograma e, realizando punção de alívio com drenagem de 150 ml de líquido amarelo pálido com 5 leucócitos (74% polimorfonucleares; 26% mononucleres), proteína=1,9, LDH=177, glicose=138, látex não reagente para Neisseria meningitidis, e cultura negativas. Iniciou-se cetoprofeno. Um dia após punção, visualizou-se novo derrame, sendo transferida para IECAC, em que ocorreu instalação de dreno pericárdico e terapia com prednisona. Paciente evoluiu com derrame pleural bilateral em que sendo drenado líquido amarelo citrino (estéril). Evoluiu com melhora clínica e radiológica, alta hospitalar em 24 de julho de 2014 em uso de prednisona. Atualmente, encontra-se em acompanhamento ambulatorial no HGVF.
RESULTADOS: A pericardite reativa ocorre geralmente de 6 a 16 dias após o início do tratamento. Sua etiologia atribui-se à deposição de imunocomplexos, com líquido pericárdico estéril. Possui boa resposta aos anti-inflamatórios não esteroides; porém, casos mais graves requerem doses elevadas de corticoterapia ou pericardiocentese. No caso relatado, sinais clínicos de pericardite de início tardio, líquido pericárdico estéril com características de transudato, existência de derrame pleural e resposta à terapêutica anti-inflamatória corroboraram o diagnóstico de pericardite reativa.
CONCLUSÃO Apesar de complicação rara, a pericardite reativa pode ter evolução grave com tamponamento cardíaco e deve ser considerada na evolução desfavorável da doença meningocóccica.

 

Responsável
ANNA ESTHER ARAUJO E SILVA


Palavras-chave:

Pielonefrite xantogranulomatosa: relato de caso

Bulckool, D; Souza, L.S; Neto, J.M; Porto, L.C.C.; Alves, D.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p87, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Piomiosite bacteriana

Marcos Vinicius da Silva Pone; tamiris Moura

Revista de Pediatria SOPERJ - V.10, Nº2, p20-21, Dezembro 2009


Palavras-chave:

Piomiosite bacteriana aguda: a importância do diagnóstico precoce

Acute bacterial pyomyositis: the relevance of precocious diagnosis

Cecilia Pereira Silva; Cléa Ribeiro Nunes do Vale; Ricardo do Rêgo Barros; Plácido Antonio da Silva Neto; Andréa Fabiane Lira; Flávio Fernando Nogueira de Melo

Revista de Pediatria SOPERJ - V.10, Nº2, p13-15, Dezembro 2009

Resumo

Relato de um caso em adolescente obeso do sexo masculino
OBJETIVO: Relatar um caso de Piomiosite Bacteriana Aguda intercostal em adolescente obeso internado no Hospital,Vita Volta Redonda.
DESCRIÇÃO: Adolescente com quadro de piomiosite bacteriana aguda intercostal à direita possivelmente pós-trauma. Foram realizados os seguintes exames: hemograma completo, velocidade de hemosssedimentação(VHS), proteína C reativa(PCR), eletroforese de hemoglobina A2, provas de função hepática, contagem de plaquetas, radiografia de abdome e tórax, ultrassonografia de abdome total e tomografia computadorizada de tórax e abdome. O tratamento foi feito com antibioticoterapia de largo espectro por 14 dias por via endovenosa e 14 dias por via oral após a alta.
COMENTÁRIOS: A infecção aguda do músculo esquelético é denominada Piomiosite Bacteriana Aguda (PBA). Alguns pacientes são internados com outros diagnósticos devido à inespecificidade dos sintomas e dos exames laboratoriais,havendo a necessidade de métodos de imagem para confirmar o diagnóstico. O objetivo deste trabalho é descrever as manifestações clínicas, as alterações laboratoriais e achados radiológicos da piomiosite bacteriana aguda. Este paciente foi acompanhado no Hospital Vita em Volta Redonda - RJ no período de 02/05/2007 à 16/05/2007.


Palavras-chave: piomiosite bacteriana aguda, tomografia computadorizada, miosite.

Pneumonia adquirida na comunidade em crianças e vacinação antipneumocócica 10 valente: atualização

Community-acquired pneumonia in children and 10-valent antipneumococcal vaccination: update

Maria de Fátima Bazhuni Pombo March; Alexandre Nicolau Galvão

Revista de Pediatria SOPERJ - V.18, Nº3, p13-24, Setembro 2018

Resumo

INTRODUÇÃO: a incorporação da vacina antipneumocócica 10 valente no calendário vacinal brasileiro em 2010, no Programa Nacional de Imunizações, gerou a redução de doenças pneumocócicas, como meningites e pneumonia adquirida na comunidade, e da colonização de orofaringe e mucosa nasal pelo pneumococo (Streptococcus pneumoniae).
OBJETIVO: realizar um estudo de revisão sobre etiologia, quadro clínico, complicações, conduta e medidas preventivas das pneumonias adquiridas na comunidade, e discutir a resistência do pneumococo aos antibióticos.
FONTES DE DADOS: livros, artigos e diretrizes considerados relevantes nos últimos 21 anos, indexados nos bancos de dados PubMed, Medline, Lilacs e SciELO, com os descritores 'pneumonia', 'criança' e 'vacinas pneumocócicas' nas línguas portuguesa, inglesa e espanhola.
SÍNTESE DOS DADOS: todos os casos de pneumonia adquirida na comunidade grave necessitam de hospitalização e, em geral, uso de ampicilina ou penicilina cristalina como primeira escolha. A amoxicilina é indicada no tratamento ambulatorial na dose de 50 mg/kg/dia de 8 em 8 horas. Estudos nacionais identificaram que um ano após sua introdução na rede pública houve redução das hospitalizações de crianças por pneumonia adquirida na comunidade no Brasil.
CONCLUSÕES: o tratamento das pneumonias adquiridas na comunidade ainda é um desafio e a instituição de um fluxograma de tratamento pode ser útil, priorizando a penicilina e seus derivados, ainda considerados drogas de escolha em todas as diretrizes nacionais e internacionais. O estabelecimento da vacina antipneumocócica 10 valente no calendário vacinal trouxe redução das internações por pneumonia adquirida na comunidade e deve ser incentivada pelo pediatra.


Palavras-chave: Pneumonia; Criança; Vacinas pneumocócicas.

Pneumonia como manifestação inicial de ADEM

Peixoto, Livia; Mariana, Brochado; Lima, Patrícia; Rezende, Patrícia

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p62, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Pneumonia lipóide exógena na criança - importância da história no diagnóstico

Exogenous lipoid pneumonia in children - the importance of history to diagnosis

Maria Aparecida Soares de Souza Paiva; Sandra Mara Moreira Amaral ; Cinthia de Souza Pedrozo

Revista de Pediatria SOPERJ - V.10, Nº2, p16-19, Dezembro 2009

Resumo

OBJETIVO: Alertar para os riscos da aspiração de óleo mineral para os pulmões e ressaltar a importância da anamnese no diagnóstico.
DESCRIÇÃO: Relatamos os casos de dois pacientes com 14 e 18 meses com pneumopatia persistente e fatores de risco para aspiração,nos quais a história clínica dirigida levantou a hipótese diagnóstica de pneumonia lipóide por aspiração de óleo mineral, comprovada pelo lavado broncoalveolar (LBA), não sendo necessária biópsia pulmonar.
COMENTÁRIOS: A aspiração de óleo é provavelmente sub-diagnosticada. Em alguns países é um problema de saúde importante devido a hábitos tradicionais, folclóricos ou por prescrição médica inadequada. Os quadros clínico e radiológico são variáveis e inespecíficos. Freqüentemente o diagnóstico é feito retrospectivamente após os achados de biópsia. Alertamos para as pneumonias por óleo mineral no diagnóstico das pneumonias crônicas persistentes não responsivas aos tratamentos habituais. O grau de suspeição é importante porque a informação da ingestão geralmente não é espontânea.

Palavras-chave: pneumonia lipóide, óleo mineral, criança

SUMMARY

OBJECTIVE: To warn the pediatricians about the risk of mineral oil aspiration into the lungs and to emphasize the importance of history to diagnosis.
DESCRIPTION: The authors report two cases of persistent pneumonia in children aged 14 and 18 months with high risk of aspiration.The specific question about the intake of mineral oil raised the diagnosis, confirmed by bronchoalveolar lavage. Lung biopsy was not required Oil aspiration pneumonia is a rare, but probably underestimated.condition. In some countries it is an important health problem due to traditional habits or to inappropriate medical prescription.The clinical and radiological features are variable and nonspecific. Usually the diagnosis is confirmed only after lung biopsy findings. Mineral oil pneumonia should be included in the differential diagnosis of chronic pneumonia unresponsive to usual treatment. The index of suspicion is important because the information about mineral oil intake usually is not spontaneous.


Palavras-chave: pneumonia, lipid, mineral oil, child

PNEUMONIA NECROSANTE E VÔMICA

ANA PAULA CRUZ GONÇALES (ABHU); FLAVIA PAIVA PRUDENTE DE MORAIS (HMIMJ); GIOVANNA GIACOMINI RAMALHO (HMIMJ); MAYARA DE SOUZA MIYAHARA (HMIMJ); LARISSA SANCHEZ APOSTOLICO SILVA (HMIMJ); ALESSANDRA GEISLER DAUD LOPES (HMIMJ); EDUARDO FERONE (HMIMJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p180,  2016


Palavras-chave:

Pneumonia necrotizante - relato de caso

Araújo, P.A.; Souza, R.L.C.; Pelegrina, P. R.D.; Obadia, D. A.; Santana, B.P.; Reis, F. A.; Oliveira, V.S.C.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p113, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Pneumonia necrotizante (PN) é uma complicação rara e grave das pneumonias comunitárias, e sua incidência vem aumentando.
OBJETIVO: Relatar um caso clínico ocorrido em junho de 2014, no Prontobaby - Hospital da Criança.
MATERIAL E MÉTODO: Lactente do sexo feminino, 4 meses de idade, sem história pregressa importante, admitida na emergência com queixa de tosse produtiva há 5 dias associada à náusea e diarreia. Apresentava-se afebril, gemente, fontanela normotensa, vias aéreas superiores congesta, hiperemia moderada de orofaringe, taquidispneica, com tiragem subcostal e de fúrcula esternal moderada, roncos e sibilos à ausculta. Realizado o diagnóstico, foram solicitados hemograma completo mostrando leucocitose sem desvio e radiografia de tórax com condensação em lobo superior direito. Iniciada antibioticoterapia empírica com penicilina cristalina. Houve melhora clínica, porém no terceiro dia evoluiu com piora radiológica, optando-se por trocar a antibioticoterapia por amoxicilina com clavulanato. Realizados novos exames de imagem, observou-se derrame pleural e iniciou-se oxacilina. Apesar disso, a paciente apresentou piora radiológica. Havendo troca do esquema antibiótico para cefepime, vancomicina e claritromicina, utilizou-os por 21 dias, tendo condições de alta hospitalar.
RESULTADOS: A criança com PN apresenta um aspecto doente, febre alta e sintomas respiratórios com hipoxemia, devendo esse diagnóstico ser pensado diante de uma pneumonia com evolução desfavorável. A tomografia computadorizada é o exame padrão ouro para o diagnóstico. A antibioticoterapia deve ser prolongada (por 4 semanas), sendo a vancomicina e a clindamicina os antibióticos de escolha. Mesmo sendo uma uma doença grave na fase aguda, a PN tem um prognóstico favorável na população pediátrica.
CONCLUSÃO Conclui-se que há relevância na demonstração do caso, pois devemos ficar atentos aos quadros de pneumonias comunitárias que se arrastam por um longo período, associados à sinais e sintomas de piora. Havendo diagnóstico precoce e tratamento e acompanhamento adequados, o paciente evolui para a cura sem maiores complicações ou sequelas.

 

Responsável
PRISCILA DE ALMEIDA ARAUJO


Palavras-chave:

PNEUMONIA NECROTIZANTE:ESTUDO DESCRITIVO DE SÉRIE DE CASOS

SOLANGE GONÇALVES DAVID DE MACEDO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); ADRIANA PAIVA DE MESQUITA (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); DANIELA RABELLO FRANCO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); NATALIA BARBOZA GOMES (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); ANA RITA SALGADO VIEIRA (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); BIANCA MATOS NETTO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); RENATA SUTTER (HOSPITAL MUNCIPAL JESUS); ANA LUCIA MICELLI (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p190,  2016


Palavras-chave:

PNEUMONIA PNEUMOCÓCICA RESISTENTE À PENICILINA

TATIANE AZEVEDO BATISTA (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU); IGO OLIVEIRA DE ARAÚJO (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU); BÁRBARA LORENZONI AGRIZZI (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU); JOSÉ HENRIQUE HERDY LEÃO (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU); CALINE LISBOA TONASSI (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU); ROBERTA GONÇALVES RIBEIRO DE SOUZA (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU); ANA CAROLINA OLIVEIRA LAVRADAS (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU); OLIVIA MORENA MORAES CUNHA RIBEIRO (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU); NATÁLIA FROSSARD TOSTES BARBOZA (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU); MICHELE CARVALHO DOS SANTOS MARTINS (HOSPITAL GERAL DE NOVA IGUAÇU)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p189,  2016


Palavras-chave:

Pneumonia por Mycoplasma Pneumoniae Complicada com Bronquiolite Obliterante

Franco, C.L.; Souza, L.C.M.R.; Lombardi, P.I.M.L; Arbex, M.B.B.; Simões, P.F.; Fernandes, R.B.A.; Guerra, I.P.; Soares, M.V.; Soares, V.K.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p14, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: As infecções respiratórias agudas, principalmente pneumonias, são a segunda causa de óbito em crianças menores de 5 anos no Brasil. A pneumonia adquirida na comunidade possui vários agentes etiológicos; em até 60% dos casos, o patógeno não é identificado, sendo indispensável conhecer o perfil etiológico para orientar a terapêutica.
OBJETIVO: Chamar atenção para o Mycoplasma pneumoniae como agente de pneumonia complicada.
MATERIAL E MÉTODO: E.M.N, 3 anos, sexo masculino, natural de Niterói, internado com história de febre e tosse, em crises, há 7 dias. História prévia de asma. Estava em bom estado geral, afebril, taquipneico, murmúrio vesicular diminuído em base esquerda com sibilos e estertores crepitantes. Radiografia e ultrassonografia tórax: consolidação na base esquerda com lâmina de líquido pleural. Hemograma normal. Recebeu penicilina cristalina e broncodilatadores. Como não houve melhora, trocou-se o antibiótico para cefuroxima e claritromicina. Solicitou-se pesquisa de crioaglutinina sérica (título 1:256). Evoluiu bem, com alta hospitalar com claritromicina para completar 14 dias. Na consulta ambulatorial, 2 semanas após, persistia com crepitação à esquerda. Solicitou-se tomografia do tórax, que evidenciou redução volumétrica e padrão em mosaico, principalmente no pulmão esquerdo, com área hipotransparente em segmento basal posterior, sugestivo de bronquiolite obliterante (BO).
RESULTADOS: A pneumonia por M. pneumoniae é transmitida por aerossóis, acometendo, principalmente, escolares e adolescentes, mas pode ocorrer em pacientes menores. Raramente evolui com complicações, como BO. Não há achados clínicos ou radiológicos que permitam certeza. Títulos de crioaglutinina superiores a 1:128 sugerem diagnóstico, que pode ser confirmado por meio da dosagem de anticorpos (IgG e IgM) para esse agente. Tratamento de escolha são macrolídeos.
CONCLUSÃO Importante pensar em BO quando houver anormalidade estrutural tardia. O diagnóstico é realizado por tomografia de tórax de alta resolução e ocorre mais em casos de infecções respiratórias agudas com hospitalização, quadro clínico de mais difícil resolução e nos pacientes mais jovens.

 

Responsável
ANA BEATRIZ CAMINADA SABRA STRAUB CESTARI


Palavras-chave:

Pneumotórax hipertensivo espontâneo em recém-nascido

Wellington Luiz Rodrigues Magalhaes; Vanessa Aguiar Ferreira Simões; Analice Soares Magalhaes; Debora Rosmaninho Coutinho de Melo; Andressa Rangel Dde Oliveira Lima

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p19, Dezembro 2012


Palavras-chave:

POLIARTERITE NODOSA COM NEUROPATIA PERIFÉRICA

TATIANA ANES VILLAMAYOR (IPPMG/UFRJ); VIVIAN SANTOS CARVALHO OLIVEIRA (IPPMG/UFRJ); ALINE MASIERO FERNANDES MARQUES (IPPMG/UFRJ); JULIA MARIA GOMES VITOR (IPPMG/UFRJ); MARTA CRISTINE FELIX RODRIGUES (IPPMG/UFRJ); ROZANA GASPARELLO DE ALMEIDA (IPPMG/UFRJ); ADRIANA RODRIGUES FONSECA (IPPMG/UFRJ); CHRISTIANNE COSTA DINIZ (IPPMG/UFRJ); FLAVIO ROBERTO SZTAJNBOK (IPPMG/UFRJ); SHEILA KNUPP FEITOSA DE OLIVEIRA (IPPMG/UFRJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p198,  2016


Palavras-chave:

Polineuropatia desmielinizante inflamatória crônica na infância

Chronic inflammatory demyelinating polyneuropathy in infancy

Ayla Cristina Bernardes da Silva; Lívia Batista Corrêa; Douglas Covre Stocco Renato Abreu Ribeiro; Isabela Felício; Marcio Moacyr Vasconcelos

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº3, p45-48, Outubro 2016

Resumo

OBJETIVO: Relatar um caso de polineuropatia desmielinizante inflamatória crônica na infância (PDIC).
DESCRIÇÃO DO CASO: Paciente do sexo feminino, 5 anos, internada com quadro progressivo de dor e paresia em membros inferiores, com evolução dos primeiros sintomas há 3 meses, com perda de deambulação e de se manter em posição ortostática, apresentando diversas recidivas em meses, após tratada.
DISCUSSÃO: A PDIC é uma doença que envolve os membros proximal e distal, com achados eletroneuromiográficos de desmielinização multifocal de nervos somáticos. Os sintomas iniciais são fraqueza muscular simétrica e progressiva, em episódios, com tato comprometido e reflexos osteotendinosos comprometidos. É uma doença recidivante, crônica e progressiva, com quadro similar à Síndrome de GuillainBarré (SGB). O presente relato permite a discussão da avaliação, manifestações clínicas, diagnóstico, seguimento e estratégia terapêutica para a Polineuropatia Desmielinizante Inflamatória Crônica.


Palavras-chave: GuillainBarré, polineuropatias, criança, relatos de caso.

Polisserosite tuberculosa em adolescente de 13 anos

Tuberculous polyserositis of 13-years-oldteenager

Ayla Cristina Bernardes da Silva; Christine Tamar Vieira Barreiro*; Carolina Carvalho Lucas; Roberta Leal Oliveira; Sarah Jenner Nogueira Kruger

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº1, p22-25, Fevereiro 2016

Resumo

OBJETIVO: Apresentaro caso de uma adolescente de 13 anos com polisserosite tuberculosa.
DESCRIÇÃO DO CASO: Paciente, sexo feminino, 13 anos, iniciou quadro de febre não aferida, astenia e aumento progressivo do volume abdominal. Referia dispneia em decúbito dorsal. Aos exames complementares observou-se ascite volumosa, derrame pericárdico, atelectasia em base de hemitórax direito e derrame pleural bilateral. Hemograma foi inespecífico, VHS aumentado, demais provas de atividades inflamatórias inalteradas, PPD não-reator e sorologias negativas. Foram descartadas doenças reumatológicas. Realizada punção diagnóstica do líquido ascitico, o ADA foi positivo, o que justificou tratamento empírico com RIPE: rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol. A melhoraclínicafoiobservadarapidamente.
DISCUSSÃO: A polisserosite tuberculosaé uma forma de tuberculose extrapulmonar, condição incomum que pode acontecer em todas as idade. Os derrames tuberculosos inflamatórios também podem ocorrer em qualquer uma das cavidades serosas: pleural, pericárdica ou peritoneal. Quando há o acometimento de mais de uma serosa, denominase "polisserosite". A apresentação clínica da polisserosite consiste na soma dos sintomas dos acometimentos de cada serosa. O tratamento é o esquema RIPE (rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol) e pode ser iniciado apenas com o diagnóstico presuntivo, auxiliando à conclusão do diagnóstico definitivo.


Palavras-chave: Tuberculose, polisserosite, relatodecaso.

Política sanitária para asma no Brasil

Healthy politics for asthma in Brazil

Ariane Molinaro Vaz de Souza; Maria de Fatima Pombo March

Revista de Pediatria SOPERJ - V.11, Nº1, p10-18, Junho 2010

Resumo

Atualmente a asma é um problema significativo de saúde pública, sendo o crescimento de suas prevalência e morbidade durante as recentes décadas, um importante desafio. Para gerir eficazmente a asma, há a necessidade de informações a cerca de custos com a doença e programas educacionais com desenvolvimento de métodos de serviços e cuidados que atendam especificamente a realidade local. Todo esforço deve ser feito para incentivar e garantir a disponibilidade e acesso dos pacientes aos medicamentos, além de implementar Programas de Gestão em asma, facilitando o manuseio da doença pelo médico e outros profissionais envolvidos. Este trabalho mostra Programas de Controle de asma desenvolvidos atualmente no Brasil, em várias cidades, identificando a preocupação nacional com a doença.


Palavras-chave: Asma, Criança, Programa de Saúde

Poluição atmosférica e asma

Atmospheric pollution and asthma

José Luiz Magalhães Rios; José Laerte Boechat; Clemax Couto Sant'Anna; Alfeu Tavares França

Revista de Pediatria SOPERJ - V.4, Nº2, p9-14, Agosto 2003

Resumo

OBJETIVO: oferecer aos pediatras noções atualizadas referente à poluição atmosférica e asma..
MÉTODO: revisão não sistemática da literatura médica a partir de levantamento de artigos indexados no MEDLINE, através da busca pelo PUBMED.
RESULTADOS: a prevalência de asma tem aumentado nas últimas décadas devido ao efeito de fatores ambientais, dentre eles a poluição atmosférica.
Os poluentes atmosféricos têm sido associados a efeitos nocivos à saúde de indivíduos com asma e existem evidências de que a exposição a certos poluentes pode aumentar a resposta aos alérgenos. Entretanto, a contribuição da poluição atmosférica para o aumento da prevalência de asma ainda é motivo de controvérsias.
Alguns poluentes atmosféricos podem conjugar-se aos alérgenos inaláveis e aumentar sua capacidade antigênica, lesar o epitélio respiratório, facilitando a penetração e o contato de alérgenos inalados com células do sistema imune. A exposição de indivíduos asmáticos ao dióxido de enxofre (SO2), dióxido de nitrogênio (NO2) e ozônio (O3) pode resultar no aumento da reatividade brônquica a alérgenos inalados. Esses gases poluentes, assim como as partículas de descarga de diesel (DEP), atuando sobre as células epiteliais brônquicas, desencadeiam a síntese e liberação de citocinas e outros fatores quimitáticos que promoverão inflamação da mucosa respiratória.
As DEP parecem atuar sobre o sistema imune induzindo a produção de IgE. Exposição às DEP na presença de um determinado alérgeno provoca o aumento de IgE alérgeno-específica.
CONCLUSÃO: estudos epidemiológicos têm demonstrado associação entre a poluição atmosférica e a maior prevalência de asma.


Palavras-chave: Asma, poluição atmosférica, crianca, adolescente

Práticas Nutricionais em Crianças com Menos de Cinco Anos

Cabral, F.S.; Girianelli, I.R.; Souza, P.R.; Henney, D.R.; Santos, J.B.; Couri, M.Z.; Frascari, M.C.; Stolnicki, D.K.; Bellotti, M.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p47, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: As doenças crônicas não transmissíveis são causa de óbito em 74% da população brasileira, sendo a nutrição um dos principais pilares para reverter essa situação.
OBJETIVO: Descrever as práticas nutricionais em uma população de mães de crianças com idade até 5 anos.
MATERIAL E MÉTODO: Foram entrevistadas 186 mães de forma aleatória no Município do Rio de Janeiro, concordantes com a pesquisa, por meio de um questionário estruturado com perguntas fechadas, preenchido diante da pesquisadora. O pacote de dados do SPSS foi utilizado para análise descritiva do corpus.
RESULTADOS: As mães apresentavam idade de 29±7,5 anos e 10±4 anos de estudo. Porém 54% moravam nas comunidades carentes próximas ao Itanhangá. A média da idade das crianças por habitação é de 30±17 meses, em 51% do sexo feminino. 79,5% das mães têm até 2 filhos, e 81,2% têm 1 filho menor que 5 anos . 8,3% recebem alimentos batidos; 51,4% comem até 3 tipos de legumes ou verduras; 62,9% recebem legumes diariamente, mas 14% recebem 1 x por semana ou nunca. 58,1% recebem danoninho sempre ou quase sempre, 22% bebem sempre ou quase sempre refrigerante, e 30,7% chupam sempre ou quase sempre balas. 30% tomam sempre ou quase sempre bebidas açucaradas que não refrigerantes. 66,9% amamentaram exclusivamente até os 6 meses (o que indica um problema na introdução da alimentação complementar), 42,5 % comem biscoito sempre ou quase sempre.
CONCLUSÃO Nessa amostra, a amamentação exclusiva até os 6 meses é preponderante; porém, observam-se sérios problemas na alimentação complementar. Essas práticas não devem se associam a nível de educação materna, já que a maioria tem nível fundamental completo, mas possivelmente a fatores culturais. Os dados apontam para a importância de uma entrevista nutricional detalhada e de um diálogo mais profundo para intervir adequadamente nessas práticas equivocadas.

 

Responsável
GLAUCIA MACEDO DE LIMA


Palavras-chave:

Pré-Escolar com Febre de Origem Indeterminada Associada à Poliartrite

Nascimento, T.J.; Lessa, M.; Pinto, L.A.M.; Santos, J.L.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p39, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A febre de origem indeterminada representa um grande desafio diagnóstico na pediatria.
OBJETIVO: Descrever o caso de um pré-escolar com febre de origem indeterminada associada àpoliartrite.
MATERIAL E MÉTODO: Pré-escolar do sexo masculino, de 3 anos e 10 meses, apresentava febre diária há 6 meses, associada à artrite em joelhos e tornozelos, em episódios intermitentes, com intervalos assintomáticos, mas progressivamente mais curtos. Relatou-se história pregressa de pneumonia tratada ambulatorialmente há 8 meses, além de contato domiciliar com familiar portador de tuberculose bacilífera. Na investigação complementar, a radiografia de tórax evidenciou infiltrados retrocardíaco e peri-hilar bilateral, apresentando prova tuberculínica flictenular, forte reator (14 mm) e VHS de 120 mm na 1ª hora. Foi aventada, então, a hipótese diagnóstica de Reumatismo de Poncet.
RESULTADOS: A artropatia ou o Reumatismo de Poncet é uma rara manifestação da tuberculose, apresentando-se como artropatia crônica com períodos de remissão, associada à hiperergia da prova tuberculínica.
CONCLUSÃO O diagnóstico diferencial de casos de febre de origem indeterminada exige investigação cuidadosa, a partir de anamnese e exame físico detalhados. Nesse caso, hipóteses como artrite idiopática juvenil e neoplasias hematológicas devem ser lembradas. Além disso, apesar das manifestações músculo-esqueléticas da tuberculose estarem presentes em apenas 2% dos casos da doença, trata-se de uma condição de alta prevalência, devendo sempre ser incluída no diagnóstico diferencial.

 

Responsável
ELISA BARROSO DE AGUIAR


Palavras-chave:

PRÁTICAS DE ABORDAGEM CLÍNICA EM SÍNDROME DE DOWN

ISABELA TAMIOZZO SERPA (UERJ); RENATA ZLOT (UERJ); ANNA PAULA BAUMBLATT (UERJ); GABRIELA YEA-HUEY YANG (UERJ); ANA CLARA GARCIA DOS REIS (UERJ); TATIANA SILVA CHAVES (UERJ); GUSTAVO GUIDA (UERJ); RAQUEL BOY (UERJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p107,  2016


Palavras-chave:

PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE EM OBESIDADE INFANTIL NO PROJETO APOIO

MAYARA DE LIMA MOREIRA (UERJ); RAYANE SENRA (UERJ); MICHELE MEDEIROS (UERJ); ISABEL REY MADEIRA (UERJ); VERA LUCIA HERNANDES DE OLIVEIRA (UERJ); CÂNDIDA MIRIAN DE VASCONCELOS SANTOS (UERJ); CECÍLIA LACROIX (UERJ); FERNANDA MUSSI GAZOLLA (UERJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p86,  2016


Palavras-chave:

Prejuízos cognitivos e psicológicos na criança exposta a drogas na gestação

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p56, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O uso de drogas na gestação consiste em um grave fator preditivo negativo na evolução da gravidez e no desenvolvimento orgânico e psicomotor do feto. Sua prevalência está em torno de 15 a 20% das mulheres grávidas, e grande parte deste percentual resulta em condições desfavorecidas e doenças variadas à criança.
OBJETIVO: Considerar os prejuízos prospectivos observados em crianças expostas a drogas no período pré-natal.
MATERIAL E MÉTODO: Foi realizado levantamento bibliográfico de artigos publicados até o ano de 2013 e, posteriormente, revisão de literatura abordando os principais efeitos cognitivos e psicológicos observados em crianças após o abuso das principais drogas consumidas por gestantes.
RESULTADOS: Foram observados modificações na função dos neurotransmissores, alterações neuroquímicas e prejuízos na estrutura e funcionamento do sistema nervoso. Estudos longitudinais realizados por Singer (2002) e Covington (2002) identificaram um risco significativamente maior de ocorrência de retardo mental aos dois anos de idade em relação à população geral, com efeitos neuro-comportamentais e prejuízos no aprendizado, memória e comportamento devidoao comprometimento de funções executivas. Sintomas como agitação, irritabilidade, tremores, sugar excessivo e choro agudo podem ser identificados no recém-nascido. Verificou-se dificuldade na verbalização até o 2° ano de vida e diminuição da vocalização e da iniciativa em pré-escolares. Observa-se que essas crianças possuem déficits motores e cognitivos, dificuldades no raciocínio matemático, na adaptação de mudanças ambientais, fazem menos perguntas, são mais agressivas, deprimidas e possuem menor auto-controle e capacidade de interagir.
CONCLUSÃO Pode-se concluir que as consequências do uso de drogas na gravidez não devem ser avaliadas apenas no recém-nascido. Muitos prejuízos podem ser observados somente ao longo do desenvolvimento físico, motor, intelectual e social da criança, englobando uma ampla faixa etária. Esses danos compõem um problema de saúde pública aos quais profissionais de saúde devem estar atentos a reconhecer, tratar e prevenir quando possível.

 

Responsável
ISABELA RAIMUNDO PARANHOS


Palavras-chave:

Presença do pai em casa e vulnerabilidades de adoecimento de seus filhos

Oliveira CT; Hable IG; Amaral G; Ghelman P; Lima GM

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p77, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Prevalência de Fissuras no Centro de Fissuras Labiopalatais do Hospital M. Nossa Senhora do Loreto

Rechia, G.C.; Cruz, A.C.; Zanini, L.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p15, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O Centro de Tratamento de Fissuras Labiopalatais (CEFIL) é um serviço do Hospital Municipal Nossa Senhora do Loreto, oficializado em 1985 e credenciado pelo Ministério da Saúde em dezembro de 2000. É composto por uma equipe multidisciplinar com pediatria, genética médica, otorrinolaringologia, cirurgia pediátrica e plástica, nutrição, terapia ocupacional, fisioterapia e psicologia especializada no tratamento das fissuras labiopalatais (FLPs) e suas implicações estéticas, funcionais e psicológicas.
OBJETIVO: As FLPs representam a anomalia congênita facial mais frequente. Estudos epidemiológicos mostram a prevalência de FLPs variando muito entre os países, estimado no Brasil entre 0,47 a 1,54/1.000 dos nascidos vivos.
MATERIAL E MÉTODO: Foi realizado estudo retrospectivo para identificar pacientes com fissura labial, palatal ou labiopalatal atendidos no CEFIL no período de julho de 2008 a janeiro de 2012. Foram selecionadas 526 crianças, cujas malformações foram categorizadas com base na classificação de Spina, tendo como ponto de referência o forame incisivo.
RESULTADOS: A fissura palatal (pós-forame) foi a mais frequente (40,3%), prevalecendo em meninas (56%) e relacionada a outras patologias. A fissura labiopalatal aparece em segundo lugar (35,9%), sendo mais prevalente em meninos (62%). A fissura labial (pré-forame) presente em 23,8% dos casos apresentou discreto predomínio masculino (54%). Esse achado corrobora as fissuras labiopalatais e labiais como entidades distintas das fissuras palatais. Antecedentes familiares de fissuras estiveram presentes em 27% dos casos, sendo mais frequente na fissura labiopalatal (32%). Os eventos mais significativos ocorridos no primeiro trimestre da gestação foram vômitos (41%), anemia (38%), perda de peso (31%), uso de álcool (23%) e fumo (15,7%).
CONCLUSÃO Os resultados encontrados assemelham-se aos da literatura mundial. Vale ressaltar que, no recém-nascido com FLP, o aleitamento materno deve ser estimulado previamente à sondagem. Se a sucção nutritiva não puder ser estabelecida, então deverá ser introduzida a sonda para alimentação e estimulada a sucção não nutritiva. A partir de então, deverá ser encaminhado ao CEFIL para acompanhamento adequado.

 

Responsável
ANA CAROLINA ESPOSITO


Palavras-chave:

PREVALÊNCIA DA RAZÃO CINTURA E ESTATURA ELEVADA E FATORES ASSOCIADOS EM ADOLESCENTES DO ENSINO FUNDAMENTAL

AMANDA MACHADO VIEIRA (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA DE SANTOS); HELOISA NASCIMENTO OLIVEIRA (CENTROUNIVERSITÁRIO LUSÍADA DE SANTOS); NATÁLIA APARECIDA SALATA (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA DE SANTOS);JÉSSICA ROSEMBERGER (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA DE SANTOS); ALANNE MAYLA DOS SANTOS BONFIM (CENTROUNIVERSITÁRIO LUSÍADA DE SANTOS); MARIA CÉLIA CUNHA CIACCIA (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA); VERA ESTEVESVAGNOZZI RULLO (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA DE SANTOS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p29,  2016


Palavras-chave:

Prevalência de Bebês Pré-Termo no SUS do Rio de Janeiro: comparação entre dados primários e SINASC

Almeida, N.M.R.; Carvalho, B.W.; Vieira, M.G.; Carvalho, L.S.; Fonseca, S.C.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p68, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A prematuridade é fator relevante associado à mortalidade neonatal. A qualidade da informação sobre idade gestacional é importante para dimensionar a real magnitude do problema. No Brasil tem havido aumento da prematuridade, com diferenças na prevalência quando relacionados dados do SINASC com dados primários. Estimou-se a prevalência nacional de 11-12%, enquanto no SINASC o relato foi de 6-7%.
OBJETIVO: Estudar a prevalência de prematuridade em maternidades públicas do Rio de Janeiro e Niterói, comparada aos dados do SINASC.
MATERIAL E MÉTODO: Estudo transversal em duas maternidades do SUS (Niterói e Rio de Janeiro), em 2011. A coleta foi feita por entrevistas, cartões de pré-natal e prontuários médicos. O banco de dados foi relacionado ao SINASC, para as mesmas crianças. A melhor estimativa da Idade Gestacional (IG) foi calculada na pesquisa por um algoritmo validado na literatura e comparada com a IG do SINASC. Os dados foram analisados pelo pacote estatístico SPSS®, versão 17.
RESULTADOS: Houve 1.782 nascidos vivos, com 13,7% de prematuros, 10% entre 34 e 36 semanas e 3,7% <34 semanas, segundo o algoritmo,.No SINASC , no entanto, esta prevalência foi de 10,5%. A maior diferença foi para a idade gestacional de 36 semanas: 3,7% no SINASC e 5,1% pela pesquisa. O SINASC subestimou RN pré-termo e superestimou pós-termo. Comparados aos bebês a termo, os RN entre 34-36 semanas foram mais frequentes em adolescentes, nas mulheres negras e com pré-natal inadequado. A mortalidade neonatal foi 1- nascidos vivos nos RN a termo e 17- nos RN entre 34 e 36 semanas.
CONCLUSÃO A subestimativa de prematuridade do SINASC foi elevada talvez devido a maior acurácia do método de avaliação utilizado no estudo, e as diferenças concentradas nos bebês de 34 a 36 semanas, grupo com grande risco de morbimortalidade. Deve ser valorizada a informação adequada sobre IG na declaração de nascido vivo, para utilização em estudos perinatais.

 

Responsável
LETÍCIA MARINHO DE OLIVEIRA


Palavras-chave:

PREVALÊNCIA DE ERRO ALIMENTAR EM COMUNIDADE CARENTE DO RIO DE JANEIRO

LUCIANA NUNES COSTA (SOUZA MARQUES); LETICIA GUSMAN (SOUZA MARQUES); ANA VITORIA MILITAO SANSONOWSKI (SOUZA MARQUES); ANNA MELICHAR (SOUZA MARQUES); GLAUCIA DE LIMA (SOUZA MARQUES); JOAO GABRIEL QUEIROZ (SOUZA MARQUES); FABRICIO GOMES DA SILVA (SOUZA MARQUES); PAMELA CAROLINA LAGO (SOUZA MARQUES); VICTORIA PEREIRA (SOUZA MARQUES); PAULA FONSECA (SOUZA MARQUES)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p18,  2016


Palavras-chave:

PREVALÊNCIA DE OBESIDADE EM ADOLESCENTES E FATORES ASSOCIADOS

HELOISA NASCIMENTO OLIVEIRA (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA DE SANTOS); NATÁLIA APARECIDA SALATA (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA DE SANTOS); JÉSSICA ROSEMBERGER (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA DE SANTOS); ALANNE MAYLA DOS SANTOS BONFIM (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA DE SANTOS); AMANDA MACHADO VIEIRA (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA DE SANTOS); MARIA CÉLIA CUNHA CIACCIA (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA); VERA ESTEVES VAGNIZZI RULLO (CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA DE SANTOS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p201,  2016


Palavras-chave:

PREVALÊNCIA DE ÓBITOS NO ESTADO DO PARÁ E SUA CORRELAÇÃO COM A DESNUTRIÇÃO

EVELYN DE CÁSSIA PEREIRA COSTA (UNIGRANRIO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p212,  2016


Palavras-chave:

Prevalência de violência familiar em crianças portadoras de doenças crônicas atendidas em um ambulatório de especialidades pediátricas

Prevalence of family violence in children carrying chronic diseases admitted into paediatric specialty care units

Stephanie Cathren Fenizola dos Santos; Larissa Vieira da Conceição; Anna Tereza Miranda Soares de Moura; Ricardo Mattos de Russo Rafael

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº1, p11-16, Fevereiro 2016

Resumo

OBJETIVO: Estimar a prevalência de violência familiar em crianças portadoras de doenças crônicas atendidas em ambulatório de especialidades pediátricas.
MÉTODOS: Estudo seccional realizado em ambulatório de especialidades de um hospital universitário, utilizado o instrumento Conflict Tactic Scales: Parent Child Version (CTSPC). A coleta de dados ocorreu por meio de amostragem por oportunidade com os responsáveis das crianças. Foram estimadas as prevalências dos diferentes tipos de violência, calculando os respectivos intervalos de confiança a 95%.
RESULTADOS: A amostra compreendeu 152 questionários aplicados, com predomínio de crianças do sexo masculino, idade até 4 anos e frequência na rede de ensino. Quase todos os participantes relatou mais de 3 consultas médicas por ano (89,5%: IC 95%: 84,5/94,4). Em relação aos tipos de violência, observou se positividade na escala de maus-tratos físicos graves em 8% da amostra (IC95%: 21,3/38,3) e em 87,5% para agressão psicológica (IC95%: 75,3/87,8).
CONCLUSÕES: Famílias com pacientes portadores de doenças crônicas tendem a ter uma forma de resolução violenta de conflitos, pois o cuidado desse paciente é um fator frequente de estresse na dinâmica cotidiana da família. Os dados mostram uma realidade alarmante, com um número expressivo de vítimas de violência grave em idade pré-escolar, período crucial do desenvolvimento infantil. Vale ressaltar que a complexidade dessas situações acaba dificultando a detecção da violência, pois as demandas assistenciais envolvem múltiplas tarefas e olhares multiprofissionais.


Palavras-chave: Violência, violência doméstica, maus-tratos infantis, doença crônica.

Prevalência, gravidade e fatores associados à asma em adolescentes do município de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro

Fábio Chigres Kuschnir

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7, Nº2, p25, Outubro 2006


Palavras-chave:

Prevalência, gravidade e fatores associados à asma em adolescentes do município de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro

Fábio Chigres Kuschnir

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7 (supl 2), Nº2, p25, Outubro 2006


Palavras-chave:

Principais técnicas fisioterapêuticas utilizadas no tratamento da criança asmática - revisão

The main techniques used in treatment of asthmatic child - review

Raphael F. Andrade; Ariana Paixão

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7, Nº1, p4-9, Junho 2006

Resumo

OBJETIVO: Descrever as principais técnicas fisioterapêuticas utilizadas no tratamento da asma e demonstrar seus efeitos na redução dos sintomas desta doença.
MÉTODO: Revisão da literatura (1998 a 2005) através do banco de dados do PubMed, Cochrane Review e literatura impressa.
CONCLUSÃO: Existem,atualmente,diversas técnicas fisioterapêuticas utilizadas no tratamento da asma. Apesar de se obterem resultados que favorecem a redução dos sintomas da doença, outros estudos devem ser realizados para que sejam mais bem elucidadas as questões correspondentes à aplicabilidade clínica e os efeitos terapêuticos de cada técnica.


Palavras-chave:

Programa Nacional de Suplementação de Ferro na Estratégia Saúde da Família: um estudo a partir do relato dos profissionais

National Iron Supplementation Program in Family Health Strategy: a study from professional report perspective

Maria do Céo Filgueiras de Menezes; Anna Tereza Miranda Soares de Moura

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº3, p49-50, Outubro 2016

Resumo

INTRODUÇÃO: A anemia por carência de ferro possui elevada prevalência no mundo e permanece como um dos principais problemas nutricionais na atualidade. No Brasil, acomete, especialmente, alguns grupos de maior vulnerabilidade: crianças até dois anos e gestantes. O Programa Nacional de Suplementação de Ferro (PNSF) estabelece diretrizes para o controle dessa deficiência, e a adesão a ele tem se apresentado baixa em todo o Brasil.
OBJETIVO: Avaliar os fatores que podem influenciar na adesão ao PNSF, na perspectiva dos profissionais das ESF de Juazeiro do Norte, Ceará.
METODOLOGIA: Foram realizados quatro grupos focais em unidades da ESF sorteadas. Os encontros foram gravados e transcritos na íntegra, cuja análise se baseou no conteúdo das discussões.
RESULTADOS: Os resultados revelam a existência de conceitos parcialmente adequados em relação ao uso do sulfato ferroso na prevenção da anemia, mesclados a aspectos da orientação da dieta. A maioria dos profissionais confunde ações relacionadas ao tratamento e à prevenção de anemia, com ênfase maior em práticas de assistência. O desconhecimento da equipe sobre o PNSF revela falhas em sua divulgação no âmbito da ESF, e a escassez de capacitação e de informação especialmente no que se refere ao Agente Comunitário de Saúde. A anemia ferropriva permanece como agravo negligenciado, e a literatura aponta para a valorização do tratamento em contraposição às atividades de prevenção e de promoção, mesmo no âmbito da ESF.
CONCLUSÃO: Como principais recomendações, destacam-se a necessidade de atualização continuada por meio da educação permanente, maior aprofundamento sobre a importância da prevenção com o uso do sulfato ferroso e estratégias de captação dos grupos vulneráveis.


Palavras-chave: anemia ferropriva; estratégia de saúde da família; suplementação alimentar; conhecimentos; atitudes e práticas em saúde.

PROJETO AMAR- ASSISTÊNCIA MULTIDISCIPLINAR EM PEDIATRIA: ALIMENTAÇÃO E ESTADO NUTRICIONAL

RAYANE QUITES SENRA (UERJ-HUPE); ISABEL REY MADEIRA (UERJ-HUPE); CELISE REGINA ALVES DA MOTTA MENESES (UERJ-HUPE); ANA PAULA CÓRDOVA DA COSTA (UERJ-HUPE); ANTÔNIA DA CONCEIÇÃO CYLINDRO MACHADO (UERJ-HUPE); MÔNICA CÁSSIA FIRMIDA (UERJ-HUPE); VINICIUS ANCIÃES DARRIBA (UERJ-HUPE); MATEUS GARCIA TAVARES (UERJ-HUPE); MAYARA DE LIMA MOREIRA (UERJ-HUPE); MICHELE ALVES MEDEIROS (UERJ-HUPE)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p210,  2016


Palavras-chave:

Projeto de extensão: "mãe orientada, criança segura: orientando mães na alta da maternidade."

Pone TM; Vivacqua DPF; Silva UAO; Miranda RLDM; Ponte ANO; Tortori MMRL

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p58, Dezembro 2012


Palavras-chave:

PROJETO UM OLHAR CUIDADOSO: TRIAGEM VISUAL EM ALUNOS A PARTIR DE 7 ANOS DAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE NATIVIDADE-RJ

FERNANDA ALVAREZ GENTIL (UNIG); IZA PAULA BOVI BADARÓ (FACULDADE REDENTOR)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p204,  2016


Palavras-chave:

Prolapso de uretra em pré-púbere: relato de caso

Pre-puberty urethral prolapse: case report

Nathane Santanna Felix; Fernanda Pinto Mariz; Ana Lúcia Ferreira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº2, p36-40, Junho 2017

Resumo

OBJETIVO: relatar e discutir um caso de sangramento vaginal por prolapso de uretra, no qual foi levantada a suspeita de abuso sexual.
DESCRIÇÃO DO CASO: criança de dois anos e 11 meses de idade apresentou início súbito de sangramento vaginal intenso após um período de tempo em que esteve brincando em área externa ao domicílio sem supervisão. Houve suspeita de abuso sexual pelos pais, afastada após exame ginecológico, que identificou prolapso de uretra. Foi realizada a ressecção da porção evertida da uretra, com resolução do quadro.
DISCUSSÃO: o abuso sexual deve ser sempre cogitado em pacientes com sangramentos urogenitais, entretanto este caso ilustra a importância de considerar outros diagnósticos diferenciais. A identificação do prolapso de uretra nesta paciente possibilitou não só a resolução do quadro, como também a tranquilização dos familiares quanto à suspeita de abuso.


Palavras-chave: Pré-escolar. Abuso sexual na infância. Doenças uretrais. Prolapso.

PROLAPSO DE URETRA EM PRÉ-PÚBERE: RELATO DE CASO E DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

ANA LÚCIA FERREIRA (UFRJ); NATHANE SANTANNA FELIX (UFRJ); FERNANDA PINTO MARIZ (UFRJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p208,  2016


Palavras-chave:

Pronto socorro infantil: perfil epidemiológico de um hospital público em Volta Redonda (RJ)

Ferreira,N.M.; Torres, A.M.; Pereira, A.F.C.; Webhe, M.A.M.; Oliveira, H.C.C.; Novaes, T.T.F.; Nogueira, N.D.N.; Donato, I.M.V.; Lustosa, S.A.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p91, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A infância é um período único de desenvolvimento das potencialidades humanas, gerando vários fatores associados à saúde da criança. A Identificação do perfil de atendimento em prontos socorros e o levantamento das causas que levam à busca pelos hospitais possibilitam promover planejamento de ações em saúde.
OBJETIVO: Descrever o perfil das crianças atendidas em um pronto socorro infantil público da maior cidade da região Sul Fluminense e a terceira maior do interior do estado do Rio de Janeiro.
MATERIAL E MÉTODO: Estudo epidemiológico transversal, descritivo, com abordagem quantitativa. Foram avaliados 901 boletins de atendimentos (BANs) de crianças entre 0 e 13 anos selecionados em 6 meses durante o ano de 2012, com intervalo de 2 meses entre eles. As variáveis avaliadas foram sexo, idade, queixa principal e hipóteses diagnósticas, bairro, naturalidade, ocorrência policial e procedência.
RESULTADOS: A principal queixa encontrada foi febre, representando 25,3% (228) dos casos. Dentre as hipóteses diagnósticas, as doenças do aparelho respiratório somaram 51,6% (465) dos casos, seguidas de doenças do aparelho gastrointestinal, 13,9% (126) dos casos. Houve leve prevalência do sexo masculino com 51,6% (465) dos casos. Poucos atendimentos com procedência de outras cidades, 98,7% (890) corresponderam à moradores de Volta Redonda-RJ. A faixa etária de maior acometimento encontrou-se entre 0 e 1 ano, com 24,9% (225) dos casos. Foram 77,8% (701) procedentes de seus domicílios, apenas 13,3% (120) foram encaminhados das unidades básicas de saúde.
CONCLUSÃO As doenças respiratórias, em especial as infecções de vias aéreas superiores, persistem como as principais causas de adoecimento em crianças. Nos atendimentos dessa unidade prevaleceram pacientes provenientes do município do nosocômio estudado, com quantidade de encaminhamentos de unidades básicas de saúde muito inferior à origem domiciliar direta. Torna-se indispensável aos profissionais de saúde conhecerem o perfil dos pacientes atendidos, suas características e o cuidado hospitalar que podemos oferecer.

 

Responsável
NATHALIA MARINHO FERREIRA


Palavras-chave:

Pseudoaneurisma do Ventrículo Esquerdo: Uma Rara Complicação de Endocardite Infecciosa na Infância

Carvalho, C.T.; Roiseman, M.M.; Abrahão, D.; Assef, C.C.; Leite, M.F.M.; Aranha, A.L.; Correa, M.P.A.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p36, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O pseudoaneurisma do ventrículo esquerdo é uma entidade rara, sobretudo na infância, caracterizada por formação aneurismática com paredes compostas de tecido pericárdico e ausência completa de fibras miocárdicas (presentes no aneurisma verdadeiro). O pseudoaneurisma pode evoluir para ruptura e morte, tornando essencial o diagnóstico precoce.
OBJETIVO: Descrever uma rara complicação da endocardite infecciosa e o pseudoaneurisma do ventrículo esquerdo, assim como a orientação terapêutica.
MATERIAL E MÉTODO: I.S.L, sexo feminino, 9 anos, portadora de insuficiência renal crônica, internou por edema agudo de pulmão responsivo à hemodiálise. O ecocardiograma evidenciou grande imagem cavitária na região póstero-lateral do ventrículo esquerdo, justa mitral, comunicante ao ventrículo, medindo 3,9 x 2,3 cm, com características de pseudoaneurisma. Há 4 meses, a paciente havia tratado endocardite infecciosa com boa resposta clínica. A ressonância magnética (RM) confirmou a imagem na parede livre do ventrículo esquerdo. Foi submetida à cirurgia, com o preenchimento da cavidade aneurismática com BIOGLUE®, fechado colo com retalho de pericárdio bovino e plastia da valva mitral. No pós-operatório observou-se o completo fechamento do pseudoaneurisma. Atualmente, encontra-se assintomática.
RESULTADOS: O ecocardiograma pode demonstrar as características de pseudoaneurisma; porém, é importante a diferenciação com o aneurisma verdadeiro, sendo difícil quando se localiza em região posterior do coração. A RM também contribui para o diagnóstico, caracterizando, inclusive, as formações localizadas mais posteriormente; portanto, é indicada nesses casos apesar do alto custo e da baixa acessibilidade.
CONCLUSÃO Ressalta-se a importância do diagnóstico precoce do pseudoaneurisma do ventrículo esquerdo por meio de exames de imagens como o ecocardiograma e a ressonância magnética cardíaca.

 

Responsável
ELIANE LUCAS


Palavras-chave:

Pseudo-hipoaldosteronismo tipo 1 como diagnóstico diferencial da hiperplasia adrenal congênita: relato de caso

Pseudohypoaldosteronism type 1 as differential diagnosis of congenital adrenal hyperplasia: case report

Barbara Neffá Lapa e Silva; Cleo Bragança Cardoso Tammela; Maria Emmerick Gouveia; Camila Medeiros de Almeida; Fernanda Cristina de Carvalho Garcia; Miguel Luis Graciano; Valeria Schincariol; Luciano Abreu de Miranda Pinto

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº1, p34-37, Fevereiro 2017

Resumo

OBJETIVO: expor os aspectos clínicos e a abordagem do pseudo-hipoaldosteronismo tipo 1, por meio do caso de uma lactente jovem com distúrbio hidroeletrolítico, inicialmente diagnosticada com hiperplasia adrenal congênita.
DESCRIÇÃO DO CASO: este relato descreve o caso de uma lactente jovem, do sexo feminino, que apresentou episódio de desidratação refratária, hiponatremia e hipercalemia. Após extensa investigação, comprovou-se ser um quadro compatível com pseudo-hipoaldosteronismo tipo 1.
DISCUSSÃO: o pseudo-hipoaldosteronismo tipo 1 é uma síndrome rara de resistência aos mineralocorticoides caracterizada clinicamente, no período neonatal, por vômitos, desidratação e ganho pôndero-estatural insatisfatório. Os pacientes acometidos apresentam hiponatremia, hipercalemia e acidose metabólica associada a níveis elevados de aldosterona e renina no plasma. A forma sistêmica do pseudo-hipoaldosteronismo é a mais grave e os sintomas persistem por toda a vida. A forma renal tem apresentação clínica mais leve, com necessidade de suplementação de doses baixas de cloreto de sódio, com regressão dos sintomas no final do primeiro ano de vida.


Palavras-chave: Pseudo-hipoaldosteronismo. Hiperplasia suprarrenal congênita. Hiperpotassemia. Hiponatremia.

PSEUDOHIPOALDOSTERONISMO TIPO 1: ABORDAGEM CLÍNICA E A IMPORTÂNCIA DOS DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS NA INFÂNCIA

BÁRBARA SILVA (UFF); CLÉO TAMMELA (UFF); MARIA GOUVEIA (UFF); CAMILA ALMEIDA (UFF); FERNANDA GARCIA (UFF); MIGUEL GRACIANO (UFF); VALERIA SCHINCARIOL (UFF)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p78,  2016


Palavras-chave:

PSEUDOLITIASE BILIAR SECUNDÁRIA AO CEFTRIAXONE - UMA ENTIDADE A NÃO ESQUECER

MARIANA MIRANDA (SERVIÇO DE PEDIATRIA DO HOSPITAL DO ESPÍRITO SANTO DE ÉVORA, E.P.E. PORTUGAL); NÍDIA BELO (SERVIÇO DE PEDIATRIA DO HOSPITAL DO ESPÍRITO SANTO DE ÉVORA, E.P.E., PORTUGAL); RAQUEL COSTA (SERVIÇO DE PEDIATRIA DO HOSPITAL DO ESPÍRITO SANTO DE ÉVORA, E.P.E., PORTUGAL); PATRÍCIA MAIO (SERVIÇO DE PEDIATRIA DO HOSPITAL DO ESPÍRITO SANTO DE ÉVORA, E.P.E., PORTUGAL); SUSANA GOMES (SERVIÇO DE PEDIATRIA DO HOSPITAL DO ESPÍRITO SANTO DE ÉVORA, E.P.E., PORTUGAL); CARLA CRUZ (SERVIÇO DE PEDIATRIA DO HOSPITAL DO ESPÍRITO SANTO DE ÉVORA, E.P.E., PORTUGAL)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p93,  2016


Palavras-chave:

Pseudoparalisia de parrot: sífilis congênita em pronto atendimento de hospital em Volta Redonda (RJ)

Oliveira, I.V.D.; Torres, A.M.; Pereira, A.F.C.; Webhe, M.A.M.; Oliveira, H.C.C.; Lustosa, S.A.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p95, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O Sudeste constitui 49,7% dos 41.249 casos registrados de Sífilis Congênita entre 1998 e 2007, levando à desfechos negativos da gestação em aproximadamente 50 % dos casos com complicações precoces e tardias, apesar de grande mobilização para sua prevenção.
OBJETIVO: Descrição de caso sobre Pseudoparalisia de Parrot em pronto atendimento.
MATERIAL E MÉTODO: Lactente com 1 mês de vida,sexo masculino, 3 kg, deu entrada em pronto socorro público de Volta Redonda-RJ por irritação ao manipular membros superiores. Nascido de parto normal, 41 semanas, movimentos e reflexos preservados. A mãe realizou 4 consultas de pré-natal, VDRL positivo durante gestação, feito 3 doses de Penicilina Benzatina. Pai sem tratamento. Nenhuma investigação do neonato durante permanência em alojamento conjunto. Exame físico hipocorado 2+/4+, membros superiores com paresia e paralisia bilateralmente, edema periulnar simétricos, diminuição da força, diminuição do reflexo bicipital. Preensão palmar e Reflexo de Moro ausentes. Exames laboratoriais com seguintes resultados: Líquor mostrando glicose 56, proteína 146, VDRL 1/8, citometria (leuco 200; hemácias 140000), citologia (85% mononucleares; 17% polimorfonucleares). VDRL no sangue do lactente 1/512 e materno 1/16. Radiografia mostrando periostite bilateral e simétrica. Foi diagnosticado Neurossífilis e Pseudoparalisia de Parrot. Iniciou-se Penicilina Cristalina 100.000UI/kg por 14 dias, com melhora parcial dos movimentos no 3º dia. No 7º dia, houve melhora parcial de paresia do membro superior direito. No 9º dia o membro superior esquerdo realizava flexão. Os reflexos e força normalizaram-se. O Paciente obteve alta no 14º dia de internação com melhora total,. O lactente continua em acompanhamento ambulatorial.
RESULTADOS: Dentre as manifestações de Sífilis Congênita, a Pseudoparalisia de Parrot é observada em 16% dos casos, caracterizada por periostite com dor à movimentação ativa ou passiva dos membros, principalmente superiores, havendo irritabilidade e imobilidade.
CONCLUSÃO A Sífilis, com aumento de incidência nos países em desenvolvimento, reflete falhas no controle das DSTs, programas de pré-natal e execução dos protocolos pelas maternidades, como demonstrado pelo relato. Destaque evolutivo da Pseudoparalisia de Parrot e, ainda, Neurossífilis.

 

Responsável
NATHALIA MARINHO FERREIRA


Palavras-chave:

Ptiríase Liquenóide e Varioliforme Aguda (PLEVA) - relato de caso

Trevisan, P.L.; Kiatkoski, K.C.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p63, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: PLEVA é uma dermatose rara de etiologia desconhecida, com predomínio na infância. Caracteriza-se inicialmente por lesões papulares que evoluem rapidamente para pseudovesículas com necrose central e que podem causar ou causam cicatrizes varioliformes.
OBJETIVO: Este trabalho tem como objetivo descrever a ocorrência desse evento num escolar e sua evolução clínica.
MATERIAL E MÉTODO: E.F.L., escolar, 9 anos, previamente hígido, deu entrada no SPA com lesões de pele em todo corpo, do tipo pápulas semelhantes a picada de mosquito, inicialmente tratadas como escabiose sem melhora do quadro. No momento da admissão havia, além de pápulas , bolhas e algumas crostas, com conteúdo purulento. Foi solicitado parecer da dermatologia que não estabeleceu diagnóstico para o quadro, e prescreveu cefalexina e pasta d'água. Com piora do aspecto das lesões o paciente retornou ao ambulatório onde foi levantada hipótese diagnóstica de PLEVA e prescrito medicamento tópico e antialérgico. Dez dias depois, apresentou febre e infecção cutânea secundária, então optou-se pela internação hospitalar para melhor investigação do quadro. A partir daí, foi iniciado tratamento com Amoxicilina com Clavulanato, o que foi substituido por sulfametozaxol com trimetropin cinco dias depois, desencadeando melhora significativa das lesões.
RESULTADOS: Resultado da biópsia compatível com psoríase e ptiríase liquenoide aguda. Demais exames laboratoriais sem alterações.
CONCLUSÃO Esta enfermidade, também denominada de Doença de Mucha-Habbermann, sugere ser uma resposta imune atípica em indivíduos suscetíveis a certos antígenos, como agentes infecciosos e drogas ou desordem linfoproliferativa que podem associá-la com linfomas de células T, doença de Hodgkin e outros linfomas. Os principais diagnósticos diferenciais são papulose linfomatóide, erupção por uso de algumas substancias químicas, reação a artrópodes, vasculite cutânea ou varicela. Não existe protocolo terapêutico, podendo ser usado antimicrobianos orais pelo seu efeito modulador, cortícóides tópicos, fototoerapia e, em casos mais severos, corticóides sistêmicos e metrotexate.

 

Responsável
KELLY CRISTINE KIATKOSKI


Palavras-chave:

Puberdade precoce

Izabel Calland Ricarte Beserra

Revista de Pediatria SOPERJ - V.12(supl 1), Nº1, p62-67, Agosto 2011

Resumo

A puberdade é uma fase de desenvolvimento físico, mental e social extremamente sensível para meninas e meninos. O conhecimento do seu curso é necessário já que qualquer desvio do normal, embora possa ser visto com grande ansiedade pelo jovem paciente, pode representar tanto uma variante normal como uma patologia do desenvolvimento puberal.
O médico deve ser capaz de proporcionar ao jovem paciente informações precisas e conduzi-lo através do processo da puberdade de uma maneira tranquilizadora. E se uma variante normal está presente, o médico pode ajudar o paciente e seus pais, orientando-os.
Raramente há necessidade de uma avaliação diagnóstica demorada e cara. Já se o desenvolvimento da puberdade é patológico, a causa do distúrbio deve ser encontrada através da realização de exames diagnósticos específicos e o tratamento específico iniciado.


Palavras-chave:

Puberdade Precoce Periférica: Relato de Caso

Lombardi P.I.M.L.; Oliveira V.F.; Guerra, I.P.; Navi, N.P.; Cestari, A.B.C.S.; Santos, L.P.B.; Jesus, L.E.; Conceição, J.S.; Soares, V.K.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p31, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A puberdade precoce é definida pelo aparecimento de caracteres sexuais secundários antes dos 8 anos de idade nas meninas. Pode ser periférica ou central, se o estímulo hormonal partir do sistema nervoso central ou de outras áreas do organismo, respectivamente. A investigação diagnóstica deve ser exaustiva e rápida. Apresentamos um caso de puberdade precoce periférica tratado na pediatria do Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP).
OBJETIVO: Descrever a apresentação e a evolução clínica de um caso de puberdade precoce periferica por tumor de células da granulosa.
MATERIAL E MÉTODO: Sexo feminino, 5 anos, 21 kg, estatura 1,11 m. História pregressa sem alterações. Nos últimos 3 meses, notou aumento das mamas e pilificação pubiana (Tanner M3/P2). Apresentou 2 episódios de metrorragia nos últimos 2 meses. Apresentava massa no quadrante inferior direito abdominal, móvel, endurecida, irregular, indolor, com aproximadamente 12 cm de diâmetro, identificada como ovário em exame de ultrasonografia. Mostrava FSH, LH, SDHEA, testosterona séricos normais para a idade e aumento do estradiol e progesterona séricos. Foi ressecado tumor ovariano sólido-cístico à direita. Não foram evidenciadas ascite ou metástases intra abdominais. Exame histopatológico identificou tumor de células da granulosa Evoluiu satisfatoriamente com normalização dos níveis de estradiol e progesterona após 30 dias da ressecção. Caracterizado o estágio 1.
RESULTADOS: Os exames são compatíveis com puberdade precoce de origem periférica causada por tumor de ovário produtor de estrógeno. O principal deles é o tumor de células da granulosa, muito incomum com aproximadamente 60 casos descritos na literatura.
CONCLUSÃO A puberdade precoce periférica possui múltiplas causas. A anamenese é fundamental para estabelecer suspeitas: a presença de massa abdominal sugere a possibilidade de tumor ovariano. O tumor de células da granulosa é tratado por meio de ooforectomia unilateral. No caso de tumores avançados (> estágio 1), é necessária a quimioterapia complementar.

 

Responsável
CHARLES ALMEIDA DA LUZ


Palavras-chave:

Puericultura: passado e presente para construir o futuro

Aranda, R.M.M.C.; Albernaz, A.L.G.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p101, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Conhecer a história é fundamental para aperfeiçoar o presente e criar bases para o futuro. Desde a sua origem, no fim do século XIX, até os dias atuais, a puericultura incorporou características próprias de cada momento e local em que foi praticada.
OBJETIVO: Resgatar a história da puericultura e da atenção à criança no Brasil.
MATERIAL E MÉTODO: Procedeu-se a revisão da literatura por meio de busca nos bancos de dados LILACS, MEDLINE e ScIELO, e seleção de artigos relacionados ao tema.
RESULTADOS: A puericultura sofreu mudanças significativas nos últimos anos. Antes era um conjunto de noções e técnicas sobre cuidados de higiene, nutrição e disciplina de crianças pequenas, que era passado de mãe para filha ao longo dos tempos. Após a apropriação pela pediatria geral, transformou-se em ciência, com aplicações baseadas em evidências cientificas modulada pelas boas práticas em saúde.
CONCLUSÃO Observa-se que a puericultura interage com aspectos sociais, econômicos e culturais. A promoção da saúde, baseada na proposta da atenção integral ao indivíduo, faz da pediatria geral uma prática médica capaz de prevenir, tratar doenças e incentivar a autonomia. O pediatra geral precisa cada vez mais ter consciência do seu papel como educador e formador de opinião, aproximando-se da sociologia e antropologia, além dos conhecimentos biomédicos e evidências cientificas. É necessário, ainda, conhecer o cenário no qual está inserido a fim de pensar criticamente e ter uma atuação que busque o melhor para cada paciente em sua individualidade.

 

Responsável
PASCALE GONÇALVES MASSENA


Palavras-chave:

Quadro de esteatose hepática em lactente. Tratamento homeopático como opção segura

Barbas, D.S.; Cabo, D.J.V.; Magalhães, J.Q. Carillo, R.Jr.; Hall, L. Xavier M.F.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p90, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Queixa principal no prontuário pediatrico das unidades ambulatoriais da rede SUS e Unifoa

Torres MVN; Silva ICM; Meirelles RMS

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p10, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Rabdomioma cardíaco associado a esclerose tuberosa: relato de caso

Maraisa Fachini Spada; Débra Veiga Coutinho; Martin Drolshager; Ana Letícia Aquino Aranha; Cecília Teixeira de Carvalho; Eliane Lucas

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p80, Dezembro 2012


Palavras-chave:

RABDOMIOMA- TUMOR CARDÍACO BENIGNO NA INFÂNCIA

FERNANDA MARIA CORREIA FERREIA LEMOS (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); ELIANE LUCAS (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); JULIANE R. DE SOUSA (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); CECÍLIA TEIXEIRA CARVALHO (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); LIDUÍNA ISABELA ALBERTO REBOUÇAS DE CARVALHO ALMEIDA (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); THAMIRIS VIEIRA RODRIGUES (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); FERNANDA VASCONCELLOS VALLE DEMIDOFF (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); RAFAEL PIMENTEL CORREIA (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); PATRICIA CORREIA ANTUNES DE PAIVA (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO); DIOGO PINOTTI (HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p45,  2016


Palavras-chave:

RÂNULA E O DIAGNÓSTICO PRECOCE PARA O PEDIATRA GERAL

CAROLINA PINHEIRO DE ARAUJO (HOSPITAL MUNICIPAL DA PIEDADE); RAMONA ALESSANDRA SOUZA DA SILVA (HOSPITAL MUNICIPAL DA PIEDADE); BEATRIZ ARAUJO DA COSTA SOFFE (HOSPITAL MUNICIPAL DA PIEDADE); MARCOS ANDRÉ GIFFONI DA SILVA (HOSPITAL MUNICIPAL DA PIEDADE); NATHASSIA DE PAULA SOUSA DE SÁ (HOSPITAL MUNICIPAL DA PIEDADE); DANIELE DE AZEVEDO LEMOS BRITO (HOSPITAL MUNICIPAL DA PIEDADE)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p170,  2016


Palavras-chave:

RASH MALAR E FRAQUEZA MUSCULAR EM PRÉ-ESCOLAR DE INÍCIO NO PRIMEIRO ANO DE VIDA

ALINE MASIERO (IPPMG/UFRJ); JULIA VITOR (IPPMG/UFRJ); TATIANA VILLAMAYOR (IPPMG/UFRJ); VIVIAN OLIVEIRA (IPPMG/UFRJ); MARTA RODRIGUES (IPPMG/UFRJ); FLAVIO SZTAJNBOK (IPPMG/UFRJ); ADRIANA FONSECA (IPPMG/UFRJ); ROZANA GASPARELLO (IPPMG/UFRJ); CHRISTIANNE DINIZ (IPPMG/UFRJ); SHEILA DE OLIVEIRA (IPPMG/UFRJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p196,  2016


Palavras-chave:

Razões para brincar

Márcia de Oliveira Gomes Gil

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº3, p4-5, Outubro 2017


Palavras-chave:

Reação à vacina BCG em crianças HIV+

Coelho, A.C.C.S.; Barboza, N.S.; Rubini, N.P.M.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p118, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: No Brasil, devido à alta prevalência de tuberculose, crianças com exposição vertical ao HIV, apesar do risco de reação adversa, devem receber a vacina BCG ao nascimento, conforme o calendário básico de vacinação.
OBJETIVO: Descrever dois casos de reação à vacina BCG em crianças HIV+/AIDS.
MATERIAL E MÉTODO: Caso 1: T.P.Q., DN: 03/11/2007, sexo feminino, infecção HIV/Aids por transmissão vertical, início dos sintomas aos 2 meses e diagnóstico aos 4 meses, classificação C3, aplicação de BCG ao nascimento e reação adversa regional aos 6 meses, consistindo abcesso de aproximadamente 3 cm de diâmetro em linha anterior da axila direita, drenando coleção purulenta, bordas hiperemiadas e disseminação linfática. Foi realizada drenagem e tratamento com isoniazida + rifampicina + etambutol. Evoluiu com boa resposta e, atualmente, está assintomática, com CD4 = 2.329 céls/mm3 e carga viral indetectável. Caso 2: M.G.A., DN: 15/05/2005, sexo feminino, infecção HIV/Aids por transmissão vertical, com inicio dos sintomas e diagnóstico aos 2 meses, classificação C3, aplicação de BCG ao nascimento e reação adversa regional aos 6 meses , consistindo nódulo bilobulado em região infra-axilar anterior direita com edema, vermelhidão, livre, móvel, não dolorido à palpação e de consistência semidura. Foi realizada drenagem e tratamento com isoniazida + rifampicina + etambutol. Evoluiu com boa resposta e, atualmente, está assintomática, com contagem de CD4 = 1.424 céls/mm3 e carga viral indetectável.
RESULTADOS: Os casos relatados ressaltam o risco de reação adversa ao BCG em lactentes infectados pelo HIV com imunodepressão grave. Ambas pacientes apresentaram boa resposta ao tratamento e boa evolução.
CONCLUSÃO Considerando que ocorrência de reação adversa ao BCG em lactentes com infecção pelo HIV um evento raro, a tuberculose endêmica no país e principal coinfecção em crianças/adolescentes com infecção pelo HIV, os benefícios da vacinação com o BCG ao nascimento superam os riscos de eventos adversos.

 

Responsável
RAFAELA MENDES DE ALMEIDA ARAÚJO


Palavras-chave:

REAÇÃO ADVERSA A BCG:RELATO DE TRÊS CASOS DE LINFADENITE ATENDIDOS EM AMBULATÓRIO DE REFERÊNCIA

ADRIANA PAIVA DE MESQUITA (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); SOLANGE GONÇALVES DAVID DE MACEDO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); DANIELA RABELLO FRANCO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); PRISCILLA FILIPPO ALVIM DE MINAS SANTOS (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); CRISTIANE BARRETO GONÇALVES.S. CARVALHO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); NATALIA BARBOZA GOMES (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); ALINE DE SOUZA MENDES (HOSPITAL MUNCIPAL JESUS); JULIANA SILVEIRA BARRETO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); DAVISSON SACRAMENTO TAVARES (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); CARLOS MUYLART TORRICO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p185,  2016


Palavras-chave:

Reanimação Neonatal

José Dias Rego

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13, Nº2, p10-13, Dezembro 2012


Palavras-chave:

RECÉM-NASCIDO A TERMO SAUDÁVEL DE GESTAÇÃO COM MOLA PLACENTÁRIA

HELENA MARTINS BENVENUTO LOURO BERBARA (UFRJ); MARCELLA CORRÊA NETTO MENDES (UFRJ); DÉBORA RABELO (UFRJ); MARIA AMÉLIA SAYEG PORTO (UFRJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p145,  2016


Palavras-chave:

RECIDIVA DE HIPEREOSINOFILIA EM PACIENTE COM TOXOCARÍASE

JOVARCI MOTTA (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); CAROLINA DE OLIVEIRA CAVALCANTI ASSUMPÇÃO (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); MARIA EMMERICK GOUVEIA (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); INGRID DAVID MARIN GIULIANI (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); ADRIANA PINTO DE OLIVEIRA DUTRA LABUTO (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); AISHA HORTA VASSEM OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); RODOLFO FERNANDES LOPES DA SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); BRUNNA ARENÁZIO PERES SILVA (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); BRUNO COUTINHO DE OLIVEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE); MÁRCIA ANTUNES FERNANDES (UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p124,  2016


Palavras-chave:

Reconstrução cônica tricúspide em lactente com diagnóstico fetal de anomalia de Ebstein e atresia pulmonar

Medeiros T.R; Souza L; Lima L.L; Pereira S.J; Souza A.L.A.G; Torbey A.F.M

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p43, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Rede Cegonha: acompanhamento de mães adolescentes e seus bebês em hospital público do Rio de Janeiro

Rede Cegonha: monitoring of teenagers mothers and her babies in a public hospital in Rio de Janeiro

Danillo Gonçalves de Barros; Olga Maria Bastos; Ana Cláudia Mamede Wiering de Barros

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº1, p21-28, Fevereiro 2017

Resumo

OBJETIVO: análise de indicadores materno-infantis relacionados à Rede Cegonha em hospital público do Rio de Janeiro.
MÉTODOS: estudo retrospectivo dos prontuários de gestantes adolescentes e seus bebês, por meio de questionário estruturado.
RESULTADOS: a maior parte das adolescentes morava com o companheiro, possuía Ensino Fundamental completo e frequentava escola. O pré-natal foi adequado na maioria das pacientes. As intercorrências mais relatadas foram: gemelaridade, toxoplasmose, infecção pelo HPV e/ou HIV. O índice de cesáreas foi elevado. Em relação aos bebês, a maioria nasceu com boa vitalidade e adequados para a idade gestacional. As principais complicações foram: malformação fetal, prematuridade, sofrimento fetal e infecções congênitas. A taxa de aleitamento materno exclusivo por seis meses foi baixa. A maioria manteve acompanhamento ambulatorial no hospital de nascimento e obteve crescimento e desenvolvimento adequados, além da caderneta de vacinação atualizada.
CONCLUSÃO: a Rede Cegonha permite a captação precoce das adolescentes através do acesso facilitado ao pré-natal, minimizando o risco de complicações evitáveis e facilitando vínculo entre a mãe e o profissional, com consequências positivas para o bebê por meio de melhor acompanhamento deste no serviço de saúde.


Palavras-chave: Gravidez na adolescência. Saúde materno-infantil. Saúde da criança. Saúde do adolescente.

Refletindo sobre Disciplina Infantil: Ampliando Linhas de Cuidado em Parceria com a Clientela

Conceição, L.V.; Moura, A.T.M.S.; Rafael, R.M.R.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p22, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A violência familiar contra a criança é considerada um problema de saúde pública, e a necessidade de uma abordagem diferenciada no âmbito da saúde já é consenso. Os serviços fazem parte da rede necessária na condução dos caso,s e a participação ativa dos usuários pode ser um diferencial na construção da linha de cuidado nessas situações complexas.
OBJETIVO: Refletir com pais de crianças atendidas no ambulatório de pediatria sobre os métodos de disciplina e as etapas de desenvolvimento infantil.
MATERIAL E MÉTODO: Realizada atividade de sala de espera, previamente agendada e com duração de aproximadamente 40 minutos. A dinâmica incluiu diferentes momentos: reflexão sobre o conhecimento de aspectos do desenvolvimento infantil, leitura de casos cotidianos que demandam ações disciplinares e discussão sobre a melhor conduta a ser tomada na situação descrita. Participaram cerca de 15 responsáveis. Ao final da atividade foi distribuído material instrutivo, além de breve questionário para avaliação, sendo abordada a importância de relacionar as ações da criança com seu estágio de desenvolvimento.
RESULTADOS: Algumas participantes preferiram permanecer como espectadoras e não participaram ativamente da discussão. O conhecimento sobre o desenvolvimento infantil foi bastante variado, bem como as opiniões sobre os métodos de disciplina a utilizar em situações corriqueiras. A maioria opinou sobre ações de disciplina não violenta, como, por exemplo, conversar, orientar e colocar de castigo. As participantes relataram possíveis causas para o comportamento inadequado das crianças, como a superproteção e a influência negativa de pessoas próximas.
CONCLUSÃO Todas as participantes qualificaram a atividade como positiva, sendo identificado o desconhecimento sobre os marcos de desenvolvimento infantil. Foi possível verificar a importância desse conhecimento para promover melhor relação familiar, compreendendo as atitudes dos filhos no cotidiano. Contemplar a participação dos usuários na construção do cuidado pode ser um diferencial na assistência oferecida, possibilitando a individualização das ações desenvolvidas em parceria.

 

Responsável
ANNA TEREZA MIRANDA SOARES DE MOURA


Palavras-chave:

Regressão de aneurisma de coronária na doença de Kawasaki

Vitor, J.M.G; araújo, P.A; Geisel, N.R; Silva, C.T.F; Soffe, B.A.C

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p60, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A doença de Kawasaki (DK) é uma vasculite que acomete vasos de pequeno e médio calibres, sendo a principal causa de cardiopatia adquirida na infância nos países desenvolvidos.
OBJETIVO: Mostrar a importância do tratamento precoce e acompanhamento dos pacientes com diagnóstico de DK.
MATERIAL E MÉTODO: M.A.S, 8 meses, sexo masculino, internado com Histórico de febre alta (7º dia) e exantema maculopapular generalizado. Apresentava-se irritado, com fácies de sofrimento agudo, hiperemia labial e conjuntival, discreto exantema generalizado, eritema palmar bilateral e febre alta. Como apresentava cinco critérios para DK, foram iniciadas Imunoglobulina e Aspirina em dose anti-inflamatória resultando no desaparecimento da febre e na melhora do estado geral, evoluindo posteriormente com descamação de mãos e pés. Após a realização de um Ecocardiograma, foi evidenciado dilatação no óstio da coronária esquerda. Recebeu alta no 9º dia de internação e, como mantinha provas de atividade inflamatórias elevadas, optou-se pela manutenção da Aspirina em dose anti-inflamatória, que foi posteriormente reduzida para dose antiagregante plaquetária, após normalização laboratorial. Manteve-se acompanhamento na Reumatologia e Cardiologia pediátricas, com realização de ecocardiogramas sequenciais e, nove meses após o diagnóstico de DK, observou-se a regressão do aneurisma de coronária.
RESULTADOS: A DK é uma doença aguda que apresenta evolução benigna e autolimitada, com exceção das alterações cardíacas que podem ser permanentes e progressivas. No entanto, cerca de 50% dos aneurismas regridem dentro de 1 a 2 anos, atentando para o tratamento adequado na fase aguda, manutenção do uso de aspirina e seguimento a longo prazo de todas as crianças.
CONCLUSÃO Este relato objetiva destacar a importância do seguimento rigoroso dos pacientes que tiveram diagnóstico de DK, sendo recomendado o acompanhamento cuidadoso desses pacientes, mesmo daqueles que não tiveram diagnóstico de aneurismas, pois existe a possibilidade de persistirem com alguma disfunção endotelial e risco de aterosclerose prematura.

 

Responsável
JÚLIA MARIA GOMES VITOR


Palavras-chave:

Relação entre malignidade e FAN positivo

Pessin, Priscilla Costa Pereira; Goldenzon, Andrea Valentim; Rodrigues, Marta Felix; Jorge, Priscila Bibiano Azevedo; Pessin, Larissa Costa Pereira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p69, Dezembro 2012


Palavras-chave:

RELATO DE CASO - OTALGIA E DEAMBULAÇÃO: IMPORTÂNCIA DAS MANIFESTAÇÕES NA PÚRPURA DE HENOCH-SCHÖNLEIN

CAROLINA DIAS (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); CAMILA BRITO (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); MARINA OMENA (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p195,  2016


Palavras-chave:

RELATO DE CASO : APRESENTAÇÃO ATIPICA DE INTUSSUSCEPÇÃO INTESTINAL EM LACTENTE

VIVIANE ROSA (HOSPITAL BARRA DOR); LUIZA BREDER (HOSPITAL BARRA DOR)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p62,  2016


Palavras-chave:

Relato de Caso de Adolescente com Arterite de Takayasu Associada à Tuberculose Ganglionar

Aquino, J.H.W.; Barreto, R.; Castiglione, A.A.; Cortezzi, P.; D´Abreu, H.C.; Lima, F.B.; Masiero, A.; Rebouças, L.I.; Santos, J.L.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p38, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Arterite de Takayasu é uma doença inflamatória idiopática, crônica e progressiva, que afeta artérias de grande e médio calibre, especialmente a aorta, seus principais ramos e as artérias pulmonares e coronárias, com elevada morbidade.
OBJETIVO: Discutir o diagnóstico de arterite de Takayasu associada à tuberculose ganglionar em adolescente.
MATERIAL E MÉTODO: Adolescente do sexo feminino, 13 anos, encaminhada da Estratégia de Saúde da Família do Município do Rio de Janeiro ao Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), apresentando adenomegalias em cadeia cervical posterior direita há 7 meses, além de hipertensão, cefaleia incapacitante e emagrecimento. Relatou história prévia de AVE e tuberculose ganglionar. Ao exame físico, apresentou assimetria de pulsos radiais e de pressão arterial entre os membros superiores. Investigação complementar com exames de imagem confirmou o diagnóstico de arterite de Takayasu, associada à tuberculose ganglionar, diagnosticada por biópsia.
RESULTADOS: É relevante destacar que a arterite de Takayasu é a terceira causa de vasculite na infância e na adolescência. A faixa etária de maior incidência dessa doença situa-se em menores de 20 anos, com elevada morbidade, sendo responsável por mais da metade dos casos de hipertensão renovascular em indivíduos jovens. Além disso, deve-se destacar a já descrita associação da arterite de Takayasu à tuberculose, doença infecciosa de grande prevalência no Rio de Janeiro.
CONCLUSÃO Este caso possibilitou uma reavaliação crítica sobre a importância da anamnese e do exame físico minuciosos, visto que as histórias da doença atual e patológica pregressa apresentaram indícios de uma doença sistêmica em evolução, com importantes sinais ao exame físico.

 

Responsável
ELISA BARROSO DE AGUIAR


Palavras-chave:

Relato de caso de adolescente com síndrome nefrótica secundária a sífilis adquirida

Meyer, V.M.C.; Cleto, T.L.; Mello, M.E.R.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p62, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A sífilis é uma doença ainda comum no Brasil, que apresenta uma gama de apresentações, dentre elas neurológicas, cardiológicas, renais, cutâneas, esqueléticas.
OBJETIVO: Discutir o diagnóstico de um raro caso de síndrome nefrótica secundária a lues adquirida em adolescente.
MATERIAL E MÉTODO: Adolescente do sexo feminino, 12 anos, encaminhada da Unidade de Pronto Atendimento do município do Rio de Janeiro ao Hospital Universitário Pedro Ernesto, apresentando há uma semana quadro de epigastralgia, edema periorbitário que evoluiu para anasarca, aparecimento de lesões maculopapulares hiperemiadas e pruriginosas em membros superiores, tronco e membros inferiores, além de adinamia sem febre. Seu exame de sumário de urina revelava proteinúria 4+, além de hematúria 1+. Exames laboratoriais revelavam hipoalbuminemia, além de hipertrigliceridemia, preenchendo critério para síndrome nefrótica. A pesquisa de sorologias se mostrou positiva para sífilis (TPHA positivo e VDRL 1:64) e outras causas infecciosas foram descartadas, fechando o quadro como sífilis secundária com acometimento cutâneo e renal. Foi feito o tratamento com Penicilina Benzatina e rapidamente houve resolução completa do quadro.
RESULTADOS: A manifestação renal mais frequente relacionada à sífilis é a proteinúria isolada. Casos de síndrome nefrótica não são comumente observados na faixa etária dos adolescentes, e poucas vezes estão associados à sífilis. E na maioria dos casos, o uso da Penicilina Benzatina causa resolução completa do quadro, sendo que alguns casos, essa resolução pode ocorrer de forma espontânea.
CONCLUSÃO A vasta amplitude de sintomas que podem ser causadas pela sífilis muitas vezes dificultam ou postergam sua suspeita e diagnóstico. Este caso, apesar de incomum, reforça como, é necessário lembrar da sífilis e de outras doenças infecciosas como causa de síndrome nefrótica na adolescência.

 

Responsável
KARINE BAHRI DE OLIVEIRA PENNA


Palavras-chave:

Relato de caso de bronquiolite obliterante pós-infecciosa

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p69, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A Bronquiolite Obliterante (BO) é uma síndrome clínica caracterizada pela obstrução crônica das pequenas vias aéreas. Várias causas desta enfermidade já foram descritas, sendo as mais comuns as de etiologia viral. O presente trabalho é um relato do caso de um paciente de 5 anos de idade diagnosticado com tal patologia e tratado pela Pneumologia Pediátrica.
OBJETIVO: O paciente deste relato apresentou infecções respiratórias de repetição desde o seu nascimento. Além das manifestações clínicas de caráter crônico, como baixo ganho ponderal, apresentou achados radiológicos, tomográficos e cintilográficos compatíveis com quadro de Bronquiolite Obliterante Pós-Infecciosa. Acompanhado desde 2013 pela Pneumologia Pediátrica, apresentou melhora expressiva de sua sintomatologia com o uso de corticoide oral, associado à broncodilatador beta 2 agonista oral e de corticoide inalatório
MATERIAL E MÉTODO: Uma breve revisão da escassa literatura sobre essa patologia revela que seu diagnóstico é baseado em critérios clínico-tomográficos. Clinicamente observam-se sintomas respiratórios que reaparecem após melhora inicial do quadro infeccioso de vias aéreas. A Radiografia de tórax pode mostrar poucos sinais específicos, sendo observadas áreas de espessamento peribrônquico. Na TC de tórax observa-se a perfusão em mosaico. Na Cintilografia, as alterações são inespecíficas, mas valiosas na avaliação da extensão e da gravidade do quadro. O tratamento consiste em medidas de suporte normalmente associadas ao uso de corticoterapia contínua ou em pulsoterapia broncodilatadores e antibioticoterapia, nos casos de agudização do quadro.
RESULTADOS: O tratamento da BO ainda não foi estabelecido universalmente. Faltam estudos para definir o papel dos corticoides, bem como sua capacidade de impedir a progressão da doença. Os broncodilatadores têm indicação empírica e não têm seu uso bem definido.
CONCLUSÃO Não existe consenso sobre o período de uso, a forma de administração, bem como evidências sobre resultados da terapia com corticoides inalatórios ou sistêmicos, sendo fundamentais relatos de casos com tratamento eficaz para construção de futuros protocolos.

 

Responsável
LIGIA OLIVEIRA DE ALMEIDA


Palavras-chave:

RELATO DE CASO DE LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO: UM DESAFIO NO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DA SÍNDROME HEMOLÍTICO URÊMICA NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA

ALICIA ROSAS (HFL); MARILIA MARTINS (HFL); ANA LUISA PENA (HFL); AMANDA MALIKI (HFL); HÉLIA PEDRO (HFL)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p193,  2016


Palavras-chave:

Relato de caso de sífilis congênita precoce sistêmica

Takano, O.A.; Nadaf, M.I.V.; Lima, L.; Zaitune, M.A.; Sandrin, C.E.O.G.; Torres, F.V.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p61, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A sífilis congênita (SC) é o resultado da disseminação do espiroqueta no feto, via placentária, da gestante infectada não-tratada, ou inadequadamente tratada para o seu concepto.
OBJETIVO: Descrever sinais e sintomas de um caso precoce de SC.
MATERIAL E MÉTODO: Tercigesta, 21 anos, com partos normais e saudáveis, realizou 7 consultas de pré-natal, sorologias com 28 semanas demonstrando VDRL positivo com titulação de 1/8. No parto foi realizado teste rápido de HIV que apresentou não reagente não e VDRL materno de 1:64, sem tratamento prévio. O RN com VDRL no sangue periférico de 1/64. O pré- termo foi de 36 semanas e 5 dias, parto normal, APGAR 7 e 8, Peso de nascimento: 2.135 g, comprimento: 43 cm, Perímetro Cefálico: 30 cm, perímetro torácico: 28 cm e perímetro abdominal: 29 cm. Palidez cutâneo-mucosa, cianose de extremidades, petéquias em face e tronco, sufusões hemorrágicas em transição de palato duro e mole, sem outros sangramentos evidentes, hepatimetria de 9 cm e baço a 4 cm do rebordo costal esquerdo. Genitália feminina com lesão de aspecto granuloso, consistência firme. Recebeu suporte intensivo neonatal e tratamento com penicilina cristalina. Apresentou hipoglicemia sintomática, hemorragia digestiva alta e cor anêmico. O exames revelaram anemia, leucocitose com predomínio de linfócitos, presença de atipia e plaquetopenia severa e proteína Creativa aumentada. Com 28 dias de vida VDRL sangue periférico 1/4 negativo no líquor.
RESULTADOS: Na SC precoce sintomática as lesões de pele com sufusões hemorrágicas variadas, descamação palmo plantar e condiloma plano peri orificial são comumente descritas, bem como a hepatomegalia isolada ou associada a esplenomegalia, a prematuridade e o baixo peso.
CONCLUSÃO A soroprevalência de Treponema pallidum entre as gestantes brasileiras é elevada, sendo a implementação de realização da testagem por ocasião do parto imperiosa na detecção de casos não abordados durante o pré-natal.

 

Responsável
KALLYNA BARBOSA RACOSKI


Palavras-chave:

Relato de caso de Síndrome da banda de constrição congênita

Gihana Larissa Silva Soares; Breno Maia Barbosa; Andrea Carla Gomes; Kleber Lopes; Débora Rosmaninho Coutinho de Melo; Andressa Rangel de Oliveira Lima

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p29, Dezembro 2012


Palavras-chave:

RELATO DE CASO: ASMA GRAVE DE DIFICIL CONTROLE

ADRIANA MESQUITA (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); PRISCILLA FILIPPO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); SOLANGE DAVID (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); DAVISSON TAVARES (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); CRISTIANE BARRETO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); CARLOS TORRICO (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); ARIANE MOLINARO VAZ DE SOUZA (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); DANIELA RABELLO (HOSPITAL JESUS); NATALIA BARBOZA GOMES (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p188,  2016


Palavras-chave:

Relato de caso: carcinoma epidermoide de nasofaringe em paciente pediátrico

Santos, L.P.B.; Soares, V.K.; Guerra, I.P.; Soares, M.V.; Cestari, A.B.C.S.S.; Souza, L.C.M.R.; Arbex, M.B.B.; Simões, P.F.; Fernandes, R.B.A.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p70, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Neoplasias de nasofaringe são raras na pediatria, porém graves. Caracterizam-se por sinais e sintomas inespecíficos, semelhantes a quadros infecciosos e alérgicos. O diagnóstico deve ser suspeitado na presença de linfonodomegalias cervicais uni ou bilaterais com características metastaticas ou refratárias à antibioticoterapia.
OBJETIVO: Alertar quanto ao raciocínio diagnóstico frente a massas cervicais.
MATERIAL E MÉTODO: T.V.F.S., sexo feminino, nove anos, previamente hígida, apresenta há 40 dias cefaléia, adinamia, anorexia e tumoração cervical bilateral, endurecida e dolorosa, de tamanho progressivo, refratária à antibioticoterapia. Ao exame: BEG, corada, afebril, obstrução nasal e roncos noturnos. Massa cervical posterior bilateral, aderida e pétrea, 4cm à direita e 2cm à esquerda, discreta dor à palpação, sem sinais flogísticos. Sem demais alterações. Hemograma normal, PCR e VHS discretamente aumentadas. Sorologias para TORCH e HIV negativas, PPD não reator. Videolaringoscopia: vegetações adenoideanas aumentadas, obstruindo 80% da via aérea. Tomografia cervical: Formação expansiva em parede retrofaríngea posterior invadindo seio esfenoidal, acentuada redução das colunas aéreas da naso e orofaringe. Biópsia: Carcinoma escamoso pouco diferenciado em tecido fibroso. Encaminhada ao INCA para quimiorradioterapia.
RESULTADOS: O carcinoma nasofaríngeo é uma neoplasia maligna epitelial correspondente a menos de 1% dos tumores em menores de 20 anos, todavia, porém, representa 1/3 das neoplasias nasofaríngeas nesta faixa etária. Frequentemente assintomático até surgirem metástases ganglionares cervicais, despertando atenção. Pode cursar com febre obscura, cefaléia, epistaxe, obstrução nasal, perda ponderal e hipoacusia. Diagnóstico é confirmado com PAAF de linfonodos cervicais e biópsia do tumor primário ou linfonodo metastático, geralmente em estágio avançado. O tratamento baseia-se em radioterapia e cirurgia e, nos casos avançados, quimioterapia concomitante. Diagnósticos diferenciais incluem adenopatias inflamatórias e infecciosas e malformações linfáticas e vasculares.
CONCLUSÃO Hipertrofia adenoideana está frequentemente associada à linfadenopatia cervical em crianças, dificultando o diagnóstico de carcinoma. Apesar de raro, deve ser suspeitado diante de massa cervical refratária à antibioticoterapia para tratamento precoce.

 

Responsável
LIVIA HONORATO COSTA FIRME


Palavras-chave:

RELATO DE CASO: DIAGNÓSTICO DE SÍNDROME DE WISKOTT-ALDRICH E SEUS FENÓTIPOS

LUDMILA ALVES MELGAÇO (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); PATRICIA CARVALHO BATISTA MIRANDA (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); AMANDA DONNER MALIKI (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); SIMONIDES RODRIGUES CARRIÇO (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); ANA PAULA NEVES BORDALLO (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p41,  2016


Palavras-chave:

Relato de caso: encefalomielite aguda disseminada (ADEM)

Morais, L.L.S; Fontinele, A.C.F; Torres, A.L.N; Arcoverde, B.C.L; Mendonça, M.S.C.; Fonseca, F.M.N.S.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p98, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Relato de Caso: Escolar com Forma Aguda de Paracoccidioidomicose

Magalhães, A.S.; Magalhães, L.O.S.; Rossi, A.P.; Sá, A.C.S.; Moreira, T.P.; Santana, M.S.; Souza, F.A.C.; Lima, A.R.O.; DAlmeida, D.G.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p42, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A paracoccidioidomicose (blastomicose sul-americana) é uma micose sistêmica causada pelo fungo Paracoccidioides brasiliensis, podendo se manifestar com lesões pulmonares, cutâneas, mucosas ou doença disseminada.
OBJETIVO: Relatar o caso de escolar que apresentou paracoccidioidomicose aguda.
MATERIAL E MÉTODO: Escolar, 9 anos, sexo masculino, apresentou febre há 20 dias, vômitos, colúria, inapetência, emagrecimento. Ao exame físico, constataram-se desidratação, linfadenomegalia generalizada, icterícia (+++/4+), hepatoesplenomegalia e lesões crostosas, principalmente a face e no dorso. Durante a internação hospitalar, foram solicitados exames laboratoriais que demonstraram anemia, leucocitose sem desvio para esquerda e alteração na função hepática (Gama-GT=765,5U/L, Fosfatase Alcalina=2.358,1U/L, TGO=97U/L, TGP=96U/L). A radiografia de tórax estava normal, mas a endoscopia digestiva alta revelou varizes esofágicas de fino calibre no terço inferior, sem sinais clínicos de hipertensão portal. Diante da amplitude diagnóstica, foram solicitadas sorologias para leishmaniose, esquistossomose, doença de Lyme e blastomicose. Todavia, devido à piora dos sintomas e à dificuldade para elucidação diagnóstica, foi realizada a biópsia de gânglio inguinal, diagnosticando paracoccidioidomicose. Após iniciado o tratamento com anfotericina B, a sorologia confirmou o diagnóstico como positiva apenas para paracoccidioidomicose.
RESULTADOS: A forma aguda (juvenil) ocorre em menos de 10% dos pacientes, sendo uma doença do sistema reticuloendotelial com disseminação generalizada para fígado, baço, linfonodos e medula óssea. O diagnóstico é feito por meio de culturas, mas em pacientes graves, pode ser obtido mais, rapidamente por biopsias de tecidos.
CONCLUSÃO O manejo terapêutico da paracoccidioidomicose deve, obrigatoriamente, incluir medidas de suporte às complicações clínicas associadas ao envolvimento de diferentes órgãos pela micose, além da terapêutica antifúngica específica. No caso do paciente acima, devido à gravidade do quadro, realizou-se tratamento com anfotericina B, geralmente utilizada em caso de doença disseminada e potencialmente fatal.

 

Responsável
FERNANDA APARECIDA COSTA DE SOUZA


Palavras-chave:

RELATO DE CASO: HEPATITE AUTOIMUNE TIPO I EM ADOLESCENTE DO SEXO MASCULINO

BRUNA ITAMI OHARA PIMENTA (UFF); ROGER DOMINGOS ALMEIDA (UFF); FLORA DE SOUZA BRAVO (UFF); BÁRBARA NEFFÁ LAPA E SILVA (UFF); ISABEL BUTTER AMIM (UFF); TAYNÁ GONTIJO DE CARVALHO (UFF); ALINE FALCI LOURES (UFF); MARCELLA DOMINGOS ALMEIDA (UFF); MAITÊ DOMINGOS ALMEIDA (UERJ); DANIELLE PLUBINS BULKOOL (UFF)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p94,  2016


Palavras-chave:

RELATO DE CASO: HIPERTRIGLICERIDEMIA COMO CAUSA DE PANCREATITE AGUDA EM CRIANÇA

MARCO AURÉLIO SALVADOR (HEINSG); ANDERSON MONTEIRO PEREIRA (HEINSG); ANDRÉ SILVEIRA LOSS (HEINSG); LEONARDO BITTENCOURT NOGUEIRA (HEINSG); DANDARA MOULIN PORTO (HEINSG); TATIANA ZANOTTI GUERRA ZAMPROGNO (HEINSG); NATÁLIA SANTOS BELISÁRIO (HEINSG); JULIANA NEVES FERREIRA (HEINSG); FLÁVIA MESQUITA GAVA (HEINSG)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p97,  2016


Palavras-chave:

RELATO DE CASO: HIPERURICEMIA NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA - MARCADOR DE RISCO CARDIOVASCULAR EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM EXCESSO DE PESO

CHRISTIANE HATEM COELHO (ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU EM ENDOCRINOLOGIA/UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - FCM/UERJ); MICHELE ALVES MEDEIROS (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS/UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - FCM/UERJ); MATEUS GARCIA TAVARES (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS/UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - FCM/UERJ); ISABEL REY MADEIRA (FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS/UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - FCM/UERJ); FERNANDA MUSSI GAZOLLA JANNUZZI (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO/UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - HUPE/UERJ); CECILIA NORONHA DE MIRANDA CARVALHO (INSTITUTO DE NUTRIÇÃO/UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INU/UERJ); CECILIA LACROIX DE OLIVEIRA (INSTITUTO DE NUTRIÇÃO/UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INU/UERJ); DIANA CARLA GIRARDI DE LIMA (PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS MÉDICAS/UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p82,  2016


Palavras-chave:

RELATO DE CASO: OSTEOMIELITE PÉLVICA POR PSEUDOMONAS EM CRIANÇA SAUDÁVEL

BÁRBARA SILVA (UFF); ADRIANA LABUTO (UFF); GUSTAVO CANDIDO (UFF); DANIELLE BULKOOL (UFF); MARIA CRISTINA PINTO (UFF)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p123,  2016


Palavras-chave:

Relato de caso: osteoporose como complicação de retocolite ulcerativa na infância

Faria Juliana; Ciambarella Viviane; Junqueira José César

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p18, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Relato de caso: púrpura de Henoch-Schönlein

Case report: Henoch-Schönlein purpura

Simone de Abreu Neves Salles; Juliana Aparecida Lemos da Silva; Larissa Verônica Kamarowski; Thaís de Albuquerque

Revista de Pediatria SOPERJ - V.18, Nº1, p23-27, Março 2018

Resumo

INTRODUÇÃO: a púrpura de Henoch-Schönlein, vasculite mais comum na infância, é mediada por depósitos de imunocomplexos de imunoglobulina A, podendo ser precedida por infecções respiratórias superiores.
OBJETIVO: relatar caso com distribuição cutânea atípica pelo acometimento da face e membros superiores e ausência de lesões nas nádegas que, junto aos membros inferiores, é o local em que as lesões purpúricas são mais comumente observadas.
DESCRIÇÃO DO CASO: M. D. X., 2 anos e 2 meses, masculino, história prévia recente de infecção do trato respiratório superior. Paciente apresenta dor abdominal, edema e lesões purpúricas bilaterais nos membros inferiores e superiores, além de presença de pápulas eritematosas na face. Ausência de lesões cutâneas nas nádegas e tronco. Laboratorialmente, presença de leucocitose e trombocitose. O exame histopatológico revelou infiltrado perivascular superficial e profundo com presença de eosinófilos, neutrófilos e leucocitoclasia com incipiente dano à parede vascular. A imunofluorescência direta identificou depósitos de imunoglobulina A nas paredes dos vasos superficiais. Foi internado, sendo necessário apenas tratamento sintomático. Apresentou evolução satisfatória do quadro, recebendo alta hospitalar para acompanhamento ambulatorial.
DISCUSSÃO: na púrpura de Henoch-Schönlein a manifestação clínica mais frequente é a púrpura palpável atrombocitopênica, que se localiza tipicamente nas nádegas e membros inferiores. É uma doença multissistêmica, podendo afetar, além da pele, outros órgãos, como intestino, articulações e principalmente rins. O curso, em geral, é benigno, autolimitado e monocíclico, necessitando apenas de tratamento de suporte clínico.


Palavras-chave: Púrpura de Schoenlein-Henoch; Vasculite; Criança; Infecções respiratórias.

Relato de caso: raquitismo hipofosfatêmico familiar em criança de 3 anos

Chalfun, D.; Cruz, G.N..; Amaro, F.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p16, Dezembro 2012


Palavras-chave:

RELATO DE CASO: TUBERCULOSE GANGLIONAR EM PACIENTE IMUNOCOMPETENTE

LUDMILA ALVES MELGAÇO (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); MARCELLA CORREA NETTO MENDES (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); ANA LUCIA MUNHOZ ALBUQUERQUE (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); AMANDA DONNER MALIKI (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); SYLVIO LEITE MONTEIRO FILHO (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); THALITA BRITO DANTAS (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); ALICIA OLIVEIRA ROSAS (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); MARÍLIA BEZERRA MAGALHÃES MARTINS (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA); ANA LUÍSA BATISTA PENA (HOSPITAL FEDERAL DA LAGOA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p135,  2016


Palavras-chave:

Relato de Caso: Tumor de Wilms em Recém-Nascido

Paranhos, I.R.; Simões, N.L.; Costa, L.R.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p53, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O tumor de Wilms (TW), também chamado de nefroblastoma, ocorre por um crescimento desordenado das células renais. O acometimento de recém-nascidos e adultos é muito raro. O prognóstico depende do diagnóstico histopatológico e do estadiamento da doença.
OBJETIVO: Avaliar os dados clínicos e compará-los com a literatura.
MATERIAL E MÉTODO: Neonato nascido de cesareana, a termo (CS = 38 semanas), gestação com pré-natal regular sem intercorrências no parto, APGAR 9 e 10, com peso de 2.530g, medindo 47cm e perímetro cefálico, torácico e abdominal 33, 32 e 34, respectivamente. Ao exame, apresentava-se ativo, reativo, com reflexos presentes e normais, eupneico, eucárdico, acianótico, fontanelas planas e normotensas e com boa perfusão periférica. Durante o primeiro dia de vida, o neonato apresentou icterícia neonatal colestática, zona III, +/4+, aumento de transaminases e redução de bilirrubinas. Ao palpar o abdômem, notou-se uma grande massa, foi solicitado exames de imagem, 24 horas após o nascimento, e constataram na TC presença de massa abdominal em flanco esquerdo e em fossa ilíaca esquerda que se estendia para a fossa ilíaca direita, com presença de obstrução intestinal. Além disso, na USG, observou-se aumento hepático e vesícula biliar contraída com paredes difusamente espessadas caracterizando a colestase neonatal. Paciente evolui para uma sepse com hemocultura positiva para MRSA e urocultura positiva para enterobacter e foi tratado com ampicilina e gentamicina por 7 dias e subsequentemente com vancomicina e amicacina por 10 dias. Foram realizadas nefrectomia total esquerda e biopsia hepática.
RESULTADOS: Na maioria dos relatos o paciente se encontra em bom estado geral. Aproximadamente 93% são de tumoração unilateral. Não há relato sobre a ligação entre a colestase neonatal e o TW. A nefrectomia total em acometimento unilateral é recomendada em todas as literaturas.
CONCLUSÃO Concluimos que o TW é raro em recém-nascidos e que a colestase neonatal complicou o quadro geral do paciente.

 

Responsável
ISABELA RAIMUNDO PARANHOS


Palavras-chave:

RELATO DE CASOS: PÉ TORTO CONGÊNITO E SUA IMPORTÂNCIA PARA O PEDIATRA

RAFAEL COUTINHO (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); JEFFERSON TOLEDO (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); RAFAELA IZZO (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); ANA VALE (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); TICIANA SIMÕES (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); LÍVIA ROSA (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); CARMEN ELIAS (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); MARÍLIA CORRÊA (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p166,  2016


Palavras-chave:

Renovar: muito mais do que um verbo. É uma ferramenta para novas ideias

Carlos Alberto Bhering

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13, Nº1, p3, Maio 2012


Palavras-chave:

Representações sociais da prematuridade e o contexto hospitalar. Rio de Janeiro, 2006

Carmen Lucia L. Ferreira Elias

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7 (supl 2), Nº2, p24, Outubro 2006


Palavras-chave:

Representações sociais da prematuridade e o contexto hospitalar. Rio de Janeiro, 2006

Carmen Lucia L. Ferreira Elias

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7, Nº2, p24, Outubro 2006


Palavras-chave:

Resumos

Revista de Pediatria SOPERJ - V.10(supl 1), Nº1, p8-79, Maio 2009


Palavras-chave:

Retardo de crescimento intrauterino, estado nutricional e fatores de risco para doença cardiovascular

Medeiros CB; Madeira IR; Bordallo MAN; Carvalho CNM; Gazolla FM; Ribeiro RMQ

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p44, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Revisão bibliográfica sobre o tratamento da coréia de Sydenham

A review of Sydenham's chorea treatment

Vinicius Castro Souza; Alexandra Prufer de Queiroz Campos Araújo; Charles André

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7 (supl 2), Nº2, p4-9, Outubro 2006

Resumo

INTRODUÇÃO: a coréia de Sydenham é uma manifestação maior da Febre Reumática e, ainda hoje, é a principal causa de coréia adquirida na infância no Brasil. Apesar de sua alta prevalência em nosso meio, as diversas opções terapêuticas disponíveis são ignoradas pela maioria dos médicos. Assim, torna-se relevante uma revisão sobre o tratamento farmacológico da coréia de Sydenham.
OBJETIVO: descrever as principais drogas que podem ser usadas para o tratamento da coréia de Sydenham, classificando-as por seus respectivos mecanismos de ação e enfatizando as principais evidências sobre eficácia e efeitos colaterais.
MÉTODO: revisão não sistemática da literatura médica nacional e internacional disponível no MEDLINE, por meio de busca no PUBMED, referentes aos anos de 1985 a 2005. As referências bibliográficas destes artigos serviram de base para seleção de outros artigos, anteriores a 1985 e disponíveis na biblioteca do CCS-UFRJ, que foram escolhidos por serem pioneiros no uso de determinadas medicações ou por serem citados várias vezes nos artigos mais recentes.
SÍNTESE DOS DADOS: Foram selecionados 39 artigos, a maioria do tipo série de casos, que nos permitiram classificar as opções terapêuticas da coréia de Sydenham em três grandes grupos, com base em seus mecanismos de ação: antagonistas dopaminérgicos; gabaérgicos; imunomoduladores.
CONCLUSÃO: Apesar das diversas opções terapêuticas no manejo da coréia de Sydenham, ainda sofremos com a carência de uma padronização cientificamente embasada do seu tratamento farmacológico. Tal fato dificulta a opção mais adequada entre as diferentes drogas, e permite que a multiplicidade de condutas que possa colocar estes pacientes em risco.


Palavras-chave: Coréia de Sydenham, Tratamento farmacológico, Antagonistas de dopamina, Ácido valpróico, Imunoterapia

Revisão bibliográfica sobre o tratamento da coréia de Sydenham

A review of Sydenham's chorea treatment

Vinicius Castro Souza; Alexandra Prufer de Queiroz Campos Araújo; Charles André

Revista de Pediatria SOPERJ - V.7, Nº2, p4-9, Outubro 2006

Resumo

INTRODUÇÃO: a coréia de Sydenham é uma manifestação maior da Febre Reumática e,ainda hoje,é a principal causa de coréia adquirida na infância no Brasil.Apesar de sua alta prevalência em nosso meio, as diversas opções terapêuticas disponíveis são ignoradas pela maioria dos médicos.Assim,torna-se relevante uma revisão sobre o tratamento farmacológico da coréia de Sydenham.
OBJETIVO: descrever as principais drogas que podem ser usadas para o tratamento da coréia de Sydenham, classificando-as por seus respectivos mecanismos de ação e enfatizando as principais evidências sobre eficácia e efeitos colaterais.
MÉTODO:
revisão não sistemática da literatura médica nacional e internacional disponível no MEDLINE,por meio de busca no PUBMED,referentes aos anos de 1985 a 2005.As referências bibliográficas destes artigos serviram de base para seleção de outros artigos,anteriores a 1985 e disponíveis na biblioteca do CCS-UFRJ, que foram escolhidos por serem pioneiros no uso de determinadas medicações ou por serem citados várias vezes nos artigos mais recentes.
SÍNTESE DOS DADOS:
Foram selecionados 39 artigos,a maioria do tipo série de casos,que nos permitiram classificar as opções terapêuticas da coréia de Sydenham em três grandes grupos, com base em seus mecanismos de ação: antagonistas dopaminérgicos; gabaérgicos; imunomoduladores.
CONCLUSÃO: Apesar das diversas opções terapêuticas no manejo da coréia de Sydenham, ainda sofremos com a carência de uma padronização cientificamente embasada do seu tratamento farmacológico.Tal fato dificulta a opção mais adequada entre as diferentes drogas, e permite que a multiplicidade de condutas que possa colocar estes pacientes em risco.


Palavras-chave: Coréia de Sydenham, Tratamento farmacológico, Antagonistas de dopamina,Ácido valpróico, Imunoterapia

Síndrome de Reiter em Adolescente: Relato de Caso

Fernandes, M.A.; Cardoso, C.A.A.; Fontoura, D.L.; Branco, L.G.; Cerqueira, L.F.; Prieto,V.A.P.; Firme, L.H.C.; Santos, L.P.B.; Luz, C.A.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p12, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Espondiloartropatias soronegativas incluem a artrite reativa, uma oligoartrite periférica asséptica associada a antecedente infeccioso extra-articular. Síndrome de Reiter consiste em subtipo raro de artrite reativa.
OBJETIVO: Relatar um caso de síndrome de Reiter em adolescente jovem.
MATERIAL E MÉTODO: G.M.S.B, 14 anos, sexo masculino, procurou emergência por dor articular, hiperemia conjuntival e lesões genitais indolores e não pruriginosas. Quadro precedido por disúria, diarreia, vômitos e febre. Atividade sexual recente, sem proteção. Ao exame: dor à mobilização do tornozelo esquerdo, joelho direito e articulação coxo-femural esquerda com sinais flogistícos, hiperemia conjuntival bilateral, lesões hipocrômicas, puntiformes e descamativas em prepúcio e glande peniana. Discreta leucocitose, PCR 9,2 e VHS 39. EAS com piúria e leucocitúria. Culturas (sangue, urina e fezes) negativas. Sorologias virais e TORCH negativas. Evoluiu com uretrite, piora das lesões penianas, das alterações oculares e da artrite. Histopatológico de lesão do prepúcio: balanite circinada. Não foi possível realização do antígeno HLA B27. Iniciado antibiótico para uretrite e AINES (naproxeno) pela persistência dos sintomas articulares. Evoluiu com melhora e alta hospitalar. Controle ambulatorial após 3 meses demonstrou regressão quase completa dos sintomas, apenas discreta dor à compressão das articulações sacroilíacas, sem limitar atividades habituais. Suspenso AINES e mantido acompanhamento ambulatorial.
RESULTADOS: Síndrome de Reiter consiste em oligoartrite periférica associada a acometimento ocular (principalmente conjuntivite) e mucocutâneo (úlceras orais, ceratoderma blenorrágico, balanite circinada e alterações ungueais psoríase-like). Ocorre, principalmente, em adultos jovens, cerca de 1 a 4 semanas após infecções gastrointestinais ou genitourinárias. Não há alterações significativas no hemograma, e leucocitose é variável. PCR e VHS geralmente elevados. Em aproximadamente 2/3 dos pacientes, a remissão espontânea dos sintomas ocorre em 6 meses. Na fase aguda, repouso e prescrição de AINES (primeira linha) podem ser úteis para alívio dos sintomas articulares.
CONCLUSÃO Importante ressaltar que a síndrome de Reiter é um subgrupo das artrites reativas e espondiloartropatias.

 

Responsável
ANA BEATRIZ CAMINADA SABRA STRAUB CESTARI


Palavras-chave:

Síndrome de Wiskott-Aldrich: Relato de caso

Wiskot-Aldrich Syndrome: Case report

Pedro Jose Secchin de Andrade

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15, Nº2, p22-24, Setembro 2015

Resumo

OBJETIVO: Reconhecimento da Síndrome de Wiskott-Aldrich (SWA) pelos pediatras para abordagem e tratamento adequado da doença.
DESCRIÇÃO DO CASO: Criança de 6 anos, masculino, com SWA, atendido na emergência com história de mordida e arranhadura de cão doméstico. Paralelamente, também apresentava quadro de eczema em dorso do pé direito.Foi feito transfusão de concentrado de plaquetas, imunoglobulina humana, soro antirrábico, amoxicilina-clavulanato e observação do cão. O paciente evoluiu de forma estável.
DISCUSSÃO: A SWA é uma imunodeficiência primária causada por mutação no gene WASP localizada no cromossomo X.As manifestações clínicas da síndrome incluem:trombocitopenia com tamanho de plaquetas reduzido, infecções recorrentes, presença de eczema e aumento da incidência de manifestações autoimunes e neoplasias. A sobrevida desses pacientes é baixa, e o tratamento se constitui em antibioticoterapia e reposição de imunoglobulinas, mas somente o transplante de células hematopoiéticas é curativo.


Palavras-chave: Síndrome de Wiskott-Aldrich, Síndromes de Imunodeficiência, eczema.

Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo em Paciente com IgM Positivo para Dengue

Magalhães, A.S.M.; Magalhães, L.O.S.; Rossi, A.P.; Sá, A.C.S.; Moreira, T.P.; Santana, M.S.; Souza, F.AC.; Lima, A.R.O.; DAlmeida, D.G.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p43, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A dengue é uma doença infecciosa febril aguda, podendo ser de curso benigno ou grave. A dengue clássica é uma enfermidade autolimitada. Outras complicações, como desconforto respiratório devido a intenso derrame pleural, disfunção do miocárdio, sangramento intenso e falência múltipla dos órgãos, inclusive síndrome de desconforto respiratório agudo (SDRA), podem representar risco à vida.
OBJETIVO: Apresentar de uma complicação grave em um paciente com dengue.
MATERIAL E MÉTODO: J.M.S., 7 anos, negra, sexo feminino, natural de Itaperuna, admitida na enfermaria pediátrica do Hospital São José do Avaí (HSJA), com tosse há 15 dias, piora progressiva e associação de febre e taquipneia. Ao exame, estava lúcida, normocorada, hidratada, anictérica. Ausculta cardíaca demonstrou ritmo cardíaco regular em 2 tempos, bulhas normofonéticas, sem sopros, FC 100 bpm. Ausculta pulmonar com estertores difusos, FR: 60 ipm. Abdome e membros normais. Ultrassonografia de tórax evidenciou condensação de parênquima pulmonar em base esquerda. Sem derrame pleural. Foram iniciados oxacilina e ceftriaxone. Após 5 dias, a paciente evoluiu com insuficiência respiratória aguda. Foi encaminhada à UTI pediátrica, realizando intubação orotraqueal e acoplamento à ventilação mecânica (VM). Radiografia de tórax evidenciou redução da transparência pulmonar bilateral. Foram iniciados, empiricamente, aciclovir e oseltamivir, suspendendo oxacilina e iniciando vancomicina. A paciente seguiu em VM por 40 dias, apresentou, nesse período, quadro de insuficiência renal aguda e realizou hemodiálise por 14 dias. Nesse período foram realizadas 2 culturas de secreção traqueal, pesquisa de BAAR, sorologia para Influenza A (H1N1) todas negativas. Sorologia para Dengue IgM foi positiva. Não foi realizado isolamento viral. O desmame ventilatório foi realizado, e a paciente recebeu alta para a enfermaria pediátrica.
RESULTADOS: A SDRA é uma apresentação pouco descrita na dengue, não sendo encontrados relatos de casos semelhantes.
CONCLUSÃO O manejo na UTI foi importante no prognóstico da paciente.

 

Responsável
FERNANDA APARECIDA COSTA DE SOUZA


Palavras-chave:

SANGRAMENTO RETAL: RELATO DE CASO

TAYNA GONTIJO DE CARVALHO (UFF); ALINE FALCI LOURES (UFF); BRUNA ITAMI O´HARA PIMENTA (UFF); JULIA ROSA AMIM (UFF); EMANUELLY GIOVANELI CONSTANCIO (UFF); LÍVIA SILVA HALL (UFF); JOSE MARIA SILVEIRA NETO (UFF); DENIS MELO PINTO RANGEL (UFF); PEDRO EUGENIO ARAÚJO CUNHA (UFF); SELMA SABRA (UFF)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p102,  2016


Palavras-chave:

Sarampo: avaliação da cobertura vacinal em crianças de escola pública do município de Volta Redonda (RJ)

Câmara, G.N.P. A.; Medeiros, J.R.C.; Antunes, S.C.; Lancia, L.F.; Abrahão, N.M.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p73, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O sarampo é considerado uma das doenças infecciosas mais contagiosas do mundo (MELLO, 2014). Está entre as cinco maiores causas de morte em menores de cinco anos (AMARAL, 2004), sendo uma doença passível de controle e até mesmo de erradicação através da vacinação (MELLO, 2014).
OBJETIVO: Analisar a cobertura vacinal da tríplice viral em crianças de dois a treze anos em uma escola pública do município de Volta Redonda-RJ.
MATERIAL E MÉTODO: Foi realizada uma caracterização da amostra e coleta de dados, através da caderneta de vacinação, referente à idade e situação vacinal da tríplice viral, de 243 crianças com idade entre dois e treze anos de idade. As amostras foram divididas em dois grupos, o primeiro abrangendo as crianças maiores de quatro anos, as quais deveriam ter tomado a primeira (D1) e segunda (D2) dose da tríplice viral, e o segundo as crianças menores de quatro e maiores de um ano, que deveriam ter tomado pelo menos a primeira dose da vacina.
RESULTADOS: Das crianças analisadas no primeiro grupo, a cobertura vacinal para D1 era de 97.8%, acima da faixa de 95% preconizada para a prevenção da doença; porém abaixo da taxa de cobertura do município no ano de 2013 que foi de 105,6%. A cobertura vacinal para D2 era de 90.1%, o que está abaixo do preconizado, porém acima da taxa de cobertura do município no ano de 2013 que foi de 72,19%.
CONCLUSÃO Conclui-se que para a amostra analisada no estudo, a cobertura vacinal para D1 foi dentro do recomendado pela OMS, porém ao analisarmos a cobertura para D2 a taxa ficou abaixo da recomendada.Quando analisamos a taxa de cobertura do município no ano de 2013 verificamos uma taxa de cobertura ainda menor, colocando as crianças desse grupo em situação de risco.

 

Responsável
LUCAS DO CARMO REIS


Palavras-chave:

SENSIBILIZAÇÃO AOS ÁCAROS DOMÉSTICOS EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM RINITE NO RIO DE JANEIRO

PRISCILLA FILIPPO ALVIM DE MINAS SANTOS (HOSPITAL MUNICIPAL JESUS); BRUNA PIASSI GUAITOLINI (HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p19,  2016


Palavras-chave:

Sepse por piomiosite tropical: a importância do diagnóstico

Silva, A.P.S.B.; Batista, L.C.O.; Pinheiro, A.C.G.; Gobbo, A.C.; Almeida, R.F.; Silva, L.A.A.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p72, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Sepse por shigella em paciente com imunodeficiencia de IgA após ingestão de comida japonesa

Obadia, D.A.; Provitina, C.F.; Souza, R.L.C.; Santana, B.P.; Oliveira,V.S.C.; Reis, F.A.; Rego, J.D.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p111, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A Deficiência Seletiva de IgA é bastante freqüente e os pacientes podem apresentar-se assintomáticos ou com quadros de infecções de repetição graves (vias aéreas superior e inferior e gastrointestinais).
OBJETIVO: Descrever caso de sepse em paciente com imunideficiência
MATERIAL E MÉTODO: Escolar de 7 anos, histórico de 2 episódios de pneumonia, inúmeras sinusites e gastroenterite por rotavírus, diagnosticada com deficiência de IgA há 1 ano. Deu entrada no CTI com gastroenterite aguda após ingestão de comida japonesa. Evoluiu com choque hipovolêmico, acidose metabólica, distúrbio hidroeletrolítico e falência renal. Iniciou-se antibioticoterapia de largo espectro, aminas vasoativas e hemodiálise contínua. A coprocultura isolou uma estirpe de Shigella sensível a ciprofloxacino e cefepime. Após 17 dias apresentou boa progressão clínica, estabilização hemodinâmica e recuperação das funções renal e pulmonar, permitindo suspender os suportes de aminas vasoativas, ventilatório e da terapia de substituição renal.
RESULTADOS: A IgA nos protege contra microorganismos invasores (vírus e bactérias) na superfície das mucosas. A incapacidade de produzi-la pode ser parcial ou total. É total quando seu nível sérico é menor do que 5 mg/dl, com IgM e IgG normais, e não há produção de IgA secretora. Na parcial, o nível sérico é maior do que 5 mg/dl, porém, dois desvios-padrões menores do que o valor normal para a idade. Apesar da maioria dos pacientes serem assintomáticos, alguns apresentam infecções de repetição levando ao rastreio imunológico permitindo o diagnóstico. O tratamento das infecções deve ser realizado com antibiótico adequado e devem ser evitadas transfusões sanguíneas devido ao risco aumentado de reações devido à presença de anticorpos anti-IgA. A reposição de imunoglobulinas não está indicada.
CONCLUSÃO Devemos atentar aos quadros de infecções de repetição e investigar possíveis imunodeficiências. As crianças que possuem esse diagnóstico devem ser acompanhadas por estarem sob risco maior de desenvolvimento de doenças autoimunes e evolução para Imunodeficiência Comum Variável.

 

Responsável
POLLIANY ROBERTA DORINI PELEGRINA


Palavras-chave:

Sepse por Streptococcus Pyogenes - agente comum em pediatria causando doença grave

Domingues, J.L.; Magalhães, L.F.S.; Caputo, B.C.; Stocco, D.C.; Miranda, J.A.; Guimarães, M.L.; Souza, A.L.M.; Bulkool, D.P.; Lucchetti, M.R.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p82, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: O Streptococcus Pyogenes coloniza principalmente as crianças. Pequenos traumatismos podem ser suficientes para inocular as bactérias, causando diversas infecções de pele e partes moles, podendo evoluir para sepse.
OBJETIVO: Relatamos o caso de um paciente que desenvolveu sepse grave por S. Pyogenes após ter recebido uma injeção intramuscular.
MATERIAL E MÉTODO: L.F.O.A., sexo masculino, 1 ano e 5 meses, apresentou dor abdominal difusa e foi à UPA, onde recebeu hioscina+dipirona intramuscular em glúteo direito. Dois dias depois apresentou dor, hiperemia e edema em coxa direita, claudicação e queda do estado geral. Retornou à UPA, sendo prescrito cefalexina. Diante da piora clínica, foi levado à emergência do HUAP. Ao exame, apresentou taquicardia, taquipneia e hipotensão arterial, torporoso, desidratado, hipocorado, e perfusão capilar periférica lentificada. Abdome distendido, doloroso à palpação e halo hiperemiado em região periumbilical. Apresentava edema endurecido do glúteo ao joelho direito e lesões cicatriciais de impetigo em perna direita. Colhidas hemoculturas, iniciado oxacilina, gentamicina, metronidazol e expansão volêmica. Hemograma: anemia (Hb 8g/dl), plaquetopenia (115.000/mm3) e leucopenia (3.100/mm3). Evoluiu com oligúria, anasarca, insuficiência respiratória, choque, necessitando de ventilação mecânica e aminas. Modificada antibioticoterapia para vancomicina, cefepime e metronidazol. Transferido para UTI, permanecendo por 10 dias. Hemocultura cresceu Streptococcus Pyogenes. Apesar da melhora clínica, mantinha febre diária. Ultrassonografia e tomografia mostraram coleção em coxa direita, que foi drenada cirurgicamente e tratada com cefepime e clindamicina por mais 14 dias.
RESULTADOS: A sepse é caracterizada por febre ou hipotermia, leucocitose ou leucopenia, taquicardia e taquipnéia associados a um foco infeccioso. Quando há disfunção orgânica, instala-se a sepse grave. O paciente em questão evoluiu com choque séptico refratário a volume, mas responsivo a aminas.
CONCLUSÃO Procedimentos invasivos apresentam riscos de complicações. Logo, é importante evitarmos procedimentos desnecessários, principalmente em pacientes com lesões de pele já estabelecidas, como impetigos, pois eles têm potencial de desenvolver infecções por S. Pyogenes ou Staphylococcus Aureus.

 

Responsável
MARIA EMMERICK GOUVEIA


Palavras-chave:

Sequestro Pulmonar: Um Relato de Caso

Campos, C.G.U.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p25, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Sequestro pulmonar é uma malformação congênita rara, caracterizada por uma massa de tecido pulmonar não funcionante separada da árvore traqueobrônquica normal e vascularizada por uma artéria anômala, geralmente derivada da aorta torácica, do tronco celíaco ou das artérias intercostais. Pode apresentar-se de duas formas: intralobar ou extralobar, dependendo da localização dentro da pleura visceral. A forma mais comum é a intralobar.
OBJETIVO: Relatar um caso de sequestro pulmonar, chamando atenção para os principais exames diagnósticos.
MATERIAL E MÉTODO: I.L.D.S.P., sexo feminino, parda, 7 meses, natural do Rio de Janeiro. Foi admitida em 11/09/2014, com diagnóstico de pneumonia e história de febre alta, coriza, tosse e taquidispneia há 48 horas. Foram realizados hemograma e raio-x de tórax, que mostraram, respectivamente, 22.400 leucócitos (0/1/0/0/12/45/38/4) e grande imagem hipotransparente de formato arredondado em lobo inferior do hemitórax esquerdo. Solicitou-se tomografia computadorizada (TC) de tórax, observando formação expansiva em base pulmonar esquerda com densidade média de 22UH antes do contraste e 54UH após, com vaso nutridor emergindo da aorta. Dessa forma, fechou-se o diagnóstico de sequestro pulmonar. Foi solicitada angiogrfafia por ressonância magnética (angioRNM) para melhor avaliação do caso.
RESULTADOS: A maioria dos sequestros pulmonares são assintomáticos; por isso, muitas vezes são diagnosticados acidentalmente. A radiografia de tórax é o principal exame no diagnóstico, sendo complementado pela TC e angioRNM. A imagem mais frequente é de uma opacidade homogênea em lobo inferior. Na TC com contraste, visualizam-se o vaso arterial de comunicação com o sequestro e alterações no parênquima pulmonar. O tratamento recomendado é a ressecção cirúrgica da lesão.
CONCLUSÃO Apesar de rara, essa malformação deve sempre fazer parte do diagnóstico diferencial em pacientes com esses achados radiológicos, para que sejam possíveis avaliação e tratamento adequados.

 

Responsável
BÁRBARA CARVALHO SANTOS DOS REIS


Palavras-chave:

SÍFILIS CONGÊNITA COMO FATOR DE AGRAVAMENTO PARA ÓBITO NEONATAL PRECOCE E NATIMORTALIDADE EM PARTO GEMELAR NA MATERNIDADE PÚBLICA MUNICIPAL DE SÃO GONÇALO-RJ: RELATO DE CASO

MARIA ELIZABETH HERDY BOECHAT (HOSPITAL DA MULHER GONÇALENSE-RJ); LUIZA HERDY BOECHAT LUZ TIAGO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS-RS ); JULIANA MARIA BESTETTI (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - RS); ISABELA PAULA DA SILVA DEL RIO DE ALMEIDA (HOSPITAL DA MULHER GONÇALENSE-RJ); CRISTINA MADALENA GOMES DA COSTA (HOSPITAL DA MULHER GONÇALENSE-RJ); CASSEMIRO SERGIO MARTINS (HOSPITAL ESTADUAL AZEVEDO LIMA-NITERÓI-RJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p113,  2016


Palavras-chave:

Sífilis congênita: evidência de oportunidades perdidas durante o prénatal

Congenital syphilis: evidency of missed opportunities during prenatal care

Danielle Kwamme Latgé; Danyelle Machado Hott; Gustavo Potratz Gonçalves; Jéssica Fracalossi Feijó; Layni Storch; Stefani Ribeiro de Almeida; Thaís Dias Vieira Paradelas; Ivete Martins Gomes; Arnaldo Costa Bueno; Claudete Aparecida Araújo Cardoso

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº2, p45-50, Junho 2016

Resumo

OBJETIVO: Documentar as oportunidades perdidas durante o prénatal, enfatizando sua importância no contexto da sífilis congênita (SC), por meio do relato de três casos de SC atendidos no Hospital Universitário Antônio Pedro da Universidade Federal Fluminense (HUAPUFF), com desfecho desfavorável.
DESCRIÇÃO DO CASO: A despeito da existência de métodos de prevenção, diagnóstico e tratamento eficazes, a SC no Brasil ainda se constitui em um grave problema de saúde pública. Foram selecionados três casos com evolução clínica desfavorável, capazes de refletir a importância de uma assistência integral à gestante e ao recém-nascido para a erradicação da SC. Caso 1: Lactente, masculino, com diagnóstico de SC aos 3 meses, internado na enfermaria de Pediatria para tratamento da doença. Segue em acompanhamento ambulatorial. Caso 2: Recém-nascido, masculino, pré-termo, com quadro clínico de SC grave, evoluiu com óbito. Caso 3: Recém-nascido, feminino, prétermo, necessitou de reanimação na sala de parto. Com quadro clínico de SC grave, segue em acompanhamento ambulatorial.
DISCUSSÃO: A qualidade da assistência pré-natal possui grande relevância para a redução da morbimortalidade materna e neonatal, sendo determinante na redução das taxas de transmissão vertical da sífilis. O controle da doença fundamenta-se na triagem sorológica e no tratamento adequado das gestantes e de seus parceiros. De fácil diagnóstico com os testes disponíveis e de tratamento eficaz com a penicilina, a sífilis é caracterizada como evento sentinela que indica baixa qualidade na assistência prénatal e reforça a necessidade de intensificação das ações preventivas e de controle de cura, visando interromper a cadeia de transmissão da doença.


Palavras-chave: Diagnóstico, sífilis, sífilis congênita, prénatal.

SÍFILIS CONGÊNITA: UM ESTUDO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA

PAULA GARCEZ FONSECA (ESCOLA DE MEDICINA SOUZA MARQUES); LETICIA LETICIA CARVALHO GUSMAN (ESCOLA DE MEDICINA SOUZA MARQUES); GLAUCIA MACEDO DE LIMA (ESCOLA DE MEDICINA SOUZA MARQUES); VICTORIA MEY CARMO PEREIRA (ESCOLA DE MEDICINA SOUZA MARQUES); VIVIAN VIDAL MARSILI (ESCOLA DE MEDICINA SOUZA MARQUES)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p131,  2016


Palavras-chave:

SÍFILIS E EXPOSIÇÃO PELO HIV: EFEITO PROZONA EM UM RECÉM NASCIDO

STELA LANA VIEIRA (UNESA); LUCAS NEDER (UNESA); CARLA PRINCIPE CHAGAS VIANNA BRAGA (HFSE/UNESA); LILIA MARIA DA SERRA COSTA (HFSE/UNESA); ANA LUCIA MARTINS FIGUEIREDO (HFSE/UNESA); TABATHA PIRES CHAGAS BRAGA (UFRJ); MARIA LUISA SAYEG PORTO MAÇÃO (UNESA); MURILLO SAYEG PORTO (UNESA); MARIA AMÉLIA SAYEG PORTO (HFSE/UNESA/UFRJ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p143,  2016


Palavras-chave:

Síncope no paciente pediátrico

Syncope in the pediatric pacient

Paula C. Chicralla; Camila Q. Guedes; Marçal Carvalho Jr.; Eduardo Jorge C. da Silva; Maria de Fátima M. P. Leite

Revista de Pediatria SOPERJ - V.6, Nº1, p4-9, Junho 2005

Resumo

INTRODUÇÃO: até 15% das crianças e adolescentes apresentam pelo menos um evento de síncope entre 8 e 18 anos de idade. Antes de 6 anos de idade,a síncope é incomum, exceto no contexto de distúrbios convulsivos, perda de fôlego e arritmias cardíacas primárias. O sintoma síncope é responsável por, aproximadamente, um em 2 mil atendimentos de emergência em pediatria. Sua incidência em crianças e adolescentes, em acompanhamento médico, é de 0,125%, sendo mais freqüente em meninas, com pico entre 15 e 19 anos. Em muitos casos, mesmo após extensa avaliação, a causa permanece indeterminada. Apesar de benigna na maioria das vezes, a síncope gera ansiedade e insegurança ao paciente, à família e ao meio em que vivem(1).
OBJETIVO: abranger os principais tipos de síncope, resumindo suas principais causas, diagnóstico diferencial, avaliação do paciente e tratamento.
MÉTODOS: revisão bibliográfica através do MEDLINE e levantamento dos melhores artigos de revistas brasileiras no período de 1994 a 2004.
CONCLUSÃO: A síncope é recorrente em cerca de 35% dos casos,a maior mortalidade está presente na síncope cardiovascular.


Palavras-chave: síncope, crianças e adolescentes, morte súbita

Síndrome alcoólica fetal: uma questão que deve ser discutida

Conceição Aparecida Segre; José Dias Rego; Fabio Chaves Cardoso

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17, Nº2, p6-7, Junho 2017


Palavras-chave:

Síndrome das bandas amnióticas

Clinical report: amniotic band syndrome

Erika Maria de Macedo; VÝtor Pereira Alves Martins; Edvaldo Alves Costa Neto; ThaÝs Bittencourt de Oliveira Pires; Maria Ribeiro Elisa Lenzi; Kleiton Santos Neves; Ada Lobato Quattrino

Revista de Pediatria SOPERJ - V.9, Nº2, p0, Novembro 2008

Resumo

OBJETIVO: Relatar um caso de Síndrome das bandas amnióticas cujo diagnóstico foi tardio e em faixa etária não habitual.
DESCRIÇÃO: Escolar de 11 anos de idade, sexo feminino, compareceu ao ambulatório de Dermatologia do Hospital Escola Luiz Gioseffi Januzzi com queixas de lesões cutâneas e prurido na perna esquerda com um ano de evolução. Ao exame apresentava constrições anulares nos terceiro, quarto e quinto quirodáctilos esquerdos; ausência das falanges distal e medial no segundo quirodáctilo, distal do terceiro e proximal do quarto quirodáctilos esquerdos e sindactilia entre terceiro e quarto quirodáctilos esquerdos. Havia também constrições anulares na parte proximal da perna esquerda e nos primeiro e segundo pododáctilos esquerdos e ausência da falange distal nos primeiro e terceiro pododáctilos esquerdos e no segundo pododáctilo direito. Apresentava fenda palatina e cicatriz de correção de lábio leporino. Na anamnese havia história gestacional de amniorrexe prematura sem outras intercorrências. Foram solicitados exames radiológicos de membros, tórax e pelve e Ultra-som abdominal. No exame radiológico dos membros evidenciamos apenas lesões na mão esquerda e pés direito e esquerdo.Raio X de tórax, pelve e ultra-som abdominal sem alterações.


Palavras-chave: Síndrome das bandas amnióticas, Fenda palatina, Lábio leporino Relato de Caso Objective: To present a case of amniotic band syndrome with late diagnosis in unusual age.

SÍNDROME DE ALERGIA ORAL DESENCADEADA POR FEIJÃO - RELATO DE CASO

KARINA DUMKE CURY (FUNDAÇÃO TÉCNICO-EDUCACIONAL SOUZA MARQUES); ANDRÉA LEBREIRO GUIMARÃES VENERABILE (FUNDAÇÃO TÉCNICO-EDUCACIONAL SOUZA MARQUES); ANIELA BONORINO XEXEU CASTELO BRANCO (FUNDAÇÃO TÉCNICO-EDUCACIONAL SOUZA MARQUES)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p38,  2016


Palavras-chave:

SÍNDROME DE BARTTER: RELATO DE CASO EM LACTENTE DE CINCO MESES

DEBORA FIGUEIREDO NERY (PRONTOMED INFANTIL); JOSE MAURICIO RAULINO BARBOSA (PRONTOMED INFANTIL); ANA PAULA RODRIGUES MELO (PRONTOMED INFANTIL); MARILEA DA SILVA LEAL (PRONTOMED INFANTIL); MARIA DO SOCORRO COSTA MENDONÇA (PRONTOMED INFANTIL); CAMILA MASCARENHAS TEIXEIRA DE CARVALHO (PRONTOMED INFANTIL); CLARICE DE SÁ PIRES CARVALHO (UNINOVAFAPI); CARLINY ARIADYNE DE MELO E GOMES (UNINOVAFAPI); GLEYSON MARTINS MOURA (UNINOVAFAPI); LUARA LIS BARBOSA BOSON (UNINOVAFAPI)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p138,  2016


Palavras-chave:

SINDROME DE CIMITARRA - RELATO DE CASO

MARIANA DAROS DE PINHO WANDERLEY (HEAPN); LUANA CASTRO SERRA EBERIENOS (HEAPN); VITOR PEREIRA LIRA (HEAPN); BRUNO VIEIRA CURY INACIO (HEAPN); RENAN VIEIRA CURY INACIO (HEAPN); ANA PAULA AMANCIO (HEAPN); EDUARDO DE MACEDO SOARES (HEAPN); TATIANA BERG MOURÃO TEIXEIRA BERGAMIN (HEAPN); CINTIA SALLES GOMES (HEAPN); LUDMILA NEVES INDALECIO (UNIG)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p46,  2016


Palavras-chave:

Síndrome de Coffin-Lowry - o pediatra pode diagnosticar

Pereira KR; Brandão DB; Nogueira VEI; Camargo E; Paiva IS

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p67, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Síndrome de Denys Drash: um relato de caso

Pereira, PR.; Carrer I.; Migliora, M.; Lima, P.; Peixoto, L

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p85, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Síndrome de Evans após vacinação: relato de caso

Vieira M; Santana R.C; Araújo P.S; Medeiros T.R; Alcazar F; Torbey A.F.M.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p41, Dezembro 2012


Palavras-chave:

SÍNDROME DE GUILLAIN-BARRÉ PÓS-VACINA DE INFLUENZA

SAULO TINOCO (HMMC); MARIA APARECIDA RIBEIRO LEITE (HMMC); PATRICIA CARVALHO MIRANDA (HMMC); MAYARA DA MATA ANDRADE (HMMC); JULIANA BORTOLUZZI DOS SANTOS (HMMC); NAYRA RODRIGUES MAZOLLI (HMMC); NATÁLIA DAMASCENO FIGUEIREDO (HMMC); MARIANA COLODETTI (HMMC); CAROLINA CASTRO FLEISCHMAN (HMMC)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p152,  2016


Palavras-chave:

Síndrome de James Marshall: uma revisão de literatura

Eguchi TA; Monteiro AA; Franco PCP; Braga JC; Innocencio CC

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p33, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Síndrome de James Marshall: uma revisão de literatura

Eguchi TA; Monteiro AA: Franco PCP; Braga JC; lnnocencio CC

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p89, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Síndrome de Mauriac em criança com diabetes mellitus do tipo 1 e controle glicêmico inadequado

Mauriac Syndrome in a child with type 1 diabetes mellitus and inappropriate glycemic control

Gabrielle Macedo Pedrosa; Eduardo Machado Gaiane; Rafaella Maia Paredes; Laura Gonçalves Machado; Cléo Bragança Cardoso; Danielle Plubins Bulkool

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16, Nº1, p26-30, Fevereiro 2016

Resumo

Objetivo: Alertar sobre a importância do controle glicêmico adequado na regressão do quadro clínico da Síndrome de Mauriac (SM).
DESCRIÇÃO DO CASO: CJOS, 9 anos e 7 meses, sexo feminino. Ao longo de 8 anos, teve múltiplas internações por cetoacidose diabética e hiperglicemia, uma das quais ocorreu em novembro de 2014 no Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP). Apresentava atraso do desenvolvimento pôndero-estatural, estando abaixo do percentil 15; porém, com índice de massa corporal (IMC) próximo do percentil 50. Também detinha glicohemoglobina (HbA1c) de 13,3%, hipertrigliceridemia, hipercolesterolemia, aumento das transaminases e inversão do padrão albuminaglobulina. Após alta com terapia adequada, foi internada novamente em fevereiro de 2015 por falta de adesão ao tratamento e de manutenção do descontrole glicêmico. Foi realizada ultrassonografia abdominal, que mostrou hepatomegalia difusa com contornos regulares. Os exames laboratoriais mostraram alterações similares aos da internação em 2014. A paciente foi tratada com insulinização venosa e recebeu alta com plano terapêutico ambulatorial.
DISCUSSÃO: A Síndrome de Mauriac é uma forma rara de diabetes mellitus do tipo 1 (DM1), uma das doenças mais importantes em pacientes pediátricos. Caracteriza-se pela tríade: hepatomegalia, retardo do crescimento e diabete mal controlado, por um período de longa duração. O quadro clínico é explicado pelo descontrole glicêmico e pelas alterações endócrinometabólicas, causadas pela hiperglicemia e pela insulinoterapia. O diagnóstico é clínico, e a base do tratamento é o rígido controle glicêmico, podendo levar à regressão dos sintomas que caracterizam a síndrome.


Palavras-chave: Diabetes mellitus tipo 1, glicogênio hepático, hepatomegalia, Síndrome de Mauriac.

SÍNDROME DE MAURIAC: RELATO DE CASO

ELISA MARIA SILVA VIEIRA (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); VIVIANE MARINHO MEIRELES LEITÃO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); JULIANA DE FÁTIMA ARAÚJO PINHEIRO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); RENATA ALVES FERREIRA ANÍCIO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); RENATHA DAIANE LOPES ASSUNÇÃO (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); SARITA CARDOSO VIANA VASCONCELOS (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); ÉRICA LUCIANA FERNANDES (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS); SABRICE DELAMARA OLIVEIRA BORGES GUÊBA LOPES (HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CIÊNCIAS MÉDICAS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p77,  2016


Palavras-chave:

SÍNDROME DE MONDINI

ANA PAULA SPERANDIO (HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO); ALINE DIAS (HOSPITAL CENTRL DO EXÉRCITO); PAULA ALMADA (HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO); ALESSANDRA PIMENTEL (HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO); THAISE MATOS (HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO); SOLANGE DAVID (HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO); ROSANGELA CIPOLLA (HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO); PAULA RAMALHO (HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p132,  2016


Palavras-chave:

SÍNDROME DE TRALI: RELATO DE CASO EM RECÉM-NASCIDO COM DESFECHO DESFAVORÁVEL

BRUNA MOSCI DE NUNES RODRIGUES ANTUNES (HOSPITAL MATERNIDADE ALEXANDER FLEMING); CATHARINA MURI FABER DA SILVA (HOSPITAL MATERNIDADE ALEXANDER FLEMING); CAROLLINE MARIA OLIVEIRA COUTINHO CAZAGRANDE (HOSPITAL MATERNIDADE ALEXANDER FLEMING); FABIO CHAVES CARDOSO (HOSPITAL MATERNIDADE ALEXANDER FLEMING); CARMEN FERREIRA ELIAS (HOSPITAL MATERNIDADE ALEXANDER FLEMING); MANOEL ANTÔNIO CARDOSO (HOSPITAL MATERNIDADE ALEXANDER FLEMING); CLAUDIA GENTIL MONTEIRO (HOSPITAL MATERNIDADE ALEXANDER FLEMING); CRISTINA MADALENA GOMES DA COSTA (HOSPITAL MATERNIDADE ALEXANDER FLEMING)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p148,  2016


Palavras-chave:

Síndrome de Vogt-Koyanagi-Harada e seu acometimento oftalmológico

Gomes, C.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p103, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: Caso da síndrome de Vogt-Koyanagi-Harada(SVKH) ocorrido em paciente de doze anos com abertura de quadro com acometimento exclusivamente oftalmológico e melhora eficaz pelo tratamento proposto. Tal síndrome consiste em uma enfermidade rara que pode atingir os tecidos que contêm melanócitos, como os olhos, sistema nervoso central, orelha interna e pele, com provável etiologia autoimune. Há, dessa forma, destruição dos melanócitos desses tecidos por processos inflamatórios.
OBJETIVO: Mostrar as particularidades dessa patologia e seus acometimentos isolados, com grande dificuldade diagnóstica na maioria das vezes.
MATERIAL E MÉTODO: LASM, doze anos, branca, natural e residente no Rio de Janeiro. Apresentou-se com a queixa inicial de vermelhidão e turvação nos olhos no início de janeiro de 2014. Teve diagnóstico de conjuntivite por duas vezes consecutivas, fazendo uso de colírio antibiótico, sem melhora do quadro. Após o segundo episódio, começou a apresentar cefaléia e piora da turvação ocular. Procurou novamente oftalmologista que realizou, desta vez, a aferição de pressão intra- ocular. que estava aumentada. Foi prescrito nessa ocasião Maleato de Timolol por dez dias. Nesse intervalo perdeu progressivamente a visão, chegando a outro hospital em 24/02/14 com essa queixa e cefaléia de forte intensidade. Foi atendida, em primeira instância, pela emergência pediátrica e encaminhada para a oftalmológica, onde diagnosticou-se o descolamento bilateral de retina e suspeitou-se da SVKH. Nesse momento foi internada e iniciou-se o tratamento com corticóide e imunossupressores.
RESULTADOS: A paciente teve alta com dez dias de internação, ainda com baixa acuidade visual e prescrição de Prednisolona VO , fazendo uso desta por noventa dias e obtendo melhora de 100% do descolamento da retina. Cabe ressaltar que não houve demais alterações em outros sistemas e que encontra-se ainda em acompanhamento severo pela Pediatria, Oftlmologia e Endocrinologia.
CONCLUSÃO Trata-se de um caso relevante por sua raridade clínica de peculiar diagnóstico e sua boa resposta ao tratamento proposto.

 

Responsável
PATRICIA ELOAN DA SILVA MONTEIRO


Palavras-chave:

SÍNDROME DE WEST: UMA URGÊNCIA NEUROLÓGICA

NATÁLIA MEDEIROS DE OLIVEIRA (HOSPITAL MUNICIPAL INFANTIL MENINO JESUS); LUCIANA MIDORI INUZUKA NAKAHARADA (HOSPITAL MUNICIPAL INFANTIL MENINO JESUS); CAMILA GOMES SILVEIRA (HOSPITAL MUNICIPAL INFANTIL MENINO JESUS); DANIELLE AZEVEDO LEVINO (HOSPITAL MUNICIPAL INFANTIL MENINO JESUS); MATHEUS CARVALHO DO CARMO GUERRA PEIXE (HOSPITAL MUNICIPAL INFANTIL MENINO JESUS); TATIANA MOTA DA SILVA (HOSPITAL MUNICIPAL INFANTIL MENINO JESUS)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p153,  2016


Palavras-chave:

SÍNDROME DE WOLF-HIRSCHHORN - RELATO DE CASO

THAÍS DIAS RAMOS (UNIFESO)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p175,  2016


Palavras-chave:

Síndrome do "make-up" (KABUKI) - o pediatra pode diagnosticar

Paiva CG; Souza VRR; Stuchi BP; Amaral RR; Paiva TP; Menezes CG

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p105, Dezembro 2012


Palavras-chave:

SÍNDROME DO BEBÊ SACUDIDO: UM TRAUMA CRANIOENCEFÁLICO EVITÁVEL?

FLORA ROCHA REBELLO (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); CARMEN F. ELIAS (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); FABIO CAVES CARDOSOS (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); CARLOS EDUARDO AVILA (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); LUÍSA REZENDE CECÍLIO (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); MÔNICA BRETA MOTTA (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ); TICIANA RIBEIRO DA SILVA SIMÕES (UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p154,  2016


Palavras-chave:

SÍNDROME DO CHOQUE TÓXICO: RELATO DE CASO

ROBERTA BELLETI SPERETTA (UNIARA); KARINA FRITEGOTO GUIATA (UNIARA); KARYNE VIEIRA ASSIS SILVA (UNIARA)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p128,  2016


Palavras-chave:

Sobrepeso e obesidade infantil no Brasil: o aleitamento materno como medida de controle

Braga JC; Freitas VR; Morais ATT; Monteiro AA; Franco PCP; Innocencio CC

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p30, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Sucção não nutritiva em recém-nascidos pré-termos

Nonnutritive sucking in preterm infants

Adriana D. Rocha; Maria E.L.Moreira

Revista de Pediatria SOPERJ - V.6, Nº1, p10-15, Junho 2005

Resumo

O presente trabalho apresenta, através de revisão de literatura, algumas informações sobre o uso da sucção não nutritiva em recém-nascidos pré-termos.Tal estudo torna-se valioso para analisar a efetividade de tal técnica, que é muito utilizada nos berçários. Foi realizado o levantamento bibliográfico nos bancos de dados LILACS, MEDLINE e SCIELLO.


Palavras-chave: sucção, sucção não nutritiva, pré-termos

Suporte básico de vida em pediatria: evidências científicas

Pediatric basic life support: scientific evidences

Cristina Ortiz Sobrinho

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17(supl 1), Nº1, p22-27,  2017

Resumo

INTRODUÇÃO: a reanimação cardiopulmonar de alta qualidade é crucial para o bom prognóstico do paciente. Periodicamente, os guidelines de reanimação pediátricos são revisados pela American Heart Association.
OBJETIVO: procurou-se analisar as seguintes recomendações: a qualidade da reanimação; a sequência C-A-B; o uso de desfibrilador externo, além dos níveis de evidências científicas para o suporte básico de vida em crianças.
FONTE DE DADOS: buscas no PubMed e na Biblioteca Virtual em Saúde, usando as palavras-chave 'basic life support', 'guidelines', 'children', 'cardiopulmonary resuscitation' e 'pediatrics'. Foi realizada busca secundária dos dados.
SÍNTESE DE DADOS: para o suporte básico de vida em crianças, a sequência C-A-B é de simples execução e está em consonância com as recomendações para adultos (classe IIb); a reanimação de alta qualidade com profundidade de 5 cm (classe IIa), a frequência de 100-120 batimentos por minuto (classe IIa) e o uso de desfibrilador externo (classe IIb) são estratégias para melhorar o prognóstico desses pacientes. Porém, a utilização de desfibrilador externo está aquém do desejado.
CONCLUSÕES: muitas das recomendações para crianças são oriundas de estudos únicos ou de fracas evidências, bem como podem ser uma extensão das recomendações para adultos. Apesar de os guidelines da American Heart Association serem difundidos no mundo todo, a qualidade da reanimação pode melhorar. Estudos multicêntricos que investiguem o real impacto dessas estratégias para a pediatria são necessários.


Palavras-chave: Reanimação cardiopulmonar; Pediatria; Parada cardíaca.

TABAGISMO PASSIVO RELACIONADO À SIBILÂNCIA EM LACTENTES DE UM SERVIÇO DE ALERGIA E PNEUMOLOGIA DE JUIZ DE FORA-MG

MILENA DE ALMEIDA ZATTAR (UNIPAC-JF); FRANKLIN AMARAL NOGUEIRA (UNIPAC-JF); FLORENCE HELENA VALLIN TIBURZIO MEGALE (UNIPAC-JF); JOSÉ ISMAR ASSIS NETO (UNIPAC-JF); STEPHANIE SZABO BONDESAN (UNIPAC-JF); THIAGO DE PAULA OLIVEIRA (UNIPAC-JF); DANIEL DO NASCIMENTO GAZOLLA (UNIPAC-JF); CARLOS BAUER NAMEN L. JUNIOR (UNIPAC-JF); GISELI ROSINA (UNIPAC-JF); LUCAS BITTENCOURT (UNIPAC-JF)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p183,  2016


Palavras-chave:

Telangiectasia Hemorrágica Hereditária em Associação com Doença Inflamatória Intestinal

Santanna, R.C.; Fernandes, C.R.; Dias, F.C.S.; Paiva, F.T.; Melo, J.M.; Percope, F.L.; Junqueira, J.C.F.; Valladares, M.A.B.; Carvalho, S.R.

Revista de Pediatria SOPERJ - V.15(supl 1), Nº2, p44, Março 2015

Resumo

INTRODUÇÃO: A telangiectasia hemorrágica hereditária (THH) ou síndrome de Osler-Weber-Rendu é um distúrbio vascular autossômico-dominante, cujas manifestações clínicas são epistaxe, sangramento do trato gastrintestinal e anemia ferropriva, associados à telangiectasia mucocutânea (lábios, mucosa e pontas dos dedos). Shunts e malformações arteriovenosas ocorrem comumente nas circulações pulmonar (50%), hepática (33%) e cerebral (10%). A doença de Crohn (DC) é uma doença inflamatória intestinal (DII) ao lado da retocolite ulcerativa e da colite indeterminada. Afeta qualquer segmento do tubo digestivo com inflamação focal ou transmural, estendendo-se da mucosa à serosa. Fístulas, abscessos e estenoses normalmente complicam a DC.
OBJETIVO: Descrever o caso de uma paciente com THH que, posteriormente, apresentou quadro clínico e laboratorial compatível com DC, confirmado por biópsia.
MATERIAL E MÉTODO: Paciente feminina, iniciou quadro de sangramento intestinal e fissura anal no 1º ano de vida. Após extensa investigação, diagnosticou-se telangiectasia hemorrágica hereditária. Evoluiu com manutenção de episódios intermitentes de hematoquezia, dor ao evacuar, epistaxe e úlceras em palato durante acompanhamento. Com 1 ano e 10 meses, realizou colonoscopia, sugestiva de DII. Iniciou-se o corticoterapia com melhora parcial, mantendo sangramentos intermitentes, sendo associada sulfassalazina. Exames posteriores definiram DC. Após surgimento de fístula sem resposta ao uso de azatioprina, antibioticoterapia e novos cursos de corticoide, iniciou-se infliximabe. No momento, sem sintomas.
RESULTADOS: A THH é responsável por sangramento do trato gastrointestinal em até 44% dos pacientes, devido às telangiectasias presentes na mucosa do trato digestivo. O sangramento retal não é a apresentação principal da DC, mas está presente em 20% dos casos.
CONCLUSÃO Apresentamos 2 etiologias distintas de sangramento intestinal manifestadas em um único paciente. Não encontramos, na literatura, associação entre essas duas entidades, sendo esse, portanto, o primeiro caso descrito de THH e DC.

 

Responsável
FERNANDA PÉRCOPE


Palavras-chave:

Temas livres do VII Consoperj

Revista de Pediatria SOPERJ - V.4, Nº1, p7-23, Junho 2003


Palavras-chave:

Tentativas de suicídio em crianças e adolescentes: abordagem do pediatra

Suicide attempts in children and adolescents: a pediatric approach

Roberto Santoro Almeida; Orli Carvalho da Silva Filho

Revista de Pediatria SOPERJ - V.17(supl 1), Nº1, p4-11,  2017

Resumo

INTRODUÇÃO: pouco comuns na infância, as tentativas de suicídio são frequentes na adolescência, fazendo desta uma das principais causas de mortalidade na juventude em todo o mundo. Na maior parte das vezes, jovens em situação de risco para o suicídio e casos de tentativa de suicídio são atendidos por pediatras nos serviços de saúde.
OBJETIVO: fornecer subsídios para qualificar o pediatra no manejo de crianças e adolescentes em situação de risco de suicídio e prestar um primeiro atendimento a casos de tentativa de suicídio.
FONTES DE DADOS:
revisão de artigos e livros relacionados aos temas suicídio e tentativa de suicídio, tomando por base pesquisa nos manuais de psiquiatria e nas plataformas de artigos Medline, PubMed e Google Scholar.
SÍNTESE DOS DADOS: a partir de informações clínicas e epidemiológicas, é possível traçar estratégias de abordagem a crianças e adolescentes em risco.
CONCLUSÕES:
é fundamental que o profissional de saúde que atende crianças e adolescentes esteja preparado para lidar com casos de risco de suicídio ou de tentativas de suicídio, despertando a sensibilidade para o reconhecimento do sofrimento psíquico destes pacientes. Conhecimentos clínicos e epidemiológicos permitem desenvolver estratégias de abordagem para tais casos, reduzindo os agravos à saúde física e mental e o risco de morte envolvido.


Palavras-chave: Suicídio; Tentativa de suicídio; Transtornos do comportamento infantil; Comportamento do adolescente.

Teste de broncodilatação em prematuros de muito baixo peso ao nascer próximo à alta hospitalar

Geórgia Chalfoun

Revista de Pediatria SOPERJ - V.8, Nº2, p0, Outubro 2007


Palavras-chave:

Teste de hidrogênio expirado com lactose no ambulatório de gastroenterologia pediátrica do IPPMG-UFRJ

Percope FL; Santana SF; Carvalho SR; Guerra SNPR; Gracia J; Valladares MA; Souza APT; Junqueira JCF

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p76, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Tinha nigra: relato de caso de uma criança

Junny Belache de Azeredo Coutinho; Fernando Gustavo Mosca de Cerqueira; Ana Maria Mosca de Cerqueira; Cintia Mello de Carvalho

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p60, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Tipo de parto e aleitamento precoce: impacto no estado nutricional da criança com 24 meses

Type of delivery and early breastfeeding: impact on the nutritional status of 24-month-old child

Rayane Quites Senra; Isabel Rey Madeira; Fabiana Migliaccio Mansur; Nádia Cristina Pinheiro Rodrigues; Antônia da Conceição Cylindro Machado; Celise Regina Alves da Motta Meneses; Vinicius Anciães Darriba; Ana Paula Córdova da Costa; Simone Augusta Ribas

Revista de Pediatria SOPERJ - V., Nº, p0,  

Resumo

INTRODUÇÃO: os primeiros mil dias de vida compõem um período de janela de oportunidades no qual o corpo é modulado para responder a estímulos externos, podendo determinar agravos à saúde ainda na infância, como o desenvolvimento de excesso de peso.
OBJETIVO: analisar o impacto do número de consultas pré-natais, o tipo de parto e o aleitamento precoce no estado nutricional antropométrico de crianças de 24 meses.
MÉTODOS: estudo descritivo, longitudinal e observacional das 58 crianças que permaneceram na coorte até os 2 anos. As crianças foram classificadas quanto ao estado nutricional e alocadas nos grupos com e sem excesso de peso. Foram analisadas, dentro dos grupos, variáveis categóricas que pudessem influenciar o estado nutricional. Foi aplicado modelo de regressão logística utilizando como variável dependente excesso de peso e como variáveis independentes número de consultas médicas, tipo de parto e aleitamento materno antes de 6 horas de vida.
RESULTADOS: das variáveis analisadas, apenas o tipo de parto cesárea e a ausência de aleitamento materno antes de 6 horas de vida se associaram positivamente com o excesso de peso aos 2 anos de idade (p-valor: 0,01 e 0,03 respectivamente).
CONCLUSÕES: o trabalho indica que o tipo de parto e o aleitamento materno precoce interferem na saúde da criança. A importância destas variáveis não se restringe ao estado nutricional e poderá ser melhor explicada por estudos futuros.


Palavras-chave: Parto normal; Microbiota; Cesárea; Aleitamento materno; Estado nutricional; Sobrepeso.

Transferência de informações sobre gestação, parto e nascimento: importância do registro na Caderneta da Criança

Maria da Graça Soares de Lima; Eliane Garcez da Fonseca; Paola Teixeira Soria; Jose Carlos Vecchiate da Silva Neto; Rodrigo Neves; Gabriela Amaral

Revista de Pediatria SOPERJ - V.13(supl 1), Nº2, p52, Dezembro 2012


Palavras-chave:

Transfusão/anemia associada à enterocolite necrosante

Blood cell transfusion / anemia associated to necrotizing enterocolitis

Adauto Dutra Moraes Barbosa

Revista de Pediatria SOPERJ - V.18, Nº3, p1, Setembro 2018


Palavras-chave:

Transição dos cuidados de pacientes com doenças crônicas da pediatria para a medicina de adultos: práticas de um hospital terciário no Brasil

Transition to adult health care for adolescents with chronic conditions: practices of a tertiary care hospital in Brazil

Patricia Souza Valle Cardoso Pastura; Caroline Graça de Paiva

Revista de Pediatria SOPERJ - V.18, Nº2, p3-10, Junho 2018

Resumo

INTRODUÇÃO: devido aos avanços nos cuidados médicos, 90% das crianças com doenças crônicas estão, na atualidade, sobrevivendo até a vida adulta. Por este motivo, é necessário um processo de transição dos cuidados da pediatria/hebiatria para a medicina do adulto que envolva uma equipe multidisciplinar e seja planejado, individualizado, gradual e baseado nas competências do adolescente, principalmente nos seus próprios cuidados e no conhecimento da sua doença.
OBJETIVO: avaliar as condições da transição implementadas em serviços de especialidades pediátricas de um hospital público materno-infantil terciário no Rio de Janeiro.
MÉTODOS: estudo descritivo qualitativo baseado na aplicação de um questionário específico para avaliação da organização dos serviços de especialidades pediátricas quanto a este processo de transição de cuidados.
RESULTADOS: em apenas três de cinco unidades avaliadas existe um profissional ou uma equipe de profissionais de saúde dedicados ao processo de transição, porém não exclusivamente. Em nenhuma das cinco unidades avaliadas há consulta conjunta entre o pediatra e o médico de adultos antes da transferência, apesar de existirem referências externas para três serviços. Nenhum serviço utiliza ferramentas validadas para auxiliar a avaliação das habilidades do adolescente ao longo do processo ou conta com programas educativos específicos para a transição.
CONCLUSÕES: não há um programa estabelecido de transição de cuidados para a medicina de adultos para pacientes com doenças crônicas em nossa unidade.


Palavras-chave: Transição para assistência do adulto; Cuidado transicional; Adolescente; Doença crônica; Serviços de saúde.

TRANSMISSÃO VERTICAL DE DENGUE COMO FATOR DE AGRAVAMENTO PARA ABORTO NA MATERNIDADE PÚBLICA ESTADUAL DE NITERÓI - RJ: RELATO DE CASO

MARIA ELIZABETH HERDY BOECHAT (HOSPITAL ESTADUAL AZEVEDO LIMA-NITERÓI-RJ); CASSEMIRO SERGIO MARTINS (HOSPITAL ESTADUAL AZEVEDO LIMA-NITERÓI-RJ); LUIZA HERDY BOECHAT LUZ TIAGO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - RS); JULIANA MARIA BESTETTI (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS-RS); SERGIO HERDY BOECHAT (HOSPITAL E MATERNIDADE MARIA AUXILIADORA-PRESIDENTE GETÚLIO-SC)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p112,  2016


Palavras-chave:

TRANSMISSÃO VERTICAL DE DENGUE E SÍNDROME HELLP COMO FATORES DE AGRAVAMENTO PARA NASCIMENTO PREMATURO NA MATERNIDADE PÚBLICA ESTADUAL DE NITERÓI-RJ: RELATO DE CASO

MARIA ELIZABETH HERDY BOECHAT (HOSPITAL ESTADUAL AZEVEDO LIMA-NITERÓI-RJ); CASSEMIRO SERGIO MARTINS (HOSPITAL ESTADUAL AZEVEDO LIMA-NITERÓI-RJ); CRISTINE DELGADO CORREA DIAS (HOSPITAL ESTADUAL AZEVEDO LIMA-NITERÓI-RJ); LUIZA HERDY BOECHAT LUZ TIAGO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS-RS); JULIANA MARIA BESTETTI (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS-RS); SERGIO HERDY BOECHAT (HOSPITAL E MATERNIDADE MARIA AUXILIADORA-PRESIDENTE GETÚLIO-SC)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p114,  2016


Palavras-chave:

TRAUMA RENAL

CYNTHIA NOLASCO (HMMC); PATRICIA MIRANDA (HMMC); MAYRA MONTEIRO (HMMC); SUANNE GRILO (HMMC); NATALIA DAMASCENO (HMMC); MARIANA COLODETTI (HMMC); MAYARA ANDRADE (HMMC); BRUNA FERNANDES (HMMC); JULIANA BORTOLUZZI (HMMC); JALUZA CHEROBINI (HMMC)

Revista de Pediatria SOPERJ - V.16(supl 1), Nº3, p64,  2016